No dia 14 de dezembro de 2004, reuniu-se no Rio de Janeiro a Comissão de Premiação do Prêmio Esso de Jornalismo. Após exame dos trabalhos finalistas, os seguintes prêmios foram concedidos:
PREMIADOS
Prêmio Principal
PRÊMIO ESSO DE JORNALISMO 2004
AUTOR: Angelina Nunes, Alan Gripp, Carla Rocha, Dimmi Amora, Flávio Pessoa, Luiz Ernesto Magalhães e Maiá Menezes
TÍTULO DA OBRA: OS HOMENS DE BENS DA ALERJ
VEÍCULO: O GLOBO
PREMIAÇÃO: R$ 30 mil + Diploma
RESUMO: Depois de investigar os bens acumulados pelos deputados do Rio no período de 1996 a 2001, a equipe de repórteres do jornal O GLOBO, revelou que 27 parlamentares tiveram aumento de mais de 100% em seus patrimônios. O levantamento apresentado na série de reportagens OS HOMENS DE BENS DA ALERJ, mostrou que quase 80% dos parlamentares que forneceram ao Tribunal Regional Eleitoral pelo menos duas declarações de renda no período, tiveram algum crescimento nos bens. O trabalho deixa claro que a crise econômica dos últimos anos passou longe do principal endereço político do Rio: o Palácio Tiradentes, sede da Assembléia Legislativa.
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO ESPECIAL DE TELEJORNALISMO
AUTOR: Cristiane Finger, Milton Cougo, Karina Chaves e Aline Dallago
TÍTULO DA OBRA: MULHERES QUE AMAM DEMAIS
VEÍCULO: SBT PORTO ALEGRE
PREMIAÇÃO: R$ 20 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO DE REPORTAGEM
AUTOR: Renan Antunes de Oliveira
TÍTULO DA OBRA: A TRAGÉDIA DE FELIPE KLEIN
VEÍCULO: JÁ (Porto Alegre)
PREMIAÇÃO: R$ 10 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO DE FOTOGRAFIA
AUTOR: Carlos Moraes
TÍTULO DA OBRA: ATAQUE A HELICÓPTERO: REAÇÃO, FUGA E EXECUÇÃO
VEÍCULO: O DIA
PREMIAÇÃO: R$ 10 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO DE INFORMAÇÃO ECONÔMICA
AUTOR: Weiller Diniz, Sônia Filgueiras, Celina Côrtes e Luiz Cláudio Cunha
TÍTULO DA OBRA: PRESIDENTE E DIRETOR DO BC ESCONDERAM DA RECEITA BENS NO EXTERIOR
VEÍCULO: ISTO É
PREMIAÇÃO: R$ 5 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA, TECNOLÓGICA E ECOLÓGICA
AUTOR: Marília Assunção
TÍTULO DA OBRA: CÂNCER AFETA 18 VIZINHOS DO CÉSIO
VEÍCULO: O POPULAR (Goiânia)
PREMIAÇÃO: R$ 5 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO ESPECIAL DE PRIMEIRA PÁGINA
AUTOR: Augusto Nunes, Octavio Costa, Marcus Barros Pinto e Nélio Horta
TÍTULO DA OBRA: MINISTRO BERZOINI: "EU ODEIO FILAS"
VEÍCULO: JORNAL DO BRASIL
PREMIAÇÃO: R$ 5 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO DE CRIAÇÃO GRÁFICA - JORNAL
AUTOR: Renata Maneschy
TÍTULO DA OBRA: ÓRFÃOS DA VIOLÊNCIA
VEÍCULO: O GLOBO
PREMIAÇÃO: R$ 5 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO DE CRIAÇÃO GRÁFICA - REVISTA
AUTOR: Débora Bianchi, Celso Miranda, Rogério Nunes e Luiz Iria
TÍTULO DA OBRA: POR QUE GETÚLIO SE MATOU?
VEÍCULO: AVENTURAS NA HISTÓRIA
PREMIAÇÃO: R$ 5 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO ESPECIAL INTERIOR
AUTOR: Allan de Abreu
TÍTULO DA OBRA: GOLPE ELETRÔNICO DESVIA R$ 1 MILHÃO POR SEMANA
VEÍCULO: DIÁRIO DA REGIÃO (São José do Rio Preto)
PREMIAÇÃO: R$ 5 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO REGIONAL NORTE
AUTOR: Gerson Severo Dantas
TÍTULO DA OBRA: VIOLÊNCIA E DESTRUIÇÃO EM TERRAS AMAZONENSES
VEÍCULO: A CRÍTICA
PREMIAÇÃO: R$ 3 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO REGIONAL NORDESTE
AUTOR: Vandeck Santiago
TÍTULO DA OBRA: FRANCISCO JULIÃO, AS LIGAS E O GOLPE MILITAR DE 1964
VEÍCULO: DIÁRIO DE PERNAMBUCO
PREMIAÇÃO: R$ 3 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO REGIONAL CENTRO-OESTE
AUTOR: Lucas Figueiredo
TÍTULO DA OBRA: MÁFIA DOS VAMPIROS
VEÍCULO: ESTADO DE MINAS
PREMIAÇÃO: R$ 3 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO REGIONAL SUL
AUTOR: Mauri König e Franco Iacomini
TÍTULO DA OBRA: DEVORADOS PELA MISÉRIA
VEÍCULO: GAZETA DO POVO (Curitiba)
PREMIAÇÃO: R$ 3 mil + Diploma
CATEGORIA: PRÊMIO ESSO REGIONAL SUDESTE
AUTOR: Túlio Brandão
TÍTULO DA OBRA: MORTE ANUNCIADA: PARAÍBA DO SUL AGONIZA
VEÍCULO: O GLOBO
PREMIAÇÃO: R$ 3 mil + Diploma
COMISSÃO DE SELEÇÃO
A Comissão de Seleção do Prêmio Esso de Jornalismo 2004 foi constituída pelos jornalistas Ana Cristina Miguez (O DIA), Ana Maria Tahan (JORNAL DO BRASIL), Ascânio Seleme (O GLOBO), Cláudia Safatle (VALOR ECONÔMICO), Eduardo Ribeiro (JORNALISTAS & CIA.), Flávio Rodrigues (FOTOSÍNTESE), João Bosco Salles (ESTADO DE MINAS), Manoel Fernandes (ISTO É DINHEIRO), Melchiades Filho (FOLHA DE S. PAULO), Octávio Guedes (EXTRA), Ramiro Alves (ISTO É), Thomas Traumann (ÉPOCA) e Viviane Kulczynski (O ESTADO DE S. PAULO).
COMISSÃO DE JULGAMENTO DO PRÊMIO ESSO ESPECIAL DE TELEJORNALISMO
A Comissão de Julgamento do PRÊMIO ESSO ESPECIAL DE TELEJORNALISMO foi constituída pelos jornalistas Ana Costabile, Armando Nogueira, Marcos Wilson, Mônica Waldvoguel e Zevi Ghivelder.
COMISSÃO DE PREMIAÇÃO
(Prêmio Esso de Jornalismo)
A Comissão de Premiação do Prêmio Esso de Jornalismo 2004, foi composta pelos jornalistas Dora Kramer, Eduardo Ribeiro, Luiz Weis, Marcos Sá Corrêa, Milton Coelho da Graça, Moisés Rabinovici e Roberto Muggiati.
COMISSÃO JULGADORA
(Prêmio Esso de Fotografia)
Alberto Jacob Filho - ARFOC-RIO
Alcides Freire Melo - O POVO
Alcyr Cavalcanti - ARFOC-RIO
Alexandre Rodrigues Reche - ÉPOCA
Alexandre Sassaki - O GLOBO
Álvaro Duarte - ESTADO DE MINAS
Amilton Vieira - SINDICATO DOS JORNALISTAS SP
Beatriz Bissio - CADERNOS DO III MUNDO
Bio Barreira - ISTO É DINHEIRO
Carlo Cirenza - PAPARAZZI SP
Carlos Dreher - REVISTA FHOX
David de Barros - DIÁRIO DE S. PAULO
Eduardo Hirama - TRIP
Eduardo Ribeiro - JORNALISTAS & CIA
Eduardo Soares Queiroz - DIÁRIO DO NORDESTE
Fernando Rabelo - JORNAL DO BRASIL
Flávio Grieger - AGORA SÃO PAULO
Flávio Rodrigues - PHOTOSYNTESIS
Francisco Guedes (Chico) - A GAZETA (Vitória)
Hélio Campos Melo - ISTO É
João Luiz de Albuquerque
João Primo - ISTO É
Leo Corrêa - O DIA
Leonel Kaz - ED. ALUMBRAMENTO
Luiz Tajes - CORREIO BRAZILIENSE
Marcelo Prates - HOJE EM DIA
Marcelo Tabach - CARAS
Mario de Moraes
Miriam Bertoldi - MARIE CLAIRE
Mônica Maia - AGÊNCIA ESTADO
Nacif Elias - SINDICATO DOS JORNALISTAS-RJ
Noris Martinelli - CLÁUDIA
Olga Vlahou - CARTA CAPITAL
Oriana Panicali - O TEMPO
Paulo Marcos de Mendonça Lima - LANCE
Paulo Rodrigues - UERJ
Ricardo Chaves - ZERO HORA
Ricardo Chvaicer - EXTRA
Rogério Reis - AGÊNCIA TYBA
Rubens Chiri - ARFOC SP
Silas Botelho Filho - VALOR ECONÔMICO
Silvio Cioffi - FOLHA DE S. PAULO
Tão Gomes Pinto
Wilson Pedrosa - O ESTADO DE S. PAULO
Zevi Ghivelder
O Prêmio Esso de Jornalismo é um programa institucional da Esso Brasileira de Petróleo, que vem sendo concedido desde 1955. O Prêmio visa reconhecer o mérito dos profissionais de Imprensa através da indicação e escolha dos melhores trabalhos publicados em jornais, revistas e, desde 2000, na televisão, segundo o julgamento de comissões independentes formadas exclusivamente por jornalistas e especialistas da área de Comunicação.
Informação: Prêmio Esso de Jornalimo
Diretor de Marketing da AGERT afirma: “Nosso Seminário foi extraordinário”
O Diretor de Marketing da AGERT, Antônio Donádio, afirmou que o evento realizado em parceria com a ARP foi extraordinário. Como participante ativo na confecção de todo o seminário, inclusive na questão temática, Donádio acredita que a Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão atingiu um resultado positivo e importante.
Segundo Donádio, a AGERT é uma entidade associativa que reúne todos os radiodifusores. Normalmente nos encontros, seminários realizados pela Associação, o assunto em pauta é sempre voltado para a própria entidade. Com o seminário “Novas Perspectivas do Rádio”, realizado durante a Semana de Propaganda, pôde-se ampliar o mercado. Desta forma, foi possível demonstrar um outro lado da AGERT, o lado da importância mercadológica do meio, do rádio na sociedade, bem como a importância econômica que o rádio possui: vários anunciantes, formação de empresas compreendendo a formação de clientes, vendas de produtos, etc.
“Hoje nós conseguimos uma vitória, na minha opinião, fantástica. Reunimos o anunciante – onde tudo começa, pois tem uma necessidade de comunicação, de colocar um produto, uma promoção, serviços para os consumidores -, a agência de propaganda (onde normalmente a área de criação se envolve), um especialista na área de mídia (o profissional que compra a mídia e negocia no seu dia-a-dia, basicamente, quem faz a relação com os veículos) e uma especialista na área de Ibope, por possuir uma visão mais macro de todos os veículos, colocando o rádio inserido neste contexto das mídias”, afirma Donádio.
Para o Diretor de Marketing da AGERT não basta simplesmente ter uma idéia, você precisa adequá-la ao meio. A visão da entidade era evidenciar a importância que o rádio tem num processo de comunicação, que ele pode ser tão grande quanto a televisão e outras mídias. O diferencial está nas características de cada um. “Com certeza este evento foi muito importante para a AGERT, assim como para todo o mercado”, finalizou Donádio.
Informação: AGERT/ Guérula Viero
MinC divulga versão atualizada do projeto da Ancinav
O Ministério da Cultura divulgou oficialmente nesta quarta, 15/12, o texto do anteprojeto que pretende criar a Ancinav já com as sugestões do comitê civil do Conselho Superior de Cinema. Trata-se da versão que incorpora as sugestões dos nove membros do CSC que representam a sociedade. Esta versão poderá ou não ser aprovada pela totalidade do Conselho Superior de Cinema, em reunião que ainda está para ser marcada (deveria acontecer nesta sexta, 17, mas foi adiada). Depois de passar pelo Conselho Superior de Cinema, o texto vai à Presidência da República e só então ao Congresso Nacional.
A maior parte das alterações propostas pelos membros da sociedade civil já eram conhecidas. Alguns pontos, contudo, ficam mais claros com a leitura do projeto, que está disponível no site do MinC (www.cultura.gov.br/projetoancinav). Confira as principais mudanças, mais sutis, mas não menos importantes, em relação às versões anteriores:
* São dadas cinco novas atribuições ao Poder Público, entre elas zelar para que a exploração de obras audiovisuais estrangeiras no Brasil resulte em recursos para o fomento da atividade audiovisual por empresas nacionais, visando equiparar as condições de competição.
* O Conselho Superior do Audiovisual terá, pela redação proposta, mais força. Fica claro, por exemplo, que é ele, e apenas ele, quem formula, analisa e aprova políticas públicas e estabelece critérios e percentuais para a aplicação de recursos. O Conselho Superior do Audiovisual terá, também, pelo menos metade de seus membros formados por representantes da sociedade.
* Fica mais claro que a Ancinav será apenas uma ampliação da atual Ancine, mantido inclusive seu quadro de funcionários.
* Para as empresas de TV por assinatura, uma mudança importante: em vez de regular a relação entre a produção e distribuição de conteúdos de TV paga, a Ancinav regulará a distribuição de conteúdo em TV paga, apenas, visando a competição, mas não faz mais referência aos casos em que houver controle cruzado do detentor dos meios e do produtor de conteúdo.
* A Ancinav ganha, pela proposta do comitê civil do Conselho Superior de Cinema, três novas atribuições como agência, incluindo regulamentar e fiscalizar a utilização dos incentivos fiscais.
* A Ancinav poderá exigir das empresas do setor audiovisual informações sobre suas atividades, mas agora há a necessidade de um decreto presidencial regulamentando isso.
* Fica claro que a atividade audiovisual não se confunde com a atividade de telecomunicações.
* Coloca-se claramente que videoconferências, videofone e assemelhados não serão atividades reguladas pela Ancinav.
* As definições de obras cinematográfica, audiovisual, videofonográfica, programação de âmbito nacional, internacional etc são mais detalhadas, em contraposição a uma definição bastante simples da proposta original.
* Reforça-se que radiodifusão, telecomunicações e TV por assinatura têm que promover a regionalização e a cultura nacional quando explorarem atividade audiovisual.
* Distribuidoras terão que ter sistema de controle.
* A definição do tempo de janelas para a exibição de obras cinematográficas poderá ser atribuição da Ancinav.
* Todas as produções terão que ceder cópia à Cinemateca Nacional ou serem mantidas em arquivos catalogados cujas bases de dados serão cedidas à Cinemateca.
* Além de TVs, DVDs e videocassetes, também monitores de computador pagarão Condecine de 2%.
* Quem investir em publicidade de produções independentes não pagará Condecine.
* O Funcinav terá como parte de suas receitas 1% do Fundo Nacional de Universalização das Telecomunicações (Fust).
* Não há mais o compromisso de exibição de obras cinematográficas ou audiovisuais nacionais pelas TVs, mas quem tiver mais de 20% de sua programação com conteúdo deste tipo terá descontos progressivos na Condecine.
* As empresas de TV por assinatura terão, agora, que seguir a um percentual a ser estabelecido de produção nacional por pacote de programação, conforme regulamento. Quem tiver mais de 50% de conteúdo deste tipo terá desconto na Condecine.
* Não está mais estabelecido o percentual máximo de 1% da receita para direitos autorais sobre exibição pública para nenhuma modalidade de empresa audiovisual.
Informação: Sulrádio/ Tela Viva News
Prêmio Esso prevê mudanças no 50º aniversário
Em 2005, o Prêmio Esso de Jornalismo completará 50 anos. Consagrado como uma das principais e mais respeitadas premiações da área, o concurso já reconheceu o trabalho de inúmeros profissionais de alta qualidade da imprensa brasileira. Para a edição comemorativa, o Prêmio promete surpresas que, por enquanto, ainda não serão reveladas. Segundo o jornalista Eduardo Ribeiro, do site Comunique-se, que participou da Comissão de Seleção do Prêmio deste ano, todos os integrantes pegam muitas matérias inscritas e levam para casa, para avaliarem quais seguem adiante. “No fim, é claro que sempre alguém quer incluir uma do seu veículo, mas nada que comprometa o resultado. Já a Comissão de Premiação é formada por jornalistas de grande saber, com muita experiência, mas que não têm nenhuma relação com grandes veículos", explica.
Ruy Portilho, diretor da RP Consultoria de Comunicação e um dos responsáveis
pelo Prêmio Esso, quer fazer dos 50 anos, no próximo ano, um marco
na história da premiação. Prtilho preferiu não adiantar as novidades que estão por vir na próxima edição, mas não descarta a idéia da criação de uma nova categoria para 2005.
Informação: Coletiva.net
ARI completa 69 anos de fundação
A ARI (Associação Riograndense de Imprensa) promoverá neste sábado um ato festivo, para comemorar o 69º aniversário de sua fundação. O prefeito eleito de Porto Alegre, José Fogaça, prestigiará o evento. Será às 11h30min, no Salão Nobre Hipólito José da Costa (Avenida Borges de Medeiros, 915 - 8º andar).
Informação: Coletiva
Seminário da AGERT tem avaliação positiva
O seminário "Novas Perspectivas do Rádio" aconteceu na manhã de hoje (16/12) no armazém B do Cais do Porto, em Porto Alegre, dentro da Semana da Propaganda ARP/ AGERT. As palestras trataram de temas relacionados com a importância da valorização do meio rádio no meio publicitário, tratando assim de pontos de interesse de jornalistas, anunciantes e publicitários.
O presidente da AGERT, Afonso Antunes da Motta, ressaltou a importância da realização desse evento para valorização do meio rádio, que nunca como agora alcançou tamanha universalização.
Para o Diretor da DCS, Beto Callage, painelista com o tema “O Poder Criativo do Rádio”, o evento teve a principal função de trazer informações de vários profissionais. “O grande valor do evento foi cruzar informações de cliente, mídias, criadores. Isso é muito valioso para que um possa aprender com o outro”, avaliou. Callage explicou que a comunicação é uma área rica em talentos, mas, que, muitas vezes, esses talentos acabam ficando seccionados nas suas tarefas e funções, impossibilitando que haja trocas.
A Diretora do Ibope, Dora Câmara, painelista do tema “Qual a Real Posição do Meio Rádio no Cenário das Mídias”, avaliou como positiva a promoção de discussões produtivas como a do seminário. “É importante ver o ponto de vista de cada um e enriquecer o mercado”, disse.
Para o Gerente de Compras de Mídia da MacCann Erickson, Odenir Trevisani, painelista do tema “Planejando Mídia para o Meio Rádio”, representando o Vice-Presidente e Diretor de Mídia da MacCann Erickson, Ângelo Franzão, colocar o meio rádio em evidência entre diversos profissionais da comunicação e estudantes foi uma grande iniciativa da AGERT.
O mediador do evento, Presidente do Grupo de Profissionais do Rádio de São Paulo e Diretor da Associação de Emissoras de Rádio e Televisão de São Paulo (AESP), Antonio Rosa Neto, considerou como fundamenta o aspecto de falar de marketing e de mostrar a característica negocial do rádio, já que, muitas vezes, o próprio rádio desconhece essa realidade. “O mercado de inflação de oferta de produtos e de serviços implica na habilidade da sobrevivência e a mídia é exatamente a maneira de ele obter rentabilidade e o rádio pela sua vantagem de custo, liderança em audiência, capacidade de mobilidade reforça essa oportunidade. Porém, temos 82 anos de rádio e essas coisas são modernas e desconhecidas. Precisamos ‘marketiar’”.
O presidente da ARP, Aírton Rocha, considerou a Semana da Propaganda como um evento fantástico e a parceria com a AGERT de grande importância para a comunicação. “O nosso objetivo é que a Semana da Propaganda se transforme num ponto de discussão do nosso negócio como um todo e conseguimos isso nesse ano com credibilidade, conteúdo e uma ótima freqüência do público”. Para Rocha, o seminário da AGERT traz novas visões. “Não tem sentido a radiodifusão discutir entre ela mesma, tem q discutir com as agências de propaganda, com o anunciante, com o mercado, com os criativos para que haja a adequação dos conteúdos aos veículos. Todos ganhamos com isso.”, comentou.
Informação: AGERT
Foto crédito: Guérula Viero
ARI entrega prêmio de Jornalismo aos vencedores
Com a presença de aproximadamente 250 pessoas, a Associação Riograndense de Imprensa (ARI) realizou hoje pela manhã a entrega do 46º Prêmio ARI de Jornalismo, no Salão Nobre do Banrisul. Entre os presentes, além dos profissionais premiados, estavam diretores de veículos de comunicação, o presidente da ARI, Ercy Pereira Torma, o presidente do Banrisul, Fernando Lemos, demais integrantes da diretoria da entidade e autoridades.
O concurso premiou nesta edição 40 reportagens, sendo que os profissionais de Zero Hora venceram em quase todas as categorias da premiação. O prêmio tem o patrocínio exclusivo do Banrisul há oito anos. “Pela oitava vez consecutiva estamos com o Banrisul para a solenidade de entrega do Prêmio ARI de Jornalismo. É o evento de imprensa mais destacado no estado e que tradicionalmente serve para marcar a passagem de mais um ano de vida da nossa entidade”, destacou Torma. Confira os vencedores:
JORNALISMO IMPRESSO
1. Reportagem Geral
1º lugar: "VIAGEM AO FRONT COLOMBIANO", de Humberto Trezzi, publicado em Zero Hora.
2º lugar: "O GOLPE DE 64 NA REGIÃO" (Série), de Luiz Gustavo de Azevedo, publicado no Jornal NH.
Menção Honrosa: "A RECONQUISTA DO INTERIOR", de Carlos Wagner, publicado em Zero Hora; e "CENTENÁRIO DA MORTE DE GETÚLIO VARGAS" (Série), de Telmo Ricardo Flor e equipe, publicado em Correio do Povo.
b. Reportagem Esportiva
1º lugar: "DOSSIÊ GRÊMIO", de Jones Lopes da Silva, publicado em Zero Hora.
2º lugar: "O LADO OBSCURO DAS FEDERAÇÕES", de Leandro Behs, publicado em Zero Hora.
c. Crônica
1º lugar: "OS VENTOS DE DÉCIO", de Moisés Mendes, publicada em Zero Hora.
2º lugar: "CONFRARIA DO SILÊNCIO", de Jaime Cimenti , publicada no Jornal do Comércio.
Menção Honrosa: "GRITO DE LIBERDADE", de Mauro Toralles, publicada em Zero Hora.
d. Fotojornalismo - Prêmio José Abraham
1º lugar: "ADOLESCÊNCIA PROSTITUÍDA", de José Gavliski Doval, publicada em Zero Hora.
2º lugar: "A VIDA EM ALTO-MAR", de Emilio Pedroso, publicada em Zero Hora.
e. Planejamento Gráfico
1º lugar: "A DOR", de Luiz Carlos Nogueira Py Junior, publicada no Diário Gaúcho.
2º lugar: "A VIDA EM ALTO-MAR", de Ana Maria Benedetti, publicada em Zero Hora.
Menção Honrosa: "REVISTA DA EXPOINTER 2004", de Marco Antonio Strey; e Caderno "JUSTIÇA E CIDADANIA", de Márcio da S. Câmara, de Zero Hora.
f. Charge - Prêmio Sampaulo
1º lugar: "BRIZOLA NO CÉU", de Neltair Abreu (Santiago), do Jornal do Comércio.
2º lugar: "DOIS CAMINHOS", de Gilmar Luiz Tatsch (Tacho), do Jornal NH.
g. Reportagem Econômica - Prêmio Banrisul
1º lugar: "A PECUÁRIA À MARGEM", de Jorge Correa, publicada em Zero Hora.
2º lugar: "ONDE ESTÃO AS VAGAS", de Marta Sfredo, publicada em Zero Hora.
Menção Honrosa: "AS MÃOS DA COLHEITA DA MAÇÃ", de Lucia Ritzel, publicada em Zero hora.
h. Reportagem Cultural
1º lugar: "ILHA DAS FLORES", de Renato Mendonça, publicada em Zero Hora
2º lugar: "TRADIÇÃO DE ORGULHO", de Eliana Raffaelli, do Jornal do Comércio.
Menção Honrosa: "OS ESPÍRITOS CANTAM NA BARRANCA", de Carlos Etchichury, publicada em Zero hora.
RADIOJORNALISMO
a. Reportagem Geral
1º lugar: "RECEPTAÇÃO - O CRIME QUE FINANCIA O CRIME", de Cid Martins, da Rádio Gaúcha.
2º lugar: "TRIBUNAIS DO TRÁFICO", de Leandro Staudt, da Rádio Gaúcha.
Menção Honrosa: "ARQUIVOS DOPS OU INFOSEG", de Márcio Pessoa, da FM Cultura POA; e "EXÉRCITO DO CRIME", de Giovani Grizotti, da Rádio Gaúcha.
b. Reportagem Esportiva
1º lugar: "GRÊMIO - A CRISE DE UM CLUBE CAMPEÃO", de Francisco Ribeiro Neto, da Rádio Bandeirantes.
2º lugar: "ATENAS 2004, O BRASIL NO CAMINHO DO OURO", de José Alberto Andrade, da Rádio Gaúcha.
c. Produção
1º lugar: "INDEPENDÊNCIA DO BRASILl", de André Machado da Rádio Gaúcha.
2º lugar: "ESPECIAL SEMANA DA CRIANÇA", de Tatiane de Sousa, da Rádio Guaíba.
Menção Honrosa: "SUPERSABADO RELEMBRA TEXEIRINHA", de José Alberto Andrade, da Rádio Gaúcha.
TELEJORNALISMO
a. Reportagem Geral
1º lugar: "BINGOS 171", de Giovani Grizotti, da RBS TV.
2º lugar: "MULHERES QUE AMAM DEMAIS", de Cristiane Finger, do SBT RS.
Menção Honrosa: "A QUALIDADE DO SERVIÇO PÚBLICO", de Leticia Palma, da RBS TV;
e "CICLONE - A MADRUGADA DO MEDO", de Paola Vernareccia, da RBS TV.
b. Reportagem Esportiv
1º lugar: "ESPORTE DE INCLUSÃO", de Renato Franco, da TV Bandeirantes.
2º lugar: "PAIXÃO PELO FUTEBOL", de Raul Ferreira, da RBS TV.
c. Imagem
1º lugar: "MATA ATLÂNTICA", de Yuri Victorino da Silva, da TVE - RS.
2º lugar: "ITAPUÃ", de Antonio Cioccari, da TVE - RS.
Contribuição Especial à Comunicação Social - Prêmio Antônio Gonzalez
Agência Radioweb, de Paulo Gilvane
Com uma equipe de 21 pessoas, entre Rio Grande do Sul e Brasília, a Agência Radioweb distribui uma média de 20 boletins noticiosos diários a 1.016 emissoras de 26 estados Brasileiro, além de outras 10 emissoras de fora do país. Em 2005, a Radioweb pretende se consolidar como o maior provedor de noticias em áudio para emissoras de rádio do Brasil.
Informação: Coletiva.net
Câmara derruba projeto de criação do CFJ
Em votação simbólica, a Câmara dos Deputados rejeitou ontem o polêmico projeto de lei (PL 3985/04) que propunha a criação do Conselho Federal de Jornalismo. O Plenário decidiu arquivar a proposta enviada pelo Executivo a pedido da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que tinha como objetivo “orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de jornalismo e a atividade de jornalismo”. Segundo a Agência Estado, a votação não foi nominal porque já havia um acordo do presidente da Casa, deputado João Paulo Cunha (PT-SP), com os líderes dos partidos da base aliada e dos de oposição para não aprovar o projeto. O acordo foi fechado há um mês e, em troca, parte dos aliados e dos oposicionistas suspendeu a obstrução nas sessões plenárias da Câmara, onde, então, nenhum projeto podia ser apreciado enquanto não fossem votadas mais de 20 medidas provisórias com prazo de votação vencido.
Os deputados também rejeitaram o projeto de lei do deputado Celso Russomanno (PP-SP), que institui a Ordem dos Jornalistas do Brasil (OJB). As duas proposições tramitavam em conjunto, na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, e foram encaminhadas diretamente para o plenário em caráter de urgência. Russomanno atribuiu a rejeição às duas propostas ao lobby das empresas jornalísticas, que estariam incomodadas com a possibilidade de serem fiscalizadas, e à resistência da maioria dos deputados em votar um projeto de autoria de uma entidade filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT). “O PFL ficou contra a matéria não por causa da liberdade de imprensa, mas porque os deputados do partido foram alvo de uma campanha da CUT nas últimas eleições. Eles ficaram revoltados com isso e agora estão dando o troco. E o meu projeto foi por tabela”, disse o vice-líder do PP.
Desde que foi enviado ao Congresso, em agosto, o projeto foi alvo de críticas de políticos, empresários e jornalistas. Os presidentes do Senado e da Câmara, José Sarney (PMDB-AP) e João Paulo Cunha (PT-SP), atacaram a proposta e afirmaram que ela não teria nenhuma chance de ser aprovada. Os proprietários dos grandes veículos de comunicação também reagiram contra a criação do projeto. A proposta recebeu apoio de entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil e o Fórum dos Conselhos Federais das Profissões Regulamentadas. Na justificativa do projeto, o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, defendia a instituição de uma entidade específica para normatizar, fiscalizar e punir as condutas inadequadas dos jornalistas. A proposta também previa punições, de advertência a cassação definitiva do registro, para os profissionais que cometerem irregularidades.
Informação: Coletiva.net
Projeto pede isenção de IPI para radioamadores
Com o objetivo de conceder isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Importação (II) sobre aparelhos importados para radioamadores ou rádios comunitárias, está em tramitação o Projeto de Lei 4445/04, de autoria do deputado Iris Simões (PTB-PR).
A proposição altera o Decreto-lei 37/96 e a Lei 8032/90, que prevêem isenção apenas para equipamentos de rádio importados pelos governos, instituições científicas, educacionais e de assistência social, missões diplomáticas e repartições consulares. "A expectativa é de que, mantendo essa atividade regularizada e com o incremento do número de adeptos, a indústria nacional se sinta motivada a investir na produção de equipamentos para radioamadores", afirma o deputado.
Tramitação
O projeto aguarda parecer do relator, deputado Fernando de Fabinho (PFL-BA), na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. Em seguida, será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Informação: Sulrádio/ Agência Câmara
Políticos no Ministério das Comunicações
No passado, era Antonio Carlos Magalhães. No governo FHC, foi a vez de Pimenta da Veiga. Agora, com o presidente Lula, tudo se passa exatamente como nos governos mais fisiológicos do passado – em especial os de Sarney e de Itamar – que utilizaram largamente o Ministério das Comunicações como moeda de troca ou barganha política.
- No passado, era Antonio Carlos Magalhães. No governo FHC, foi a vez de Pimenta da Veiga. Agora, com o presidente Lula, tudo se passa exatamente como nos governos mais fisiológicos do passado – em especial os de Sarney e de Itamar – que utilizaram largamente o Ministério das Comunicações como moeda de troca ou barganha política.
Desencantados, os próprios petistas reconhecem que esse setor e sua pasta não têm a menor importância nos projetos do atual governo. Nesta altura, nem os mais sonhadores esperam mudanças nesse cenário, pois o PT não dispõe de quadros nem de programa digno desse nome para as comunicações.
Ignorados e alijados pelo governo de Lula, os dois únicos líderes petistas da área de telecomunicações – deputados federais Walter Pinheiro (PT-BA) e Jorge Bittar (PT-RJ) – não escondem seu desencanto com o desinteresse total do presidente pelo setor. Reconhecem que este governo nada tem feito em favor das Comunicações, especialmente por escolher políticos totalmente despreparados para ocupar o cargo de ministro, como Miro Teixeira (ex-PDT-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE). Na mesma linha, os raros petistas que entendem os conceitos básicos dessa área, afirmam que o Ministério das Comunicações continua inteiramente desprestigiado, esvaziado, levando o País a caminhar para trás num setor vital da infra-estrutura e do desenvolvimento social.
OS MINISTROS
Ruidoso e boquirroto, ao longo de sua gestão, Miro Teixeira polemizou, atacou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e invadiu as atribuições da agência reguladora. Prometeu até a transmissão da Copa de 2006 via TV digital e alta definição. Criou um serviço inexistente no resto do mundo e que não decolou até hoje: o Serviço de Comunicações Digitais (SCD), nome que pode designar tanto a internet, quanto qualquer transmissão digital de voz, dados ou imagens.
Seu sucessor, Eunício Oliveira (PMDB-CE), negociador hábil, está empenhado em fortaleceu o poder político de sua pasta, recriando as diretorias regionais e tentando a todo custo administrar os bilhões do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust, ainda intocado desde sua criação no ano 2000.
Definindo o ministro com razoável precisão e ironia, assessores do próprio Ministério dizem que “ele é capaz de trocar uma reunião mundial da OMC sobre telecomunicações em Genebra por uma reunião de prefeitos do PMDB no interior do Ceará.” A propósito, a partir de amanhã, se inicia, na Organização Mundial do Comércio (OMC), evento destinado a rever as políticas comerciais (Trade Policy Review), de grande repercussão e interesse internacional, em especial no tocante à participação de capital estrangeiro nas empresas de comunicações. Para surpresa geral, nenhuma autoridade brasileira – nem do Ministério das Comunicações nem da Anatel – estará presente nesse evento.
A REFORMA
Eunício Oliveira deve ser substituído no Ministério das Comunicações, embora possa ser aproveitado em outra área considerada de maior potencial político para o PMDB. Seu sucessor deve ser Aldo Rebelo, do PCdoB, atual ministro da Coordenação Política. Como num jogo de dominó, a saída de Carlos Lessa da presidência do BNDES deu início praticamente a uma nova reforma ministerial.
O sonho do PMDB nessa nova reforma seria conquistar mais um ministério, algo como o das Cidades, capaz de render ao partido e aos parlamentares muito mais dividendos políticos e benefícios às suas bases clientelistas.
Mas o leitor não espere que, no novo ministério, Lula escolha alguém que tenha lido uma única vez a Lei Geral de Telecomunicações ou que entenda, minimamente, a diferença entre empresa “concessionária” e “autorizada”, no atual modelo regulatório.
COMO EXCLUIR
Quando se fala tanto em inclusão digital, nenhum País adota procedimentos tão perversamente excludentes quanto o Brasil na área de telecomunicações. Além de não aplicar um centavo do Fust, o País adota as mais elevadas alíquotas de impostos sobre telecomunicações quanto o Brasil, em especial as do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que superam os 33% e, somadas a outros tributos, podem arrancar do usuário até 56% do valor da conta telefônica?
A pergunta que temos repetido ao longo de anos é simples: como baixar tarifas e universalizar os serviços com tributos tão elevados? Como comercializar as 7 milhões de linhas telefônicas excedentes que sobram desde 2001 no País, se o próprio governo encarece o serviço e impede a redução de tarifas? Como falar em inclusão digital, diante de uma política tributária deliberadamente excludente?
E A ANATEL?
Com um projeto de lei inteiramente retrógrado no Congresso, o governo Lula tenta esvaziar as agências reguladoras, com o objetivo principal de reconquistar o poder político perdido após a privatização dos diversos setores de infra-estrutura. O mal que essas mudanças podem causar ao Brasil é imenso. No caso da Anatel, a simples substituição de conselheiros na diretoria da agência leva meses e acaba trazendo quase sempre desapontamento a quem esperava a elevação do nível médio da diretoria do órgão regulador.
Embora tenha promovido o concurso para consolidar o quadro efetivo de pessoal da Anatel, o governo Lula vem esvaziando progressivamente a agência. Para especialistas, como Renato Guerreiro, ex-presidente desse órgão regulador, o País está dando um passo atrás, pois “as agências foram concebidas e implementadas nos últimos seis anos, como fruto de um processo de amadurecimento de uma nova forma de organização do Estado, inspirada nas experiências bem sucedidas dos Bancos Centrais e de alguns reguladores mais antigos.”
Informação: Sulrádio/ Estadão
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