Ouvintes americanos exasperados por ouvir a mesma música dezenas de vezes no rádio podem ter algo a comemorar: acordos entre o governo dos EUA e as emissoras podem alterar as listas das "mais tocadas".
A quarta maior companhia da área terá que pagar ao governo US$ 12,5 milhões, além de providenciar 8.400 inserções de meia hora para gravadoras independentes e artistas locais por ter aceitado "jabá" -dinheiro ou outra remuneração de gravadoras em troca da veiculação de suas músicas. Ainda cabe recurso à decisão.
FONTE: ABERT/ FOLHA DE SÃO PAULO/ DINHEIRO/ RÁDIO
AGERT PARTICIPA DE ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO EM BRASÍLIA
Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT) se reúne nesta terça-feira (06/03), em Brasília, junto com as demais associações estaduais, para o primeiro encontro da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) com suas afiliadas.
O presidente da AGERT, Roberto Cervo "Melão", estará representando a associação gaúcha. Na pauta de atividades do evento está prevista a composição do Conselho das Associações Estaduais (CAE).
Na ocasião, os presidentes das entidades votarão para a escolha de um Coordenador para o CAE e dois representantes, um do segmento de Rádio e outro de Televisão, para comporem o conselho superior da ABERT.
"ANATEL DEVE SER INDEPENDENTE, NÃO ARROGANTE, DIZ RONALDO SARDENBERG, FUTURO CONSELHEIRO
O nome do embaixador Ronaldo Sardenberg, indicado para o Conselho Diretor da Anatel, foi aprovado pelos 23 senadores que votaram após a inquirição realizada na Comissão de Infra-estrutura do Senado nesta quinta, dia 1º.
Em sua intervenção inicial durante a sabatina, o embaixador disse que ao fazer o convite para o conselho da Anatel, o presidente Lula deixou claro que gostaria de valorizar as agências reguladoras para que estas retomassem sua agilidade decisória: “Eu acho que a Anatel deve ser independente, mas não arrogante, pois deve estar em perfeita sintonia com o governo, sempre consultando o governo e muito especialmente o Ministério das Comunicações”.
Sobre este tema, o futuro conselheiro afirmou que não quis procurar o ministro Hélio Costa nesta semana porque achou conveniente aguardar a aprovação do Senado, mas que procuraria o ministro Hélio Costa imediatamente após a aprovação de seu nome por se tratar de “um ator importante neste processo tal como nós o conhecemos”.
O futuro conselheiro também considerou que a escolha de seu nome prendeu-se à sua experiência no trato de questões de ciência e tecnologia, inclusive porque “hoje as telecomunicações estão na vanguarda do desenvolvimento tecnológico mundial”.
Além deste posicionamento de ponta, as atividades em telecomunicações foram responsáveis por US$ 1,2 trilhão ao final de 2006. Na visão de Sardenberg, não são apenas os importantíssimos valores econômicos do setor que devam ser destacados, mas o significado dos serviços de telecomunicações para a população.
Vive-se no Brasil um momento crucial, “não é um momento de desespero, mas um momento em que se abrem novas oportunidades com o crescimento da banda larga e com a possibilidade de aproveitar as vantagens da convergência", diz o embaixador. De qualquer forma, Sardenberg também deixou claro que identifica alguns problemas que precisam ser resolvidos a curto prazo.
Entre eles, a necessidade de buscar formas de universalizar a presença dos serviços móveis no País, a necessidade de rediscutir o marco regulatório, “uma necessidade que é sentida por todos e que já está madura para que possa ser implementada”, portanto; encontrar uma forma de melhorar a qualidade dos serviços prestados pelas operadoras de forma a diminuir os índices de reclamações; a disponibilidade de recursos suficientes para realizar tarefas essenciais “e caras” como é o caso da fiscalização.
Evolução do modelo de agências
O embaixador afirmou que o modelo das agências passou por diversas fases, sendo que algumas delas já foram superadas e outras permanecem. Não existe modelo pronto de relação entre as agências reguladoras como poder de Estado e o governo como Poder Executivo.
Em relação a este tema, Sardenberg afirmou ser “um pouco doutor” pois tem origem no Itamaraty, um órgão que cumpre ao mesmo tempo funções de Estado e funções de Governo. Em relação ao momento econômico mundial, “apesar do susto desta semana, que oxalá, seja só um susto”, há uma tendência favorável ao crescimento mundial da economia.
Neste sentido, o embaixador considera importante manter a atratividade para o investimento de capitais de boa qualidade, “que venham de forma negociada, por meio de contratos, com estímulo para que desenvolvam tecnologia no Brasil, o que faria de várias companhias estrangeiras, bons cidadãos brasileiros”.
Presidente?
Três senadores - Fernando Collor (PTB/AL), José Agripino (PFL/RN) e Delcídio Amaral (PT/MS) - trataram o futuro conselheiro já como indicado para presidência da Anatel. Questionado diretamente sobre este assunto pelos jornalistas após a sessão, Sardenberg desconversou dizendo que o presidente Lula o havia convidado para o conselho e que só havia sido informado desta hipótese pela imprensa.
Após a votação, o presidente da Comissão de Infra-estrutura, senador Marcone Perillo (PSDB/GO), anunciou que encaminharia imediatamente o pedido de urgência para a apreciação da matéria no plenário.
As perguntas dos demais senadores centraram-se nas possíveis necessidades de mudança do marco regulatório do setor de telecomunicações e nas relações entre a agência reguladora e o Poder Executivo, ou a relação entre um organismo de Estado e um organismo de governo.
Também foram ressaltadas as divergências entre as empresas de telecomunicações que pretendem oferecer conteúdo e as empresas que hoje oferecem conteúdo e passaram a oferecer serviços de banda larga e telefonia, tudo sobre a mesma plataforma.
Pelo menos três senadores de oposição - Antônio Carlos Magalhães (PFL/BA), José Agripino (PFL/RN) e Flexa Ribeiro (PSDB/PA) fizeram questão de manifestar seu apoio explícito à indicação de Sardenberg para a Anatel.
FONTE: TELA VIVA
SARDENBERG DEFENDE REFORMA "ESTRUTURAL" DAS TELES
Embaixador do Brasil na ONU foi convidado por Lula para ser conselheiro da Anatel e deve presidir agência no 2º semestre
Para diplomata, o avanço tecnológico tornou obsoletos vários aspectos da atual legislação que rege as telecomunicações no país.
Convidado pelo presidente Lula para ocupar o cargo de conselheiro da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o embaixador do Brasil na ONU, Ronaldo Sardenberg, 66, defende reforma estrutural da legislação das telecomunicações e de radiodifusão.
Ele afirma que o avanço tecnológico tornou obsoletos vários aspectos da legislação: a lei da radiodifusão, por exemplo, vem dos anos 60. Depois de se encontrar com vários senadores ao longo da semana, concluiu haver consenso entre os congressistas sobre a necessidade de mudanças.
Deixou claro ainda que não se deve esperar dele enfrentamento com o Ministério das Comunicações. "Não sou pessoa de conflito. Confio no poder da conversa", afirmou. Ele falou, por telefone, com a Folha, na sexta-feira, pouco antes de embarcar de volta para Nova York.
Sardenberg foi sabatinado e aprovado por unanimidade pela Comissão de Infra-Estrutura do Senado, na quinta-feira, seguindo o ritual para a aprovação de conselheiros da Anatel. O próximo passo é a aprovação do plenário do Senado.
A expectativa é a de que se torne presidente da agência, no segundo semestre. Eis os principais trechos da entrevista:
FOLHA - Sua indicação ocorre em momento de tensão no setor. A convergência tecnológica derrubou barreiras físicas entre os mercados de radiodifusão, de TV por assinatura e de telefonia.
Enquanto as empresas lutam para defender seus espaços atuais no mercado, há pressão por mudanças na lei que impede, por exemplo, o controle de TVs a cabo pelo capital estrangeiro.
RONALDO SARDENBERG - O avanço tecnológico traz uma série de impactos, e a disputa por espaços no mercado é um deles. As companhias telefônicas, por exemplo, perderam muita receita com a popularização da telefonia na internet.
As transformações neste setor são muito rápidas, e precisamos ser capazes de evitar lacunas legais. Conversei com muitos senadores, ao longo da semana, e há um sentimento generalizado de que a lei deve ser adaptada.
Não adianta segurar a legislação, porque este processo acontece no mundo inteiro e impacta a própria organização das agências reguladoras.
FOLHA - O presidente da Telemar, Luiz Falco, defende a criação de uma grande empresa nacional para se contrapor à força dos grupos Telefonica (Espanha) e Telmex (México).
O senhor concorda que é preciso um grupo nacional forte neste setor?
SARDENBERG - O fundamental é assegurar a competição. É muito provável que ter uma plataforma brasileira seja positivo, mas é também muito importante dar segurança jurídica às empresas brasileiras e estrangeiras, persuadi-las a se comportar como se fossem cidadãs brasileiras, a ter sensibilidade para as necessidades específicas do país.
FOLHA - Um estudo feito pela Associação Telebrasil mostrou que 42,3% das cidades do país, que somam 10,2% da população, não têm cobertura de celular. É a este tipo de coisa que o senhor se refere quando cobra sensibilidade das empresas?
SARDENBERG - A universalização do serviço é uma prioridade, mas tenho consciência de que levar o sinal do celular a todas as cidades requer investimento muito alto. Precisamos dialogar, não adianta entrar em conflito.
As empresas precisam ser sensíveis a necessidades e aspirações do consumidor, ou ficarão como um corpo estranho no país. Por outro lado, cobram segurança jurídica e estão certas. Temos de equilibrar as coisas. Se elas forem mais flexíveis, o governo será obrigado a dar-lhes segurança jurídica.
FOLHA - Qual o papel da Anatel neste cenário de transformações?
SARDENBERG - É preciso reforçar a Anatel, dar boas condições de trabalho, capacitar os funcionários, porque ela tem uma função caríssima, que é a de fiscalização, e seu orçamento é insuficiente. Fui ministro da Ciência e Tecnologia [de 07/99 a 12/ 02, no segundo governo FHC] e minha administração foi voltada para obter recursos.
Não sei se dá para fazer milagre duas vezes, mas tenho falado no Planalto sobre o assunto e sinto receptividade.
FOLHA - Há queixas, dentro da própria Anatel, sobre tentativas de interferência do governo nas decisões da agência. Na sua visão, ela deve ser independente ou se reportar ao Ministério das Comunicações?
SARDENBERG - A Anatel tem prerrogativas legais que pressupõem independência, mas não arrogância.
Quando o presidente Lula me convidou para o cargo, me disse que queria o fortalecimento institucional da Anatel, e pretendo dar ênfase a isso, mas espero ter boa relação com o ministro das Comunicações. Não haverá conflito de minha parte com o ministério. Não sou pessoa de conflito. Confio no poder da conversa.
FOLHA - A cadeira que o senhor ocupará está vaga desde novembro de 2005, porque não havia consenso político para a escolha de um conselheiro. A que o senhor atribui o convite do presidente Lula?
SARDENBERG - Tenho uma relação de confiança com ele desde o início dos anos 90. Ele passou por Nova York -eu era embaixador- e me convidou por acompanhá-lo em entrevistas.
Formou-se uma relação de confiança a partir daí. A Anatel é um órgão técnico, mas precisa estar presente na discussão das questões gerais de política, o que não ocorre hoje. Por isso, o presidente [Lula] falou na necessidade de fortalecer a Anatel como instituição.
FOLHA - Desde o primeiro governo FHC (1995/98), fala-se na necessidade de fazer uma nova lei de radiodifusão. Houve várias tentativas frustradas. Por que tanta dificuldade para se alterar a lei?
SARDENBERG - Porque requer um passo gigantesco. Por envolver conteúdo e direito à liberdade, é preciso um grande debate político. Mas devemos começar por questões mais simples e urgentes, como o relacionamento da radiodifusão comercial com as rádios comunitárias e piratas.
Há conflito e fechamento de estações de rádio. Precisamos diminuir o trauma. O sistema parece estranho para quem está de fora, pois a Anatel só é responsável por punir. Acho que está mal-ajambrado, mas não tenho uma proposição clara a respeito.
FONTE: ABERT/ FOLHA DE SÃO PAULO/ DINHEIRO/ TELECOMUNICAÇÕES
NA PUBLICIDADE, INTERNET DISPUTA VICE-LIDERANÇA EM ALCANCE COM RÁDIO
Os profissionais de mídia estão de olho no avanços das plataformas de interatividade. Isto foi o que os profissionais do setor demonstraram durante a 1ª Conferência Web 2.0, realizada dias 28 de fevereiro e 1º de março, em São Paulo.
Tanto que o Grupo de Mídia vai oferecer ao seus associados um curso avançado nesta área, segundo afirmou o presidente, o publicitário Ângelo Franzão Neto, que é também VP de mídia da agência McCann-Erickson do Brasil.
Franzão lembrou que a Internet já disputa com o rádio a segunda colocação como veículo de mídia no país, dada a sua abrangência, ainda mais potencializada com o crescimento da banda larga no País. “A banda larga, com quase 6 milhões de usuáios, já é maior que os jornais diários no Brasil”, disse.
De acordo com ele, estes números são importantes para quem atua neste mercado, dadas as oportunidades que são geradas. “Mas a Internet não vai matar nenhum outro meio de comunicação.
O mercado desenvolve-se e acomoda todos”, afirmou. Neste cenário, continua Franzão, as grande mídias continuam fortes. “E as grandes marcas continuam a depender das grandes mídias”.
“A Internet já é a segunda maior forma de venda da General Motors”, disse a este noticiário Ângelo Franzão Neto sobre um dos clientes da McCann. No portal da montadora o internauta pode encomendar determinado modelo de carro segundo a versão e acessórios disponíveis que se deseje.
Ele diz que este canal de vendas já é tão importante que necessariamente tem de estar integrado em qualquer processo de comunicação e marketing da marca.
Estratégias
Elisa Calvo, responsável por esta área no Grupo de Mídia, e também diretora de estratégia online da agência Age, falou da importância de as grandes marcas estarem atentas ao movimento, principalmente entre as que querem atingir o público jovem – e ela apresentou cases de blogs e fotologs. Também, destacou a importância dos links patrocinados: “Ter um link patrocinado é a base para qualquer estratégia de mídia. Todo consumidor vai primeiro no Google”, disse.
Para João Binda, gerente e mídia interativa da agência Leo Burnett, o que menos importa é o nome que se dê ao fenômeno: ”Web 2.0, 3.0 ou 4.0, o mais importante é o resultado frente ao usuário”.
Para ele, a Internet ainda caminha junto e depende muito dos demais meios de comunicação. Igor M. Puga, gerente de mídia interativa da Lew,Lara, detalhou um case de um grande portal de serviços de guia para usuários de lazer e entretenimento.
FONTE: TELA VIVA
INSERÇÕES NACIONAIS - PMDB
A Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT) vem informar que o TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, julgando a PETIÇÃO Nº 2.581, Relator o Ministro Carlos Ayres Britto, de interesse do PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO, determinou a veiculação de inserções nacionais de 30"" (trinta segundos) ou 1" (um minuto), no total de 05 (cinco) minutos, no rádio e na televisão, em todos os Estados e no Distrito Federal, no próximo dia 06.03.2007 (TERÇA-FEIRA), no horário compreendido entre 19h30 e 22h.
Atenciosamente,
Roberto Cervo Melão
Presidente
INSERÇÕES NACIONAIS -PMDB
Tempo: 5 minutos diários em inserções de 1min ou 30seg.
COMITÊ DE PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA TEM APOIO DA AGERT
Foi constituído, nesta terça-feira (27), no Palácio Piratini, a Câmara Setorial de Segurança Pública e Prevenção de Violência e nomeado os integrantes do comitê de Prevenção, o qual recebe o apoio da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (Agert).
Na ocasião, o secretário de Saúde, Osmar Terra, agradeceu a presença do presidente da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (Agert), Roberto Cervo, enfatizando o papel fundamental da entidade na disseminação das informações através de suas associadas.
Durante a cerimônia, o secretário da Saúde apresentou dados estatísticos sobre o aumento da violência no Estado e também estudos clínicos que comprovam alterações cerebrais em pessoas que sofreram algum tipo de violência física ou psicológica na infância.
Participam do comitê órgãos do Governo do Estado, entidades da sociedade, organizações nacionais e internacionais e também profissionais reconhecidos por sua atuação contra a violência. O objetivo é analisar e definir ações integradas de combate à violência, partindo do princípio de que fatores ligados à criação e desenvolvimento da criança contribuem para a formação de um adulto infrator.
A governadora Yeda Crusius ainda falou da importância das ações de programas sociais do Estado, como “Primeira Infância Melhor” e o “Programa de Saúde da Família”, junto ao Comitê. “Não devemos conceder trégua à criminalidade”, ressaltou Yeda. O Comitê articulará esforços da sociedade civil organizada e Poder Público em torno da prevenção da violência, a partir de redes de atendimento e em permanente parceria com os municípios. A princípio, o órgão atuará em cinco municípios do Estado, com o objetivo de reduzir em 20% a ocorrência de crimes nos próximos quatro anos
VICE-PRESIDENTE DE EVENTOS DA AGERT RECEBE HOMENAGEM DA CÂMARA DE VEREADORES DE SANTA MARIA
O vice-presidente de Eventos da AGERT, Cláudio Zappe foi homenageado nesta segunda-feira, dia 26/02, pela Câmara de Vereadores de Santa Maria. O comunicador recebeu a distinção de Cidadão Emérito da cidade.
Está porém, não é a primeira vez que seu trabalho à comunidade é reconhecido, Zappe já recebeu os prêmios: Landel de Moura, da Igreja Católica e o de Empresário Cristão do Ano, concedido pela ADCE.
Cláudio Zappe foi narrador esportivo durante 45 anos ininterruptos, atualmente é diretor das emissoras: Rádio IMembuí e Nativa FM e também é integrante do conselho da Câmara de Comércio e Indústria de Santa Maria (CACISM)
COSTA INDICA BEDRAN PARA CONSELHO DA ANATEL
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, levou ontem ao Palácio do Planalto a indicação do procurador-geral da Anatel, Antônio Bedran, para ocupar uma das cinco vagas do conselho diretor da agência reguladora.
A escolha de Bedran - informada pelo ministério - é resultado de um acerto entre o PMDB, partido de Costa, e o governo. Para ter validade, ainda precisa ser aprovada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e submetida à sabatina do Senado.
Bedran é mineiro, assim como Costa, e formado em direito. Atua como procurador-geral da Anatel desde a criação da agência. Fazia mais de um ano que o ministro tentava indicá-lo para o conselho diretor, mas enfrentava resistência da Federação dos Trabalhadores em Telecomunicações e de alas do PT alinhadas com o sindicato.
No entanto, os peemedebistas venceram a queda-de-braço após a redistribuição de cargos e de comissões no Congresso neste segundo mandado de Lula e Costa foi bem-sucedido em argumentar que o advogado é um técnico, sem vinculação partidária ou com empresas do setor.
Outro nome cogitado para ocupar a vaga - o de Alexandre Jobim, filho do ex-presidente do STF, Nelson Jobim - foi indicado para o conselho consultivo da agência, que não tem poder deliberativo.
Se tiver seu nome referendado, Bedran ocupará a segunda das duas vagas em aberto no conselho diretor da Anatel, que é composto por cinco assentos.
Para a outra, Lula indicou o embaixador Ronaldo Sardenberg, que atuava como chefe da missão brasileira na ONU. Ele deverá assumir a presidência da Anatel quando terminar o mandato do conselheiro Plínio Aguiar, que atualmente ocupa a função.
FONTE: ABERT/ VALOR ECONÔMICO/ BRASIL/ ANATEL
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2007-02-28 21:00COMISSÃO DE C&T VOLTA A DISCUTIR MUDANÇAS EM CONCESSÕES DE RÁDIO E TV
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2007-02-28 21:00PRESIDENTE DA AGERT PARTICIPA DE ENCONTRO DE VEREADORES E PREFEITOS DA GRANDE SANTA ROSA
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2007-02-22 22:00AGERT PARTICIPA DO LANÇAMENTO DO PROGRAMA DE PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DO GOVERNO DO ESTADO
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2007-02-15 22:00MINISTÉRIO PÚBLICO SE PREPARA PARA COBRAR TVS
