NOTA À IMPRENSA

A Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão – AGERT, compartilha da opinião já divulgada por outras associações estaduais e também pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão – ABERT, sobre o projeto que criminaliza a divulgação sem autorização judicial de informações resultantes de interceptações telefônicas por jornalistas e veículos de comunicação.

Para a Agert, o projeto de lei proposto pelo Governo Federal representa uma ameaça à liberdade de imprensa. Pois, estipula pena de reclusão de dois a quatro anos e multa para quem “diretamente ou por meio de terceiros” realizar “interceptação de qualquer natureza, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei”.

Ainda segundo a proposta, passa a ser crime "produzir, fabricar, comercializar, oferecer, emprestar, adquirir, possuir, manter sob sua guarda ou ter em depósito, sem autorização, equipamentos destinados à interceptação telefônica".

O dever do jornalista é informar e o cidadão tem o direito de receber essa informação, a proposta é uma forma de intimidar o jornalista e de impedir que a imprensa cumpra o seu papel, que é o de buscar e divulgar a informação à sociedade.


Rádio AGERT

Agert destaca importância do enfrentamento à violência doméstica

O presidente da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (Agert), Alessandro Heck, participou do evento Vozes em Diálogo: Justia e Jornalismo no enfrentamento à violência de gênero. A iniciativa foi promovida pelo Tribunal de Justiça do RS e a Agert. Ele ressaltou que a Agert está distribuindo Spots e VTs de apoio a campanha.

Evento debateu cobertura jornalística nos casos de enfrentamento à violência domestica

O desembargador Túlio Martins, presidente do Conselho de Comunicação Social do TJ-RS, abordou o papel do jornalista ao noticiar temas ligados à violência doméstica. Ressaltou a parceria com a Agert no enfrentamento do tema.

Manual para auxiliar na cobertura jornalística dos feminicídios é divulgado em evento no TJ-RS

A jornalista Niara de Oliveira, palestrante do Vozes em Diálogo: Justiça e Jornalismo no enfrentamento à violência de gênero, disse quais os principais erros realizados na cobertura dos feminicídios. Também destacou o manual de jornalismo antifeminicídio lançado por ela.