As operadoras de telefonia fixa não planejam usar este ano a regra que as permite aumentar acima da inflação um dos itens de sua cesta de serviço. Preocupadas com a má imagem com o consumidor, as empresas devem elevar, em julho, em 7,27%, a assinatura básica, os pulsos e a habilitação. A alta prevista para as operações de longa distância é de 2,94%.
O IGP-DI, índice que é usado para calcular o reajuste, acumulou elevação de 8,36% nos últimos 12 meses. "Não esperamos mais de 7,27% de aumento na assinatura básica", disse o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Elifas Gurgel do Amaral.
A assinatura básica é contestada na Justiça por consumidores e existe um projeto de lei no Congresso para acabar com ela. Por contrato, as operadoras podem aumentar em 9% além da inflação uma de suas tarifas, compensando a alta em outras. Em média, a cesta deve ficar de acordo com a variação da inflação.
Informação: Sulrádio/ Correio do Povo


