O professor e antropólogo Luis Almeida Marins Filho atualmente é diretor da Anthropos Consulting, de Sorocaba, SP, primeira empresa mundial de Antropologia Empresarial que utiliza os métodos da antropologia para estudar e propor soluções criativas e adequadas à realidade cultural e social das empresas e organizações, visando a obtenção de resultados voltados para o mercado em que atuam.
Empresas como Banco Itaú, AmBev, Electrolux, Wella, IBM, BankBoston e Gerdau já sabem do que ele é capaz. Além disso, é empresário, tendo empresas de sucesso nos ramos de Agribusiness, Turismo - Overseas Incentive & Travel, Comunicação, Marketing e Motivação - Commit, Comunicação e Marketing...
O especialista tem presença confirmada como palestrante no 18º Congresso Gaúcho de Rádio e Televisão, que acontecerá de 18 a 20 de outubro, no Hotel Laje de Pedra, em Canela, reunindo mais de 600 empresários do setor.
Sua palestra ocorrerá na quinta-feira, dia 20/10, às 11h, no anfiteatro do Laje de Pedra e terá como tema “Os Novos Desafios do Marketing e Vendas: Como Conquistar e Manter Clientes”. De acordo com o professor, serão apresentados na palestra assuntos como as perspectivas macro-econômicas do novo Brasil, o aumento da concorrência, preços similares, definição do que é vender, por que a comunicação é essencial para se vencer no mercado de hoje, como fidelizar clientes num mercado competitivo, enfim, se é possível vencer com tantos concorrentes.
Segundo o diretor de Marketing da AGERT e presidente do 18º Congresso de Rádio e Televisão, Antônio Donádio, a participação deste profissional é de extrema importância, pois, ele atende plenamente o programa estabelecido pela Comissão Organizadora do Congresso no sentido de trazer um grande e experiente motivador na área do marketing e vendas e que vai ao encontro do mote principal do evento que é Gestão Qualificada: o futuro mais perto de você.
Luis Almeida Marins Filho estudou Antropologia na Austrália e na Universidade de São Paulo (USP), formou-se em História, além de estudar Direito, Política, Negociação e Planejamento.
Atualmente é professor convidado em cursos de pós-graduação em universidades do Brasil e Exterior.Em seu extenso currículo, já foi presidente das empresas Consortium System, em Nova York e Triangle Freightliner of Raleigh ,Carolina do Norte, nos EUA, de 1989 a 1995.
Foi comentarista empresarial e de negócios da Rede Globo de Televisão, mas atualmente é comentarista empresarial da Rede TV, Bloomberg Televisions, entre outras.Em sua carteira de clientes encontram-se, desde 1984, mais de 600 das maiores empresas como Souza Cruz, Unibanco, IBM, Petróleos Ipiranga, AVON, Rede Globo, Grupo Votorantin, Grupo Zaffari, Mercedez-Benz, Johnson e Johnson entre outras tantas.
Jornalista responsável:Valéria Sales – Mtb. 11961 – cel. (51) 9993.8014Eliana Camejo Comunicação Empresarial Ltda Fone/fax: (51) 3346.4642e-mail: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.
ARI indicada para receber o Troféu Agert
A Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão – AGERT em decisão inédita, indicou para receber o “Troféu AGERT” a Associação Riograndense de Imprensa – ARI, representada por seu presidente Erci Torma.
A indicação da ARI foi da jornalista e vice-administrativa da Associação, Myrna Proença e aceita por toda a diretoria. Segundo o diretor de marketing da AGERT, Antônio Donádio, normalmente ocorre a escolha de uma pessoa com representatividade para receber esta premiação, mas este ano, além de uma pessoa, decidiu-se homenagear a instituição que deu vida à AGERT.
Foi exatamente na ARI, há 42 anos, que nasceu a AGERT, no dia 13 de dezembro de 1962, quando sessenta e dois empresários gaúchos de radiodifusão reuniram-se nos salões da ARI, com seu presidente, o jornalista Alberto André. “Além disso, queremos homenagear os 70 anos da Instituição”, conta Donádio.
Além da ARI, foi indicado para receber o Troféu AGERT por sua contribuição à radiodifusão gaúcha, Paulo Sérgio Pinto, que foi presidente da AGERT de 1998 a 2003, e hoje ocupa a vice-presidência de marketing da Associação.
Ele já foi árbitro de futebol, diretor comercial do Correio do Povo, comentarista e apresentador da Rádio e TV Guaíba e atualmente é vice-presidente da Rede Pampa de Comunicação, apresentador e comentarista da Rádio e TV Pampa e diretor do jornal O Sul. Seu nome foi indicado pelo presidente da AGERT, Afonso Antunes Motta.
Os ganhadores receberão o prêmio no dia 18/10, na solenidade de abertura do 18° Congresso Gaúcho de Rádio e Televisão, às 19h30min que acontecerá de 18 a 20/10, no Hotel Laje de Pedra, em Canela.Já ganharam esse prêmio Sérgio Zambiasi, Ary dos Santos, João Jacob Bettoni, Germano Rigotto, entre outros nomes.
Jornalista responsável:Valéria Sales – Mtb. 11961 – cel. (51) 9993.8014 Eliana Camejo Comunicação Empresarial Ltda fone/fax: (51) 3346.4642/9993-8022email: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.
Novo regimento interno da agência entra em vigor dia 24
O Diário Oficial da União desta terça, 11, publica o novo Regimento Interno da Anatel com as modificações aprovadas na reunião do último dia 22 de setembro. Apesar da publicação, o regimento somente passa a valer a partir do próximo dia 24 de outubro, após a aprovação dos nomes das equipes de cada uma das dez superintendências. A escolha dos gerentes, prevista para a reunião ordinária da semana passada foi mais uma vez adiada por discordância de parte dos conselheiros.
As mudanças se restringem à estrutura da agência, com a criação das novas superintendências, mantida inalterada a parte processual do regimento (artigos de 1º a 98). Em nota divulgada nesta terça, 11, o presidente da agência, Elifas Gurgel do Amaral, afirma que não haverá nenhuma interrupção nos processos em andamento, incluindo prazos e, especialmente, a preparação da documentação necessária à renovação do contrato de concessão das teles fixas não sofrerá atraso algum. A reunião ordinária do Conselho Diretor nesta semana, para a qual está novamente pautada escolha dos gerentes, será realizada nesta quinta, 13, em função do feriado.
Informação: Tela Viva News
Programa sobre ética na mídia será veiculado pela TV Câmara
Um programa semanal sobre ética e o direito à comunicação na televisão brasileira, proposta dos deputados Orlando Fantazzini (Psol-PT) e Iriny Lopes (PT-ES), foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias.
Agora, a TV Câmara e a Radiobrás discutem uma possível parceria para realizar o programa. Segundo os autores do requerimento, a medida já tem "apoio entusiástico" das duas emissoras e de outros segmentos da área de comunicação.
De acordo com o requerimento aprovado pela comissão, a atração terá 50 minutos de duração e analisará temas como princípios éticos, diversidade e direitos humanos na TV. A Câmara deverá investir R$ 8 mil na construção do cenário e outros elementos físicos do programa.
Informação: Coletiva.net
Aprovadas alterações na propriedade dos meios de comunicação
O Conselho de Comunicação Social (CCS), órgão auxiliar do Congresso Nacional, aprovou , na reunião desta segunda-feira (10), relatório do conselheiro Paulo Tonet sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC 55/04), de autoria do senador Maguito Vilela (PMDB-GO), que dá nova redação ao artigo 222 da Constituição, para disciplinar a propriedade dos meios de comunicação. O projeto está sendo analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que designou o senador Fernando Bezerra (PTB-RN) como relator da matéria.
O artigo 222 determina que "a propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão sonora e de sons e imagens é privativa de brasileiros natos e naturalizados há mais de dez anos ou de pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede no país".
Segundo o relator, a PEC procura adequar a Constituição às novas tecnologias. Para isso, o novo texto inclui "as empresas de acesso à internet e empresas que explorem a produção, programação ou provimento de conteúdo de comunicação social eletrônica dirigida ao público brasileiro, por qualquer meio e independentemente dos serviços de telecomunicações de que façam uso e comos quais não se confundem".
- O objetivo principal da PEC é uniformizar a legislação e a norma regulatória para todos os entes que produzam conteúdo jornalístico no Brasil. Não se trata de restringir ou evitar a entrada de novos concorrentes no mercado, mas sim de evitar que haja duas normas diferentes - afirmou Paulo Tonet.
O Conselho de Comunicação Social tem a atribuição de realizar estudos, pareceres e recomendações sobre assuntos de sua competência. Cabe ainda ao órgão opinar, em caráter consultivo, sobre propaganda de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias nos meios de comunicação, produção e programação de emissoras de rádio e televisão, promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente, entre outros temas.
Informação: Jornal do Senado
CCS dá aval à PEC que regula conteúdos em novas mídias
O Conselho de Comunicação Social aprovou, por unanimidade, o parecer do conselheiro Paulo Roberto Tonet (representante das empresas de mídia impressa no CCS) sobre a proposta de Emenda Constitucional 55/2004, de autoria do senador Maguito Vilela (PMDB/GO), que basicamente estabelece a empresas que produzam, programem ou provenham conteúdos dirigidos a brasileiros as mesmas regras que hoje se aplicam ao rádio e à televisão.
O relatório de Paulo Tonet considera “adequada e oportuna” a aprovação da proposta por representar “uma salvaguarda importante à cultura, produção artística, jornalística e identidade nacionais”. Tonet diz que não se trata de uma reserva de mercado às empresas de comunicação. O que se faz, diz o relator, é uniformizar “a norma (já existente) para toda e qualquer iniciativa de produção de conteúdo brasileiro destinado a brasileiros”.
Questionamento
Houve apenas um questionamento, do conselheiro Geraldo Pereira dos Santos (representante de trabalhadores na indústria de cinema) no sentido de que, mesmo em relação à produção publicitária (que está excluída da restrição constitucional, pela proposta do senador Maguito Vilela), se respeite o limite de prioridade a profissionais brasileiros. A proposta foi acatada pelo CCS e será incorporada pelo relatório.
O conselheiro Roberto Wagner (representante da sociedade civil) chegou a pedir que se considerasse a inclusão, na PEC, de uma restrição a que eventos esportivos de interesse nacional fossem obrigatoriamente transmitidos pela televisão aberta. Fernando Bittencourt (diretor de engenharia da TV Globo e representante dos engenheiros de televisão no CCS) também levantou o fato de a PEC não tratar de conteúdos esportivos e sugeriu que se limitasse a compra desse tipo de evento por empresas estrangeiras, o que desbalancearia a programação das emissoras brasileiras. Paulo Tonet considerou que as colocações, ainda que pertinentes, abririam demais o tema e não foram acatadas.
O presidente do Conselho de Comunicação Social, Arnaldo Niskier, também manifestou sua concordância com a proposta do senador Maguito Vilela. “A proposta mostra coragem e patriotismo ao tocar no assunto”, afirma. “É um momento de corrigir distorções”, complementa.
Paulo Tonet não considera que a proposta do senador Maguito limite a atuação de empresas de telecomunicações sobre um serviço que hoje é considerado de valor adicionado, portanto não regulado. “A PEC só se aplica a quem produzir conteúdo no Brasil”, diz. Questionado sobre o fato de o texto proposto falar em limitações a empresas que “provenham” conteúdo, Tonet esclareceu que no seu entendimento prover não é a mesma coisa que distribuir. “Uma tele de capital estrangeiro pode distribuir o que quiser. Se for conteúdo para brasileiro, aí é que se aplicariam as regras que hoje valem para a televisão”, diz, referindo-se à limitação de 30% para capital estrangeiro e à obrigação de dirigentes brasileiros.
Sem debate
Sobre programadoras de TV por assinatura, Tonet diz que conteúdos estrangeiros poderão ser distribuídos. A limitação está para quem produzir conteúdos “dirigidos ao público brasileiro”.
Sobre uma eventual limitação que estaria sendo criada a empresas provedoras de internet, o relator da matéria no Conselho de Comunicação Social diz não existe uma limitação. “Estamos falando apenas de quem produz conteúdo”. Ele reconhece, contudo, que a mesma empresa de capital estrangeiro que hoje produz no Brasil poderá se instalar em outro país e continuar produzindo e distribuindo pela internet seu conteúdo de outro país.
Celso Schöeder, secretário geral da Federação Nacional dos Jornalistas e membro-suplente do CCS, teria posição diferente dos demais conselheiros, mas não as pôde se manifestar por estar ausente no momento em que foi colocado em debate o relatório da PEC. Ele pondera que o parecer do conselheiro Tonet deixou de abordar questões importantes de interpretação do texto da PEC, como a definição dos termos à que a proposta se refere (“por exemplo, o que é conteúdo dirigido ao público brasileiro?”, indaga).
Para Schröeder, o relatório também desconsiderou que existem debates sobre temas semelhantes já sendo travados tanto no âmbito do grupo de trabalho de TV digital quanto no grupo para a Lei de Comunicação e que o assunto mereceria discussão muito mais ampla. “Se tivéssemos sido consultados pelo conselheiro que relatou o tema, teríamos sugerido que a PEC não fosse adiante nesse momento”.
Paulo Tonet não entrou em detalhes jurídicos da proposta do senador Maguito Vilela, muitos deles apontados como inconstitucionais por advogados e especialistas no tema. “A justificação trazida na proposta (da PEC) em exame é de invulgar eloqüência e é auto-explicativa, podendo por si só constituir-se em fundamento deste parecer”, diz Paulo Tonet. A posição do Conselho de Comunicação Social ficará à disposição do Congresso Nacional, que começa agora a analisar a PEC do senador Maguito Vilela. O tema, por enquanto, está na Comissão de Constituição e Justiça, sob a relatoria do senador Fernando Bezerra (PTB/RN).
Informação: TELA VIVA News
Conselho de Comunicação aprova apoio à PEC 55
André Silveira, de Brasília
O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional aprovou nesta segunda-feira, dia 10, por unanimidade, o relatório do conselheiro Paulo Tonet, que sugere o apoio à Proposta de Emenda Constitucional 55/2005, do senador Maguito Vilela (PMDB/GO).
O texto estabelece que provedores de internet e qualquer produtor, programador ou distribuidor de conteúdos de comunicação social siga as mesmas regras da TV aberta, ou seja, limite de 30% para o capital estrangeiro, conte com a presença de dirigentes brasileiros, entre outras.
A única emenda sugerida e aprovada no CCS é a inclusão do parágrafo 6º, que determina que as agências de publicidade não estarão inseridas na determinação, porém recomenda que as empresas contratem, preferencialmente, publicitários brasileiros para criarem suas peças.
A proposta do CCS será encaminhada à Comissão de Constitução e Justiça do Senado, onde tramita a PEC, para fomentar o debate. A PEC tramita na comissão desde maio deste ano e está sob a relatoria do senador Fernando Bezerra (PTB/RN).
Informação: Meio & Mensagem
Conselho de Comunicação discute ética nos meios de comunicação
O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS) promoveu, nesta segunda-feira (10), audiência pública para discutir a ética nos meios de comunicação. O evento contou com a participação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, e o do professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Denis Lerrer Rosenfild.
Em sua exposição, o ministro Marco Aurélio defendeu a "liberdade de expressão sem cerceamento, mas de forma responsável", observando que o direito de resposta, previsto na Lei de Imprensa, é uma garantia diante da possibilidade de erro na elaboração da notícia.
- É preciso buscar a prevalência da verdade, e o interesse maior deve ser sempre da sociedade como um todo. A notícia deve ter contornos de idoneidade, e o jornalista deve deixar as paixões em segundo plano. De outra forma, o veículo estará prestando um desserviço - advertiu o ministro.
A exemplo do ministro do STF, o professor Denis Rosenfild defendeu a liberdade incondicional no exercício da profissão de jornalista.
- Uma sociedade vive pela forma como adere às suas idéias. Como a opinião pública é soberana, a liberdade de imprensa deve ser irrestrita. Na busca pelo furo, excessos podem ser cometidos, mas excessos têm reparação. O que não tem reparação é a liberdade ter sido ofuscada - observou, considerando, no entanto, que a legislação brasileira deveria prever punições mais eficientes contra danos morais.
Conselho Federal de Jornalismo
O debate também alcançou a polêmica sobre a possível criação do Conselho Federal de Jornalismo, voltado para "orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de jornalista e da atividade de jornalismo".
- Temo que um órgão como este venha a se tornar uma autarquia corporativista, com uma atuação policialesca, em contraste com a liberdade maior assegurada pela lei fundamental. Precisamos é de uma mudança cultural, para que cada um perceba o grau de responsabilidade que possui - argumentou Marco Aurélio Mello.
Para Rosenfild, os veículos de comunicação devem dispor de mecanismos de auto-responsabilização, como os chamados ombudsmans, para evitar uma eventual fiscalização estatal.
Programação
O CCS também aprovou, nesta segunda-feira (10), relatório do conselheiro Paulo Tonet sobre proposta de emenda à Constituição (PEC 55/04) do senador Maguito Vilela (PMDB-GO) com alterações a dispositivo que disciplina a propriedade dos meios de comunicação. A matéria está sendo analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde tem o senador Fernando Bezerra (PTB-RN) como relator.
A próxima reunião do conselho acontece no dia 7 de novembro, quando será realizada audiência pública com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, sobre o sistema de TV Digital.
Informação: Jornal do Senado
Conselho defende PEC sobre propriedade da mídia
O Conselho de Comunicação Social recomendará ao Senado a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/04, que estende às novas tecnologias de comunicação as regras de propriedade atualmente válidas para os meios de radiodifusão.
De acordo com a Constituição, a propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão é privativa de brasileiros natos ou naturalizados por mais de dez anos ou de pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede no País. A aprovação da PEC foi sugerida pelo conselheiro Paulo Tonet. O conselho também recomendará, por sugestão do conselheiro Geraldo Pereira dos Santos, que a PEC tenha validade para a área de produção de comerciais. O objetivo é garantir que essa produção continue brasileira.
Informação: Jornal da Câmara
Conselho do Senado quer limitar capital externo também na internet
Gerusa Marques
BRASÍLIA - O Conselho de Comunicação Social do Senado é favorável a estender às empresas de internet e telefonia o limite de 30% à participação de capital estrangeiro quando se tratar de produção, programação e provimento de conteúdo.
A Constituição prevê a restrição para jornais, rádios e TVs. Mas há dúvidas entre as operadoras de telefonia se a limitação atingiria a distribuição de seu conteúdo, como a transmissão de imagens pelo celular.
Ontem, o conselho aprovou o relatório de Paulo Tonet, representante das empresas da imprensa escrita, que recomenda aceitar a proposta de emenda constitucional do senador Maguito Vilela (PMDB-GO), que estende o limite a outros setores. Maguito argumenta que a Constituição deve mudar, pois é anterior ao processo de expansão da internet e de transmissão de programas de TV por celular.
Tonet disse que a emenda não pretende limitar a distribuição de conteúdo, mas lembra que, se uma empresa de telecomunicações, que tem 90% de capital estrangeiro, quiser produzir conteúdo, “ela tem de se adequar a essa norma”.
A aprovação do conselho é só uma sugestão aos senadores. A proposta de Maguito está sob análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e aguarda parecer de Fernando Bezerra (PTB-RN) desde maio. Representante da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) no conselho, Celso Schröder, reclamou: “É um assunto de extrema importância, discutido às pressas, atendendo interesses de um segmento econômico.” Para ele, a emenda quer impedir as empresas de telecomunicações de entrar no mercado de produção de conteúdo.
Informação: O Estado de S.Paulo
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