Com o etanol, a TV digital passou a ser um item obrigatório na agenda do Brasil com os países da América do Sul. A idéia, segundo o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, é difundir ao máximo o padrão nipo-brasileiro na região, para que o modelo passe a ser adotado pelos países vizinhos. Já as indústrias brasileiras, que comemoram aumentos sucessivos nas exportações de televisores de plasma e LCD para os mercados sul-americanos, com destaque para Argentina e Venezuela, conquistariam um nicho importante por deterem a tecnologia.
Ao mesmo tempo, destaca Amorim, será possível integrar as cadeias produtivas nesses países, promovendo o desenvolvimento e o acesso à tecnologia. Para isso, os dois responsáveis por esse modelo mdash; Brasil e Japão — decidiram retomar uma parceria que não se via desde a década de 70. Juntos, os dois países farão uma peregrinação pela América Latina a partir de 2008, para difundir o sistema, que começa a funcionar no Brasil em dezembro deste ano.

