Agert participou do II Fórum Nacional de Radiodifusão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC)

O vice-presidente Administrativo da Agert, Pedro Ricardo Germano, o vice-presidente regional Centro Cláudio Zappe e o diretor de Novas Tecnologias Carlos Fini representaram a entidade durante a realização em Brasília do II Fórum Nacional de Radiodifusão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

No encontro, foram debatidos temas relevantes para a radiodifusão brasileira como novo regulamento da radiodifusão, processo de migração de rádios, prazos, desafios e canalização da faixa estendida, além de temas relacionados à televisão digital no Brasil, como sua consolidação, e a implementação do Ginga D, sistema de interatividade da TV digital.

Também ocorreu um debate sobre Liberdade com responsabilidade tendo o secretário de Radiodifusão Elifas Gurgel como moderador e a participação dos jornalistas Heraldo Pereira e Eduardo Ribeiro.

Pedro Ricardo Germano destacou a participação do RS no evento. "Foi muito bom ver representantes da Agert, SindiRádio e ANJ num seminário dessa importância, que tratou temas relevantes para a radiodifusão e a TV Brasileira", disse.

O vice-presidente regional Centro, Cláudio Zappe, considerou importante o desejo do MCTIC em saber dos problemas da radiodifusão e tentar achar uma solução para os mesmos. "Sinto que o ministério busca ter um relacionamento melhor com o setor o que é bom para todas as partes", observou.

Participante do painel "Novos Negócios da TV Digital", o diretor de Novas Tecnologias da Agert, Carlos Fini, citou que o debate sobre a digitalização do sinal do rádio foi a novidade do fórum. Também prosseguiram as tratativas sobre a migração do rádio AM para o FM, Sistema Mosaico e a busca pela agilidade na redução dos processos administrativos em tramitação no MCTIC.

Carlos Fini informou ainda que no II Fórum do MCTIC foi tratado da TV Híbrida 2.5, uma combinação de transmissão pelo ar combinada com a banda larga.

Ele ressaltou que as empresas de rádio e televisão do Rio Grande do Sul precisam participar dos eventos que debatem o setor nos fóruns do MCTIC. "É preciso estar presente nos encontros para poder saber das informações e também colocar a posição das emissoras sobre os temas. Só assim seremos ouvidos e não receberemos um projeto pronto", finalizou.

O II Fórum Nacional de Radiodifusão contou com as presenças do ministro Marcos Pontes e do secretário de Radiodifusão Elifas Chaves Gurgel do Amaral.