Empresários defendem padrão europeu de TV

O Brasil não tem, no momento, condições de adotar um padrão brasileiro de TV digital (de alta definição) porque os investimentos necessários são altos e também porque um padrão próprio poderia significar um risco em termos de isolamento tecnológico.

A avaliação é do diretor regional da Siemens Centro-Oeste-Norte, Jorge Barros, que participou ontem de seminário sobre o tema, no Sheraton Hotel, em Porto Alegre. Barros foi um dos palestrantes do evento, promovido pela Câmara Americana de Comércio (Amcham-Porto Alegre), com o objetivo de debater qual o padrão a ser adotado pelo país, características entre os padrões existentes, e modelo mais adequado para o Brasil. Apesar de o governo ter se mostrado inclinado pelo padrão japonês, tanto Barros quanto o ex-presidente da TIM Brasil Pier Carlos Sola, também palestrante, defendem o padrão europeu.

"O padrão universal, dito europeu, permite absorção de desenvolvimento tecnológico. Podem assim ser desenvolvidas determinadas partes conforme as necessidades específicas", argumentou Barros. Já Sola lembrou que o padrão universal abre uma série de perspectivas de produção de conteúdo digital no país.






Informação: Correio do Povo


Rádio AGERT

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