Programa da Rádio Farroupilha é homenageado pela Brigada Militar

O Programa Linha Aberta, da Rádio Farroupilha, será agraciado com o Prêmio Láurea do Policiamento Rodoviário da Brigada Militar, a pedido do coronel Paulo Renato Biacchi Rodrigues.

A cerimônia acontecerá no próximo dia 6 de dezembro, às 19h30min, no Anfiteatro do DAER (Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem), onde também será comemorado o primeiro aniversário do Comando Rodoviário da Brigada Militar. "Estamos muito felizes, justamente porque um dos grandes destaques do programa é a prestação de serviço priorizando o trânsito", disse o apresentador Farid Germano Filho.

O Linha Aberta é transmitido de segunda a sexta-feira, das 17h às 19h, com produção e edição de Tiago Bittencourt e Fábio Almeida. A direção-geral é de Gugu Streit.





Informação: Coletiva.net

Mais duas emissoras brasileiras receberam autorização para efetuarem testes digitais

Mais duas emissoras brasileiras receberam autorização da Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel para efetuarem testes digitais.

São as rádios Sociedade da Bahia, em 740 kHz, em ondas médias, de Salvador (BA) e a Rede Aleluia, em 99,3 MHz, em freqüência modulada, na cidade de São Paulo (SP). As emissoras fazem testes durante 60 dias no sistema In-Band On-Channel - IBOC. Os atos foram publicados pela Agência em 22 de novembro. [publicado em www.romais.jor.br]







Informação: Abert/ Jor. Célio Romais

Ministro Hélio Costa vai ao "Roda Viva"

Hélio Costa participa na segunda-feira, dia 5 de dezembro, do programa "Roda Viva" . O ministro estará respondendo às perguntas dos principais veículos de imprensa do país sobre temas relacionados a área de comunicação. O programa vai ao ar às 22h30 e será transmitido ao vivo pela TV Cultura.






Informação: Ministério das Comunicações

Anatel aprova Índice de Serviços de Telecomunicações

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou a norma para cálculo do Índice de Serviços de Telecomunicações (IST), que será aplicado no reajuste dos contratos das concessionárias de telefonia fixa a partir de janeiro de 2006. A novidade substitui o IGP-DI. Para a elaboração do IST serão observados os mercados do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) e do Serviço Móvel Pessoal (SMP), os quais representam mais de 90% dos usuários de telecomunicações.

A principal modificação foi a retirada, no texto final, do conceito de Poder de Mercado Significativo (PMS), que será objeto de regulamentação a ser editada pela Agência. Dessa forma, todas as concessionárias do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) e as prestadoras do Serviço Móvel Pessoal (SMP) deverão entregar os dados para elaboração do IST. A cada dois anos os pesos das despesas das concessionárias e das autorizadas serão atualizados e a cada três anos será verificada a relevância das despesas e dos índices de preços utilizados, os quais poderão ser mudados nas revisões do índice.





Informação: Abert/ Meio & Mensagem

AGERT participa de encontro com Abert e entidades estaduais do setor

O novo presidente da AGERT, Roberto Cervo “Melão” e o vice-presidente Social, Alexandre Gadret, participam hoje (25/11), do encontro entre a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e as entidades estaduais do setor, em Belo Horizonte. O evento foi promovido pela Abert em parceria com a Associação Mineira de Rádio e Televisão (AMIRT) e o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais. O evento conta com a participação do ministro das Comunicações, Hélio Costa, que debaterá sobre a fiscalização das rádios comunitárias e a digitalização do sistema de rádio e televisão no Brasil.






Informação: AGERT



A era digital

Hoje é consenso geral ser o rádio A.M. possuidor de um sério problema técnico que é a qualidade do som, motivo para afastar muitos ouvintes

Não se admite em plena era tecnológica, com inúmeros avanços ter de ouvir mais ruídos do que som. É pois correta a reclamação de muitos. Explicando assim o grande entrave do A.M. em contraponto ao F.M., enquanto o primeiro permite todo tipo de interferência, o que o deixa muito vulnerável, o outro não permite. É uma concorrência desleal e extremamente injusta.

O som, no caso específico do rádio, desempenha um fator de extrema importância; não pode ser mais ou menos, tem que ser de boa ou má qualidade.

Investir em equipamentos é uma decisão muitas vezes difícil, principalmente em A.M., visto ser muito improvável chegar a qualidade do F.M.. Diante disso continua a acomodação até que chegue a era digital, decisão governamental que deverá ser tomada mais cedo ou mais tarde.

Com isso nos distanciamos cada dia mais dos países desenvolvidos, onde emissora que opera A.M., oferece som com qualidade digital, não ficando atrás de emissoras que operam em frequência modulada.

Quando ocorrer a digitalização do A.M., em idênticas condições do F.M., ocorrerá obrigatoriamente o grande resgate da amplitude modulada, e satisfeito plenamente este item técnico, em termos de programação veremos então quem é quem no mundo radiofônico.

Não teremos mais aquela desculpa de não ouvir boa música no A.M., e a interatividade plenamente exercida nessa faixa reinará total.

São novos tempos que se avizinham, embora saibamos que de início o preço dos equipamentos no caso os receptores podem ser mais caros do que os convencionais, de qualquer forma vale a pena.

A continuar o raio de penetração do A.M., emissoras irão reconquistar imensa legião de ouvintes fascinados pela pureza do som digital.

Existirá então dois momentos distintos, em que a era digital, será como um divisor de águas, de um lado da montanha simbolizará o antes da digitalização; do outro lado, a nova era do som. Poderemos então
reconhecer no progresso sonoro o novo porvir do rádio.

Vamos redescobrí-lo fazendo assim, estaremos desfrutando de um lazer inenarrável, prazer continuado; ninguém se furtará a possuir um rádio digital. Ele será, antes de ser um objeto físico, um companheiro fiel cuja parceria confundir-se-á com o proprietário, haja companheirismo nisso!



Por Murilo Cavalcante Brígido
Jornal do Leitor http://www.noolhar.com/
[12 Novembro 18h54min 2005]





Texto extraído do site Caros Ouvintes

Reunião de Diretoria

A Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão – AGERT realizou ontem (24/11), a primeira Reunião de Diretoria da nova Gestão 2005/2007.

O encontro realizado na sede da instituição debateu com os membros da direção as diretrizes para o próximo ano.

A reunião foi liderada pelo novo presidente da AGERT, Roberto Cervo “Melão”. A Associação reelegeu 19 membros da Diretoria e elegeu também novos componentes.

Alexandre Alvarez Gadret, vice-presidente de Eventos

Luciano Hintz Mallmann, vice-presidente regional/Missões

João Vianei Zasso de Castro, vice-presidente regional/ Centro

Hilmar kannenberg, vice-presidente regional Vale do Jacuí

Renato Gatti de Albuquerque, vice-presidente regional/ Litoral Sul

Miguel Puretz Neto, diretor Normas Técnicas

Arizoli de Bem, diretor de Capacitação

José Luis Bonamigo, diretor de Marketing

Paulo Roberto Abelin Ceccim, diretor de Relações Governamentais

Cristiano Casali, diretor Social

Verdi Ubiratan de Moura, diretor do Interior





Informação: AGERT

Costa voltará à Câmara para debater TV digital

O presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, deputado Jader Barbalho (PMDB/PA), anunciou que na próxima semana o ministro Hélio Costa deverá comparecer novamente à comissão para continuar o diálogo sobre TV digital, inconcluso desde a última audiência. Os deputados Júlio Semeghini (PSDB/SP) e Walter Pinheiro (PT/BA) solicitaram ao presidente da comissão uma espécie de relaxamento das regras da audiência pública para que a reunião com o ministro pudesse ser mais produtiva. A sugestão, se aceita, pode transformar a audiência em uma reunião de trabalho com o ministro e os técnicos das Comunicações para dar mais fluidez aos temas que serão tratados. Da









Informação: TELA VIVA News

Cardozo sugere revisão de normas para publicidade

O sub-relator de Contratos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correios, deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), está convencido de que é preciso rever a legislação de publicidade no Brasil. Ele adiantou que fará a sugestão em seu relatório. Cardozo quer uma revisão principalmente no que diz respeito aos contratos com o poder público.

Na opinião do sub-relator, a CPMI precisa propor uma regulamentação que impeça a utilização de empresas de publicidade para intermediar contratos de governos com fornecedores.

As declarações de Cardozo foram feitas nesta quarta-feira, após o depoimento do diretor administrativo da agência de publicidade D+ Brasil, Eduardo Groisman. Ele foi à CPMI explicar a movimentação financeira entre sua agência e a DNA, de Marcos Valério Fernandes de Souza, acusado de ser o operador do "mensalão". As duas empresas e uma terceira, a Ogilvy, foram as três agências que venceram a concorrência do Banco do Brasil (BB) em 2003. Elas atendiam às contas publicitárias do banco.

Pontos críticos
Segundo José Eduardo Cardozo, dois pontos relacionados à publicidade de órgãos públicos precisam ser coibidos. Hoje, 90% dos recursos pagos às agências vão para fornecedores, produtores, gráficas e meios de comunicação que veiculam as propagandas.

"Precisamos de uma legislação que evite a contratação desses serviços em empresas indicadas pelo governante, em troca de favores ou propinas", recomendou Cardozo. Ele lembrou que, da forma como é hoje, as empresas podem funcionar como "guarda-chuva" para contratações terceirizadas pela agência de publicidade que burlariam licitações.

Outro ponto que merece reavaliação, de acordo com o sub-relator, é uma prática corrente no mercado publicitário: o pagamento da bonificação por volume (BV). Essa prática permite que as empresas de publicidade recebam, a título de incentivo dos veículos de comunicação, um bônus pelo volume de anúncios veiculados. Como os contratos de publicidade de órgãos e empresas públicos são grandes, o sub-relator entende esse bônus como um desconto que deveria ser repassado aos contratantes.

No caso dos contratos do BB com a agência D+ Brasil, analisados nesta quarta-feira pela CPMI, os valores recebidos como bonificação pela agência somam R$ 14 milhões.

Prática normal
Diante dos argumentos de Cardozo, Eduardo Groisman explicou que a prática de bonificação por volume é corrente e faz parte até dos editais do governo. O bônus, afirmou, está de acordo com as regras do Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp), entidade criada pelo mercado publicitário para regulamentar as práticas comerciais.

O Cenp enviou à CPMI uma correspondência defendendo as empresas e a prática da bonificação. Porém, o sub-relator acredita que é preciso intervir no mercado para regular o assunto.






Informação: Agência Câmara

Lula veta artigo da MP que respaldava profissionais liberais

Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje o projeto que converteu em lei os benefícios fiscais da "MP do Bem", que foram incorporados na Medida Provisória 255. Do texto aprovado pelo Congresso, vários dispositivos foram vetados, como o que buscava dar maior amparo legal à contratação de empresas de uma pessoa só para escapar dos custos trabalhistas.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, confirmou este veto do presidente e disse que o governo deverá apresentar um projeto de lei par regulamentar a atuação dos profissionais liberais como jornalistas, advogados e artistas que são contratados por grandes empresas como pessoas jurídicas, e não como assalariados.

De acordo com as estimativas do Ministério da Fazenda, o impacto dos benefícios aprovados pelos parlamentares seria de R$ 5 bilhões, quase o dobro dos R$ 3,3 bilhões de renúncia de receita embutidos nas propostas originais da MP. A decisão final sobre a abrangência dos vetos só ocorreu na sexta-feira, depois que o Senado deixou caducar outra MP de interesse do governo, a 258, que criava a Super Receita.

Segundo assessores do Palácio do Planalto, a negativa da oposição em negociar a aprovação dessa medida provisória teria influenciado o governo a pesar mais a mão nos vetos. Clique aqui para ver mais informações sobre a MP do Bem.





Informação: Abert/ Estadão Online - Sérgio Gobetti