A Comissão de Combate à Pirataria, implantada pela AGERT, está realizando diversas ações no Estado para combater a proliferação de emissoras ilegais e o crescente número de emissoras comunitárias que divulgam propaganda.
Para tentar solucionar a ilegalidade no meio rádio, a Associação será uma das associadas, do Instituto Nacional de Combate Estratégico à Fraude e Defesa da Concorrência (ICDC). Hoje (12), pela manhã, foi realizada uma reunião com a diretora do Instituto, Gorete Silva, na sede da AGERT.
O encontro foi conduzido pelo presidente da Associação, Roberto Cervo “Melão”, o presidente da Comissão de Combate à Pirataria, Jerônimo Fragomeni, o vice-presidente Administrativo, Pedro Ricardo Germano e o gerente-executivo, Luciano Ciceri.
A parceria com ICDC pretende realizar ações mais efetivas para eliminar o número de emissoras que trabalham na clandestinidade e coibir as ações de comunitárias e televisões educativas que utilizam os seus espaços com publicidade. Segundo Gorete, nos estados de Rio de Janeiro e São Paulo é grande o número de emissoras piratas que são utilizadas por traficantes.
O presidente da AGERT, Roberto Cervo “Melão”, enfatiza a importância da parceria neste trabalho contra a pirataria. “Várias ações são realizadas pela Anatel, Polícia Federal e até Brigada Militar no combate e no fechamento das emissoras ilegais, mas, além disso, precisamos de mais agentes envolvidos e parceiros para solucionarmos este grave problema no nosso Estado e país”, diz Melão.
Informação: AGERT


