Governo investiu R$ 304,8 milhões em TV até setembro

O Governo Federal, um dos maiores investidores em mídia no País, gastou em anúncios na TV de janeiro a setembro deste ano R$ 304,8 milhões. O valor corresponde a aproximadamente 60% de tudo o que foi investido em TV em 2004 - desde 98, aquele foi o ano em que o governo mais gastou em TV, passando de R$ 500 milhões. Vale lembrar que 2004 foi ano de Olimpíadas, época de grandes investimentos de empresas estatais ligadas às modalidades esportivas (Banco do Brasil, Correios, Caixa Econômica Federal, Petrobras).

As emissoras de TV têm relatado perdas de receitas por conta da saída dos anunciantes governamentais, em conseqüência da crise política envolvendo verbas de publicidade.
Mas o que se verifica, até setembro, é que outras mídias sofreram maior perda de investimentos do que a TV. Com outdoor, por exemplo, os gastos correspondiam a 30% de tudo o que foi investido em 2004. Os números são da Secom e constam da sua página na web. Procurada por este noticiário para falar sobre os investimentos em TV por parte do Executivo Federal, a Secom não se manifestou. Edianez Parente -






Informação: TELA VIVA News


Rádio AGERT

Sicoob Central SC/RS prospectou R$ 1,4 bilhão em negócios na Expointer

O gerente de Agronegócio do Sicoob Central SC/RS, Paulo Vitor Sangaletti, informou que do total prospectado na feira R$ 740 milhões foram no agro. Para o Plano Safra, o Sicoob SC/RS disponibiliza R$ 14 bilhões para sua área de atuação, com um crescimento de recursos de 15% em relação a última safra.  

PIB do RS cresceu mais do que o do país no primeiro semestre deste ano

O pesquisador do Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Martinho Lazzari, destacou que a agropecuária foi o setor responsável pelo crescimento do PIB no Rio Grande do Sul.

RS cresce no Ranking de Competividade dos Estados

O governador Eduardo Leite participou do Tá Na Mesa, da Federasul, que abordou o crescimento do Estado no ranking de competitividade dos Estados brasileiros, passando da nona para a quarta colocação. Ele falou das razões da melhora no indicador, ressaltando que o equilíbrio das contas ainda é frágil.