Se aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o PL também vai obrigar apresentadores, locutores e comentaristas de rádio e TV a deixar suas funções um ano antes das eleições, se quiserem se candidatar. “O uso da palavra de maneira quotidiana para prestar serviços, informar e entreter o público em meios de comunicação de massa contraria o espírito republicano e fere gravemente a isonomia eleitoral, pois corresponde ao uso de uma concessão pública para contato direto com o eleitorado e promoção pessoal”, explicou Serys.
A senadora afirma ainda que os candidatos já teriam seu espaço de campanha em rádio e TV, prescritos pela Legislação Eleitoral e, portanto, não deveriam se utilizar do espaço da mídia, mesmo que de maneira ‘subliminar’, em sua promoção, o que prejudicaria a alternância de poder.

