"A Voz do Brasil" volta para o horário de sempre


Por decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Nelson Jobim, foi cassada a liminar que permitia às emissoras filiadas à Agert (Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão) transmitir A Voz do Brasil em horário alternativo. A partir da publicação da ordem no Diário Oficial da União, todas as rádios que operavam baseadas na liminar devem voltar a transmitir o programa das 19h às 20h.

O ministro entendeu que o acórdão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, nos termos em que proferido, descumpriu a lei nº 4.117/62, que obriga as emissoras de radiodifusão a retransmitir A Voz do Brasil, diariamente, das 19h às 20h. O presidente da Agert, Afonso Motta, lamentou a decisão: "A liminar apenas flexibilizava o horário de apresentação, era inclusive mais compatível com os propósitos do programa", afirmou. Motta disse ainda que a Agert vai recorrer, mas que o recurso deverá ser "difícil, pois implica numa reconsideração do presidente do STF".

Apenas Band AM e Ipanema FM devem permanecer com uma programação alternativa às 19h. Desde 1997, quando venceram uma ação judicial, as emissoras estão autorizadas a retransmitir A Voz do Brasil em outro horário.

Informação: Coletiva.net


Rádio AGERT

Sicoob Central SC/RS prospectou R$ 1,4 bilhão em negócios na Expointer

O gerente de Agronegócio do Sicoob Central SC/RS, Paulo Vitor Sangaletti, informou que do total prospectado na feira R$ 740 milhões foram no agro. Para o Plano Safra, o Sicoob SC/RS disponibiliza R$ 14 bilhões para sua área de atuação, com um crescimento de recursos de 15% em relação a última safra.  

PIB do RS cresceu mais do que o do país no primeiro semestre deste ano

O pesquisador do Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Martinho Lazzari, destacou que a agropecuária foi o setor responsável pelo crescimento do PIB no Rio Grande do Sul.

RS cresce no Ranking de Competividade dos Estados

O governador Eduardo Leite participou do Tá Na Mesa, da Federasul, que abordou o crescimento do Estado no ranking de competitividade dos Estados brasileiros, passando da nona para a quarta colocação. Ele falou das razões da melhora no indicador, ressaltando que o equilíbrio das contas ainda é frágil.