Mais de 100 pessoas, quase todas da área de comunicação, lotaram esta manhã o salão Alberto Pasqualini, do Palácio Piratini, para a posse do jornalista Celito De Grandi como novo coordenador da Assessoria de Comunicação Social do Governo do Estado. Ele substitui o jornalista Flávio Dutra. O ato foi dirigido pelo governador Germano Rigotto, que num breve pronunciamento reiterou a importância da área e o propósito do governo de manter uma relação transparente com a imprensa, acolhendo “críticas construtivas”, que balizam as ações de governo. "As decisões, às vezes difíceis de serem tomadas, têm de ser bem colocadas à opinião pública para a efetiva compreensão daquilo que está se fazendo e por que está se fazendo", disse ele.
Ao falar sobre o novo coordenador, Rigotto afirmou: "Celito reúne as condições para ser um grande coordenador da área da comunicação e, com certeza, irá fortalecer as relações do governo com os meios de comunicação e com os profissionais de imprensa. Ele vai continuar o trabalho que estava sendo realizado pelo Flávio Dutra, mas sempre inovando, e este processo de oxigenação é importante para o governo". Dutra fora o primeiro a falar, num improviso carregado de emoção, no qual afirmou que viveu “um período de aprendizado e de valorização pessoal e profissional”. Elogiou a equipe de trabalho, o governador Rigotto e em especial o chefe da Casa Civil, Alberto Oliveira, a quem a área está subordinada.
Celito, por sua vez, disse que não podia fugir à convocação feita pelo Governador. Estava envolvido ultimamente em projetos literários, mas garantiu estar pronto para o novo desafio: “São tranqüilizadoras e estimulantes as regras básicas que devem pautar nosso trabalho: absoluta democracia na informação, critérios técnicos na publicidade e em todos os campos do processo comunicativo, sem concessões e privilégios”. Também destacou que "é fundamental que se preserve a capacidade de diálogo entre o governador e a imprensa, no Estado e no Brasil. É claro que precisamos projetar o governo, mas, acima de tudo, o Estado".
Informação: Coletiva.net
CFJ continua inútil, mas o debate é essencial
O melhor do projeto do Conselho Federal de Jornalismo foi a discussão que provocou – a mais intensa, a mais ampla e a mais rica dos últimos 50 anos. Seus desdobramentos foram tão espontâneos e livres que chegaram à legitimidade da própria Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) em assumir-se como patrocinadora da nova entidade.
Mesmo bombardeado por jornalistas, juristas, parlamentares, acadêmicos, empresários e organizações da sociedade civil, o projeto serviu como catalisador de uma salutar controvérsia que, embora tardia (deveria ter ocorrido durante os trabalhos da Constituinte), já não pode ser disfarçada nem adiada.
A imprensa e a sociedade brasileira não precisavam nem pediram a criação do CFJ, mas o acolhimento do projeto pelo governo e o seu encaminhamento ao Congresso produziu uma centelha que não pode ser desperdiçada.
Desarmar este impulso, como pretende a Mesa da Câmara dos Deputados, significa castigar a sociedade retirando-lhe o direito de participar ou, pelo menos, conhecer questões fundamentais relacionadas com o exercício do jornalismo e o funcionamento de uma imprensa diversificada, livre de constrangimentos políticos, econômicos e corporativos.
Pior do que o arquivamento do projeto original é a manobra para sepultar o substitutivo que a Fenaj foi obrigada a produzir diante da enorme pressão que sobre ela se armou.
Ao admitir publicamente que estava errada, inclusive em premissas básicas como o nome, concepção, estrutura e função do novo órgão, a Fenaj indicou uma disposição que o Legislativo – na condição de grande fórum nacional – não pode ignorar. Se a Fenaj tem algo a acrescentar, nada justifica a afobação para abreviar a inusitada e utilíssima temporada de transparência dos últimos quatro meses.
Compostura perdida
Prova da imperiosa necessidade de manter aceso o debate em torno da imprensa e do jornalismo é a própria figura do relator indicado para examinar o projeto que cria o CFJ – agora apensado a outro, anterior, que cria a Ordem dos Jornalistas do Brasil. O deputado Nelson Proença (PPS-RS) é um dos campeões de desregulamentação da mídia. Para ele, a FCC americana é coisa de comunistas.
O mais grave, porém, é que o premiado com a relatoria é também o feliz proprietário de uma rede de rádios no interior do Rio Grande do Sul. A duplicidade configura um gritante conflito de interesses e uma evidente inconstitucionalidade. É líquido e certo: o concessionário de um serviço público não pode ser ungido para um mandato popular ou vice-versa. O legislador não pode acumular funções, ser fiscal e fiscalizado.
Nelson Proença não é exceção, é a regra. Grande parte dos plenários da Câmara e do Senado é constituída por parlamentares-concessionários de emissoras de rádio e de TV. Alguns fingem um afastamento protocolar ou licenciamento, a maioria nem se dá ao trabalho de manter as aparências e o decoro. Se o presidente do Senado, José Sarney, é um potentado da mídia eletrônica regional, por que razão seus colegas do baixo clero não podem gozar dos mesmíssimos privilégios?
Esta aberração não será coibida com a criação do CNJ. Porém, mantida a discussão suscitada pelo desastrado projeto, será possível alcançar questões de grande magnitude que desfiguram a democracia e prejudicam diretamente nossa sociedade em matéria de informação, cultura e entretenimento. Quando o legislador deixar de ser concessionário de rádio e TV estará em condições para encarar a concentração da mídia – mãe de todos os problemas.
É óbvio que ao Executivo não interessa criar mais atritos na sua base parlamentar. Escaldado no primeiro round, o governo certamente não vai querer repetir a dose. Melhor assim. Este é um assunto que interessa principalmente à sociedade: se o Legislativo perdeu a compostura, pode-se recorrer ao Judiciário.
Informação: Sulrádio/ Observatório da Imprensa
Seminário da AGERT espera reunir um grande público amanhã para debater o meio rádio
A Associação Gaúcha de Rádio e Televisão (AGERT) promove amanhã o seminário "Novas Perspectivas do Rádio" durante a Semana da Propaganda ARP/ AGERT. O evento ocorre no Armazém B do Cais do Porto em Porto Alegre, das 8h30min até às 12h e tem entrada gratuita.
A mesa de painelistas será mediada pelo Presidente do Grupo de Profissionais do Rádio de São Paulo e Diretor da AESP - Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de São Paulo, Antonio Rosa Neto. Os painéis contam com representantes das mídias, o Vice-Presidente Executivo e Diretor de Mídia da McCann-Erickson Brasil, Angelo Franzão; dos clientes, o Diretor Regional da Brasil Telecom, Luiz Carlos Valle Ramos; da criação, o Vice-Presidente e Diretor de Criação da DCS, Beto Callage, e dos veículos, a Diretora Comercial do Ibope Dóra Câmara. Cada painelista terá 20 minutos para exposição. O jornalista Tulio Milman será o mestre de cerimônias.
O objetivo é reunir para debate radiodifusores, publicitários, estudantes de comunicação, especialistas na área e anunciantes.O Diretor de Marketing da AGERT, Antônio Donádio, considera o seminário fundamental para mostrar a força do meio rádio no mercado. "Esse é um evento de mercado de grande importância para a valorização do rádio". O seminário encerra os trabalhos do ano da AGERT.
Painéis
“A visão do anunciante sobre os resultados” - Luiz Carlos Valle Ramos - Diretor Regional da Brasil Telecom (Representando os Clientes)
“Qual a real posição do meio rádio no cenário das mídias" - Dóra Câmara - Diretora Comercial do Ibope (Representando os Veículos)
"Planejando Mídia para o Meio Rádio" - Angelo Franzão - Vice-Presidente Executivo e Diretor de Mídia da McCann-Erickson Brasil (Representando as Mídias)
"O poder criativo do rádio" - Beto Callage - Vice-Presidente e Diretor de Criação da DCS (Representando a Criação)
Informação: AGERT
Gaúchos conquistam o Prêmio Esso
A Comissão de Premiação do Prêmio Esso de Jornalismo, considerado o principal do gênero no país, esteve reunida ontem, no Rio de Janeiro, avaliando os trabalhos finalistas para escolher os vencedores. Os finalistas gaúchos Cristiane Finger, Milton Cougo, Karina Chaves e Aline Dallago, do SBT/RS, e Renan Antunes de Oliveira, do Jornal Já, venceram nas categorias em que concorriam. A equipe da emissora receberá R$ 20 mil, mais diploma, por vencer na categoria Prêmio Especial de Telejornalismo, pela reportagem "Mulheres que amam demais". Renan ganhará R$ 10 mil, além do diploma, pelo primeiro lugar na categoria Reportagem, com "A tragédia de Felipe Klein".
O Prêmio Esso de Jornalismo é um programa institucional da Esso Brasileira de Petróleo, que vem sendo concedido desde 1955. O Prêmio visa reconhecer o mérito dos profissionais de imprensa, através da indicação e escolha dos melhores trabalhos publicados em jornais, revistas e, desde 2000, na televisão, segundo o julgamento de comissões independentes formadas exclusivamente por jornalistas e especialistas da área de Comunicação.
Informação: Coletiva.net
Senai também premia jornalistas gaúchos
Dois trabalhos gaúchos venceram o Prêmio Senai de Reportagem 2004. Os repórteres Leandro Staudt e Cid Martins, da Rádio Gaúcha, e Milena
Schoeller, da Rádio Bandeirantes, conquistaram, respectivamente, o primeiro e o segundo lugares na categoria Radiojornalismo. A cerimônia de premiação foi realizada ontem, na sede da CNI (Confederação Nacional da Indústria), em Brasília, com as presenças do presidente da entidade, Armando Monteiro Neto, e do diretor-geral do Senai, José Manuel de Aguiar Martins.
"Adolescentes infratores: Onde está a qualificação?" foi o trabalho que rendeu a segunda vitória no prêmio a Staud e Martins, vencedores também na primeira edição, em 2002. Milena foi agraciada pela reportagem "Reabilitados: Educação profissional qualifica segurados do INSS para o mercado de trabalho". O vencedor geral do Prêmio foi "Tu me Ensinas a Fazer Renda...", inscrito na categoria Internet, pelos jornalistas Maria Inês Calado César de Andrade, Gustavo Belarmino Santos e Juliana de Melo Correia e Sá, do portal do Jornal do Commercio, de Pernambuco.
Neste ano, 68 jornalistas inscreveram 81 trabalhos, dos quais 25 foram escolhidos. O júri foi formado pelos jornalistas Délis Ortiz (presidente), da Rede Globo; Estevão Damazio, da Rádio CBN; Sérgio Léo, do Jornal Valor Econômico; Friedrich Krause, da Agência Estado; e José Garcez, da Radiobrás. Na sua terceira edição, o prêmio destacou produções gaúchas em todos os anos. Em 2003, as repórteres Alexandra Fiori, pela Rádio Bandeirantes, e Mariana Freitas, pela Radioweb, conquistaram, respectivamente, o primeiro e o terceiro lugares na categoria Jornalismo Eletrônico.
Informação: Coletiva.net
Poder Executivo poderá ter canal de TV a cabo
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quinta-feira o Projeto de Lei 3064/04, que reserva ao Poder Executivo um canal de televisão a cabo para transmissão de matérias de seu interesse, a exemplo do que ocorre com o Legislativo (TV Câmara e TV Senado) e com o Judiciário (TV Justiça).
Igualdade de condições
O projeto, de autoria do Executivo, modifica a Lei de TV a Cabo e determina que o novo canal seja operado pela Radiobrás. A emissora, segundo o ministro Luiz Gushiken, da Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica da Presidência da República, vai assegurar situação de igualdade do Executivo em relação aos demais Poderes que possuem canais próprios de TV a cabo.
O ministro lembra ainda que a Radiobrás opera a TV Nacional Brasil (NBR) desde 1998, utilizando precariamente o canal reservado a conteúdo educativo e cultural das operadoras do grupo NET/Globo Cabo. Para Gushiken, a atual situação limita a expansão da NBR, que poderia ser obrigada a compartilhar o canal com outras instituições federais, estaduais ou municipais ligadas à educação e à cultura.
Tramitação
A proposta, que tramitou na Câmara em caráter conclusivo, foi anteriormente aprovada pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Agora segue para apreciação do Senado.
Informação: Agência Câmara
Seminário da AGERT será nessa quinta-feira
A Associação Gaúcha de Rádio e Televisão (AGERT) promove na próxima quinta-feira, 16 de dezembro, o seminário "Novas Perspectivas do Rádio" durante a Semana da Propaganda ARP/ AGERT. O evento ocorre no Armazém B do Cais do Porto em Porto Alegre, das 8h30min até às 12h e tem entrada gratuita.
A mesa de painelistas será mediada pelo Presidente do Grupo de Profissionais do Rádio de São Paulo e Diretor da AESP - Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de São Paulo, Antonio Rosa Neto. Os painéis contam com representantes das mídias, o Vice-Presidente Executivo e Diretor de Mídia da McCann-Erickson Brasil, Angelo Franzão; dos clientes, o Diretor Regional da Brasil Telecom, Luiz Carlos Valle Ramos; da criação, o Vice-Presidente e Diretor de Criação da DCS, Beto Callage, e dos veículos, a Diretora Comercial do Ibope Dóra Câmara. Cada painelista terá 20 minutos para exposição. O jornalista Tulio Milman será o mestre de cerimônias.
O Diretor de Marketing da AGERT, Antônio Donádio, considera o seminário fundamental para mostrar a força do meio rádio no mercado. "Esse é um evento de mercado de grande importância para a valorização do rádio".
Painéis
“A visão do anunciante sobre os resultados” - Luiz Carlos Valle Ramos - Diretor Regional da Brasil Telecom (Representando os Clientes)
“Qual a real posição do meio rádio no cenário das mídias" - Dóra Câmara - Diretora Comercial do Ibope (Representando os Veículos)
"Planejando Mídia para o Meio Rádio" - Angelo Franzão - Vice-Presidente Executivo e Diretor de Mídia da McCann-Erickson Brasil (Representando as Mídias)
"O poder criativo do rádio" - Beto Callage - Vice-Presidente e Diretor de Criação da DCS (Representando a Criação)
Informação: AGERT
Assembléia Geral Extraórdinária discute alterações no Estatuto da AGERT
Em Assembléia Geral Extraordinária, realizada na manhã dessa terça-feira, 14 de dezembro, os associados da AGERT, sob o comando do presidente Afonso Antunes da Motta, deliberaram sobre as alterações no estatuto da entidade.
O Vice-Presidente Jurídico, Cláudio Brito, foi o relator da assembléia e o Assessor Jurídico e presidente do Conselho Consultivo, Gildo Milman, o revisor.
O ponto de correção gramatical e técnica legislativa e atualização aos dispositivos do novo Código Civil foram aprovados por unanimidade pelas 67 emissoras que estavam representadas.
A criação de duas novas vice-presidências, de Tecnologia e Informática e Vale do Jacuí, e a não obrigatoriedade da realização do Seminário Internacional e de eventos regionais convocados por vice-presidentes, propostas pelo Vice-Presidente de Eventos, Cláudio Zappe, também foram aceitos por todos os presentes.
A proposta do Vice-Presidente Técnico e Normas, Osébio Borguetti, da não limitação de representação por procuração não foi aceita. De acordo com Gildo Milman, não se pode determinar a decisão na mão de poucos, por isso é necessário que a redação do artigo permaneça como estava, limitando a representação em três emissoras por radiodifusor. A proposta de não realização da eleição da nova diretoria no Congresso da AGERT, feita por Zappe, também não foi aceita.
A supressão da exigência de impasse para a AGERT comercializar foi o ponto mais polêmico da assembléia, que acabou sendo aceito por 45 votos favoráveis a alteração.
As propostas elaboradas pelo Vice-Presidente de Relações Governamentais, Roberto Cervo, de eliminação da categoria de sócios cooperadores pela supressão do art. 5° e a da inclusão de restrição aos sócios cooperadores para participarem da diretoria foram aprovadas.
Após a assembléia será feito um relatório e uma revisão que estará, em breve, disponível no site da AGERT para que os associados possam analisar e fazer possíveis propostas de modificação. As alterações estatutárias deverão valer a partir da próxima gestão
Informação: AGERT
Crédito foto: Ana Lúcia Morellato
Valorização da flexibilização do programa "A Voz do Brasil"
No final da Assembléia Geral Extraordinária, realizada na manhã de hoje, o Assessor Jurídico da AGERT e Presidente de Conselho Consultivo, Gildo Milman, fez um apelo sobre a importância das emissoras associadas da AGERT valorizarem a vitória da flexibilização do programa “A Voz do Brasil”, conquistada no dia 16 de novembro.
“Por favor, atentem para o que foi posto no colo de cada um de vocês. Esse é o horário nobre da radiodifusão, que foi desprezado e posto de lado durante décadas, e a AGERT conseguiu reverter isso, flexibilizando este horário. Esse é um apelo para que dêem força a essa conquista que é ímpar nesse país. Fizemos uma revolução e temos o dever de dar a essa conquista o valor que ela tem”.
Segundo Milman, este espaço privilegiado não está sendo utilizado. Respeitando o as conveniências das programações e das grades das emissoras é fundamental que esse espaço seja utilizado. “A não ocupação é uma prova eloqüente da inutilidade da vitória”.
Conforme informação do advogado da AGERT, Fabio Milman, todas as associadas da AGERT podem, desde o dia 16 de novembro, conforme suas conveniências, alterar o horário de “A Voz do Brasil” que, assim, tanto irá ao ar em seu horário tradicional das 19h00 às 20h00 ou em outra faixa posterior qualquer, desde que a transmissão se encerre, impreterivelmente, à meia-noite do dia da geração de cada programa. A medida revitalizada tem vigor por prazo contínuo e indeterminado.
Informação: AGERT
Smed implanta radiowebs em três escolas
Nesta segunda-feira, 13, a Secretaria Municipal de Educação (Smed), com o suporte técnico da Procempa, estará instalando radiowebs - emissoras utilizando a internet - em três escolas da Rede de Ensino. O projeto é uma maneira de incentivar o protagonismo juvenil em colégios que já desenvolvem trabalhos na área de comunicação.
As escolas contempladas com o novo sistema são a Emílio Meyer, de ensino médio, que já possui uma revista virtual e uma publicação impressa; a Tristão Monteiro, de educação especial, que desenvolve trabalhos de filmagem e fotografia; e a escola de ensino fundamental Grande Oriente, que produz um jornal virtual. Os alunos desses colégios já estão sendo chamados de "Pequenos Comunicadores Sociais".
Fórum Jovem
O processo de incentivo ao trabalho dos alunos, que serão os responsáveis pela programação das radiowebs, teve início em julho, quando 16 escolas da RME cobriram o Fórum Mundial de Educação (FME). O resultado dessa atividade poderá ser conferido a partir do dia 21 deste mês, quando será publicada a revista "Fórum.Jovem".
As radiowebs poderão ser acessadas através de links nos sites das três escolas e complementarão o trabalho de rádio dos colégios fundamentais Monte Cristo e Décio Martins Costa. No ano que vem, as escolas João Goulart, Carlos Pessoa de Brum e Nossa Senhora de Fátima, que participam do programa TIM Música nas Escolas, receberão da operadora de celulares TIM, equipamento completo de rádio, para iniciarem suas transmissões.
Informação: Prefeitura Municipal de Porto Alegre - Secretaria Municipal de Educação - Smed
-
2004-12-12 22:00Celito está pronto para assmumir o desafio
-
2004-12-12 22:00Proposta limita divulgação de pesquisas eleitorais
-
2004-12-12 22:00AGERT define último painelista
-
2004-12-12 22:00Aniversário da Rádio Rosário AM
-
2004-12-12 22:00Comunicado Radiobrás
-
2004-12-12 22:00Decisão Inteligente
-
2004-12-12 22:00Convênio ABERT/ECAD
-
2004-12-12 22:00AGERT disponibiliza Spot do seminário
-
2004-12-09 22:00Acordo sepulta o Conselho Federal de Jornalismo
-
2004-12-09 22:00Anatel apresenta regulamento para TV por assinatura
