O diretor da Ancine João Eustáquio da Silveira, no exercício da presidência, contestou a declaração do presidente do grupo Bandeirantes, Johnny Saad, publicada por este noticiário no dia 31 de maio. Segundo Saad, a cobrança do Condecine sobre obras publicitárias brasileiras estaria gerando um passivo para os radiodifusores. O diretor da Ancine esclarece alguns pontos que, a seu ver, podem ter levado o presidente da Band a fazer uma análise incorreta. “Em primeiro lugar, é preciso lembrar que o Certificado de Produto Brasileiro – CPB, é fornecido pela Ancine gratuitamente”, lembra João da Silveira. “O CPB é um elemento essencial para caracterizar a obra como brasileira de forma a garantir que ela pague uma Condecine de valor inferior ao que paga a obra estrangeira”. As emissoras devem, segundo João da Silveira, exigir não apenas o CPB, que sozinho não significa nada, mas também o certificado de registro da obra na Ancine.
Fiscalização eficiente
João da Silveira contesta ainda uma outra afirmação de mesma nota, a de que a Anatel não estaria preparada para realizar a fiscalização. De acordo com o conselheiro da Ancine, a agência realmente não estava preparada, mas firmou com a Anatel, há duas semanas, para utilizar a Rede Nacional de Radio Vídeometria da Anatel. Atualmente, as equipes da Ancine estão sendo treinadas para viabilizar o acompanhamento da veiculação de obras publicitárias na televisão brasileira.
Informação: Aesp/ Tela Viva News


