Leilão disponibiliza equipamentos de radiodifusão

Um leilão judicial de bens da Furerg (Fundação Radiodifusão Educativa do Rio Grande) acontece na próxima sexta, 29, às 10h, em Rio Grande. Dezenas de equipamentos – avaliados em um total de R$ 39.540 – para utilização em emissoras ou locais de radiodifusão estarão à disposição dos interessados. O evento é proveniente da ação reclamatória movida por Maury Garcia Cozza e vai ocorrer na Rua Valporto, 485. O leiloeiro oficial é Ruy Garigham Pinto, o mesmo que vai leiloar os bens da Rádio Cultura de Pelotas, em 23 de agosto.






Informação: Coletiva.net

Projeto destina recursos do Fust para radiodifusão

Os projetos de instalação de novas emissoras de rádio e televisão passarão a receber recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) se o Projeto de Lei 5344/05, de autoria do deputado Paulo Lima (PMDB-SP), for aprovado pelo Congresso. De acordo coma proposta, 40% dos recursos do Fust destinados à radiodifusão serão aplicados em programas, projetos e atividades executadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Segundo Paulo Lima, grande parte dos municípios brasileiros conta apenas com retransmissoras de rádio e TV, que não produzem programação própria e são obrigadas a aproveitar o conteúdo produzido em outras localidades. Com a aprovação do projeto, o parlamentar afirma que a radiodifusão será universalizada por meio da instalação de novas geradoras em localidades carentes desses meios. "O Fust passa a servir não só como meio para a universalização das telecomunicações, mas de todos os serviços de comunicação eletrônica, incluindo a radiodifusão", ressalta.

Tramitação
A matéria, que tramita em caráter conclusivo, está em análise na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Em seguida, será apreciada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.






Informação: Agência Câmara

Emissoras estrangeiras encerram transmissões e reduzem empregos.

Depois das rádios Deutsche Welle (Alemanha), Voz da América (Estados Unidos) e Suíça Internacional (Suíça) fecharem seus departamentos para o Brasil, agora é a vez da Nederland (Holanda). A emissora anunciou "um possível fim das transmissões em Língua Portuguesa". Atualmente, a relação com o Brasil das emissoras citadas limita-se a disponibilizar um site em língua portuguesa, atualizado por dois ou três funcionários. Na situação anterior, quando mantinham transmissões radiofônicas, trabalhavam com uma média de 20 funcionários.








Informação: Coletiva.net

Campanha na TV e rádio começa no dia 23 de setembro

A propaganda nas emissoras de rádio e televisão para o estatuto sobre a proibição da venda de armas e munições começará no dia 23 de setembro e terminará em 20 de outubro. Haverá tempos iguais para as frentes favoráveis e contrárias ao desarmamento. Quanto à propaganda pública em torno das teses relativas à venda de armas, já pode ser iniciada no dia lº de agosto.

A partir do dia 8 de setembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode requerer até 15 minutos por dia junto às emissoras de rádio e televisão, contínuos ou não, para divulgar seus comunicados, boletins e instruções ao eleitorado.

Além das frentes constituídas exclusivamente por parlamentares e registradas junto ao TSE, também vão poder participar da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para o referendo sobre a comercialização de armas e munições organizações da sociedade civil. A determinação consta de minuta de instrução do TSE e que deverá ser aprovada formalmente no início de agosto.







Informação: Agência Senado

Canal internacional do Brasil estréia até dezembro

O Brasil terá a sua própria "Telesur". O canal público internacional já faz transmissões experimentais e deverá entrar no ar em caráter definitivo até o fim do ano.

A TV Brasil é uma iniciativa "co-irmã" da emissora latina, nas palavras de Eugênio Bucci, presidente da Radiobras (empresa de comunicação do governo federal), que administra o projeto.

A parceria entre os dois canais pressupõe apoio logístico e troca de conteúdos. "Encaramos com otimismo as atividades da Telesur, porque vemos nascer na América do Sul um espaço público internacional, que começa a gerar seus próprios veículos de comunicação", afirma Bucci.

O presidente da Radiobras nega que a emissora será a "TV do Lula". Segundo ele, não será um veículo institucional do governo brasileiro. "É uma TV do Estado brasileiro, que pretende reforçar o processo de integração na América do Sul. Não fará promoção do Brasil no exterior. Será bastante informativa, com noticiários e programas de reflexão sobre a diversidade cultural dos países."

Além da Radiobras, o canal contará com a estrutura das TVs Senado, Câmara e Justiça. Terá programação falada prioritariamente em espanhol. Quando houver a transmissão de algum programa em português, haverá legenda na língua dos países vizinhos.

Outro projeto semelhante é a TAL (TV América Latina), iniciativa da sociedade civil, com associações de diferentes países, e apoio do governo brasileiro.





Informação: Sulrádio/ Folha de São Paulo

Propaganda de crédito pode ter que mostrar taxa de juros

A Câmara analisa o Projeto de Lei 5402/05, do deputado Eduardo Paes (PSDB/RJ), que altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) para que as propagandas relativas à concessão de crédito passem a explicitar as taxas mensal e anual de juros, assim como a forma de pagamento e as conseqüências decorrentes de sua inadimplência.

Para Eduardo Paes, a oferta de crédito tem sido bastante agressiva e nem sempre o consumidor está totalmente ciente dos juros cobrados nesses empréstimos, o que pode levar a situações de superendividamento e à contração de dívidas impagáveis. O parlamentar chama atenção ainda para a vulnerabilidade de certos consumidores, como os idosos, diante das propagandas de crédito fácil.
O autor do projeto lembra que, para proteger o consumidor, o código estabeleceu normas que proíbem a execução de publicidade enganosa ou abusiva, prevendo pena de detenção de três meses a um ano e multa para quem incorrer nessa prática.


Tramitação

O projeto está sujeito à análise conclusiva das comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.






Informãção: Abert/ Agência Câmara

Costa deve nomear Frajmund para secretaria executiva

Fontes do Ministério das Comunicações já consideram certo que o ministro Hélio Costa deve mesmo nomear Jean-Claude Frajmund para a secretaria executiva do ministério. A decisão se deve a pressões dos senadores Renan Calheiros e José Sarney. Na semana passada, fontes ouvidas por este noticiário relataram que a nomeação estava a perigo, já que Hélio Costa teria ficado extremamente descontente com a desenvoltura com que Frajmund se comportava, tomando decisões sem a anuência do ministro. Estas informações foram confirmadas por diversas fontes e o próprio Hélio Costa, que negou os rumores, mas deu a entender que algo não estava certo com a nomeação de Frajmund para a secretaria executiva ao dizer que pretendia reformular a estrutura do Minicom e criar uma secretaria de inclusão digital, para onde poderia ir o secretário executivo indicado. Efetivamente, nenhuma nomeação foi feita pelo ministro Hélio Costa até o momento, mas nesta sexta, 22, aparentemente o ministro mudou de posição novamente e deve encaminhar a nomeação de Jean-Claude Frajmund para publicação no Diário Oficial. Até o fechamento da edição a assessoria de imprensa do ministério não confirmava a nomeação.






Informação: Abert/ Pay TV - News

Costa recua em crítica a assinatura básica

Após reunião com representantes das operadoras de telefonia fixa, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, amenizou o tom de seu discurso contra a cobrança de assinatura para serviço de telefonia fixa local. Antes da reunião, o ministro queria redução ampla no valor da assinatura, que beneficiasse todos os consumidores. Costa também não aceitava o argumento de que as teles poderiam alegar a alta carga tributária para manter os valores elevados.
Depois de falar com os representantes das empresas, o ministro disse que a discussão era sobre como tornar o telefone mais acessível à população de baixa renda e avaliou que hoje já existem planos diferenciados das operadoras.
"Algumas empresas já têm alguns serviços destinados especificamente à população mais carente", afirmou o ministro.
Em relação a alta carga tributária do setor, Costa havia dito que iria pedir para ver os resultados financeiros da empresas e que ficaria com pena -numa referência irônica- se elas estivessem no prejuízo. Depois de conversar com os representantes das empresas, no entanto, disse que irá procurar o ministro Antonio Palocci Filho (Fazenda) e os governadores para tentar uma redução de impostos.
Na busca de uma solução para o problema, até os recursos do Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, com saldo de aproximadamente R$ 3 bilhões) foram lembrados. "De repente esse fundo vai poder colaborar, dentro dessa camada não privilegiada da sociedade", disse o ministro Hélio Costa.

Empresas
As concessionárias de telefonia fixa reagiram às investidas do ministro contra as taxas de assinatura ameaçando com a possibilidade de suspender os investimentos no país. "A forma mais adequada [de resolver o problema do valor da assinatura] é a que mantenha a sustentabilidade do setor e das empresas e não espante os investimentos. Que permita que os investimentos continuem acontecendo no nosso país", afirmou José Pauletti, presidente da Abrafix (Associação Brasileiras das Concessionárias de Telefonia Fixa). Contudo, o executivo foi evasivo quando questionado em relação à forma como as empresas poderiam reduzir o valor cobrado pela assinatura. "Não posso responder isso sem ver a forma. Quer dizer, dependendo da forma é possível, dependendo da forma não é possível. É isso", desvencilhou-se Pauletti. "Nós teremos próximas reuniões, em algum momento", completou.





Informação: Folha de São Paulo - Dinheiro

Projeto prevê leitura diária de jornais em sala de aula

A leitura diária de jornais e revistas será atividade obrigatória nas salas de aulas a partir da 5ª série caso seja aprovado o Projeto de Lei 5467/05, do deputado Carlos Nader (PL-RJ). Pela proposta, os periódicos serão fornecidos pelo governo federal em número suficiente para atender a todas as classes, subdivididas em grupos de, no máximo, três alunos.

Nader afirma que a leitura de periódicos vai ampliar a capacidade dos alunos para interpretar textos. Na opinião do deputado, a deficiência de leitura hoje verificada entre os estudantes decorre de "modismos" aplicados à educação, e ao fato de que as escolas não privilegiam o ensino da Língua Portuguesa.

O autor do projeto atribui ao fim do hábito da leitura pelos alunos o baixo rendimento registrado nos exames nacionais aplicados pelo Ministério da Educação.

Tramitação
O projeto vai tramitar em caráter conclusivo nas comissões de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.







Informação: Agência Câmara

Costa diz que legislação sobre teles não muda

O ministro Hélio Costa (Comunicações) reuniu jornalistas ao final de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para dizer que o governo não pretende alterar as regras do setor de telecomunicações para permitir a compra de uma concessionária de telefonia fixa por outra.

"O presidente me deu a incumbência de deixar claro que o governo não tem nenhuma intenção de mudar a Lei Geral de Telecomunicações nem o Plano Geral de Outorgas", disse o ministro.

Segundo Costa, o anúncio foi feito para esvaziar "rumores de que o governo poderia sugerir mudanças". Costa chegou a citar a discussão sobre a venda da Brasil Telecom para outra concessionária, o que, disse, a legislação atual não permite.

Na realidade, a Lei Geral de Telecomunicações (9.472/97) não proíbe que uma concessionária compre a outra. Em seu artigo 202, parágrafo 1, fica estabelecido que caberá à Anatel, decorridos cinco anos da privatização (prazo já vencido), decidir se uma concessionária poderá ou não comprar outra, dadas as condições de mercado. Se a agência verificar que já existe competição suficiente no mercado de telefonia fixa local, poderá autorizar a operação.

Participaram da reunião o ministro Antonio Palocci (Fazenda) e o presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Elifas Gurgel do Amaral.

Na quarta-feira da semana passada, a Folha publicou entrevista com o presidente da Telecom Italia no Brasil, Paolo Dal Pino. O executivo disse que a Telemar havia procurado a empresa para comprar sua participação na operadora de telefonia fixa Brasil Telecom (que atua no Sul, Centro-Oeste e Estados do Acre, Rondônia e Tocantins).

No dia seguinte, a Telemar negou as declarações de Dal Pano. No mesmo dia, a Telecom Italia também divulgou nota mantendo as declarações. A acirrada disputa pela Brasil Telecom envolve a Telecom Italia, o banco Opportunity, o Citibank e fundos de pensão de estatais.

No dia 1º de julho, o presidente da Telecom Italia chegou a desabafar em entrevista à Folha: "Basta! Se os fundos de pensão acham que sabem gerir a companhia, que façam isso. Comprem a nossa parte. Que a Previ [fundo dos funcionários do Banco do Brasil] compre, porque a Telecom Italia não quer perder dinheiro num negócio no qual não há transparência nem competência".







Informação: Sulrádio/ Folha de São Paulo - Dinheiro