ANJ NÃO ACEITA QUEBRA EM SIGILO DE FONTES JORNALÍSTICAS

O documento é assinado por Júlio César Mesquita, vice-presidente da ANJ e responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão, e diz o seguinte:

“A Associação Nacional de Jornais repudia qualquer mudança no princípio constitucional do sigilo da fonte, conforme foi lamentavelmente proposto pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. Se a Constituição determina, em seu artigo 5º, que "é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional", isso ocorre porque se trata de pressuposto básico da própria liberdade de imprensa. Obrigar o jornalista, em qualquer circunstância, a revelar a fonte de sua informação é, na prática, impedir o pleno exercício profissional e cercear o direito dos cidadãos de serem livremente informados. O sigilo da fonte tem sido, historicamente, base da transparência nas sociedades verdadeiramente democráticas. A relativização desse princípio maior da democracia, a propósito de facilitar investigações policiais, seria um grave e irreparável equívoco. Sem a garantia do sigilo da fonte, os maiores beneficiários seriam aqueles que atentam contra os valores da sociedade e que veriam dificultadas as denúncias de seus atos criminosos."


Rádio AGERT

Agert destaca importância do enfrentamento à violência doméstica

O presidente da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (Agert), Alessandro Heck, participou do evento Vozes em Diálogo: Justia e Jornalismo no enfrentamento à violência de gênero. A iniciativa foi promovida pelo Tribunal de Justiça do RS e a Agert. Ele ressaltou que a Agert está distribuindo Spots e VTs de apoio a campanha.

Evento debateu cobertura jornalística nos casos de enfrentamento à violência domestica

O desembargador Túlio Martins, presidente do Conselho de Comunicação Social do TJ-RS, abordou o papel do jornalista ao noticiar temas ligados à violência doméstica. Ressaltou a parceria com a Agert no enfrentamento do tema.

Manual para auxiliar na cobertura jornalística dos feminicídios é divulgado em evento no TJ-RS

A jornalista Niara de Oliveira, palestrante do Vozes em Diálogo: Justiça e Jornalismo no enfrentamento à violência de gênero, disse quais os principais erros realizados na cobertura dos feminicídios. Também destacou o manual de jornalismo antifeminicídio lançado por ela.