Aescolha do padrão de TV digital para o Brasil passa por três padrões: o americano ATSC, o europeu DVB e o japonês ISDB. Todos os três vêm sendo exaustivamente estudados e debatidos há anos por diversos especialistas.
O ATSC (Advanced Television Systems Comittee), além de uma entidade de normatização de TV digital nos EUA, também é um padrão com um tubo de alta capacidade de transmissão (19Mbps, ou megabits por segundo) e que suporta HDTV (TV de alta definição) e múltiplos programas de televisão com definição comum (SDTV).
Já o DVB (Digital Video Broadcasting) europeu já está consolidado em quase 60 países. Ele tem a versão terrestre (DVB-T), a versão a cabo (DVB-C) e a versão móvel (DVB-H, para handhelds). Na prática, Brasil já usa o DVB-C (a cabo) nas televisões por assinatura. O middleware (software que conecta aplicações diferentes) desse padrão também é usado (adaptado) pelos padrões americano e japonês. A versão móvel, compatível com o DVB terrestre, já está sendo testada em vários países, em experimentos conduzidos por gigantes como Nokia e outras empresas.
Padrão japonês aprendeu com os concorrentes
Segundo representantes do padrão japonês ISDB (Integrated Services Digital Broadcasting), a experiência japonesa com a tecnologia de TV digital levou algumas vantagens por ser mais recente e ter suas especificações trabalhadas pensando nas tecnologias já existentes, o que aumentou sua interoperabilidade com as demais plataformas.
O padrão teria a chamada “comunalidade” com padrões internacionais, e seria mais portável, móvel, com uso eficaz do espectro. Apresenta tanto propriedades HDTV (TV em alta definição) quanto multi-SDTV (TV comum).
Os novos televisores que chegam ao mercado já buscam, pelo menos, estar prontos para a televisão de alta definição. Mas o futuro aponta também para uma relação mais interativa entre a televisão e o usuário (não mais um telespectador, apenas) e para a mobilidade, cada vez mais presente.
Informação: Abert/ O Globo - Informática etc
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