NOTA À IMPRENSA

A Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão – AGERT, compartilha da opinião já divulgada por outras associações estaduais e também pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão – ABERT, sobre o projeto que criminaliza a divulgação sem autorização judicial de informações resultantes de interceptações telefônicas por jornalistas e veículos de comunicação.

Para a Agert, o projeto de lei proposto pelo Governo Federal representa uma ameaça à liberdade de imprensa. Pois, estipula pena de reclusão de dois a quatro anos e multa para quem “diretamente ou por meio de terceiros” realizar “interceptação de qualquer natureza, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei”.

Ainda segundo a proposta, passa a ser crime "produzir, fabricar, comercializar, oferecer, emprestar, adquirir, possuir, manter sob sua guarda ou ter em depósito, sem autorização, equipamentos destinados à interceptação telefônica".

O dever do jornalista é informar e o cidadão tem o direito de receber essa informação, a proposta é uma forma de intimidar o jornalista e de impedir que a imprensa cumpra o seu papel, que é o de buscar e divulgar a informação à sociedade.


Rádio AGERT

Grupo Hospitalar Conceição lança campanha de 70 anos projetando o futuro

O diretor-presidente do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), Gilberto Barichello, comentou sobre o início das comemorações dos 70 anos de história da instituição com o lançamento da campanha "Construindo Legados. Projetando Futuro". O GHC atende 15 mil pessoas por dia 100% SUS.

Analista destacou o mercado da pecuária para os próximos meses

O Analista chefe de Proteína Animal da Datagro, Guilherme Jank, abordou no painel de Mercado a Visão Datagro da Pecuária. Ele projetou os próximos meses para os produtores de carne. 

Farsul continua mobilizada pela aprovação do projeto 5122 com alterações na Câmara dos Deputados

O presidente da Farsul, Domingos Velho Lopes, considerou positiva a aprovação do projeto 5122 pelo Senado. Ele destacou que a proposta é melhor que a aprovada inicialmente na Câmara. Entidade vai continuar mobilização para que a proposta que sofreu alterações no Senado possa ser aprovada de novo na Câmara dos Deputados.