Brasil perde R$ 150 bilhões por ano com pirataria

O Brasil deixa de arrecadar 150 bilhões de reais por ano por conta do comércio de produtos falsificados e contrabandeados, de acordo com a coordenadora da Frente Parlamentar de Combate à Pirataria e Sonegação Fiscal, deputada Vanessa Grazziotin (PcdoB/AM). Além disso, segundo nota da Agência Brasil, 1,5 milhão de empregos deixam de ser gerados por ano, em todo o país. Somente o Pólo Industrial de Manaus, que hoje gera 100.000 empregos diretos, dobraria o número de postos formais de trabalho se acabasse a venda de produtos piratas, afirma o presidente do Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (Cieam), Maurício Loureiro.

Um estudo da Superintendência da Zona Franca de Manaus mostra também que, para cada emprego direto gerado na indústria, existem outros três postos de trabalho informais. A deputada Vanessa Grazziotin acredita, no entanto, que estes empregos não podem ser considerados um aspecto positivo do comércio ilegal. “Os vendedores ambulantes estão sujeitos a perseguição policial e a perder tudo".







Informação: Site Consumidores RS


Rádio AGERT

Sicoob Central SC/RS prospectou R$ 1,4 bilhão em negócios na Expointer

O gerente de Agronegócio do Sicoob Central SC/RS, Paulo Vitor Sangaletti, informou que do total prospectado na feira R$ 740 milhões foram no agro. Para o Plano Safra, o Sicoob SC/RS disponibiliza R$ 14 bilhões para sua área de atuação, com um crescimento de recursos de 15% em relação a última safra.  

PIB do RS cresceu mais do que o do país no primeiro semestre deste ano

O pesquisador do Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Martinho Lazzari, destacou que a agropecuária foi o setor responsável pelo crescimento do PIB no Rio Grande do Sul.

RS cresce no Ranking de Competividade dos Estados

O governador Eduardo Leite participou do Tá Na Mesa, da Federasul, que abordou o crescimento do Estado no ranking de competitividade dos Estados brasileiros, passando da nona para a quarta colocação. Ele falou das razões da melhora no indicador, ressaltando que o equilíbrio das contas ainda é frágil.