O presidente da AGERT, Roberto Cervo “Melão” participou nesta terça-feira (18) da discussão sobre a inserão do Estado no Programa de Televisão Digital no Rio Grande do Sul, no Palácio Piratini. A audiência ocorreu com o governador do Estado, Germano Rigotto, o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, o presidente da Assembléia Legislativa, Fernando Záchia, os secretários da Ciência e Tecnologia, Renita Dametto, e do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, Luís Roberto Ponte, e demais representantes da iniciativa privada, universidades e governo.
Na audiência foi formado um grupo estratégico para tratar sobre o mercado da TV digital no Estado. O presidente da AGERT, Roberto Cervo “Melão”, informa que a Associação será uma das entidades ativas e participantes neste trabalho. “O mercado da TV digital servirá também para fomentar a indústria gaúcha, gerando mais empregos para o nosso Estado”, destaca.
Informação: AGERT
3º Seminário de Rádio e Televisão reúne radiodifusores em encontro internacional
A Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT) promove nos dias 28 e 29 de julho o 3º Seminário Internacional de Rádio e Televisão, em Santana do Livramento.
Na abertura do evento do dia 29, ocorre à palestra “O Ministério das Comunicações e a Radiodifusão Hoje”, com o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do MC, Joanilson Ferreira.
O encontro inicia às 9h na ACIL Livramento (Av.Tamandaré, 2101) e terá a coordenação do presidente da AGERT, Roberto Cervo “Melão”. O objetivo é atualizar os participantes na questão da radiodifusão e criar mais um momento de confraternização para os radiodifusores.
O Seminário inicia na sexta-feira, dia 28, às 19h30min, com a abertura de autoridades locais, estaduais, nacionais, apresentações artísticas e a presença do presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), José Inácio Pizani.
O evento conta com as palestras “Por que sou apaixonado por Rádio”, ministrada pelo vice-presidente Jurídico da AGERT e comunicador do grupo RBS TV, Cláudio Brito, “Legislação de Fronteiras, Rádios Piratas e Rádios Comunitárias”, com o gerente regional da Anatel, João Jacob Bettoni e o presidente da Unidad Reguladora de Servicios de Comunicaciones (URSEC), Leon Lev, “A Mídia Rádio e a Visão do Empresário – Marketing”, com o presidente da Ulbra Saúde, Milton Machado, o presidente da Daisul (concessionária Hyndai), Felipe Laitano e o presidente das Mudanças Giulian, Aldo Giulian.
A coordenação será do ex-presidente da AGERT e vice-presidente da Rede Pampa de Comunicação, Paulo Sérgio Pinto.
O encerramento do evento terá a presença do presidente da Rami, Jorge Urselay, do presidente da Andebu (Asociación Nacional de Broadcasters Uruguayos), Rafael Inchausti, e do presidente da AGERT, Roberto Cervo “Melão”.
O Seminário terá como apoiadores o Sebrae/RS, Andebu e Rami. No final do evento, acontece um almoço para os participantes e convidados no CTG Fronteira Abert (Av. Tamandaré, 2538).
Informação: AGERT
Projeto tipifica pirataria de sinal de TV como crime
O Projeto de Lei 6620/06, do deputado Moroni Torgan (PFL-CE), prevê que a interceptação e a recepção não autorizada de sinais de TV por assinatura, de internet e de telefonia passarão a ser consideradas como crimes de receptação, sujeitas a pena de um a quatro anos de reclusão.
Torgan afirma que é fundamental combater essas práticas ilícitas. O uso fraudulento dos sinais, segundo ele, empobrece o setor de telecomunicações e cria dificuldades para fornecedores, programadores e operadores.
Atualmente, de acordo com o parlamentar, cerca de 275 mil domicílios recebem sinais de TV por assinatura de modo clandestino, o que corresponde a 14% do mercado. "Essa prática vinha sendo socialmente tolerada, mas não pode mais ser vista como uma simples travessura, pois na realidade trata-se de furto e alguém sempre arca com os prejuízos", argumenta.
Tramitação
Sujeito à votação em Plenário, o projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Reportagem - Antonio Barros
Edição - João Pitella Junior
Informação: Agência Câmara
RS reivindica semicondutores
Representantes do governo do Estado, da prefeitura de Porto Alegre, do setor privado e de universidades gaúchas que mantêm centros tecnológicos discutiram ontem, no Palácio Piratini, a possibilidade de o RS ter uma fábrica de semicondutores para TV digital no Brasil.
Enquanto o projeto de instalação da fábrica no país aguarda definição de acordo entre os governos brasileiro e japonês, começa a mobilizar o poder público e investidores em torno da meta de atrair o empreendimento. Como o RS deve receber um dos três centros destinados à formação de mão-de-obra para o segmento de semicondutores no Brasil, há otimismo quanto às chances de o RS ser o escolhido para abrigar a fábrica. "Pretendemos fazer do RS um dos protagonistas na área de TV digital", disse o representante da Fiergs, Ricardo Felizolla.
Informação: Correio do Povo
NOTA DE FALECIMENTO
É com pesar que a Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT) vem informar que, nesta quarta-feira (19 de julho de 2006), veio a falecer o sócio Henrique Renato Lorea. Aos 77 anos, o fundador da rádio Tupanci 1250 AM morreu de embolia cerebral. Atualmente, ele era diretor da rádio.
Anatel abre licitação para 3,5 GHz e 10,5 GHz
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu ontem o processo de licitação para a seleção das empresas interessadas em operar banda larga nas faixas de radiofreqüências de 3,5 GHz e 10,5 GHz. A entrega das propostas está marcada para 4 setembro. As concessionárias da telefonia fixa, como Telefônica, Telemar e Brasil Telecom, bem como suas controladoras, controladas ou coligadas não poderão apresentar propostas para as áreas em que detêm concessão, informou a agência.
O Brasil conta hoje com 4,5 milhões de acessos de banda larga. A Anatel prevê que esse número deve chegar a 10 milhões em 2010. As faixas em licitação podem suportar a oferta de tecnologia triple play, que reúne imagem, som e dados. Com isso, abre possibilidade ainda para as tecnologias WiMax de banda larga sem fio e serviços dedicados como ATM em alta velocidade, por exemplo.
A faixa de 3,5 GHz será dividida em blocos de 10,5 MHz para as outorgas referentes às regiões I, II e III e em blocos de 7 MHz para as áreas de numeração identificadas no Plano Geral de Códigos Nacionais (PGCN). Na faixa de 10,5 GHz, os blocos serão de 14 MHz para as regiões do PGO e de 7 MHz para as áreas de numeração do PGCN.
Na região III (São Paulo), o preço mínimo de compra de blocos da faixa de 3,5 GHz será de R$ 1,59 milhão e de R$ 1 milhão para blocos da faixa de 10 GHz. Na II, os preços mínimos são de R$ 1,72 milhão e R$ 1,39 milhão e, na região I, de R$ 4,27 milhões e R$ 3,35 milhões.
A outorga será concedida por um período de 15 anos, sendo prorrogável uma única vez. As vencedoras da licitação, que será decidida pelo critério de maior preço público ofertado, deverão atender, em até 18 meses pelo menos as capitais dos estados, o Distrito Federal e os municípios com população a partir de 500 mil habitantes. Nas áreas com menor número de habitantes, deverão atender, em até 18 meses, ao menos um município.
Informação: ABERT / Gazeta Mercantil - TI & Telecom - Freqüência
Horário eleitoral isenta rádio e TV de pagamento de impostos
O horário eleitoral gratuito, que começa no dia 15 de agosto em rede nacional, irá isentar as emissoras de televisão e de rádio em R$ 191,6 milhões em impostos.
Todas terão isenção de impostos por transmitirem os pronunciamentos dos candidatos.
A Receita Federal concede desconto nos impostos cobrados sobre a receita obtida com a publicidade.
A Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) é contra a isenção fiscal e diz que ela “não compensa financeiramente.”
A entidade defende o fim do horário eleitoral gratuito nas emissoras. “Nós somos os únicos concessionários obrigados a fazer alguma coisa. Pedimos que acabe o horário eleitoral ou que não seja mais obrigatório”, afirma Oscar Luiz Piconez, diretor da associação.
O pagamento indireto pelo horário eleitoral é praticamente igual ao fundo partidário concedido aos 29 partidos registrados no país.
Este ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu R$ 130 milhões para a sustentação de suas estruturas partidárias.
Informação: ABERT/Bom Dia Bauru - Brazil
Ministro propõe parcerias
Até as eleições, a prioridade de recursos na área de pesquisa e tecnologia estarão voltadas para o setor de softwares, direcionados à TV Digital e aos medicamentos, disse ontem o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende.
Ele esteve em Florianópolis para participar da reunião da SBPC. Para o ministro, a saída para financiar pesquisas é atrair a iniciativa privada. Resende sugere acordos entre cientistas e empresários para investir em inovação de empresas.
O governo avalia um projeto similar à Lei Rouanet, que prevê desconto em impostos às empresas que financiarem pesquisas científicas. Ele destacou que o orçamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, principal fonte para pesquisa, é de R$ 1,26 bilhão.
Neste ano, o Ministério da Ciência e Tecnologia liberou R$ 850 milhões para 58 projetos. Atualmente 1% do Produto Interno Bruto (PIB) é destinado à ciência no país, valor considerado insuficiente pelos pesquisadores. Israel, por exemplo, investe 7% do valor de seu PIB.
Informação: ABERT/Telecomunicações - Diário Catarinense - Geral
Na era da TV Digital
Depois de adiar muito, enfim o governo anunciou que o sistema japonês é o escolhido para ser adotado no país. A badalação em torno do assunto é (e sempre foi) grande, especialmente por causa das discussões sobre o padrão ideal, questão polêmica que envolve muitos interesses. Mas distante da polêmica e das divergências, a população brasileira quer apenas o que essa nova tecnologia vai representar em suas vidas. Quer saber, basicamente, o que muda na substituição da atual e superada TV analógica pela digital; o que significam termos como interatividade, mobilidade e portabilidade. Se terá de trocar imediatamente seus aparelhos de televisão; ou com quais custos indispensáveis terá de arcar com a mudança de sistema.
Dúvidas sobre o assunto não faltam ao brasileiro que, no entanto, pode ficar tranqüilo com relação às medidas que terá de adotar quando a TV digital for realmente implantada. De imediato, nenhuma; a curto e médio prazos, apenas a aquisição de um conversor de sinais, chamado set top box, que irá custar a partir de R$ 100. A TV digital brasileira será baseada no padrão japonês (ISDBT) de transmissão e complementada por algumas inovações tecnológicas desenvolvidas por centros nacionais de pesquisa. A previsão é de que seja implantada de forma experimental, daqui a oito meses, em São Paulo.
No máximo em sete anos, de acordo com o decreto que a cria, a TV digital aberta deverá estar em todos os lares do país. A televisão dessa nova geração vai permitir ao usuário assistir programas com imagem e som de cinema, sem fantasmas, distorções e ruídos, conseqüências da tão badalada alta definição do sistema. As imagens também poderão ser vistas dentro de um veículo, mesmo em movimento (é o que se chama mobilidade), ou diretamente na tela de um celular (portabilidade).
E mais: o sistema abre possibilidades de o telespectador participar do processo, seja selecionando programas ou serviços pelo controle remoto, seja realizando compras pela TV ou participando de pesquisas (interatividade). Enfim, com a TV digital, um mundo de novas opções se abre para o conforto e prazer do consumidor. Claro que um bom tempo se passará— estima-se que pelo menos 10 anos — antes que todo esse leque de serviços esteja funcionando. Mas, pelo menos, o chute inicial foi dado com a adoção do padrão. Agora, é fazer a bola da tecnologia rolar sem mais impedimentos que possam vedar a entrada do Brasil na elite mundial da TV digital.
Informação: ABERT/Estado de Minas
Anunciantes recorrem a ajuda profissional para buscar agências
Relativamente novo até no mercado norte-americano e países da Europa Ocidental, o trabalho de avaliação e seleção de agências de publicidade pouco a pouco vai sendo descoberto por grandes anunciantes no Brasil. Melhor para a SPGA - consultoria que reúne os publicitários Luiz Sales, Alex Periscinoto, o jornalista Walter Fontoura e o executivo Sérgio Guerreiro - pois a empresa fundada em 1995 nada praticamente sozinha no vasto mar de anunciantes em busca da agência ideal para atender suas contas.
Segundo Guerreiro, há apenas 25 consultores especializados neste trabalho em todo o mundo, sendo que a maior parte está radicada nos Estados Unidos. Um levantamento realizado pela Associação dos Anunciantes da Inglaterra mostra que 70% dos maiores anunciantes do mundo usam os serviços de uma consultoria independente para trocar de agência de publicidade. "O potencial da área no mercado interno é enorme. Enquanto atendemos uma média de seis a sete clientes por ano, uma única consultoria inglesa conduziu 160 processos de seleção em 2005", diz.
Embora incipiente no Brasil, a área já responde por um terço das receitas da SPGA. A expectativa para este ano, diz Guerreiro é de crescimento de 30% para o faturamento total da empresa e de 20% só para a área de seleção de agências.
Para o diretor geral da Epson do Brasil, Odivaldo Moreno, contar com ajuda especializada na área de comunicação virou necessidade de primeira hora. "Porque a possibilidade de errar é grande. Por maior que seja o anunciante ele não é um expert em agências de publicidade", afirma Moreno.
Ele conta que uma gama muito extensa de produtos e uma verba reduzida de marketing o fez pensar na otimização dos recursos e trocar de agência de publicidade fazia parte dessa otimização. "Sair de porta em porta buscando uma nova agência não me parecia uma boa opção."
Mas nem sempre trocar de agência é a melhor ou a única saída, diz Guerreiro. "Há casos em que basta uma espécie de terapia de casais para "sacudir" a relação entre agência e anunciante. Assim como num casamento, uma relação muito longa entre os dois pode gerar acomodação. E isso de ambas as partes.
Odivaldo Moreno diz que insatisfação não é a palavra indicada para definir a relação de sua marca com a antiga agência de publicidade, a Giovanni FCB. "Mas sentimos a necessidade de mudar", completa. Depois de três meses de seleção a Epson contratou a Fabra Quinteiro e deve lançar nos próximos dias sua nova campanha de marketing - que terá dois filmes para televisão e nada menos que 18 vinhetas para a internet. "Vamos usar o marketing viral pela primeira vez em nossa comunicação o que é uma grande inovação", diz.
Mas se ganhou a conta da Epson, a Fabra Quinteiro perdeu a da Suvinil - divisão de tintas da Basf. Isso porque, a Suvinil está adotando novo posicionamento estratégico e também recorreu à consultoria especializada antes de mudar a conta publicitária de mãos. "É um processo muito novo no Brasil, mas que já está sendo bastante utilizado lá fora", afirma Francisco Verza, diretor de tintas imobiliárias da Suvinil.
Prova de que o novo negócio está se consolidando no mercado externo é que a SPGA começa a atender clientes também no exterior. A primeira experiência internacional aconteceu com a SAB Miller/Bavaria, a maior produtora de cerveja da Colômbia e um dos dois maiores anunciantes daquele país.
Guerreiro conta que todo o processo de comunicação da empresa foi revisto. Além disso, das sete agências que prestavam serviços à Bavária cinco foram eliminadas e uma nova adicionada à lista. Hoje a empresa é atendida pela Toro Fischer, Lowe/SSPM e Ogilvy.
O executivo explica que o cliente internacional é o primeiro fruto de uma parceria informal entre a SPGA e a consultoria britânica AAI. "Inicialmente a SAB Miller procurou a AAI e como temos esse intercâmbio, a empresa britânica nos indicou". Agora, diz Guerreiro, a SPGA trabalha em conjunto com sua congênere inglesa na seleção de agências de publicidade para uma montadora européia. Embora entusiasmado com a demanda do mercado externo, ele diz que ainda é prematuro projetar com quanto a área internacional pode contribuir para o faturamento da SPGA. "Até porque temos todo o mercado interno para desbravar", diz.
Informação: ABERT/Valor Econômico - Empresas & Tecnologia - Publicidade
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