O projeto-piloto de instalação de uma rede de banda larga sem-fio, cujas experiências iniciais estão sendo realizadas nas cidades de Tiradentes, Ouro Preto e uma área de Belo Horizonte, agora atingirão mais seis novas cidades:
Almera (MG), Lavrinhas (SP), Garanhuns (PE), Cacique Dobler (RS), Cidade de Goiás (GO) e Pindorama (TO).
Mas o que são as "cidades digitais"? Segundo especialistas, elas conseguiriam, através da tecnologia de Banda Larga sem fio, uma considerável solução de baixo custo para proporcionar acesso aos cidadãos de baixa renda.
Nelas, o acesso de Internet Wireless poderia servir tanto aos cidadãos como à Polícia, aos Bombeiros, funcionários da Prefeitura, atendimento de Saúde, Serviços de Emergência, Recolhimento de Impostos da Prefeitura, Turismo, Inclusão Digital, Monitoração de Segurança (Surveillance) através de camêras Wireless, dentre outros serviços.
O modelo de gestão será definido pelo seu uso, ou seja, existirão prefeituras que irão cobrar pelo serviço e outras que não. Nas novas "cidades digitais" em experimentação no país, serão instalados equipamentos de diferentes fabricantes e distintas tecnologias - WiMAX e Wi-Fi (Mesh) - para se estudar a relação custo-benefício e elencar as demandas por informações de governo eletrônico.
No momento, segundo informa o FNDC (Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação), os técnicos do Ministério estão concluindo o relatório sobre os projetos pilotos da primeira fase. Para custear esse primeiro programa, foi feito um convênio com a Fundação Euclides da Cunha, da Universidade Federal Fluminense, cuja equipe foi responsável pelo bem-sucedido projeto Piraí, município de 23 mil habitantes do Rio de Janeiro.
Para esse novo programa serão destinados R$ 8 milhões. (Portal Imprensa).
FONTE: ARI

