Divulgados vencerdores do Prêmio Unirádio

A FM Cultura divulgou os trabalhos vencedores do Prêmio Unirádio FM Cultura 2004. A Universidade de Passo Fundo (UPF) conquistou três premiações, nas categorias de Reportagem, Radiofonização de Textos Literários e Destaques Especiais. No total, foram premiados seis trabalhos desenvolvidos por estudantes de jornalismo das faculdades de Comunicação Social. O projeto é uma promoção em conjunto com a Associação Riograndense de Imprensa (ARI), AGERT, Sindicato dos Jornalistas e Sindicato dos Radialistas.


A entrega dos troféus para os agraciados ocorrerá em solenidade, marcada para o próximo dia 26 de abril, às 17 horas, na sede da emissora. Os convidados serão recepcionados pelo presidente da Fundação Cultural Piratini – Rádio e Televisão, Paulo Vasquez, pelo diretor da FM Cultura, Rodoldo Ramos Rospide Júnior, e pela coordenadora do projeto Unirádio, Cristiane Ribeiro.







Informação: Coletiva.net

No rádio, a força está na simplicidade

O publicitário Lula Vieira, controlador da agência VS, é uma espécie de biblioteca ambulante da memória do rádio brasileiro. Lembra de cor e salteado jingles e slogans que fizeram história nas ondas das emissoras. Quando foi trabalhar na Lintas, a agência da então Lever, nos anos 70, ele vasculhou, com a ajuda de um estagiário, o hoje ministro da Cultura, Gilberto Gil, os arquivos da própria Lever. Neles, encontrou preciosidades como antigas radionovelas patrocinadas pelos sabonetes Lever. "Trago na memória aquela voz dizendo: num oferecimento de Lever - o sabonete de nove entre dez estrelas." E emenda: "É impressionante, mas o Lux veio depois e não mudou em nada esse slogan, que é muito bom. É forte e radiofônico".
E a força do rádio, diz Vieira, está justamente na simplicidade. "É um meio de comunicação que não permite a veiculação de mensagens complexas ou raciocínios que exigem muita atenção. Além disso, a mensagem tem de ser repetida inúmeras vezes para chegar ao público, ser assimilada e, a partir daí, repetida".
Principal meio de comunicação de massas até o surgimento da televisão nos anos 50, o rádio formou toda uma geração de profissionais que criavam slogans e jingles para conquistar o público. "Só que o rádio tem os seus caprichos. Não se pode criar nada chato, explicativo. É preciso estar em sintonia com o público daquela rádio. Caso contrário, a publicidade não funciona." Traduzindo: não terá eficácia um anúncio ritmado pelo rock numa rádio voltada ao público de música clássica.
Os congestionamentos nos grandes centros urbanos do mundo estão dando uma força extra ao rádio. O Festival Internacional de Publicidade de Cannes captou essa mudança e este ano, em junho, pela primeira vez em 51 anos estará distribuindo leões, o Radio Lions, aos melhores trabalhos veiculados nesse meio de comunicação. Mais: os pontos conquistados em rádio serão decisivos para a escolha de agência de publicidade do ano. Essa premiação que todos perseguem é resultado da soma de pontos - indicação e leões - das categorias impressa (Press & Outdoor) e audiovisual (Films).
Lula Vieira, que será o representante brasileiro do primeiro júri do Radio Lions, já está ouvindo, com atenção redobrada, os famosos reclames veiculados nas emissoras AM e FM, mas faz um alerta. "O rádio requer muita simplicidade. É um meio complementar da propaganda, usado para fixar um slogan ou um jingle, sem ter como função oferecer a imagem de um produto ou serviço. Também não pode ser o instrumento de uma descrição detalhada. Tem de ter charme, tem de atingir diretamente e frontalmente o ouvinte, senão não funciona."
O publicitário Nizan Guanaes, da agência Africa, acha que, nesse primeiro ano, o Brasil tem poucas chances de conquistar os leões radiofônicos. Mas está convencido de que o rádio ganhará fôlego e que, no próximo ano, as campanhas feitas no País para esse veículo ganharão em qualidade.
Antigos músicos, que criaram composições memoráveis, como Archimedes Messina, criador dos jingles da Varig e do Café Seleto, podem respirar aliviados. Esse mercado, acreditam Guanaes e Vieira, voltará a complementar o tom das campanhas publicitárias, com muito som.








Informação:AESP/ O Estado de São Paulo

Câmara estuda mudanças em programas infantis de rádio e TV

A Câmara analisa o Projeto de Lei 4846/05, que obriga as emissoras de rádio e televisão a destinar pelo menos 15% da grade de programação para atividades educativas. Desse total, 2/3 (ou 10% da grade) devem ser dirigidos à programação infantil educativa. A medida altera o Decreto-Lei 236, de 1967, que determina duração máxima de cinco horas semanais para esse tipo de programação.
O autor da proposta, deputado Jefferson Campos (PMDB-SP), lembra que programação infantil sócio-educativa é qualquer programa ou anúncio publicitário que atenda às necessidades educacionais, informativas ou de formação social da criança ou do adolescente. "Incluem-se aí aqueles de temática relacionada à cultura, à cidadania e à não-violência", explica.

Crítica
Na opinião do deputado, o rádio e a televisão tornaram-se veículos tão importantes no mundo atual que podem ser considerados instrumentos de formação do caráter do indivíduo, sobretudo das crianças e adolescentes. "No entanto, a programação dirigida ao público infanto-juvenil tem se caracterizado pela exibição de cenas que incentivam a banalização da violência e a sexualidade precoce", avalia.
A Constituição de 1988 já estabelece que as emissoras deverão priorizar as finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas em sua programação, em respeito aos valores da pessoa e da família.

Tramitação
A proposta tramita em conjunto com o Projeto de Lei 5269/01, do Senado, que também regulamenta a programação infantil no rádio e na televisão. Os textos, sujeitos à avaliação em caráter conclusivo, aguardam votação na Comissão de Seguridade Social e Família. Depois, seguirão para as comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.







Informação: AESP/ Jornal da Câmara

Clipping Abert de Radiodifusão

DECRETO LEGISLATIVO Nº 233, DE 2005

Aprova o ato que renova a concessão da RÁDIO ATLÂNTICA DE CONSTANTINA LTDA. para explorar serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Constantina, Estado do Rio Grande do Sul. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere o Decreto s/nº, de 20 de agosto de 2002, que renova por 10 (dez) anos, a partir de 25 de agosto de 1998, a concessão da Rádio Atlântica de Constantina Ltda. para explorar, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Constantina, Estado do Rio Grande do Sul. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

Senado Federal, em 15 de abril de 2005

Senador RENAN CALHEIROS Presidente do

Senado Federal

DECRETO LEGISLATIVO Nº 236, DE 2005

Aprova o ato que renova a concessão da FUNDAÇÃO NAVEGANTES DE PORTO LUCENA para explorar serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Caibaté, Estado do Rio Grande do Sul. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere o Decreto s/nº, de 27 de junho de 2002, que renova por 10 (dez) anos, a partir de 6 de maio de 1997, a concessão da Fundação Navegantes de Porto Lucena para explorar, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Caibaté, Estado do Rio Grande do Sul. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

Senado Federal, em 15 de abril de 2005

Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal


DECRETO LEGISLATIVO Nº 240, DE 2005

Aprova o ato que renova a autorização outorgada à PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM JESUS para explorar serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Bom Jesus, Estado do Rio Grande do Sul. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere o Decreto s/nº, de 20 de agosto de 2002, que renova por 10 (dez) anos, a partir de 7 de dezembro de 1998, a autorização outorgada à Prefeitura Municipal de Bom Jesus para explorar, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Bom Jesus, Estado do Rio Grande do Sul. Art. 2º

Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

Senado Federal, em 15 de abril de 2005

Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal


DECRETO LEGISLATIVO Nº 250, DE 2005

Aprova o ato que renova a concessão da SOCIEDADE DE RADIODIFUSÃO FORTALEZA LTDA.

para explorar serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Rio Pardo, Estado do Rio Grande do Sul. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se o Decreto s/nº, de 10 de julho de 2002, que renova por dez anos, a partir de 1º de maio de 1994, a concessão da Sociedade de Radiodifusão Fortaleza Ltda., outorgada originariamente à Rádio Alto Taquari Ltda., para explorar serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Rio Pardo, Estado do Rio Grande do Sul.

Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

Senado Federal, em 15 de abril de 2005

Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal

DECRETO LEGISLATIVO Nº 251, DE 2005

Aprova o ato que renova a concessão da

SOCIEDADE RÁDIO DIFUSORA ALEGRETENSE LTDA.

para explorar serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Alegrete, Estado do Rio Grande do Sul. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se o Decreto s/nº, de 20 de agosto de 2002, que renova por 10 (dez) anos, a partir de 6 de julho de 1998, a concessão da Sociedade Rádio Difusora Alegretense Ltda. para explorar, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Alegrete, Estado do Rio Grande do Sul. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

Senado Federal, em 15 de abril de 2005

Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal







Minicom defende decreto para viabilizar uso do Fust

O secretário executivo do Ministério das Comunicações, Paulo Lustosa, disse em entrevista a este noticiário estar convencido que a única alternativa viável no momento para usar os recursos do Fust em processos de inclusão digital é editar um decreto que, ao interpretar a Lei Geral de Telecomunicações, crie uma segunda modalidade para a aplicação destes recursos, além da modalidade indireta (universalização por meio das concessionárias de serviços de telecomunicações) já existente. O modelo previsto é repassar os recursos para municípios, estados e ministérios. O secretário ouviu as críticas relativas à possibilidade de dispersão dos recursos do fundo e diminuição da sinergia, mas argumentou que estas possíveis “perdas” serão compensadas pelo ganho que a sociedade terá com a inclusão digital: “Mesmo antes de ter sido ministro da desburocratização (governo Sarney), pela minha experiência como parlamentar, sei que o município é o "locus" (lugar) legítimo da cidadania. As pessoas moram no município, e é lá que enfrentam seus problemas e buscam soluções para resolvê-los. Os estados são uma ficção jurídica e a União uma ficção jurídica maior ainda.”
Lustosa observa ainda que essa posição é justamente a defendida pelo presidente Lula ao valorizar os entes federativos na execução de suas propostas: “Ministério não deve executar nada. Quem executa são os Estados ou o município.”

Experiência do Gesac
O secretário apresenta o trabalho que vem sendo realizado através do Gesac - o governo eletrônico -como a prova mais concreta de que é possível o estabelecimento de convênios produtivos diretamente com os municípios: “As articulações para definir quais escolas serão conectadas é um trabalho conjunto do Ministério da Educação e das secretarias estaduais de educação. Mas não os convênios, que são feitos diretamente com as escolas.”
Ainda de acordo com o secretário, a pretensão do governo é unir o programa Gesac, atendendo escolas durante a semana, e a comunidade nos finais de semana e no período noturno. “Ou seja, em cada ponto do Gesac queremos instalar uma unidade do Casa Brasil", diz ele.









Informação: AESP/Pay TV News

Anatel quer reduzir tipos de serviços de 26 para quatro

O conselheiro da Anatel, José Leite Pereira, afirmou que a agência estuda o “licenciamento convergente” para que os atuais 26 tipos de serviços (e licenças) sejam reduzido para apenas quatro serviços, que seriam o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), o Serviço Móvel Pessoal (SMP), a TV por assinatura; e o Serviço de Comunicação Multimídia (SCM). A idéia é reunir todos os demais serviços, com exceção do STFC, SMP e TV por assinatura, sob o SCM. “É necessário levar em conta, no entanto, a herança pré-convergência, porque o problema de se adotar uma regulamentação como a européia (licença geral de comunicação eletrônica), é que os serviços atuais estão nos contratos de concessão e nos termos de autorização”, afirma. Talvez, diz o conselheiro, o Brasil possa não passar diretamente para um serviço geral, e sim um serviço híbrido ou intermediário, que seria o SCM, com algumas alterações em relação ao que contempla atualmente. “O arcabouço regulatório ficaria mais fácil e simples”, diz.








Informação: AESP/Pay TV News

Criação de RTVIs foi "erro de timing", diz Casa Civil

Na avaliação de André Barbosa, assessor especial da Casa Civil para assuntos de comunicação, somente agora está sendo possível avaliar que a edição do decreto que criou as emissoras institucionais (RTVIs), inclusive com a possibilidade de geração local parte da programação, foi precipitada.
Barbosa considera que os méritos da proposta inicial são inegáveis, por permitir que a totalidade da população brasileira, e não apenas os que dispõem de televisão por assinatura, tenham acesso aos canais da TV Câmara, TV Senado e TV Justiça e, portanto, às discussões do Legislativo e Judiciário. Haveria também ganhos ao se ampliar a rede de distribuição dos sinais da Radiobrás e permitir a produção local de televisão. "Mas houve um erro de timing. Não era hora ainda de abrir esta possibilidade, por diversas razões”, afirma Barbosa. Segundo o secretário, o governo pretende, primeiramente, criar condições para a criação dos conselhos municipais de comunicação social, que serão a base para a implementar os diferentes projetos de comunicação pública e comunitária.
As RTVIs foram criadas há menos de dois meses e rapidamente o decreto foi alterado, impedindo a possibilidade de geradoras institucionais. Sabe-se que o setor de radiodifusão se opÕs à idéia.
Na avaliação do governo, não existe possibilidade concreta de produção de televisão na maior parte dos municípios brasileiros e haveria uma “corrida” para a obtenção de conteúdo paralelo produzido em nível nacional. Este primeiro erro foi corrigido, na avaliação de Barbosa, com a publicação do segundo decreto que revogou os artigos que permitiam a geração local. “Mas isso será provisório, porque a pretensão do governo é, no futuro, quando os conselhos de comunicação social municipais começarem a funcionar, permitir a geração no município”, afirmou o assessor.
O segundo grande problema do timing na publicação do Decreto foi abrir um precedente para a concessão de retransmissoras num momento em que se prepara o espectro radioelétrico para a implantação da televisão digital. Além disso, desde 2001 não se concede novas geradoras com o argumento de que é preciso preparar o espectro para a transição digital. Mas este erro não há como corrigir, na visão do assessor: “nós ficamos muito mal com toda esta gente que solicitava a abertura de novas licitações para geradoras de televisão”, afirma Barbosa.

Análise
A reserva de espectro para a canalização da TV digital é um problema facilmente contronável, já que a Anatel, com a assessoria do CPqD, reservou canais para todas as geradoras e retransmissoras em todas as cidades com mais de 100 mil habitantes, localidades por onde será certamente implantada a televisão digital. Basta não abrir mão destes canais já reservados e entregá-los a uma emissora institucional.
A outra curiosidade da política de comunicações do governo é a exigência de criação dos conselhos municipais de comunicação social para depois viabilizarem a existência da geração de televisão municipal nas RTVIs. A experiência dos movimentos sociais é “abrir caminho andando”.
As justificativas do assessor da Casa Civil não dissipam as suspeitas de que o governo cedeu a um forte movimento de oposição às RTVIs vindo das redes e geradoras comerciais.








Informação: AESP/Tela Viva News

TVE Brasil leva o País ao exterior

Desde o começo do ano, a TVE está investindo em uma nova imagem. Mudanças de vinhetas e cenários se unem às melhorias no sinal - com a compra de novos transmissores - e às negociações para que o canal volte para o line-up da Net e da DirecTV.
Ao mesmo tempo, a TVE se movimenta para gerar maior e mais variado conteúdo. Ainda este ano entrará no ar uma série de episódios do personagem mais famoso de Ziraldo, O Menino Maluquinho, sob direção de Cao Hamburger e roteiro de Ana Muylaert. Além do infantil, a rede pública ainda prepara um boletim semanal com o que está acontecendo na França. O projeto, em nome do ano Brasil-França, é uma espécie de intercâmbio cultural via TV com a França, que também receberá notícias brasileiras. E a América Latina está no foco do canal com o Recorte Cultural, que estreará ainda este mês, com jornalistas latinos.
O objetivo é divulgar o País - e a produção brasileira - no exterior. A diretora do canal, Beth Carmona, diz que a TVE levará uma série de produções nacionais à MIPCom, a feira internacional de TV. São documentários de temas variados - alguns dos vencedores do DocTV - e produções infantis do Curta-Criança, que teve sua segunda edição realizada recentemente.

100% Brasil
No segundo semestre, a TVE promete colocar no ar o resultado de uma parceria de 2 anos com a National Geographic, o 100% Brasil. Em 28 episódios, o País será mostrado na telinha de uma forma diferente. "Será uma revista com tecnologia e cultura sob um ponto de vista não estereotipado", conta Beth Carmona, que dá como exemplo um programa sobre o carnaval na Bahia abordando não só a festa, como o aspecto da segurança. "Representantes de alguns países estiveram aqui para ver como trabalha a segurança, pois o evento, que reúne tanta gente e bebida, não sofre com muitos incidentes.
Outro capítulo da série mostrará a produção de borracha no País e a moda das Havaianas, além de contar a história do látex. Até a caipirinha e a cachaça serão objetos de investigação da série, que será exibida internacionalmente, como todas as co-produções da National Geographic.
"Será uma nova TVE, com identidade cultural e diversidade de assuntos para crianças e adultos", explica Beth, que destaca ainda programas que já são bem-sucedidos como o Expedições, com Paula Saldanha e a Revista do Cinema Brasileiro, com Julia Lemmertz.
Algumas produções como o Curta Criança serão exibidas também na TV Cultura. A partir do dia 25, a Cultura participará, duas vezes por semana, do Atitude.com, um programa para jovens sobre comportamento e música. Outra atração que está no foco é o Programa Especial, sobre inclusão de deficientes físicos e mentais.









Informação: AESP/ O Estado de S.Paulo Caderno 2 - Televisão

Encontro nacional de comunicação começou nesta quinta-feira

Novo Hamburgo sedia, de 14 a 16 de abril, do 3º Encontro da Rede Alfredo de Carvalho - Rede Alcar. O evento, que acontece no Campus II da Feevale, tem número recorde de trabalhos inscritos (181) e já conta com cerca de 300 participantes, de 16 estados brasileiros.O 3º Encontro da Rede Alcar se estende até sábado, e reune ícones da comunicação de todo o mundo. Confira a programação completa.
Na programação do evento, que permanece com as inscrições abertas, constam palestras, debates e oficinas, entre outras atividades. Mais informações pelo telefone 586-8822 ou no site.

Confira a programação:

14 de abril (quinta-feira)
8h30min - Credenciamento e distribuição de material aos participantes previamente inscritos
Reabertura das inscrições para novos participantes
9h30min - Solenidade de abertura
Coordenadora: Prof. Dra. Paula Puhl (Feevale)
10h - Homenagem a Mário Gusmão (fundador do Grupo Sinos e vice-presidente da Associação
Nacional dos Jornais (ANJ)
Oradora: Prof. Dnda. Paula Casari Cundari (Feevale)
10h30min - Conferência inaugural - Historiografia midiática: singularidades latino-americanas
Conferencista: Prof. Dr. Juan Gargurevich (coordenador do Grupo de Estudos de História da Comunicação da Alaic e diretor da Escola de Comunicação da Universidad Nacional Mayor de San Marcos, do Peru)
Comentarista: Prof. Dr. Jacques Wainberg (Pucrs /Unisinos)
Moderadora: Prof. Dra. Paula Puhl (Feevale)

12h - Intervalo
14h - Mesa redonda 1- Memória da mídia regional: singularidades brasileiras
Coordenação: Prof. Dr. José Marques de Melo (Rede Alcar e Cátedra Unesco/Umesp)
Moderadora: Prof. Ms. Elizete Kreutz (Univates)
Apresentação sobre o tema com o jornalista Flávio Tavares (RJ)
1. Os acervos hemerográficos: combates e batalhas - Prof. Dra. Esther Bertoletti (Biblioteca Nacional - RJ)
2. Os legados biográficos: dos arquivos pessoais aos registros da história oral - Prof. Dra. Alzira Alves de Abreu (Fundação Getúlio Vargas - RJ)
3. A documentação radiofônica: incursões cearenses - Prof. Dra. Erotilde Honório (Universidade de Fortaleza - CE)

16h - Intervalo
16h30min - Mesa redonda 2: Memória das profissões e da mídia regional: singularidades gaúchas
Coordenação: Prof. Ms. Antônio Henriques (diretor do Museu de Comunicação Hipólito José da Costa)
1. Trajetória da Publicidade - Publicitário Pedro Schneider (News PS AL Propaganda e Marketing)
2. Trajetória das Relações Públicas - Prof. Dra. Martha d’Azevedo (Ufrgs/Instituto Alberto André)
3. Trajetória da Imprensa - Prof. Dra. Beatriz Dornelles (Pucrs)
4. Trajetória do Rádio - Prof. Dra. Doris Hausen (Pucrs)
5. Trajetória da Televisão - Jorn. Sérgio Reis (Feplam)
18h30min - Intervalo
19h30min - Colóquio acadêmico - O desafio de resgatar e preservar a memória de Landell de Moura - precursor brasileiro das telecomunicações
Coordenação: Prof. Dr. Francisco Karam (Rede Alcar e Cátedra de Jornalismo Fenaj/UFSC)
1. Landell de Moura: do pioneirismo ao esquecimento - Prof. Dr. César Augusto Azevedo dos Santos (UPF)
2. Desafios para construir a biografia do pioneiro gaúcho - Prof. Esp. Hamilton Almeida
3. A história de Landell de Moura - Pesquisador Ivan Dorneles Rodrigues (Porto Alegre/RS)
21h30min - Exibição regionalista: música e danças gaúchas

15 de abril (sexta-feira)

8h30min - Mesa redonda 3 - Ícones da mídia brasileira: Frei Caneca, Barão de Itararé e Adalgisa Nery
Coordenação: Prof. Dr. Cleber Prodanov (Feevale)
Moderador: José Carlos Torves (presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul)
1. Frei Caneca, o mártir da liberdade - Prof. Dr. Marco Morel (UERJ)
2. Barão de Itararé, o jornalista irreverente - Prof. Dra. Marialva Barbosa (UFF)
3. Adalgisa Nery, a cronista política - Prof. Dra. Ana Arruda Callado (UFRJ)
10h - Intervalo
10h30min - Mesa redonda 4 - Ícones da mídia gaúcha: Alberto André, Breno Caldas e Maurício Sirotsky
Coordenação: Prof. Ms. Ramon Fernando da Cunha (Feevale)
1. O legado de Alberto André - Representante da ARI
2. O legado de Breno Caldas - Jorn. Walter Galvani (Diário de Canoas/Jornal ABC/Grupo Editorial Sinos, escritor premiado com o “Casa de Las Américas”, membro do Conselho Estadual de Cultura e da Academia Riograndense de Letras)
3. O legado de Maurício Sirotsky - Jorn. Lauro Schirmer (RBS, autor de “RBS: da voz-do-poste à multimídia”)
12h30min - Intervalo
14h - Grupos de trabalho
16h - Intervalo

16h30min - Grupos de trabalho
18h - Intervalo
Sessão coletiva de autógrafos, no estande da Corag (espaço Rua Coberta)
19h30min - Colóquio acadêmico - Érico Veríssimo: do Jornalismo à Literatura
Coordenador: Prof. Dr. Antonio Hohlfeldt (Famecos/ Pucrs)
1. Érico, fundador da ARI - Jornalista Ercy Thorma (presidente da ARI)
2. Érico, editor da Revista do Globo - Aline Strelow (Prof. Substituta Fabico/Ufrgs)
3. Um panorama geral da figura do Érico Veríssimo enquanto jornalista - Dr. Antonio Hohlfeldt (Pucrs)
21h30min - Jantar culinária alemã (por adesão)

16 de abril (sábado)
8h30min - Grupos de trabalho

10h30min - Deslocamento para Taquari
12h30min - Almoço em Taquari (por livre adesão)
14h - “Um dia de Gutenberg” - Inauguração do Museu-Vivo de Comunicação "O Taquaryense". Coordenação: Prof. Ms. Leonel José de Oliveira (Univates), profa. Dnda. Elizete de Azevedo Kreutz (Univates) e Prof. Luís Humberto Marcos (Museu Nacional da Imprensa/Portugal). Durante a atividade será editado um número especial de "O Taquaryense", comemorativo ao evento.
16h30min - Coffee break
17h - Plenária da Rede Alfredo de Carvalho, em Taquari
20h - Festa de confraternização, com jantar, em Taquari (por livre adesão)
Fórum dos Professores de Relações Públicas

No sábado, dia 16, estará acontecendo, paralelamente ao 3º Encontro da Rede Alcar, o 1º Fórum dos Professores de Relações Públicas. A programação programação do evento, que acontecerá no Salão de Atos do Campus II, na Feevale, é a seguinte:
14h - Sessão de abertura do Fórum
Coordenadora: Profa. Dra. Cláudia Moura (Pucrs)
14h30min - Colóquio acadêmico - Os reflexos das diretrizes curriculares no ensino de Relações Públicas
Palestrante: Prof. Dra. Sidinéia Gomes Freitas (USP)
16h30min - Intervalo
17h - Grupos de trabalho
21h - Festa de confraternização









Informação: ARI

Código de ética para TV pode ser votado hoje em comissão

O projeto (PL 1600/03) que cria o Código de Ética da programação televisiva pode ser votado hoje na Comissão de Seguridade Social e Família. A proposta, de autoria do deputado Orlando Fantazzini (PT-SP), também cria o Conselho de Acompanhamento da Programação Televisiva e a Comissão Nacional pela Ética na Televisão, com competência para impor penalidades administrativas às concessionárias. A relatora, deputada Ângela Guadagnin (PT-SP) é favorável à aprovação do projeto.









Informação: AESP/Jornal da Câmara