Brasil é 66° no ranking da liberdade de imprensa

A organização Reporters Sans Frontieres divulgou ontem seu terceiro índice anual da liberdade de imprensa em todo o mundo. O estudo aponta a Ásia (Coréia do Norte, Mianmar, China, Vietnam e Laos) e o Oriente Médio (Arábia Saudita, Irã, Síria e Iraque) como as regiões onde a liberdade de imprensa é mais ameaçada. No caso, a mídia é independente ou não existe ou os jornalistas são perseguidos e censurados. Não há garantia de segurança para os jornalistas nem para a liberdade de informação.

Os países europeus Dinamarca, Finlândia, Islândia, Irlanda, Holanda, Noruega, Eslováquia e Suíça lideram o ranking da liberdade de imprensa. O Brasil figura na 66ª posição, junto com Equador e Guatemala.

Os Estados Unidos aparecem em 22º lugar no ranking, mas a presença americana no Iraque é considerada um risco e figura na 108ª posição. A RSF define o Iraque como o lugar mais perigoso para os jornalistas, já que 44 profissionais já morreram desde o inicio da guerra, em março do ano passado. O país ocupa a 148ª colocação no ranking.

Informação: Coletiva.net


Rádio AGERT

Sicoob Central SC/RS prospectou R$ 1,4 bilhão em negócios na Expointer

O gerente de Agronegócio do Sicoob Central SC/RS, Paulo Vitor Sangaletti, informou que do total prospectado na feira R$ 740 milhões foram no agro. Para o Plano Safra, o Sicoob SC/RS disponibiliza R$ 14 bilhões para sua área de atuação, com um crescimento de recursos de 15% em relação a última safra.  

PIB do RS cresceu mais do que o do país no primeiro semestre deste ano

O pesquisador do Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Martinho Lazzari, destacou que a agropecuária foi o setor responsável pelo crescimento do PIB no Rio Grande do Sul.

RS cresce no Ranking de Competividade dos Estados

O governador Eduardo Leite participou do Tá Na Mesa, da Federasul, que abordou o crescimento do Estado no ranking de competitividade dos Estados brasileiros, passando da nona para a quarta colocação. Ele falou das razões da melhora no indicador, ressaltando que o equilíbrio das contas ainda é frágil.