O advento das transmissões de TV digital via terrestre deu uma nova e insuspeita importância às antenas. A quantidade de estações, suas relativas proximidades (Europa e EUA) e o número de canais em uso - um crescimento imenso problemas de adequação das estações entre si, não só para evitar radiointerferências mútuas prejudiciais, como garantir a maior cobertura possível da área de outorga da emissora. Isto exige um gerenciamento inteligente da potência irradiada, na qual o diagrama de radiação das antenas é item primordial.
Os tradicionais conjuntos (arrays) de painéis irradiantes de banda larga, energizados pela RF para criar diagramas padronizados por variação de amplitude e fase na alimentação dos painéis, dá lugar a um projeto onde aberturas desiguais entre as faces do conjunto, ou diferentes relações de fase, permitem obter diagramas verticais de radiação (VPR) diferenciados em azimutes distintos. No entanto, a variação dos VPR introduz regiões de transição no diagrama da antena, exigindo monitoração cuidadosa devido as interações entre faces adjacentes, incluindo que os VPR nessas regiões sejam inaceitáveis. (Ashley Bicknell, BE, out/04, pág. 10).
Informação: Sulrádio/ QUADRANTE - RTT 23.04

