Começa Hoje o 19º Congresso Paranaense de Rádio e Televisão

O Presidente da AGERT, Roberto Cervo Melão, participa hoje na cidade de Cornélio Procópio da Abertura Oficial do 19º Congresso paranaense de emissoras de Rádio e Televisão. Cervo participa da Solenidade Oficial que, conta também com a presença do Governador do Estado do Paraná, Presidente da ABERT, e outras autoridades. Para Cervo, este é mais um sinal de que, as associações regionais estão no caminho de uma maior integração, e quem ganha com isto são os associados, tanto da AGERT como da AERP

Assembléia homenageia 50 anos da Rádio Guaíba

O Legislativo do Estado homenageou, na tarde desta quinta-feira (03/05), através do Deputado Paulo Brum, os 50 anos da Rádio Guaíba. O vice-presidente de finanças da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT), Wanderley Ruivo, esteve representando a entidade.

“Uma rádio de qualidade, que tem respeito pelo público, com sobriedade, jeito próprio e correto de informar, um som puro de alta fidelidade e programação inovadora”. Foi assim que o parlamentar iniciou seu discurso no Grande Expediente do Plenário da Assembléia, pronunciando-se à mesa a qual estavam o novo presidente do Sistema Guaíba/Correio do Povo, Jerônimo Alves Ferreira, e o vice-presidente Luiz Cláudio Costa. O diretor da Rádio Guaíba, Alexandre Calderon, acolheu as felicitações aos 50 anos da emissora.

O jornalista do Sistema Guaíba Flávio Alcaraz Gomes, que também é membro da diretoria da AGERT, foi citado e parabenizado por fazer parte dessa longa trajetória. Também se pronunciaram os deputados Carlos Gomes (PPS), Edson Brum (PMDB), Leila Fetter (PP), Daniel Bordignon (PT), Alberto Oliveira (PMDB), Jerônimo Goergen (PP), Paulo Odone (PPS), Zilá Breitenbach (PSDB), Rossano Gonçalves (PDT), Iradir Pietroski (PTB), Raul Carrion (PC do B) e Heitor Schuch (PSB).

RÁDIO GUAÍBA VIVE A FESTA DOS 50 ANOS

A Rádio Guaíba começa a viver a partir de hoje uma nova era, anunciam os novos dirigentes, executivos da Rede Record, empresa que recentemente assumiu o controle acionário das rádios AM e FM e da TV Guaíba, além do Correio do Povo.

A emissora completa 50 anos e começará a passar por um processo de renovação técnica, adequando-a às exigências da tecnologia digital. Este assunto deverá ser abordado em algum momento da programação de hoje, que será totalmente dedicada a rememorar o cinqüentenário Guaíba.

Todos os programas, no período entre 8h10 e 16h, serão apresentados desde o Estúdio Cristal, na privilegiada esquina da Caldas Júnior com Rua da Praia, e terão os 50 anos como temática exclusiva, começando com Flávio Alcaraz Gomes e seus guerrilheiros da notícia. Às 9h10, Joabel Pereira iniciará a apresentação do programa ‘Agora’, que vai ouvir lideranças de diversas entidades e autoridades.

Mesmo o Terceiro Tempo, às 12h05, dará atenção aos registros históricos da rádio ligados ao esporte.

Das 13h15 às 14h30, o jornalista Armando Burd entrevistará, em seu programa ‘Espaço Aberto’, os cinco funcionários-fundadores ainda em atividade na Guaíba: os apresentadores Amir Domingues e Flávio Alcaraz Gomes, o programador Fernando Veronezi, o chefe de externas Celso Gomes e o coordenador comercial Sidney Coelho.

O programa seguinte, ‘Guaíba Revista’, com João Garcia, reserva uma atração especial: Fernando Veronezi é o convidado, e vai apresentar a história das características musicais que a Guaíba utilizou ao longo destes 50 anos.


FONTE: COLETIVA.NET


ENCONTRO COM O PRESIDENTE REÚNE MAIS DE 20 EMISSORAS DA REGIÃO NORTE DO ESTADO

O Encontro com o Presidente realizado em Sarandi, na última sexta-feira foi um sucesso. Mais de 20 emissoras da região norte do Estado estiveram presente no evento.

Discussões relacionadas à comercialização de mídia e as transformações que estão ocorrendo no segmento da radiodifusão foram as principais pautas abordadas durante o encontro.

Com isso, o Encontro com o Presidente se consolida como uma referência às entidades associadas na atualização dos principais acontecimentos e mudanças no segmento.

ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O 19º CONGRESSO GAÚCHO DE RÁDIO E TELEVISÃO

As inscrições para o 19º Congresso Gaúcho de Rádio e Televisão organizado pela Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT) já estão abertas.

O evento que já é uma referência no segmento da radiodifusão será realizado nos dias 16, 17 e 18 de outubro, no Hotel Laje de Pedra, em Canela.

O objetivo do evento é discutir as transformações e tendências que estão ocorrendo no setor.

A ficha de inscrição pode ser obtida no link downloads do site da AGERT, que após de devidamente preenchida deverá ser encaminhada para o fax: (51) 3226-3383.

Mais informações pelo telefone (51) 3228-3959

MUDANÇA NAS REGRAS DA ANATEL PODEM ACELERAR CONVERGÊNCIA

O presidente da Oi (Telemar), Luiz Eduardo Falco, disse hoje (26) que basta uma mudança nas regras da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para que as concessionárias de telefonia fixa possam entrar no mercado de TV a Cabo, antes mesmo de se promover uma eventual mudança na lei do setor.

A solução, segundo ele, seria eliminar o limite imposto hoje pela Anatel para o número de outorgas de TV a cabo por município, criando a possibilidade de se licitar várias licenças em cada região.

Ele explicou em audiência pública, promovida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que a lei do cabo estabelece que as concessionárias de telecomunicações só podem adquirir licença para prestar os serviços de TV a Cabo quando houver "manifesto desinteresse", ou seja, quando for feito um leilão e não aparecer interessados em adquirir a licença.

"É simples: se o número de outorgas da TV a cabo fosse ilimitado, sempre iria ter um manifesto desinteresse, permitindo que a concessionária entrasse", afirmou.
O limite de licenças é diferente para cada município. No caso de São Paulo, por exemplo, são permitidas seis autorizações incluindo TV a cabo e TV via microondas terrestres (MMDS).

Partido dessa análise, a Oi já recorreu contra a decisão da Anatel de negar a ela a permissão para comprar a operadora mineira de TV a cabo Way Brasil. "Entendemos que a brecha da lei nos permite entrar nesse mercado. A outra maneira, mais complicada, é mandar uma lei ao Congresso (para modificar a lei do cabo)", afirmou.

Falco disse também na audiência que o papel do Estado é simplificar a legislação para que a sociedade brasileira possa se beneficiar da convergência tecnológica, que tem unificado os serviços de telefonia, televisão e internet. Ele defende uma mudança nas regras para instituir a figura da licença única, que permitisse às empresas prestarem vários serviços distintos à população.

Hoje, para cada serviço, como telefonia, televisão, internet, é necessária uma licença específica. A criação da outorga única estaria inserida numa discussão para rever a Lei Geral de Telecomunicações (LGT) e para criar a Lei Geral de Telecomunicação de Massa.

Ele sugeriu que o Cade, quando vier a analisar atos de concentração referentes aos serviços no cenário de convergência, que considere o mercado de pacotes integrados de comunicação multimídia e não mercados individuais.
A audiência pública foi a primeira de uma série de dez audiências que o Cade pretende realizar para discutir o aspecto concorrencial da convergência tecnológica no setor de telecomunicações.

O conselheiro Luiz Carlos Prado, que propôs as audiências disse que a mudança rápida da tecnologia traz desafios para o ambiente da concorrência. "Estamos nos preparando para responder rapidamente a essas mudanças e garantir que esse processo ocorra sempre mantendo as condições da concorrência", afirmou.


FONTE: ABERT/

HÉLIO COSTA QUER MUDANÇAS NA LEI PARA CONCESSÕES DE RÁDIO E TV

Em 2006, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados (CCTCI) abalou a relação com o Ministério das Comunicações no processo de concessão de outorgas para emissoras de Rádio e TV ao rejeitar, pela primeira vez, processos enviados pela pasta (leia matéria).

A “rebelião” foi uma resposta a outra iniciativa incomum, esta do Ministério, que solicitou a devolução de 225 processos prestes a terem seu prazo de envio de documentos esgotado no Parlamento. Ainda em 2006, a crítica ao processo que resulta na concessão para os veículos eletrônicos funcionarem gerou a criação de uma subcomissão voltada para estudar os problemas existentes nos procedimentos e apresentar alternativas.

Como parte do trabalho da subcomissão, foram convocadas audiências públicas com empresários, autoridades, especialistas e representantes de entidades da sociedade civil visando aprofundar os nós e colher sugestões de alternativas. Quase oito meses após receber convite para uma destas reuniões, o ministro das comunicações, Hélio Costa, esteve nesta quarta (25) no plenário da CCTCI para debater o assunto com os parlamentares.

Os deputados integrantes da comissão questionaram principalmente a lentidão e a fragilidade dos critérios na tramitação dos processos. Hélio Costa concordou que é preciso melhorar o rito de tramitação dos pedidos. “É urgente criarmos procedimentos mais simples e menos burocráticos e encontrarmos soluções mais objetivas e mais claras”, disse o Ministro.

No entanto, afirmou que a agilização dos procedimentos de responsabilidade de sua pasta depende da informatização do processo, projeto no valor de R$ 15 milhões não executado por falta de recursos.
A deputada Luiza Erundina (PSB-SP), presidente da subcomissão voltada ao tema, defendeu maior integração entre o parlamento e o Executivo.

Para ela, é possível estabelecer um sistema de convivência e de integração entre esses órgãos para observar, apreciar e definir aquilo que é proposto no processo licitatório. A parlamentar tem sido uma das vozes mais ácidas contra a forma atual de aprovação de pedidos de concessão de radiodifusão, denunciando que os deputados têm votado favoravelmente “no escuro”, sem conseguir fazer uma avaliação mais consistente sobre cada matéria.

Para unificar o esforço dos dois poderes, Hélio Costa aceitou a proposta do deputado Walter Pinheiro (PT-BA) de criar um Grupo de Trabalho entre parlamentares da comissão, técnicos do Ministério e integrantes do Conselho de Comunicação Social para se debruçar sobre os processos.

Segundo informações do ministro, hoje o trâmite de um pedido não demora menos do que seis meses e há 17 mil processos esperando análise.

Mudança legal

Após ter afirmado em outras ocasiões que o papel do Ministério era apenas cumprir a lei, o ministro defendeu como forma de melhorar e dar celeridade aos processos mudanças na legislação que disciplina a concessão de outorgas. “A gente pode mexer no Decreto de 63, mas para isso é preciso mudar a lei 4117/62 [Código Brasileiro de Telecomunicações, que regula a radiodifusão.

Então é uma ação conjunta. O Congresso mexe na lei e o Ministério mexe no decreto, para simplificar e facilitar o processo”, propôs. Parlamentares apontaram a necessidade de mudanças também na Constituição Federal, especialmente no dispositivo que condiciona a quebra de um contrato de concessão a uma decisão judicial.

“Evidentemente que tem que ser revisto”, opinou Costa sobre o problema.
Outro assunto abordado na audiência foi a melhoria dos mecanismos de controle da população sobre o contrato, que deveria ser uma das obrigações por se tratar de uma concessão pública e não uma permissão para serviço privado.

Em audiência sobre o mesmo tema no dia anterior, o consultor legislativo da Câmara dos Deputados Cristiano Lopes Aguiar havia proposto a realização de audiências públicas para aprovação e renovação de concessões.

Na reunião desta quarta Hélio Costa tocou no ponto e afirmou que o processo de concessão é “sempre precedido por uma consulta pública”, na qual o apoio da comunidade decide quem vai ser escolhida pelo Ministério das Comunicações.

Para a deputada Luiza Erundina, no entanto, as formas atuais que a sociedade tem de cobrar os meios de comunicação são insuficientes. “Não existem mecanismos adequados, o processo é feito de forma centralizada, não é sistemático e só se dá mediante denúncias”, reclama.

Ela defende que haja um controle social “inclusive sobre os conteúdos”, especialmente acerca do cumprimento das exigências que constam na Constituição Federal.
A Carta Magna estabelece como princípios a preferência aos programas de finalidade cultural, educativa e informativa e estabelece exigências de percentuais mínimos deste tipo de conteúdo, bem como a restrição a outros, como a publicidade.

Uma das críticas feitas por deputados e entidades da sociedade civil é que estas obrigações não são analisadas nos atos de concessão e renovação de outorgas.

Lei Geral

Hélio Costa aproveitou a audiência para anunciar que o governo federal criará um grupo de trabalho para elaborar uma proposta de alteração geral na legislação das comunicações. Em 2005 foi criado um espaço semelhante, que não chegou a iniciar os trabalhos. Segundo o ministro, no entanto, a disposição é encaminhar o debate neste ano.

O presidente da CCTCI, Julio Semeguini (PSDB-SP), demonstrou preocupação em adiantar a discussão, mas o processo deve ser longo já que o presidente da casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), transferiu a análise das matérias que tratam da revisão legal do setor para a Comissão de Desenvolvimento Econômico, atendendo a um pedido das empresas de radiodifusão.

O deputado Walter Pinheiro defendeu todo empenho nesta discussão. “Não podemos perder o ano de 2007 e não mexer na Lei Geral de Telecomunicações. Não podemos perder de vista tudo o que se avolumou até agora", cobrou Pinheiro.

A mudança no marco legal é uma demanda antiga de estudiosos e entidades críticas da legislação fragmentada e das normas disciplinadoras da radiodifusão datadas da década de 60. Mas os empresários de rádio e TV nunca foram favoráveis às mudanças apresentadas.

Agora, frente ao interesse das empresas de telecomunicações de entrar na produção de conteúdo, os radiodifusores passaram a defender revisões na legislação.

Pressão da sociedade civil

Na última terça-feira (24), entidades que defendem a democratização dos meios de comunicação apresentaram uma pauta de reivindicações ao ministro Hélio Costa.

O principal pedido do grupo foi a abertura do Ministério a uma maior participação da sociedade civil, mas a pauta incluía a questão da Lei Geral e de critérios para a concessão de outorgas de rádio e TV. Costa assumiu o compromisso de garantir vagas para a sociedade civil no conselho consultivo que será criado para discutir o marco regulatório do setor, mas enfatizou que o principal debate deve ser feito no Congresso, principalmente pelo fato de já haver projetos de lei sobre o tema em discussão na Comissão de Ciência e Tecnologia.


FONTE: ABERT/ AGÊNCIA CARTA MAIOR/ POLÍTICA/ RADIODIFUSÃO