Publicitários e radiodifusores juntos

Publicitários, radiodifusores, acadêmicos, especialistas na área e anunciantes estarão reunidos de 11 a 16 de dezembro, no Cais do Porto, em Porto Alegre para debater as novas tendências da comunicação.

A campanha, intitulada “A Propaganda no seu período fértil” tem o objetivo de mobilizar todos os públicos do negócio da comunicação no Estado para a agenda de eventos simultâneos, incluindo palestras regionais e nacionais, além de um grande case internacional, exposição de peças que concorrem aos prêmios dos três salões, exposição institucional das agências de Porto Alegre, um dia dedicado à radiodifusão elaborado pela AGERT e a entrega dos prêmios, encerrando com a festa e o Jantar da Propaganda.

O evento concentra o 30º Salão da Propaganda, o 6º Salão Promocional, Gráfico, de Design e Internet e o 7º Salão Regional, além do Seminário “Novas Perspectivas do Rádio” promovido pela AGERT.

O seminário reunirá para debate representantes das mídias, publicitários, clientes e veículos. Beto Callage, vice-presidente e diretor de criação da DCS, estará representando a criação; Angelo Franzão, vice-presidente executivo e diretor de mídia da McCann-Erickson Brasil, as mídias; Dóra Câmara, diretora comercial do Ibope, os veículos. O presidente do Grupo de Profissionais de Rádio de São Paulo (GPR-SP), Antonio Rosa, que é um dos maiores pesquisadores do meio rádio da atualidade, será o mediador da mesa de painelistas. Esse seminário ocorre no dia 16 de dezembro das 8h:30min às 12h e tem entrada gratuita.

Informação: AGERT

Seminário AGERT

Já estão definidos os temas dos painelistas para o seminário "Novas Perspectivas do Rádio" promovido pela AGERT.

O dia dedicado à radiodifusão contará com nomes de peso do cenário nacional que apresentarão temas referentes ao futuro do rádio.

Dóra Câmara, diretora comercial do Ibope apresentará o painel "Qual a real posição do meio rádio no cenário das mídias"; Angelo Franzão, vice-presidente executivo e diretor de mídia da McCann-Erickson Brasil, "Planejando Mídia para o Meio Rádio" e Beto Callage, vice-presidente e diretor de criação da DCS, "O poder criativo do rádio".

Antonio Rosa, presidente do Grupo de Profissionais do Rádio de São Paulo e Diretor da AESP - Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de São Paulo será o mediador da mesa de painelistas.

O evento ocorre na manhã do dia 16 de dezembro, quinta-feirsa, durante a Semana da Propaganda ARP/AGERT, no Cais do Porto em Porto Alegre. A entrada é gratuita.

Informação na TV

A Folha de S.Paulo de domingo (5/12) acertou em editar lado a lado as matérias sobre a ascensão da Fox News ("Nova fórmula da Fox muda a TV americana", pág A32) e a aposentadoria de dois dos três principais âncoras dos telejornais das grandes redes norte-americanas ("TVs aposentam os âncoras da era dourada", pág A33). Acertou porque uma e outra falam sobre a mesma coisa: telejornalismo e credibilidade.

O espantoso crescimento da Fox News, particularmente nos últimos três anos (a rede foi criada há oito), vem sendo acompanhado há algum tempo com a inquietação que o caso exige. A rede noticiosa de Rupert Murdoch surgiu para enfrentar a CNN e disposta a abrir mão do que até então se considerava clausula pétrea nos princípios jornalísticos das grandes redes de televisão: a isenção.

A verdade é que o público comprou, sabendo o que estava comprando, uma cobertura jornalística em que a imparcialidade não fazia parte do jogo. A perplexidade não é apenas em torno da escalada de audiência da Fox News, mas da possibilidade de que o princípio da isenção não queira dizer nada para o público que hoje se instalou diante da TV. Se Deus e a isenção jornalística não existem, tudo é permitido.

"Nova era"

A "era de ouro" que o título da Folha refere teve seu apogeu bem antes que esse público usasse fraldas. Dan Rather, hoje com 73 anos, e que anunciou sua aposentadoria para 9 de março do ano que vem, foi o sucessor, no CBS Evening News, de Walter Cronkite, que moldava a opinião pública dos Estados Unidos e definiu os rumos da guerra do Vietnã quando Nixon admitiu que "se perdemos Walter, perdemos a América".

Âncora do telejornal das 18h30, Cronkite era, para o cidadão americano, a única pessoa em todo o país que jamais lhe diria uma mentira. Uma confiança tão ampla não se forja com uma bela estampa (nenhum apresentador é particularmente bonito e dificilmente atinge o apogeu antes dos 60 anos), mas se constrói todos os dias. É um trabalho penoso e difícil, que junta talento jornalístico e carisma pessoal.

Na escala de prioridades das divisões de notícias das grandes redes norte-americanas, o furo de reportagem vem muitos pontos abaixo da manutenção da credibilidade de quem está apresentando a notícia. Para o público, ele é o fiador da própria emissora. Por isso ganham quase um milhão de dólares por mês e também por isso são tão importantes para divisões que faturam mais de 2 bilhões de dólares por ano.

Os números do mercado, reproduzidos na matéria da Folha, mostram a derrota que a Fox News vem impingindo à CNN (que, como as grandes redes abertas, vende o princípio da independência, ao lado da abrangência e permanência de sua cobertura) e também o surpreendente desempenho da cobertura das eleições presidenciais de 3 de novembro, quando a rede fechada atingiu 8,1 milhões de espectadores, contra 9,5 milhões da emissora aberta CBS.

Tais números devem-se ao fato de que grande parte do público, naquele dia, não procurava uma rede que permanecesse eqüidistante, mas sim que, como a maioria dos eleitores, tivesse feito sua opção por Bush. Naquela noite, pelo menos 8 milhões de norte-americanos buscavam na sua televisão qualquer coisa, menos isenção.

Se isso configurar uma tendência, todo o modelo do telejornalismo norte-americano, no que ele tem de melhor, terá de ser revisto – e o sucessor de Rather, por exemplo, já não será um espelho de seu antecessor, como Rather foi de Cronkite.

É possível que seja isso o que Brian Williams, o sucessor de Tom Brokaw, por 23 anos à frente do atual líder NBC Nightly News, estivesse querendo dizer quando afirmou, em sua estréia há poucos dias, que "nessa noite começa uma nova era nessa emissora".

O pilar da isenção

É compreensível que o público que está hoje diante de um aparelho de televisão não veja os mesmos programas, não tenha os mesmos valores e nem use a sua televisão da mesma maneira com que o fazia o público que dependia de Rather, Brokaw e Cronkite para ter certeza de que não lhe estavam dizendo mentiras. O que temos que tentar entender agora é o que este público está procurando num noticiário.

Adesão e cumplicidade seriam respostas insatisfatórias. Podia ser no último dia de uma eleição disputada, onde se havia criado o clima de um jogo de futebol. O público prefere o comentarista que fale bem de seu time. Mas os telejornais das três grandes redes norte-americanas, que há 30 anos tinham mais de 70% de toda a audiência, hoje têm perto de 20%.

É certo que, a partir dos anos 1980, o ambiente de TV por assinatura roubou quase 60% dos espectadores da TV aberta nos EUA. Mas a pergunta que está no ar é se a isenção ainda pode se sustentar como o principal produto de venda dos noticiários de TV – e se não puder, pelo que ela estará sendo substituída.

Sensação de credibilidade

No Brasil, isenção é um prato relativamente novo no cardápio do telejornalismo. Extraordinários lampejos de independência já existiam desde os anos 1960 em produtos como o Jornal de Vanguarda, até hoje uma experiência singular de jornalismo em televisão por qualquer padrão internacional.

Os avanços da Rede Globo neste campo são notáveis. A grande rede brasileira pratica hoje um jornalismo que em nada lembra o dos tempos em que a própria população reagia à presença de equipes de reportagem da emissora nas ruas. Mas não há dúvida que apenas Boris Casoy expressa plenamente a concepção norte-americana de um âncora que não deixa que mintam para o seu público – e que para isso seja fiador da própria emissora.

Há diferenças, é claro. A primeira é que é bem mais complicado ser fiador da credibilidade da Record que da CBS. Para vencer isso, Casoy conseguiu fazer com que na Record – como no SBT – a sua própria divisão de notícias (há outras na Record, como havia outras no SBT) tenha estrutura própria e uma forte desvinculação editorial da emissora. A segunda é que Boris, ao contrário dos grandes âncoras americanos, opina no ar. Ambas as diferenças apontam para uma personalização muito forte dos telejornais conduzidos pelo único âncora brasileiro a lembrar o modelo dos âncoras que hoje estão passando o bastão nos telejornais norte-americanos.

O público brasileiro comprou esta sensação de credibilidade? Em parte sim, se formos comparar o desempenho do Jornal da Record, particularmente o seu faturamento, com o de outros produtos dentro da mesma emissora e com a incapacidade de sua redação gerar tantos fatos jornalísticos, denúncias comprovadas e furos de reportagens quanto a da Globo.

Mas se se ampliarem as dúvidas que se instalam no modelo gerador de tudo isso, então todo o telejornalismo que se pratica à luz do modelo estará em risco. A questão a se pensar é se existe a imagem de um modelo melhor nas novas formas de organização da mídia eletrônica – ou para onde quer que se procure enxergar.

Informação: Sulrádio/ Observatório da Imprensa

Assembléia Geral Extraordinária

As associadas da AGERTestão convocadas para reunião de Assembléia Geral Extraordinária, dia 14 de dezembro, às 10h em primeira chamada e às 10h30 em segunda e última chamada, com qualquer número, na sede da AGERT (Riachuelo 1098, cj. 204), conforme estabelece o capítulo VI do Estatuto Social para deliberar sobre a alteração do Estatuto Social e outros assuntos de interesse da associação.

Fórum Social tem programa de rádio na web

Mundo do Fórum’ é o programa de rádio que o Fórum Social Mundial estreou nesta segunda-feira. Com cinco minutos de duração, a atração diária pode ser acessada via internet ou 0800. O programa traz informações e entrevistas relativas ao evento, que ocorre de 26 a 31 de janeiro de 2005, em Porto Alegre. Editado e produzido pela equipe de comunicação do escritório do FSM da Capital, o Mundo do Fórum está disponível no site do Fórum, no link Sala de Imprensa, ou pelo telefone 0800-6482005.

Aspectos da organização do evento, dos temas em debate e programação com locução, entrevistas e boletins de reportagem são algumas das variáveis apresentadas. O programa conterá, ainda, um bloco com as notícias diárias da preparação do FSM. Os boletins de rádio podem ser reproduzidos na íntegra ou fragmentados. "Esperamos atingir o maior número possível de rádios, emissoras comerciais e ouvintes, para assim levar ao grande público a idéia de que um outro mundo é possível", avalia o coordenador-executivo do FSM, Jeferson Miola.

Fonte: Coletiva.net

Fórum Social Mundial em tempo real

A partir de hoje, o programa de rádio "O Mundo do Fórum" entra no ar. Com duração de 5 minutos, pode ser acessado no site www.forumsocialmundial.org.br. A infraestrutura tecnológica do Fórum Social Mundial, que acontecerá em Porto Alegre de 26 a 31 de janeiro de 2005, permitirá o acompanhamento das atividades em todo o planeta. Os organizadores prevêem que aproximadamente 400 atividades poderão ser acompanhadas em tempo real, via web, em até 5 idiomas diferentes. Com as medidas que estão sendo providenciadas internautas e emissoras de rádio e TV de todo o mundo poderão acessar e retransmitir o conteúdo do FSM.

A Procempa, empresa de processamento de dados da prefeitura de Porto Alegre, agrupará material em um banco de dados que será disponibilizado, ao vivo ou após o evento, no site do Fórum Social Mundial (www.forumsocialmundial.org.br). Emissoras de rádio receberão um endereço virtual fornecido pela organização. Aos internautas bastará acessar a página e escolher a atividade e idioma que preferirem.

Já a transmissão de imagens vai comportar dois eventos por turno, cujos sinais de áudio e vídeo serão canalizados por uma central instalada na Usina do Gasômetro e lançados pela web e via satélite.

Informação: Sulrádio/ Portal Imprensa/ Fenaj

Radiodifusores são o último obstáculo para Ancinav

A criação do Fórum do Audiovisual e do Cinema (FAC) foi tema abordado indiretamente no I Seminário Internacional do Audiovisual, que aconteceu entre sábado, 4, e esta segunda, 6, em São Paulo. Na abertura do evento promovido pela Apaci e Abraci, (associação paulista e brasileira de cineastas), o presidente da Apaci, Alain Fresnot, lembrou que toda a discussão em torno da criação da Ancinav passou apenas pela primeira fase. Para ele, as fortes críticas que o projeto gerou foram apenas o "susto" de alguns setores, mas que as discussões podem ainda caminhar para um entendimento de todos os setores da indústria audiovisual. Fresnot afirmou que o texto do projeto tem que chegar ao Congresso "com um consenso para que o setor não sofra as conseqüências de um encaminhamento pouco maduro da questão". "Ainda está em tempo de nós progredirmos positivamente", completou.

Já o assessor especial do Ministério da Cultura, Manoel Rangel, após longa exposição sobre as razões históricas que levaram o MinC a criar o anteprojeto, afirmou que ainda "resta o fato de setores da radiodifusão não quererem avanços". Sem citar o FAC, Manoel afirmou que a radiodifusão "por seu poder político e econômico", acabou seduzindo a atraindo setores que se benificiariam da nova legislação proposta, mas que vêm se manifestando contra.

Distribuição
Ainda na abertura do evento, o diretor-presidente da Ancine, Gustavo Dahl, afirmou que o grande nó na industria conematográfica é a distribuição. Para ele, o setor de distribuição precisa ser fortalecido para atuar também fora do País.

Informação: Sulrádio: Tela Viva News

Comunicado Negociação Sindical Sindirádio

O Sindirádio informa aos radiodifuores que foi realizada reunião entre a presidência do sindicado patronal e a presidência do sindicato dos trabalhadores radialistas, onde após exaustivas conversas, o sindicato patronal apresentou nova proposta ao presidente do sindicato dos radialistas, e este ficou de apresentar em sua assembléia geral extraordinária que será realizada nesta quarta feira dia 08.12.2004 ás 20:00HS para apreciação da categoria.
A proposta patronal apresentada foi a seguinte :

l) Reajuste de salário: 5,72% para quem ganha até R$ 1.300,00, e acima deste valor o reajuste será escalonado.

2) Pisos :
Rádio Interior
Funções não regulamentadas 287,41
Regulamentas exceto locutores 415,85
Locutores 451,46

TV interior

Regulamentadas 533,50

TV Capital
Funções não regulamentadas 328,11
Regulamentadas Grupo I 533,50
Regulamentadas Grupo II 656,20


3) Adicional por viagens: manutenção do acordado na convenção 2003/2004

4) Auxilio escola de educação infantil: permanece a clausula proposta pelo sindicato patronal ,com manutenção dos valores acordado na convenção 2003/2004 .

Esperamos termos dado um passo importante para solução do impasse criado e conseguirmos êxito na busca da celebração da convenção coletiva de trabalho 2004/2005.

Informação: Sindirádio

Celito deve assumir a comunicação do Piratini

Está confirmada a informação publicada hoje por Rosane Oliveira em sua coluna Página 10, de Zero Hora: Celito de Grandi deve assumir a coordenação de Comunicação Social do governo do Estado, em substituição ao demissionário Flávio Dutra. Agora no final da manhã o chefe da Casa Civil, secretário Alberto Oliveira, a quem está subordinada a área, estará encaminhando os detalhes para a nomeação do jornalista. Celito teve passagens por jornais da capital e pelo diário A Razão, de Santa Maria, e no final da década de 90 foi delegado Regional do Trabalho.

Informação: Coletiva.net

Convocação de Rede Nacional Obrigatória

ATENÇÃO EMISSORAS

CONVOCAÇÃO DE REDE NACIONAL OBRIGATÓRIA

MINISTRA NILCÉIA FREIRE


De acordo com o preceituado no artigo 4º da Lei número 10.683, de 29/05/03, fica convocada a Rede Nacional Obrigatória de Emissoras de Rádio para a transmissão de pronunciamento da Excelentíssima Senhora Ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, dia 08/12/04 (quarta-feira), com duração de aproximadamente 4"00" (quatro minutos). A geração estará a cargo da Radiobrás.


Emissoras de Rádio: 20h às 20h04 (hora de Brasília)

Informações: tel. (61) 327- 4626 / fax: (61) 328- 8755

E-mail: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

Favor informar o endereço eletrônico de sua emissora.

Atenciosamente,

Edílson Furtado Cavalcante

Rede Nacional de Rádio

Informação: RADIOBRÁS - Empresa Brasileira de Comunicação S/A