NAB 2005 - Feira cresce 7% em relação a 2004

A NAB 2005 divulgou na manhã desta quarta-feira, 20, o número de participantes do evento deste ano: 104,43 mil pessoas, sendo 23,4 mil internacionais (de fora dos EUA). É um crescimento significativo (cerca de 7%) em relação a 2004, quando houve 97,5 mil visitantes, sendo 22,3 mil internacionais. A NAB 2004 havia sido considerada a melhor, em público, desde os atentados terroristas de 2001. Agora parece que o trauma foi totalmente superado. É a primeira vez, aliás, desde os ataques do WTC, que a segurança relaxou um pouco e não revista mais bolsas e sacolas na entrada dos pavilhões.









Informação: Sulrádio/ Tela Viva News

Japão desligará TV analógica em 2011

No seminário SET e Trinta desta terça-feira, 19, em Las Vegas, o diretor de tecnologia de broadcast do Ministério do Interior e Comunicações do Japão, Hiroshi Asami, fez um quadro da implantação da TV digital terrestre no país. O Japão tem ao todo 48 milhões de domicílios, servidos por três a nove emissoras abertas por região, incluindo dois canais públicos (NHK), divididos em cinco grandes redes e algunmas emissoras independentes.
No Japão, a transição digital começou em 2003, e segue um cronograma detalhado de implantação por áreas, que deve culminar com a transição total no final de 2011. A cobertura prevista da TV digital terrestre, partindo de 18 milhões de lares cobertos em 2004, é de 27 milhões de lares no final de 2005 (57% do total) e 37 milhões de lares em 2006 (79% do total). Segundo Asami, a média do tempo de transmissão em HDTV é acima de 50% do tempo total de transmissão para a maioria das emissoras digitais, e todos os broadcaters já produzem alguma programação em alta definição (a NHK, diz, produz 90% de seus programas em HD. As redes comerciais, cerca de 60%).
Como demonstração de que a alta definição não é apenas para grandes grupos e grandes orçamentos, Asami deu o exemplo da KNB, emissora regional que cobre uma área com apenas 1,1 milhão de habitantes, com faturamento anual de US$ 60 milhões. A emissora produz 95% de sua programação local em high definition, cerca de 14,5 horas semanais.

Sem analógico
Segundo Asami, a estratégia japonesa para promover a TV digital baseia-se de um lado na obrigatoriedade do fim das transmissões analógicas em 2011, com a realocação das bandas para serviços de comunicação móvel, e por outro lado em uma colaboração entre governo, emissoras e indústria para facilitar a disponibilidade dos equipamentos de recepção e de programação digital. Com isso, o Japão já tem uma penetração de receptores digitais da ordem de 2,43 milhões de aparelhos, entre set-top boxes e receptores integrados com display. O preço dos receptores oscila entre US$ 1 mil e US$ 2 mil para telas CRT de 24” a 35” e US$ 2 mil a US$ 5 mil para telas LCD de 25” a 40”.
A preferência dos consumidores, diz Asami, tem recaído sobre os displays acima de 30”, com tela plana (e não CRT), com suporte a HDTV e recepção de informações digitais (datacasting).
Asami mencionou ainda os serviços de vídeo móveis, que devem ser lançados no início de 2006. Os fabricantes, conta, estão trabalhando nos protótipos dos receptores, que devem usar a compressão MPEG4 AVC (H.264). Não haverá necessidade de uma licença adicional, no caso de transmissões simultâneas.






Informação: AESP/ Tela Viva News

Brasil de fora

A ausência mais sentida na NAB 2005, superfeira de tecnologia para TVs abertas e rádios, é a do governo brasileiro.
Não há ninguém do alto escalão da Anatel, do Ministério das Comunicações ou do CPqD, coordenador dos trabalhos do Sistema Brasileiro de TV Digital. Perdem a chance de conhecer melhor o que é feito em DTV nos EUA e no resto do mundo. A feira acaba amanhã em Las Vegas.









Informação: O Globo Coluna Ancelmo Góis

Governo vai instalar 139 núcleos de inclusão digital até o final do ano

A instalação do primeiro projeto Casa Brasil, em Valente, na Bahia, em novembro de 2004, alterou a rotina da população local. O projeto, de iniciativa do governo federal, é um espaço para uso da população com computadores, biblioteca, auditório, teatro, cinema e até uma rádio comunitária.

O estudante Saulo da Silva, de 23 anos, freqüenta todos os dias a Casa Brasil. Seus maiores interesses estão na exibição dos filmes e na utilização dos computadores. Ele conta que aprendeu a usar o computador com os instrutores. "A Casa Brasil tem sempre dois instrutores trabalhando. Eles nos ensinam como acessar a Internet, fazer pesquisa, entrar em sites de bate- papo e de notícias. Mostram como utilizar o básico do computador. Também temos acesso a atividades culturais como teatro e filmes", conta o estudante.

O monitor Josenilton Araújo disse que a maior parte dos freqüentadores do espaço não sabe como utilizar o computador. "Algumas pessoas não conhecem a computação, então ensinamos como ligar o equipamento, como usar o teclado, o mouse, a internet. Damos as informações básicas", explica .

O instrutor diz que "as pessoas de Valente geralmente freqüentam a Casa Brasil para acessar seus e-mail e sites de notícias". Segundo ele, as apresentações de teatro e exibição de filmes também são atividades muito procuradas pela população. Diariamente entre 100 e 120 pessoas visitam o local. "O público é bem variado. Recebemos desde pessoas mais simples e com pouco conhecimento até gente mais esclarecida".

Para o coordenador de ações educacionais complementares da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, do Ministério da Educação, Leandro Fialho, o projeto está tendo uma ótima aceitação. Pelas entrevistas com as pessoas já beneficiadas pelo programa de inclusão digital a população está muito satisfeita, diz o coordenador.

De acordo com Fialho, está prevista a capacitação de mais monitores em Valente para o funcionamento da sala de leitura da biblioteca. Eles atuarão, inclusive, na alfabetização dos freqüentadores da Casa Brasil.

Só neste ano, o governo federal gastará R$ 20 milhões para instalar 89 Casas Brasil estando previsto também a implantação de outras 50 unidades com financiamento da Petrobrás.







Informação: Agência Brasil

Seguridade pode votar projeto sobre programa educativo

A Comissão de Seguridade Social e Família realiza reunião ordinária nesta quarta-feira (20) para discutir diversos projetos, entre eles o Projeto de Lei 5269/01, do Senado, que obriga as emissoras de televisão a veicularem programação educativa para crianças.
Os programas infantis educativos deverão ter duração de cinco minutos e ser exibidos entre 7 e 22 horas. Os programas terão de atender às necessidades educacionais, informativas, intelectuais e sociais dos menores de 16 anos, em harmonia com os princípios da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
O texto prevê ainda que cenas reais de violência contra menores só poderão ser exibidas entre 22 e 5 horas e que, no ato de renovação de concessão, as empresas deverão apresentar um relatório completo sobre a programação infantil exibida, incluindo detalhes da produção.
Também está na pauta da Comissão o Projeto de Lei 3761/04, do deputado Wilson Santos (PSDB-MT), que cria o Fundo Nacional de Prevenção e de Combate ao Alcoolismo.

A reunião está marcada para as 9h30, no plenário 7.











Informação: Agência Câmara

EUA aprovam padrão de rádio digital terrestre

O NRSC (National Radio Systems Comittee), órgão da indústria de radiodifusão que assessora a FCC, aprovou neste final de semana, durante a NAB 2005, um padrão do tipo IBOC (In-band/on-channel) de rádio digital terrestre para os Estados Unidos. No sistema IBOC não há necessidade de canais adicionais para o rádio digital, a transmissão é feita sobre as freqüências AM e FM existentes. A adoção do padrão, denominado NRSC-5, deve acelerar a implantação do rádio digital terrestre no país. Embora tecnicamente seja possível, com o rádo digital, se transmitir mais de um canal por freqüência, os broadcasters americanos têm preferido, por entender que esta é a vontade do mercado, usar a tecnologia para transmitir rádio de alta definição, com recursos como o surround 5.1. O rádio digital também permite a transmissão de dados (datacasting). A tecnologia adotada pelo NRSC foi a da empresa iBiquity, resultado da fusão da Lucent Digital Radio e da USA Digital Radio. A NRSC é financiada pela NAB e pela CEA, a associação dos fabricantes de eletrônica de consumo.

No Brasil
Segundo fonte do setor de radiodifusão ouvida por TELA VIVA News, as emissoras brasileiras poderiam a qualquer momento adotar a transmissão de rádio digital pelo sistema IBOC, pois não há necessidade de novas freqüências. “Em nenhum momento está dito que as concessões de rádio não podem ser usadas para a transmissão digital”, diz a fonte. “É apenas uma questão empresarial, de decidir quando é o momento de investir”. Mas fontes do governo, sobretudo na Casa Civil e no Ministério das Comunicações, não acham que a questão seja tão simples. Entende-se que, apesar de não ser o caso de se pensar em desenvolver um padrão nacional de rádio digital, é necessário ainda testar e conhecer os padrões existentes, que ainda não estão homologados e completamnete estabelecidos. O Brasil já firmou convênio, por exemplo, com o padrão Europeu (DRM - Digital Radio Mondiale) para testes, e pretende fazer o mesmo com os demais padrões. Mas não se sabe como o governo reagirá se alguma emissora tentar partir para a digitalização sem o sinal verde das autoridades.







Informação: AESP/Tela Viva - News

Projeto regula TVs educativas

Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que promete regular a inserção publicitária em TVs educativas. A proposta, de autoria do deputado Paulo Lima (PFL/SP), tem como objetivo autorizar essas emissoras a veicularem propaganda institucional e a receberem patrocínio, mas seguindo cota estabelecida. Pela proposta, as inserções de propaganda nesses canais não poderão ocupar mais do que 10% do tempo total de transmissão diária de programação.
O projeto ainda pode restringir o tipo de produto que anunciará nessas redes. Há uma emenda nele para proibir patrocínio ou comerciais de empresas que vendem produtos nocivos à saúde ou ao meio ambiente. No alvo estão os comerciais de bebidas alcoólicas e cigarro. A emenda também amplia o conceito de televisão educativa. Pela proposta, as TVs educativas não são apenas aquelas que se dedicam exclusivamente à transmissão de aulas. Emissoras como a TV Cultura, a TVE e o próprio canal Futura, que veiculam programas com finalidades educativas, artísticas e culturais, são classificadas como emissoras educativas.
A TV Cultura vem se tornando mais flexível no que diz respeito a ações publicitárias, com base no estatuto da Fundação Padre Anchieta, mantenedora do canal. No passado, as atrações da casa só permitiam anunciantes sob a condição de "Apoio cultural". A venda de breaks comerciais, normalmente institucionais, é fato mais recente.
O projeto do deputado Paulo Lima está sendo analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia e a de Comunicação e Informática e deve ser votado nos próximos dias.








Informação: AESP/ O Estado de S.Paulo - Caderno 2

NAB mostra consolidação da alta definição

O presidente da NAB, a associação dos radiodifusores norte-americanos, Eddie Fritts, fez nesta segunda-feira, 18, seu último discurso de abertura em um evento anual da entidade. Ele está deixando o cargo, após 23 anos. Ele fez uma apologia do serviço de radiodifusão dos EUA, que em suas palavras foi defendido pela NAB junto ao governo e às autoridades neste período, citando conquistas do setor como o must-carry, incluído no Cable Act de 1992, ou a transmissão dos canais locais pelo DTH, além do processo de transição obrigatória para a TV digital.
Em relação ao futuro, ele mencionou quatro itens com os quais o lobby da TV aberta deve se ocupar a partir de agora nos EUA: a revisão do Telecommunications Act; a etapa final da conversão para a TV digital; a transição do rádio para o digital em alta definição; e a questão da indecência na TV.
HD consolidado

A NAB abriu os portões nesta segunda-feira, 18, sem a expectativa de grandes lançamentos. No clima geral das conversas, o que se percebe é uma feira de acomodação, de maturação das tecnologias apresentadas nos últimos anos.
A TV de alta definição (HDTV) é uma realidade consolidada nos EUA. É raro, se não impossível, encontrar um estande de equipamentos cujo foco não seja a high-definition. E os equipamentos estão mais robustos e estáveis. Na área de software, a maioria dos sistemas de edição, composição e pós-produção já funciona com os diferentes formatos HD. Também o HDV, formato apresentado na última NAB, aparece como uma tecnologia pronta, embora ainda sejam poucos os produtos lançados nessa linha.
A área que parece trazer mais novidades é a de transmissão de vídeo sobre redes de dados, sobretudo no protocolo IP, inclusive utilizando a compressão MPEG-4 AVC, que começa a se mostrar uma solução viável, ao menos para aplicações em ambientes controlados.
Sem Minicom

A ausência mais sentida entre os radiodifusores, técnicos e fornecedores brasileiros presentes à NAB 2005 é do Ministério das Comunicações. Não há nenhum representante deste e nem de qualquer outro ministério no evento. Também não há ninguém do alto escalão da Anatel e nem do CPqD, coordenador dos trabalhos do Sistema Brasileiro de TV Digital. A ausência causa estanheza aos profissionais, que esperavam que os responsáveis pelo SBTVD viessem conhecer melhor o que está sendo feito em DTV nos EUA e no resto do mundo. A NAB acontece até quinta-feira em Las Vegas, EUA. André Mermelstein, de Las Vegas

Nos EUA, TVs e fabricantes divergem sobre receptores

A National Association of Broadcasters (NAB) enviou nesta segunda, 18, ofício à FCC, agência reguladora das comunicações dos EUA, pedindo ao órgão que rejeite o pedido da CEA (Consumer Electronics Association) que, segundo os radiodifusores, atrasaria o desenvolvimento da TV digital no país.
A CEA pediu à FCC que eliminasse o requerimento de que pelo menos 50% dos aparelhos de TV fabricados após julho de 2005 tenham receptores de DTV embutidos. A NAB pede que a FCC considere, em lugar do pedido da CEA, a possibilidade de obrigar que 100% dos aparelhos tenham o receptor a partir de julho de 2006.






Informação: AESP/ Tela Viva - News

Governo quer criar conselhos municipais de comunicação

O governo federal pretende criar conselhos municipais de comunicação para discutir a produção do conteúdo local a ser veiculado pelos canais que utilizarem o serviço de Retransmissão de Televisão Institucional (RTVIs). Por meio do serviço, os canais locais retransmitirão sinais de sons e imagens de estações geradoras do serviço de radiodifusão da União. Os conselhos servirão de base para projetos de comunicação pública e comunitária.

O decreto que regula a retransmissão (nº 5.371), publicado no Diário Oficial da União no dia 18 de fevereiro deste ano, prevê que cada canal retransmissor terá 85% do tempo preenchido pela programação da Radiobrás e TVs Câmara e Senado e 15% do tempo para a geração de conteúdo institucional e comunitário local, produzido pelas representações municipais dos três poderes.

"Espero que quando os conselhos começarem a atuar eles preservem não só a questão da comunicação local em relação à produção de televisão, mas também das rádios comunitárias. Nós entendemos que esses conselhos municipais de comunicação são fundamentais para essas discussões tão importantes. Na verdade, o decreto já obrigava as prefeituras locais que quisessem o serviço a proverem cinco ou seis horas de programação, mas nós sabemos que isso não será possível porque os municípios não têm estrutura e recursos e acabariam reproduzindo o conteúdo, preenchendo esses espaços com programações vindas sei lá de onde, sem um controle, fugindo exatamente do propósito inicial", disse o assessor especial da Casa Civil para Assuntos de Comunicação, André Barbosa.

De acordo com Barbosa, em um primeiro momento o debate se restringirá à definição de regras para a retransmissão nas rádios comunitárias. "Todas essas regras serão instituídas inicialmente para compor a questão da rádio comunitária, mas servirão para qualquer tipo de plataforma. Elas nascerão com as novas regras da rádio comunitária que, a partir de setembro, possam ser instituídas. Evidentemente que elas abrigarão outro tipo de linguagem e produção local como a da TV, ou até quem sabe, a de produções ligadas à informatização".

Barbosa informou ainda que um dos desafios do governo é disponibilizar recursos para o estabelecimento das produção de conteúdo pela comunidade. "Essa questão do conselho municipal deverá estar atrelada à políticas não apenas de produção mas de sustentabilidade dessa produção. Esperamos constituir um fundo de produção cultural voltado exatamente para a produção comunitária. Temos que achar recursos. Também temos que encontrar condições para que esse tipo de fomento aconteça. Esse será nosso grande desafio, provavelmente até o final do ano devemos acertar isso".

Os conselhos municipais de comunicação poderão ser criados até o final do ano e constituídos através do voto da sociedade municipal, segundo o assessor. O grupo interministerial de Rádio Comunitária que está tratando do tema deverá entregar um relatório para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agosto. Em setembro, haverá uma conferência nacional para a discussão do tema.








Informação: Sulrádio/ Agência Brasil

Comissão aprova estímulo cultural a rádio e TV comunitária

A Comissão de Finanças e Tributação aprovou no último dia 6 o Projeto de Lei 1263/03, do deputado Leonardo Monteiro (PT-MG), que autoriza a dedução no Imposto de Renda das pessoas que realizarem doações para a implantação de rádios e televisões comunitárias. A proposta modifica a lei que cria o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).
Pela legislação atual, a dedução é permitida quando há incentivo para a realização de peças de teatro, na circulação de exposições de artes plásticas, na produção de música erudita ou instrumental, ou ainda pelo patrocínio de livros e pela doação de acervos para bibliotecas públicas ou museus.

Incentivo e valorização
O relator da proposta na comissão, deputado Pedro Novais (PMDB-MA), lembrou que a Constituição garante o acesso de todos às fontes da cultura nacional. Para ele, é responsabilidade do Estado apoiar e incentivar a valorização e a difusão de manifestações culturais. "Trata-se de veículos de resistência ao processo de dominação cultural e de exploração econômica, que democratizam a informação, reforçam os traços da cultura local e soldam os elos de cooperação entre as populações mais carentes", defendeu o deputado.
Ele afirmou que as rádios comunitárias estimulam a manifestação artística popular e prestam serviços educacionais, de informação e de apoio para o desenvolvimento das comunidades. Novais disse também que, caso aprovado, o projeto não irá provocar aumento de despesa pública, pois tem caráter normativo. "Não haverá aumento de renúncias fiscais, apenas uma ampliação das opções de aplicação dos recursos", afirmou.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, foi aprovado na Comissão de Educação, Cultura e Desporto. A proposta agora aguarda parecer do relator, deputado Jutahy Junior (PSDB-BA), na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.









Informação: Agência Câmara