Seu corpo está sendo velado na capela D do Cemitério São Miguel e Almas, na Capital, e será sepultado hoje, às 11h. Sócio da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) havia 57 anos, Menezes era um dos 10 conselheiros honorários da entidade. Ao longo da carreira, trabalhou em veículos como A Hora e Correio do Povo e em assessorias de imprensa. Depois da aposentadoria, aproximou-se de instituições militares e continuou suas atividades na ARI.
”Ele ganhou muitas condecorações concedidas a civis por Exército, Marinha e Aeronáutica. Na ARI, participava ativamente, inclusive como representante da entidade em conselhos deliberativos municipais”, disse o presidente da ARI, Ercy Torma. De acordo com o presidente, Menezes só deixou suas funções há cerca de 45 dias, devido a seu estado de saúde. Torcedor fanático do Internacional, foi conselheiro do clube. Enquanto pôde, foi a todos os jogos do time e guardava recortes de jornal dos principais títulos colorados.
O jornalista deixa a mulher, Iolanda, com quem teve seis filhos, 11 netos e quatro bisnetos. Os familiares o lembram como um "amigo de todos, em todas as horas".
Fonte: Zero Hora

