Em seminário realizado esta manhã (16/12), no Armazém B do Cais do Porto, em parceria com a ARP (Associação Riograndense de Propaganda), com o tema: “Novas Perspectivas do Rádio”, o presidente da AGERT, Afonso Motta, reafirmou a importância do evento. Para ele, a Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão representa uma fatia expressiva nos veículos de comunicação e, contíguo aos “atores principais” do mercado publicitário proporcionou aos mais de 100 participantes um seminário essencial para as novas perspectivas do Rádio.
Motta salientou que, além da importância temática, foi possível congregar as agências, os anunciantes, a pesquisa e uma grande coordenação, a partir de Toninho Rosa (Presidente do Grupo de Profissionais de Rádio/SP) - uma referência no mercado da radiodifusão -, tornando o seminário mais próspero. Ressaltou ainda que o referencial estabelecido hoje, juntamente com a abordagem do rádio em relação ao mercado, foi uma parceria e uma visão estratégica sobre o futuro dos veículos.
“A realização do nosso seminário foi muito importante. Em primeiro lugar, por estar sendo realizado dentro da Semana de Propaganda em parceria com a ARP. Em segundo, pela riqueza das apresentações expostas aos presentes, mostrando que apesar do rádio estar crescendo de forma descomunal, ainda não estabeleceu um correspondente igualitário ao da publicidade, e este referencial foi o que determinou o sucesso de nossa fusão”, afirmou Motta.
Informação: AGERT/ Guérula Viero
Lotaram o salão para a posse de Celito
Mais de 100 pessoas, quase todas da área de comunicação, lotaram esta manhã o salão Alberto Pasqualini, do Palácio Piratini, para a posse do jornalista Celito De Grandi como novo coordenador da Assessoria de Comunicação Social do Governo do Estado. Ele substitui o jornalista Flávio Dutra. O ato foi dirigido pelo governador Germano Rigotto, que num breve pronunciamento reiterou a importância da área e o propósito do governo de manter uma relação transparente com a imprensa, acolhendo “críticas construtivas”, que balizam as ações de governo. "As decisões, às vezes difíceis de serem tomadas, têm de ser bem colocadas à opinião pública para a efetiva compreensão daquilo que está se fazendo e por que está se fazendo", disse ele.
Ao falar sobre o novo coordenador, Rigotto afirmou: "Celito reúne as condições para ser um grande coordenador da área da comunicação e, com certeza, irá fortalecer as relações do governo com os meios de comunicação e com os profissionais de imprensa. Ele vai continuar o trabalho que estava sendo realizado pelo Flávio Dutra, mas sempre inovando, e este processo de oxigenação é importante para o governo". Dutra fora o primeiro a falar, num improviso carregado de emoção, no qual afirmou que viveu “um período de aprendizado e de valorização pessoal e profissional”. Elogiou a equipe de trabalho, o governador Rigotto e em especial o chefe da Casa Civil, Alberto Oliveira, a quem a área está subordinada.
Celito, por sua vez, disse que não podia fugir à convocação feita pelo Governador. Estava envolvido ultimamente em projetos literários, mas garantiu estar pronto para o novo desafio: “São tranqüilizadoras e estimulantes as regras básicas que devem pautar nosso trabalho: absoluta democracia na informação, critérios técnicos na publicidade e em todos os campos do processo comunicativo, sem concessões e privilégios”. Também destacou que "é fundamental que se preserve a capacidade de diálogo entre o governador e a imprensa, no Estado e no Brasil. É claro que precisamos projetar o governo, mas, acima de tudo, o Estado".
Informação: Coletiva.net
CFJ continua inútil, mas o debate é essencial
O melhor do projeto do Conselho Federal de Jornalismo foi a discussão que provocou – a mais intensa, a mais ampla e a mais rica dos últimos 50 anos. Seus desdobramentos foram tão espontâneos e livres que chegaram à legitimidade da própria Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) em assumir-se como patrocinadora da nova entidade.
Mesmo bombardeado por jornalistas, juristas, parlamentares, acadêmicos, empresários e organizações da sociedade civil, o projeto serviu como catalisador de uma salutar controvérsia que, embora tardia (deveria ter ocorrido durante os trabalhos da Constituinte), já não pode ser disfarçada nem adiada.
A imprensa e a sociedade brasileira não precisavam nem pediram a criação do CFJ, mas o acolhimento do projeto pelo governo e o seu encaminhamento ao Congresso produziu uma centelha que não pode ser desperdiçada.
Desarmar este impulso, como pretende a Mesa da Câmara dos Deputados, significa castigar a sociedade retirando-lhe o direito de participar ou, pelo menos, conhecer questões fundamentais relacionadas com o exercício do jornalismo e o funcionamento de uma imprensa diversificada, livre de constrangimentos políticos, econômicos e corporativos.
Pior do que o arquivamento do projeto original é a manobra para sepultar o substitutivo que a Fenaj foi obrigada a produzir diante da enorme pressão que sobre ela se armou.
Ao admitir publicamente que estava errada, inclusive em premissas básicas como o nome, concepção, estrutura e função do novo órgão, a Fenaj indicou uma disposição que o Legislativo – na condição de grande fórum nacional – não pode ignorar. Se a Fenaj tem algo a acrescentar, nada justifica a afobação para abreviar a inusitada e utilíssima temporada de transparência dos últimos quatro meses.
Compostura perdida
Prova da imperiosa necessidade de manter aceso o debate em torno da imprensa e do jornalismo é a própria figura do relator indicado para examinar o projeto que cria o CFJ – agora apensado a outro, anterior, que cria a Ordem dos Jornalistas do Brasil. O deputado Nelson Proença (PPS-RS) é um dos campeões de desregulamentação da mídia. Para ele, a FCC americana é coisa de comunistas.
O mais grave, porém, é que o premiado com a relatoria é também o feliz proprietário de uma rede de rádios no interior do Rio Grande do Sul. A duplicidade configura um gritante conflito de interesses e uma evidente inconstitucionalidade. É líquido e certo: o concessionário de um serviço público não pode ser ungido para um mandato popular ou vice-versa. O legislador não pode acumular funções, ser fiscal e fiscalizado.
Nelson Proença não é exceção, é a regra. Grande parte dos plenários da Câmara e do Senado é constituída por parlamentares-concessionários de emissoras de rádio e de TV. Alguns fingem um afastamento protocolar ou licenciamento, a maioria nem se dá ao trabalho de manter as aparências e o decoro. Se o presidente do Senado, José Sarney, é um potentado da mídia eletrônica regional, por que razão seus colegas do baixo clero não podem gozar dos mesmíssimos privilégios?
Esta aberração não será coibida com a criação do CNJ. Porém, mantida a discussão suscitada pelo desastrado projeto, será possível alcançar questões de grande magnitude que desfiguram a democracia e prejudicam diretamente nossa sociedade em matéria de informação, cultura e entretenimento. Quando o legislador deixar de ser concessionário de rádio e TV estará em condições para encarar a concentração da mídia – mãe de todos os problemas.
É óbvio que ao Executivo não interessa criar mais atritos na sua base parlamentar. Escaldado no primeiro round, o governo certamente não vai querer repetir a dose. Melhor assim. Este é um assunto que interessa principalmente à sociedade: se o Legislativo perdeu a compostura, pode-se recorrer ao Judiciário.
Informação: Sulrádio/ Observatório da Imprensa
Seminário da AGERT espera reunir um grande público amanhã para debater o meio rádio
A Associação Gaúcha de Rádio e Televisão (AGERT) promove amanhã o seminário "Novas Perspectivas do Rádio" durante a Semana da Propaganda ARP/ AGERT. O evento ocorre no Armazém B do Cais do Porto em Porto Alegre, das 8h30min até às 12h e tem entrada gratuita.
A mesa de painelistas será mediada pelo Presidente do Grupo de Profissionais do Rádio de São Paulo e Diretor da AESP - Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de São Paulo, Antonio Rosa Neto. Os painéis contam com representantes das mídias, o Vice-Presidente Executivo e Diretor de Mídia da McCann-Erickson Brasil, Angelo Franzão; dos clientes, o Diretor Regional da Brasil Telecom, Luiz Carlos Valle Ramos; da criação, o Vice-Presidente e Diretor de Criação da DCS, Beto Callage, e dos veículos, a Diretora Comercial do Ibope Dóra Câmara. Cada painelista terá 20 minutos para exposição. O jornalista Tulio Milman será o mestre de cerimônias.
O objetivo é reunir para debate radiodifusores, publicitários, estudantes de comunicação, especialistas na área e anunciantes.O Diretor de Marketing da AGERT, Antônio Donádio, considera o seminário fundamental para mostrar a força do meio rádio no mercado. "Esse é um evento de mercado de grande importância para a valorização do rádio". O seminário encerra os trabalhos do ano da AGERT.
Painéis
“A visão do anunciante sobre os resultados” - Luiz Carlos Valle Ramos - Diretor Regional da Brasil Telecom (Representando os Clientes)
“Qual a real posição do meio rádio no cenário das mídias" - Dóra Câmara - Diretora Comercial do Ibope (Representando os Veículos)
"Planejando Mídia para o Meio Rádio" - Angelo Franzão - Vice-Presidente Executivo e Diretor de Mídia da McCann-Erickson Brasil (Representando as Mídias)
"O poder criativo do rádio" - Beto Callage - Vice-Presidente e Diretor de Criação da DCS (Representando a Criação)
Informação: AGERT
Gaúchos conquistam o Prêmio Esso
A Comissão de Premiação do Prêmio Esso de Jornalismo, considerado o principal do gênero no país, esteve reunida ontem, no Rio de Janeiro, avaliando os trabalhos finalistas para escolher os vencedores. Os finalistas gaúchos Cristiane Finger, Milton Cougo, Karina Chaves e Aline Dallago, do SBT/RS, e Renan Antunes de Oliveira, do Jornal Já, venceram nas categorias em que concorriam. A equipe da emissora receberá R$ 20 mil, mais diploma, por vencer na categoria Prêmio Especial de Telejornalismo, pela reportagem "Mulheres que amam demais". Renan ganhará R$ 10 mil, além do diploma, pelo primeiro lugar na categoria Reportagem, com "A tragédia de Felipe Klein".
O Prêmio Esso de Jornalismo é um programa institucional da Esso Brasileira de Petróleo, que vem sendo concedido desde 1955. O Prêmio visa reconhecer o mérito dos profissionais de imprensa, através da indicação e escolha dos melhores trabalhos publicados em jornais, revistas e, desde 2000, na televisão, segundo o julgamento de comissões independentes formadas exclusivamente por jornalistas e especialistas da área de Comunicação.
Informação: Coletiva.net
Senai também premia jornalistas gaúchos
Dois trabalhos gaúchos venceram o Prêmio Senai de Reportagem 2004. Os repórteres Leandro Staudt e Cid Martins, da Rádio Gaúcha, e Milena
Schoeller, da Rádio Bandeirantes, conquistaram, respectivamente, o primeiro e o segundo lugares na categoria Radiojornalismo. A cerimônia de premiação foi realizada ontem, na sede da CNI (Confederação Nacional da Indústria), em Brasília, com as presenças do presidente da entidade, Armando Monteiro Neto, e do diretor-geral do Senai, José Manuel de Aguiar Martins.
"Adolescentes infratores: Onde está a qualificação?" foi o trabalho que rendeu a segunda vitória no prêmio a Staud e Martins, vencedores também na primeira edição, em 2002. Milena foi agraciada pela reportagem "Reabilitados: Educação profissional qualifica segurados do INSS para o mercado de trabalho". O vencedor geral do Prêmio foi "Tu me Ensinas a Fazer Renda...", inscrito na categoria Internet, pelos jornalistas Maria Inês Calado César de Andrade, Gustavo Belarmino Santos e Juliana de Melo Correia e Sá, do portal do Jornal do Commercio, de Pernambuco.
Neste ano, 68 jornalistas inscreveram 81 trabalhos, dos quais 25 foram escolhidos. O júri foi formado pelos jornalistas Délis Ortiz (presidente), da Rede Globo; Estevão Damazio, da Rádio CBN; Sérgio Léo, do Jornal Valor Econômico; Friedrich Krause, da Agência Estado; e José Garcez, da Radiobrás. Na sua terceira edição, o prêmio destacou produções gaúchas em todos os anos. Em 2003, as repórteres Alexandra Fiori, pela Rádio Bandeirantes, e Mariana Freitas, pela Radioweb, conquistaram, respectivamente, o primeiro e o terceiro lugares na categoria Jornalismo Eletrônico.
Informação: Coletiva.net
Poder Executivo poderá ter canal de TV a cabo
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quinta-feira o Projeto de Lei 3064/04, que reserva ao Poder Executivo um canal de televisão a cabo para transmissão de matérias de seu interesse, a exemplo do que ocorre com o Legislativo (TV Câmara e TV Senado) e com o Judiciário (TV Justiça).
Igualdade de condições
O projeto, de autoria do Executivo, modifica a Lei de TV a Cabo e determina que o novo canal seja operado pela Radiobrás. A emissora, segundo o ministro Luiz Gushiken, da Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica da Presidência da República, vai assegurar situação de igualdade do Executivo em relação aos demais Poderes que possuem canais próprios de TV a cabo.
O ministro lembra ainda que a Radiobrás opera a TV Nacional Brasil (NBR) desde 1998, utilizando precariamente o canal reservado a conteúdo educativo e cultural das operadoras do grupo NET/Globo Cabo. Para Gushiken, a atual situação limita a expansão da NBR, que poderia ser obrigada a compartilhar o canal com outras instituições federais, estaduais ou municipais ligadas à educação e à cultura.
Tramitação
A proposta, que tramitou na Câmara em caráter conclusivo, foi anteriormente aprovada pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Agora segue para apreciação do Senado.
Informação: Agência Câmara
Seminário da AGERT será nessa quinta-feira
A Associação Gaúcha de Rádio e Televisão (AGERT) promove na próxima quinta-feira, 16 de dezembro, o seminário "Novas Perspectivas do Rádio" durante a Semana da Propaganda ARP/ AGERT. O evento ocorre no Armazém B do Cais do Porto em Porto Alegre, das 8h30min até às 12h e tem entrada gratuita.
A mesa de painelistas será mediada pelo Presidente do Grupo de Profissionais do Rádio de São Paulo e Diretor da AESP - Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de São Paulo, Antonio Rosa Neto. Os painéis contam com representantes das mídias, o Vice-Presidente Executivo e Diretor de Mídia da McCann-Erickson Brasil, Angelo Franzão; dos clientes, o Diretor Regional da Brasil Telecom, Luiz Carlos Valle Ramos; da criação, o Vice-Presidente e Diretor de Criação da DCS, Beto Callage, e dos veículos, a Diretora Comercial do Ibope Dóra Câmara. Cada painelista terá 20 minutos para exposição. O jornalista Tulio Milman será o mestre de cerimônias.
O Diretor de Marketing da AGERT, Antônio Donádio, considera o seminário fundamental para mostrar a força do meio rádio no mercado. "Esse é um evento de mercado de grande importância para a valorização do rádio".
Painéis
“A visão do anunciante sobre os resultados” - Luiz Carlos Valle Ramos - Diretor Regional da Brasil Telecom (Representando os Clientes)
“Qual a real posição do meio rádio no cenário das mídias" - Dóra Câmara - Diretora Comercial do Ibope (Representando os Veículos)
"Planejando Mídia para o Meio Rádio" - Angelo Franzão - Vice-Presidente Executivo e Diretor de Mídia da McCann-Erickson Brasil (Representando as Mídias)
"O poder criativo do rádio" - Beto Callage - Vice-Presidente e Diretor de Criação da DCS (Representando a Criação)
Informação: AGERT
Assembléia Geral Extraórdinária discute alterações no Estatuto da AGERT
Em Assembléia Geral Extraordinária, realizada na manhã dessa terça-feira, 14 de dezembro, os associados da AGERT, sob o comando do presidente Afonso Antunes da Motta, deliberaram sobre as alterações no estatuto da entidade.
O Vice-Presidente Jurídico, Cláudio Brito, foi o relator da assembléia e o Assessor Jurídico e presidente do Conselho Consultivo, Gildo Milman, o revisor.
O ponto de correção gramatical e técnica legislativa e atualização aos dispositivos do novo Código Civil foram aprovados por unanimidade pelas 67 emissoras que estavam representadas.
A criação de duas novas vice-presidências, de Tecnologia e Informática e Vale do Jacuí, e a não obrigatoriedade da realização do Seminário Internacional e de eventos regionais convocados por vice-presidentes, propostas pelo Vice-Presidente de Eventos, Cláudio Zappe, também foram aceitos por todos os presentes.
A proposta do Vice-Presidente Técnico e Normas, Osébio Borguetti, da não limitação de representação por procuração não foi aceita. De acordo com Gildo Milman, não se pode determinar a decisão na mão de poucos, por isso é necessário que a redação do artigo permaneça como estava, limitando a representação em três emissoras por radiodifusor. A proposta de não realização da eleição da nova diretoria no Congresso da AGERT, feita por Zappe, também não foi aceita.
A supressão da exigência de impasse para a AGERT comercializar foi o ponto mais polêmico da assembléia, que acabou sendo aceito por 45 votos favoráveis a alteração.
As propostas elaboradas pelo Vice-Presidente de Relações Governamentais, Roberto Cervo, de eliminação da categoria de sócios cooperadores pela supressão do art. 5° e a da inclusão de restrição aos sócios cooperadores para participarem da diretoria foram aprovadas.
Após a assembléia será feito um relatório e uma revisão que estará, em breve, disponível no site da AGERT para que os associados possam analisar e fazer possíveis propostas de modificação. As alterações estatutárias deverão valer a partir da próxima gestão
Informação: AGERT
Crédito foto: Ana Lúcia Morellato
Valorização da flexibilização do programa "A Voz do Brasil"
No final da Assembléia Geral Extraordinária, realizada na manhã de hoje, o Assessor Jurídico da AGERT e Presidente de Conselho Consultivo, Gildo Milman, fez um apelo sobre a importância das emissoras associadas da AGERT valorizarem a vitória da flexibilização do programa “A Voz do Brasil”, conquistada no dia 16 de novembro.
“Por favor, atentem para o que foi posto no colo de cada um de vocês. Esse é o horário nobre da radiodifusão, que foi desprezado e posto de lado durante décadas, e a AGERT conseguiu reverter isso, flexibilizando este horário. Esse é um apelo para que dêem força a essa conquista que é ímpar nesse país. Fizemos uma revolução e temos o dever de dar a essa conquista o valor que ela tem”.
Segundo Milman, este espaço privilegiado não está sendo utilizado. Respeitando o as conveniências das programações e das grades das emissoras é fundamental que esse espaço seja utilizado. “A não ocupação é uma prova eloqüente da inutilidade da vitória”.
Conforme informação do advogado da AGERT, Fabio Milman, todas as associadas da AGERT podem, desde o dia 16 de novembro, conforme suas conveniências, alterar o horário de “A Voz do Brasil” que, assim, tanto irá ao ar em seu horário tradicional das 19h00 às 20h00 ou em outra faixa posterior qualquer, desde que a transmissão se encerre, impreterivelmente, à meia-noite do dia da geração de cada programa. A medida revitalizada tem vigor por prazo contínuo e indeterminado.
Informação: AGERT
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