Se você já ouviu falar em YouTube ou prefere entrar no site da TV Jornal para assistir os programas da emissora, ao invés de ligar a televisão na sala, você já sabe o que é IPTV.
A transmissão dos sinais de tevê via Internet é o tema que reúne, hoje e amanhã (30 e 31), empresas de telefonia, produtores de conteúdo, operadores de rede, e profissionais da América Latina especializados no assunto.
Em tempos de discussão sobre TV digital, só quem não fez muita questão de comparecer ao IPTV World Forum Latin America foi o ministro das Comunicações Hélio Costa - cuja presença foi anunciada e confirmada com meses de antecedência para o evento.
A ausência de Costa, no entanto, não foi nenhum choque para o público do fórum, que acontece no Intercontinental Hotel, em São Conrado. Fundador da AllTV e presidente da Associação Brasileira das Emissoras de IPTV, Alberto Luchetti (53) não mediu palavras para "explicar" a ausência do ministro.
"O que o governo está fazendo com as [empresas de] telecom é uma grande sacanagem. O governo federal anunciou as primeiras transmissões de TVD terrestre para dezembro de 2007 e diz que ela vai ter interatividade... mas a IPTV já tem isso há muito tempo.
Quanto tempo vai levar para o país ter 99% dessa TVD", questionou. "Mas em 10 anos todo mundo vai ter Internet e a IPTV também estará no país todo, como uma coqueluche".
Ao escolher o padrão para a TVD aberta brasileira, o governo justificou a opção por uma tecnologia que estimulasse a interatividade, fosse acessível em movimento e pudesse ser carregada no bolso.
Depois de aprovada pelo presidente, a interatividade e as outras pernas da proposta brasileira foram deixadas para depois. O ministério das Comunicações anunciou que na primeira fase da TVD brasileira quem comprar o receptor e tiver um display de primeira linha receberá imagens e áudio em alta definição - e só.
Considerando os altos custos para adquirir os equipamentos e o baixo benefício que trarão à população, Luchetti aposta na força da Web. "Apesar dos empecilhos da língua (usada por poucos países) e do desenvolvimento da banda larga neste país, a Internet vai atropelar esse processo de TVD no Brasil", enfatiza.
O IPTV World Forum Latin America apresenta as tecnologias de IPTV usadas no mundo todo como as ferramentas de acesso condicional da NDS (segredo que deu ao Rupert Murdoch, dono da News Corporation, Sky e DirecTV a liderança no segmento de TVD por satélite por exemplo).
Depois de uma manhã de análises e apresentações sobre modelos de negócios e tecnologias para emissoras de TV sobre IP, o evento segue na tarde desta terça discutindo barreiras regulatórias para o avanço da tecnologia no Brasil.
E a pergunta que não quer calar é por que insistir tanto em TVD aberta e fortalecer as radiodifusoras atuais para promover a inclusão social quando é possível fazer tudo isso usando uma tecnologia que já é tão popular no país.
FONTE: ABERT/ JC ON LINE/ NOTÍCIAS/ MÍDIA
DONOS DAS REDES PRESSIONAM POR TV DIGITAL, DIZ EXECUTIVO
O governo está gastando recursos e se esforçando pela TV digital porque está pressionado por cinco famílias que concentram as televisões abertas no Brasil, disse há pouco o presidente da Associação Brasileira de Empresas de IPTV (tecnologia que usa a estrutura da internet para distribuir vídeos), Alberto Luchetti, no IPTV World Forum.
Para ele, essas cinco famílias vão fazer de tudo para atrapalhar a IPTV. Citando Bill Gates, Luchetti disse que o futuro da TV é a internet. Na sua visão, a televisão convencional não vai acabar, mas "deixará de ser a coqueluche" e a TV digital "dá uma sobrevida" à TV convencional.
Luchetti, fundador em 2001 da primeira IPTV no Brasil, a AllTV, diz que o governo não ajuda o desenvolvimento de IPTV no Brasil, mas não chega a prejudicar diretamente.
Indiretamente, porém, afirmou, o governo atrapalha a IPTV. Por exemplo, disse, quando cria dificuldades para a Telefonica se associar com a TVA. "A Telefonica tem direito sim de fazer a associação com a TVA e expandir banda larga e TV a cabo", disse.
As empresas de IPTV estariam sendo prejudicadas com isso porque poderiam estar vendendo conteúdo para a associação da operadora de telefonia com a empresa de TV por assinatura.
Luchetti louvou a IPTV por ser "mais democrática". Argumentou que para esse tipo de TV não é preciso concessão do governo. Mas observou que as empresas desse tipo tem dificuldade de receber publicidade comercial, ainda destinada preferencialmente para as emissoras de televisão convencionais.
A Telemar espera lançar ainda este ano serviço de IPTV. No ano passado a empresa comprou a televisão a cabo Way TV que fica em Minas Gerais e espera desde agosto uma resposta da Anatel para operar a televisão.
O diretor da empresa de equipamentos eletrônicos ZTE do Brasil, Thiago Haidar, acredita que os problemas regulatórios tendem a ser superados. "A IPTV é uma realidade no mundo e um caminho sem volta", afirmou.
Mesma opinião tem o gerente de soluções de IPTV da Siemens, Sérgio Sevileanu. De acordo com ele, com a IPTV as operadoras vão concorrer com as emissoras de televisão e os serviços de IPTV também concorrerão com a TV Digital.
Ele explica que uma diferença básica entre as duas tecnologias é que o IPTV pode atender ao interesse de cada assinante em cada momento, enquanto na TV Digital uma mesma transmissão é feita para os vários telespectadores.
"Com o IPTV, o assinante escolhe o filme que quer ver e assiste no momento em que quiser, não precisa esperar a hora como no pay-per-view da TV Digital", disse.
FONTE: ABERT/ ESTADÃO ON LINE
PHILIPS VAI INVESTIR US$ 25 MIL EM CONVERSOR PARA TV DIGITAL
A Phillips vai investir 25 milhões de dólares na produção de caixas conversoras para TV Digital no Brasil. O diretor executivo da empresa no Brasil, Walter Duran, informou que a maioria dos investimentos será realizada nos próximos oito meses e os conversores devem ser lançados ainda este ano.
"Não se espera uma grande quantidade porque no início as transmissões serão restritas à capital de São Paulo, e durante o ano que vem mais duas capitais serão cobertas", afirmou, durante o IPTV World Forum Latin America, que está se realizando no Rio de Janeiro. Duran espera que depois de três anos já exista um público significativo para a TV Digital do país.
A empresa está investindo também em tecnologia de IPTV (TV por Internet). De acordo com Duran, a TV Digital e a IPTV são concorrentes entre si e também com outras tecnologias como as de TV a cabo e TV por assinatura por satélite. Ele observa que no Brasil cerca de 90% da população tem TV aberta e não tem TV por assinatura.
Também observa que boa parte da população não tem acesso à banda larga necessária para o uso da TV por Internet.
De acordo com Duran, o custo dos equipamentos da TV Digital vai ser alto, mas o preço final não será necessariamente caro.
Ele observou que a Casa Civil está estudando formas de tornar as caixas conversoras mais acessíveis para a população através de incentivos como renúncia fiscal e "algum tipo de subsídio", embora nada esteja decidido ainda.
De acordo com ele, a expectativa do governo é lançar medidas nesse sentido em meados deste ano. Duran observou ainda que a qualidade da TV aberta no Brasil é muito boa, o que desestimula a penetração de serviços pagos de TV.
FONTE: ABERT/ AGÊNCIA ESTADO
"RODA VIVA" APRESENTA DEBATE SOBRE O MERCADO INTERNACIONAL DE TELEVISÃO
O "Roda Viva", programa da TV Cultura que é retransmitido no Estado pela TVE, apresentará hoje um debate inédito e gravado sobre o mercado internacional de televisão. O programa vai ao ar às 22h40min, disponível também no website www.tvcultura.com.br/rodaviva.
Apresentado por Paulo Markun, o debate gira em torno das questões relevantes para o futuro do mercado audiovisual, assim como as mudanças que o campo vem sofrendo, como, por exemplo, a globalização do mercado de formatos, roteiros e produções e a interferência das novas tecnologias e novas regulamentações no conteúdo e na forma de produção dos filmes, documentários e programas de TV.
Os participantes também discutirão sobre a implantação da TV digital e os modelos de negócios gerados pelo avanço da banda larga.
Fazem parte do grupo de profissionais debatedores: Michael Thornton (Diretor da Forward Entertainment - Nova York), Eric Michel (Produtor Executivo da FRV Media International - Canadá), Charles Zamaria (Diretor Financeiro da Bell Canadá Fund e professor da Ryeson University - Canadá), José Eduardo Moniz (Diretor-Geral da Televisão Independente TVI - Portugal), André Mermelstein (Editor da Tela Viva), Fernando Dias (Presidente da ABPITV - (Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão), Ivan Isola (Coordenador do Núcleo de Linha de Produção para Cinema Digital e Animação da TV Cultura) e Alberto Flaksman (Superintendente de Promoções e Comércio Exterior da Ancine).
FONTE: COLETIVA.NET/
GOVERNADOR DO PARANÁ DIZ QUE IMPRENSA DEMOCRÁTICA ESTÁ NAS PEQUENAS RÁDIOS
Agora em nova sede, no bairro Centro Cívico, em Curitiba, a Associação das Emissoras de Radiofusão do Paraná (Aerp), recebeu nesta terça-feira (23/01) a visita do governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB).
Noticiada pela comunicação do governo estadual, a visita de Requião foi marcada pela fala do governador em defesa das pequenas e médias rádios do Paraná. Recentemente, em seu discurso de posse, Requião havia atacado a chamada “grande mídia” brasileira – jornais locais e nacionais, redes de TV e revistas de circulação nacional.
“São as pequenas rádios do interior que garantem a imprensa democrática. Elas não se submetem ao monopólio da informação e permitem à opinião pública uma visão mais abrangente da realidade brasileira”, disse Requião.
Mais vigor
O governador disse também que as emissoras de rádio do interior defendem “com mais vigor” os interesses regionais. “Eu tenho uma preferência especial pelo sistema de rádio porque é o espaço mais democrático na imprensa.
E eu tenho um apreço muito grande pelas pequenas rádios porque a informação e a democracia respiram melhor pelas pequenas rádios”, afirmou.
O presidente da Aerp, Ilídio Coelho Sobrinho, destacou o apoio do governo do estado às emissoras de rádio: um convênio com a Copel (estatal paranaense de energia) para divulgação, nas rádios, de informações de interesse público, que permite abatimento na conta de energia elétrica das emissoras.
“Isso tem ajudado muito, principalmente as pequenas rádios”, disse Sobrinho.
A Aerp, fundada há 32 anos, congrega 404 emissoras de rádio e 43 canais de televisão paranaenses.
Depois que Requião conheceu a nova sede da entidade, os diretores convidaram o governador a participar do 19º Congresso Paranaense de Rádio e Televisão, que será realizado entre 8 e 11 de maio, em Cornélio Procópio.
FONTE: ABERT
EMISSORAS ESTÃO ISENTAS DO PAGAMENTO DE CREDENCIAMENTO NOS ESTÁDIOS
Emissoras de rádio do interior do Estado, associadas ao SindiRádio (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado do Rio Grande do Sul), estão isentas de pagar a taxa de credenciamento para entrada nos estádios de futebol e demais eventos esportivos de seus colaboradores.
O convênio é válido para 2007 e foi assinado pelos presidentes do SindiRádio, Ary dos Santos, e da Aceg (Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos), José Aldo Pinheiro.
Pinheiro comentou que, em 2006, cerca de 250 funcionários de emissoras filiadas ao SindiRádio foram beneficiados. Ele espera que neste ano o número aumente expressivamente. A carteira da Aceg 2007 deve ser solicitada pelas rádios associadas, através do envio de uma foto 3x4 e o número do registro do profissional, para o Sindicato (Avenida Getúlio Vargas, 774, cj. 604, Cep 90150-002, Porto Alegre).
Mais informações pelo telefone (51) 3231-4260.
FONTE: COLETIVA.NET
CENTRAIS SINDICAIS DEFENDEM RADIOBRÁS
BRASÍLIA. Quatro centrais sindicais divulgaram ontem manifesto elogiando a atual administração da Radiobrás, alvo de críticas de setores do PT.
Sem citar o presidente da estatal, Eugênio Bucci, o documento quer ser um contraponto a petistas que pressionavam o governo para mudar o comando da empresa porque entendiam que o conteúdo jornalístico dava espaço a assuntos contrários ao governo.
"As centrais sindicais Força Sindical, CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores), SDS (Social Democracia Sindical) e CAT (Central Autônoma dos Trabalhadores) vêm manifestar apoio total e irrestrito ao seu trabalho como presidente da Radiobrás", diz a carta, dirigida ao secretário-geral da Presidência, Luiz Dulci, a quem a Radiobrás está subordinada.
A carta afirma que a atual gestão conseguiu dirimir a idéia de que a comunicação estatal tem que ser governista: "Este desvio de finalidade, com tentação totalitária, não aconteceu nesta atual gestão da estatal."
Bucci, que, após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pôs o cargo à disposição, disse que foi surpreendido:
- O documento deve ser lido como reconhecimento de um trabalho apartidário.
Ele afirmou que não recebeu pressões do PT, "mas de pessoas, individualmente":
- Jamais recebi pressões do PT para entregar o cargo.
Bucci dá a entender que sua decisão de deixar a Radiobrás não foi alterada.
- Estou aguardando o momento mais adequado de fazer a transição. Não sou candidato a permanecer.
FONTE: ABERT/ O GLOBO/ O PAÍS/ MÍDIA
TEVÊ DIGITAL OURIÇA OS MAIORES DA INDÚSTRIA DE SOFTWARE
As empresas brasileiras de software se preparam para competir em um novo mercado: aplicativos e middleware para TV digital. Nas companhias, já existem equipes desenvolvendo e testando os programas, enquanto os empresários reivindicam junto ao governo demandas que julgam essenciais para o desenvolvimento de seus negócios: a presença de interatividade na TV digital brasileira já em sua primeira fase, pré-condição para a explosão da demanda por aplicativos; o financiamento do BNDES e Finep para pesquisa e desenvolvimento e a ratificação do padrão Ginga para o middleware a ser utilizado no Brasil.
Interatividade
Os aplicativos são os programas que permitirão adicionar à TV uma série de funcionalidades, semelhantes àquelas oferecidas pelos websites. Com a interatividade, será possível comprar o produto que aparece na propaganda, agendar consultas em hospitais, solicitar documentos junto a órgãos governamentais e uma série de atividades que hoje já são possíveis pela Internet.
É neste mercado potencialmente gigantesco que as empresas estão de olho. “O dilema para a indústria de software captar as oportunidades está na velocidade da implementação da interatividade pelos radiodifusores”, explica Laércio Cosentino, do grupo Totvs e representante do setor junto ao Fórum Brasileiro de TV Digital.
A questão também preocupa Salustiano Fagundes, diretor presidente da Hirix: “Não podemos deixar de trabalhar desde o primeiro momento com a interatividade. Se não o fizermos desde já, talvez percamos a oportunidade e o timing de competir no mercado internacional”.
Segundo ele, com o Ginga, as aplicações construídas para o mercado brasileiro também serão compatíveis com o middleware na Europa, no Japão e nos Estados Unidos. Se o Mercosul adotar o mesmo padrão de TV digital do Brasil, as empresas também terão estes mercados para atuarem.
Ricardo Kurtz, presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro), complementa: “se não garantirmos a interatividade, cai grande parte do mercado para softwares”.
Compartilhando da mesma posição, Carlos Alberto Senna de Lima, diretor comercial da International Syst, argumenta que o setor de software tem de ser encarado como estratégico pelo país: “A TV digital é uma oportunidade para empresas brasileiras se desenvolverem e trazerem divisas”.
O middleware é um software que serve como plataforma de diálogo, pois aglutina uma série de protocolos – de identificação, autorização, autenticação, entre outros — para que a transmissão, os aplicativos e o set top box (aparelho responsável por converter o sinal da TV digital para aparelhos analógicos) possam conversar entre si. O padrão Ginga foi desenvolvido por universidades brasileiras e é em cima dele que as empresas desenvolvem o middleware para comercialização.
Até o final deste ano, serão feitos os testes finais do Ginga e as transmissões iniciais. Segundo o DCI apurou, ele deve ser ratificado como o padrão a ser utilizado no Brasil. “A decisão técnica está tomada pelo Fórum. Falta o governo tornar isto público através de um decreto. Aguardamos esta definição o quanto antes”, afirma Fagundes.
Financiamento
Outra reivindicação do setor é obtenção de linhas especiais de crédito junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Finep, órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). “É necessário que haja financiamento para pesquisa e desenvolvimento.
O Brasil precisa passar a ter capacitação para desenvolver software embarcado”, afirma David Britto, diretor presidente da Quality.
Para Senna de Lima, o MCT deveria permitir uma parceria entre a indústria de hardware e software para que verbas de pesquisa também fossem direcionadas ao setor.
“Os investimentos são pesados, precisamos de financiamento de baixo custo para fazer as adaptações”, afirma.
Competir neste novo mercado exigirá de fato muitos investimentos, devido à originalidade dos produtos que serão criados.
“A indústria de software terá que aprender a desenvolver modelos e softwares padrões ligados a merchandising, marketing e vendas, a educação e a novas demandas surgidas pelo novo momento”, explica Cosentino.
O mercado de software para TV digital é novo no mundo inteiro e existem muitos poucos dados a respeito. Os fabricantes nacionais não dispõem de estudos e projeções que indiquem o tamanho e a proporção do mercado que se formará.
Independente disso, o consenso é de que há um potencial imenso a ser explorado. “Pode acontecer o que aconteceu com telefonia celular: um crescimento absurdo”, afirma Britto.
FONTE: ABERT/ DCI/ PRIMEIRA PÁGINA/ TV DIGITAL
PRESIDENTE DA AGERT SE REÚNE COM RADIODIFUSORES E GESTORES DA REGIÃO SERRANA
O presidente da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT), Roberto Cervo “Melão”, participa de reunião com radiodifusores e gestores da Região Serrana, dia 27 de janeiro, às 10h, no espaço para reuniões da Fenavinho Brasil 2007, na cidade de Bento Gonçalves. O objetivo do encontro é discutir a importância da defesa da Radiodifusão Legal em nosso Estado.
VICE-PRESIDENTE DA AGERT FREI BORGHETTI COMPLETA 50 ANOS DE DEDICAÇÃO À RELIGIÃO E À COMUNICAÇÃO
Os 50 anos de dedicação à vida religiosa e à comunicação do vice-presidente Técnico e Normas Fundação Cultural Riograndense da AGERT, Frei Isaías Borghetti (Osébio Borghetti), serão comemorados nesta quinta-feira, dia 25/01.
Nascido em 14 de agosto de 1936, Frei Borghetti foi ordenado sacerdote aos 29 anos, por Dom Vicente Scherer. Formou-se em Filosofia pela Unijuí e cursou Teologia no Convento São Lourenço de Bríndisi de Porto Alegre. Também é pós-graduado em jornalismo, e foi professor de Comunicação Social na PUC/RS e na UCS, em Caxias.
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