A evolução tecnológica do Rádio

A constante evolução tecnológica experimentada diariamente pelo homem tem provocando mudanças em seu comportamento e relacionamento, uma vez que cria parâmetros menos complexos e alternativos mais acessíveis. Assim foi com a impressora de Gutenberg, que acelerou a alfabetização do homem, e com o motor a vapor, transportando enormes cargas e aproximando as pessoas. O rádio também contribuiu, e contribui até hoje, na formação de opiniões de seus ouvintes, com informações precisas e imediatas. Nunca um meio de comunicaçõo esteve tão próximo do homem: desde o fácil transporte, graças ao pequeno peso e tamanho dos aparelhos atuais, até a dispensa de cultura específica para a compreensão da mensagem. Na verdade, basta não possuir deficiência auditiva para estar apto a receber a informação transmitida.

A descoberta da eletricidade, em 1780, por Benjamin Franklin, estimulou jovens pesquisadores a aprofundarem seus estudos nessa nova e desconhecida área. Após a pilha de Volta e os experimentos de Oersted, Faraday e Ampère, James Maxwell, professor de física experimental da Universidade de Cambridge, Inglaterra, em 1863, demonstrou, teoricamente, a existência de ondas eletromagnéticas. O jovem cientista alemão Heinrich Hertz, com base nos estudos de Maxwell, desenvolve experiências em seu laboratório e faz com que faíscas saltem entre duas bolas de cobre separadas pelo ar, estabelecendo o princípio da propagação radiofônica, isto é, que ondas eletromagnéticas podem levar energia através da atmosfera. O semanário The Economist, em sua edição de 20 de maio de 1882, comenta: "A eletricidade e a luz elétrica são, muito provavelmente, as melhores invençães já feitas até hoje".

Em 1985, na cidade de Bolonha, Itália, o estudante Guglielmo Marconi conseguiu transmitir sinais em código Morse no jardim de sua casa, sem o uso de fios. No ano seguinte, sua família mudou-se para a Inglaterra, onde Marconi pôde aperfeiçoar seu método de transmissão, chegando à milhas de distância.

O sucesso desses experimentos rendeu-lhe o Prêmio Nobel de Física de 1909. (Datam de 1904 patentes obtidas pelo padre brasileiro Landell de Moura para um telefone sem fio e um telégrafo sem fio que, se reconhecidos, o inscreveram entre os precursores do rádio) (*).

A exploração regular do serviço de radiodifusão tem início em 2 de novembro de 1920, com a inauguração nos Estados Unidos da KDKA, instalada em Pittsburgh. Por outro lado, o rádio não-comercial, mantido com uma taxa recolhida pelos proprietários de receptores, estabeleceu-se na Inglaterra, em 1922, com o início das transmissões da BBC de Londres.

No Brasil, os organizadores da Exposiço Comemorativa dos 100 anos de Independência sabiam que aquela data iria marcar a história com as novidades apresentadas, dentre elas a Semana de Arte Moderna e a grande novidade tecnológica: o rádio.

Dois transmissores da empresa de diferentes fabricantes foram colocados no alto do Corcovado e levaram à área da exposição o discurso do presidente Epitácio Pessoa. O equipamento, no entanto, deveria ser retirado ao término da exibição, fato que levou o médico e antropólogo Edgard Roquette-Pinto, juntamente com o professor de física Henrique Morize e um grupo de membros da Faculdade de Medicina, a pleitear a instalação definitiva de uma emissora de rádio, objetivo alcançado, já no ano seguinte, com a fundação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro (PRA2).

Nas modalidades rádio-sociedade e rádio-clube, que, depois da criação da nossa primeira estação de rádio, surgiram em todo o Brasil, o princípio era o mesmo: um grupo de pessoas pagava uma mensalidade para a manutenço do equipamento e o salário dos funcionários, e alguns ainda cediam discos para serem ouvidos por todos. Foi essa característica, adotada por Roquette-Pinto, que tornou possível, num primeiro momento, nossa incipiente radiodifusão, que só se tornou um meio de comunicação de massa na década de 30, com a introdução da radio comercial e a redução do preço dos receptores. A percepção da potencialidade do rádio não era, como se extrai das palavras de Albert Einstein, privilégio apenas das pessoas que lidavam com o novo meio: em 1925, em visita ao Brasil, ele recomendava "cuidado na utilização do rádio, pois, se mal usado, as conseqüências poderão ser lamentáveis".

A partir de 1927, começa a era eletrônica do rádio. O som dos discos não precisa ser captado pelo microfone, pois o toca-disco tinha sido conectado a uma mesa de controle de áudio e podia ter seu volume controlado eletronicamente. Com estúdios mais ágeis, as produções dos programas radiofônicos, ficam mais aprimoradas.

Em março de 1932, o presidente Getúlio Vargas autoriza a veiculação de publicidade pelo rádio, o que lhe dá um novo rumo, mudando seu aspecto cultural e erudito para popular, visando o comércio e a diversão.

O rádio evolui rapidamente em todo o país, a ponto de preocupar o governo, estimulando a criação do Departamento Oficial de Propaganda (DOP), depois transformado no Departamento de Imprensa Oficial de Propaganda (DIP). Esse novo departamento tinha o poder de fiscalizar e censurar a programação das emissoras de rádio.

Em 1936, entra no ar a Rádio Nacional do Rio de Janeiro (PRE8), que, com suas transmissões em ondas mádias e curtas, atingia todo o território nacional e até outros países. Faz tanto sucesso, que é encampada pelo governo Vargas, para divulgar o regime político em vigor - e com qualidade artística e técnica, uma vez que contratava os melhores profissionais e dispunha do equipamento mais moderno.

Nos anos 40 a concorrência levou as emissoras a uma disputa inédita: a audiência. Surgem as radionovelas, com o objetivo de criar um público fiel à emissora, além de programas musicais, humorísticos, esportivos, infantis, femininos, brincadeiras de auditório, etc. A Segunda Guerra Mundial praticamente estabelece o rádio no campo jornalístico, face aos recursos de comunicação então existentes e ao fato de a transmissão radiofônica superar em agilidade qualquer outro meio. Os gravadores magnéticos, utilizando um fio metálico, representaram um recurso apreciável não só para uso das forcas armadas, como para os jornalistas que trabalhavam no rádio. Foram, também, precursores dos equipamentos que apareceram no pós-guerra, enriquecendo a técnica de registro, edição e preservação dos acontecimentos de significado histórico - sempre com a indispensável presença do rádio e dos profissionais do rádio.

Na programação de uma emissora, os comerciais eram tão importantes quanto os programas e, por isso, deviam ter excelente qualidade sonora. Para garantir que emissoras diferentes veiculassem a mesma propaganda, um disco com 6 ou 7 faixas iguais era produzido e distribuído pelas emissoras de todo o país. O material de 78 rotações (shellac) é substituído pelo PVC (policloreto de vinila) e com sulcos mais próximos pode gravar até 23 minutos por lado com melhor qualidade. Porém o padrão hi-fi (alta fidelidade sonora) não pode ser aplicado às emissoras de rádio de amplitude modulada (AM), monocanais e de qualidade sonora limitada.

As primeiras emissoras em frequência modulada (FM), com qualidade de som melhor que as AM, no início operavam com músicas instrumentais, ideais para salas de espera e ambientes internos. Não tinham muita audiência do público jovem. Isso só foi alcançado a partir de 1976, quando algumas emissoras começaram a dirigir sua programação ao público jovem. Para quem dispunha de um gravador, era uma boa chance de estar atualizado com os lançamentos musicais.

Hoje a segmentação da audiência direciona, via de regra, as emissoras de AM àinformação e as de FM ao entretenimento.

No AM, o imediatismo e a precisão da notícia vêm dos inúmeros reporteres espalhados pelo país, agora auxiliados pelos ouvintes-reporteres, cidadãos comuns que fazem seus relatos através de seus telefones celulares. As FM perderam seu caráter regional e as redes nacionais via satélite interligam inúmeras emissoras em diversos estados.

A proposta do novo rádio digital, ainda em fase de definição, novamente revolucionará o meio. Teremos canais sonoros de excelente qualidade e canais de dados com textos e imagens. Cada vez menores, os receptores poderão ser implantados cirurgicamente nos ouvintes e a comunicação interpessoal deverá passar por uma reformulação.

Como devemos interpretar a expressão "oitenta anos de rádio?" Oitenta anos da primeira transmissão de sinal eletromagnético? Oitenta anos da primeira transmissão de sons por meio de ondas eletromagnéticas, ou oitenta anos da primeira emissora de sinais de rádio para o público?

Embora não pareça, estes três fatos aconteceram em datas diferentes, no Brasil. A telegrafia sem fio, que utilizava sinais de rádio, teve início em 6 de abril de 1919, em Recife, com a Rádio Clube de Pernambuco.

Já a primeira transmissão sonora de músicas e de um discurso presidencial deu-se em 7 de setembro de 1922 na cidade do Rio de Janeiro, captada por oitenta alto-falantes espalhados na Exposição do Centenário. Mas a primeira emissora de rádio, como conhecemos hoje, foi fundada por Roquette-Pinto e Henrique Morize, em 20 de abril de 1923 - a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.

No Brasil e no mundo são muitas as datas comemorativas dos eventos radiofônicos. Comemora-se nos dias 25 de abril e 22 de outubro, o Dia do Radioamador; no dia 5 de maio (nascimento do marechal Cândido Mariano Rondon), o Dia Nacional das Comunicações; no dia 17 de maio, o Dia Internacional das Telecomunicações; no dia 27 de maio, o Dia Mundial dos Meios de Comunicação; no dia 21 de setembro, o Dia do Radialista e no dia 25 de setembro (nascimento de Edgard Roquette-Pinto), o Dia do Rádio.

Independente da data exata, o que se comemora é o início da utilização do rádio como meio de comunicação - a comunicação à distância, sem fio.

Superligados na TV

As crianças e os adolescentes brasileiros são provavelmente os que mais vêem televisão no mundo. Por outro lado, são os que menos lêem livros. Os que moram em grandes cidades quase não brincam. E a quase totalidade deles ignora a prática de esportes coletivos e o uso do computador.

Essa gangorra é o retrato de uma pesquisa inédita feita pelo instituto Ipsos em dez países (entre eles Estados Unidos, Reino Unido e China). Foram entrevistados 5.500 pais e responsáveis por crianças e adolescentes de 2 a 17 anos. A pergunta: o que seus filhos fazem todos os dias?

No Brasil, 57% dos 500 entrevistados responderam que seus filhos assistem a TV durante pelo menos três horas por dia e 31%, de uma a duas horas. Só 5% falaram que seus filhos não vêem TV.

Os dados são mais conservadores que os do Ibope. Segundo o instituto, os telespectadores de 4 a 17 anos passaram em setembro, em média, quatro horas e 25 minutos por dia com a TV ligada.

Em contraponto à televisão, 43% dos pais brasileiros ouvidos disseram que seus filhos não ocupam nada de seu tempo lendo livros ou brincando com os amigos; 79% disseram que seus herdeiros não praticam esportes coletivos; 69% afirmaram que eles não usam computadores.

"O resultado é preocupante. Quando há mais TV do que leitura, há um empobrecimento do país. Não brincar também é perigoso. A criança que não brinca não conversa, fica isolada", diz Ana Bock, presidente eleita do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e professora da PUC-SP.

Para Beth Carmona, presidente da TVE (emissora educativa do Rio de Janeiro), há um fator que faz toda a diferença na análise desses dados. "O tempo que as crianças passam nas escolas nos Estados Unidos e na Europa é de até sete horas por dia. Aqui, não passam mais do que quatro horas. Logo, os brasileiros ficam mais tempo em casa do que na escola, provavelmente vendo televisão", afirma Carmona, que também coordena a ONG Midiativa.

O fato de a pesquisa da Ipsos ter sido feita no Brasil apenas em centros urbanos (São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre), de acordo com Beth Carmona, explica a alta incidência de crianças que não brincam com amigos. Por trás disso, estaria o medo da violência nas ruas.

Carmona responsabiliza parcialmente a política educacional brasileira por esse panorama de muita televisão e pouca leitura e brincadeira. Mas não isenta a televisão. "A TV pode levar a criança a conclusões distorcidas. A TV mostra uma rua mais perigosa do que ela é, e isso gera medo, neurose, violência. A influência da televisão no Brasil é muito séria. Nossas crianças são mais desinformadas. Na Europa, há uma tradição de TV pública com programação para criança mais elaborada."

Para Rodrigo Toni, diretor-geral do Ipsos no Brasil, a pesquisa não permite afirmar que a TV afasta a criança dos livros e das brincadeiras. "Há muita televisão, mas o que as afasta das outras atividades são a falta de hábito e os ambientes educacional e familiar. Os vilões são os próprios pais, que não valorizam a leitura", diz.

Opinião parecida tem a psicóloga especializada em famílias Lidia Aratangy: "Pais leitores têm mais chances de ter filhos leitores simplesmente porque as crianças percebem que aquele objeto deve ser muito importante para prender a atenção de uma pessoa tão importante". Ela recomenda também que os pais assistam à TV juntos dos filhos, para transformá-los "de esponjas em filtros".

Segundo a psicóloga Ana Bock, "o ideal é que se gaste tempo vendo TV e também lendo. A leitura é ainda uma das ferramentas mais ricas que temos. Nela, é você quem faz o cenário, diferentemente do que ocorre com a TV".

De acordo com Bia Rosenberg, gerente de produção da TV Cultura, a pesquisa retrata um aspecto cultural: "Já é uma tradição a família brasileira assistir a muita televisão. Isso não significa que sejamos mais burros, mas que escolhemos o que é mais fácil".

Não é por acaso, portanto, que a MTV não tenha tido retorno de seu público-alvo (adolescentes e jovens) de uma vinheta que exibe há dois meses: "Desliga a TV e vai ler um livro". "Recebemos muitas felicitações de pais e professores", conta José Wilson, diretor de marketing do canal. Os adolescentes não se manifestaram.

Informação: Sulrádio/ Folha de São Paulo

Lançado comitê gaúcho pró-CFJ

Mais de 40 pessoas estiveram presentes, na última sexta-feira, na Assembléia Legislativa, participando do lançamento do Comitê Gaúcho em Defesa do Conselho Federal de Jornalismo (CFJ). A atividade foi coordenada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado, que solicitou a participação do movimento social, entidades sindicais, parlamentares, partidos políticos, outras categorias profissionais que contem com conselhos regionais, jornalistas e setores da sociedade que apóiam o projeto de lei.

A criação do comitê faz parte do projeto da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) para divulgar e promover uma maior compreensão da sociedade sobre o conselho. Segundo o conselheiro-fiscal do sindicato e secretário-geral da Fenaj, Celso Schröder, o número de participantes no lançamento do comitê foi significativo, já que muitas pessoas estão mobilizadas com campanhas políticas.

Ele informou ainda que, em 13 de novembro, em Brasília, a Fenaj realizará um encontro, no qual discutirá questões críticas sobre o conselho levantadas por entidades e deverá propor modificações. A entidade apresentará, então, um substitutivo do projeto de lei.

Informação: Coletiva.net

Ministério Público do RS abriu inscrições para a quarta edição da premiação que leva seu nome

O Ministério Público do Rio Grande do Sul abriu inscrições para a quarta edição da premiação que leva seu nome.

O Prêmio Jornalismo Ministério Público do Rio Grande do Sul recebe trabalhos, em duas vias, para a categoria Rádio até o dia 16 de novembro. O conteúdo das matérias deve estar ligado à atuação do MP e com veiculação dentro do período de 15 de novembro de 2003 à mesma data deste ano.

Informações pelo telefone (51) 3224-6938

Informação: Sulrádio/ Rádio Agência

Tendência aponta programas sem intervalo na TV

Notícia divulgada na edição de hoje do The Wall Street Journal confirma nova tendência na TV americana, a exibição de programas sem intervalos comerciais. No lugar de veicular comerciais de 30 segundos, os anunciantes inserem seus produtos no conteúdo dos programas. A Ford já experimentou a novidade e realiza novamente a iniciativa no mês que vem, quando patrocinará um episódio especial do seriado "American Dreams", na NBC.

O jornal observa ainda que a tendência decorre da saturação dos intervalos comerciais e do esforço feito pelos anunciantes para encontrar formatos mais criativos na apresentação de suas marcas e produtos para o consumidor. Além da Ford, a Miller Brewing e a XM Satellite Radio já patrocinaram programas “commercial free”.

Informação: Coletiva.net

Radialistas entram com ação contra TVE e Cultura

O Sindicato dos Radialistas impetrou uma ação contra a TVE e a rádio FM Cultura, para cobrar as diferenças salariais relativas ao Acordo Coletivo 2003/2004, que foi assinado e não cumprido pela atual administração das emissoras, segundo acusa a entidade. A audiência ocorrerá na 2ª Vara do Trabalho, no próximo dia 3 de novembro, às 8h55min.

A direção do sindicato alega que "quando o diálogo é unilateral e a intransigência patronal descumpre direitos trabalhistas, o sindicato busca na justiça a reparação destes erros em defesa dos profissionais da categoria”.

Informação: coletiva.net

Domingo é o dia mundial pela democracia na mídia

Um programa ao vivo para todo o Brasil sobre qualidade da programação na TV e a democratização da comunicação é a proposta fechada entre o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), a campanha ‘Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania’ e a Radiobrás. O debate será transmitido por satélite no próximo domingo, a partir das 14h, e terá recepção aberta a todas as emissoras que desejarem exibi-lo. Estão programadas também manifestações públicas nas ruas das principais cidades e pelo rádio, que prometem envolver a população de diversos estados.

Ontem pela manhã, foi realizada uma videoconferência, na qual foram acertados os detalhes da articulação que levará ao ar o debate. A produção servirá de estímulo para que a população possa protestar contra a baixaria na TV e, ao mesmo tempo, discutir saídas para o problema. Como parte das atividades brasileiras do Dia Mundial pela Democracia na Mídia, a iniciativa inclui uma grande mobilização em torno do desligamento dos aparelhos de TV durante uma hora do mesmo dia, das 15h às 16h.

"Um programa ao vivo com intervenções públicas de várias cidades do País vai concretizar na tela um tipo de conteúdo de qualidade para a TV que deveria ser patrocinado pelas emissoras, mas é sempre desprezado", afirma o coordenador-geral do FNDC, Celso Schröder. A campanha ‘Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania’ coloca à disposição o telefone 0800 61 9619 (ligação gratuita) para que a população possa reclamar sobre os desrespeitos aos direitos humanos na programação das emissoras de TV.

Informação: Coletiva.net

ABERT denuncia irregularidades praticadas por rádio comunitária em Constantina/RS

A ABERT encaminhou ofícios à ANATEL e ao Ministério das Comunicações relatando diversas irregularidades praticadas por rádio comunitária autorizada a operar em Constantina, no Estado do Rio Grande do Sul.

Conforme demonstrado nas gravações que acompanharam os ofícios, a Rádio Constantina FM, mantida pela Associação Comunicação Comunitária Educativa e Cultural Constantina - Rádio FM, descumpre diversos dispositivos legais que regem à radiodifusão comunitária, vez que, dentre outras irregularidades, transmite patrocínio em desacordo com as normas legais e propaganda e publicidade comercial, desvirtuando as finalidades do Serviço de Radiodifusão Comunitária.

Ao final dos ofícios, ressaltou a ABERT que a emissora objeto das denúncias não cumpre suas finalidades legais e está causando graves prejuízos às demais emissoras que operam em conformidade com a legislação, bem como à população em geral.

Informação: Sulrádio/ ABERT

Mais um radiodifusor é eleito no Estado

No município de Feliz, Albano José Kunranth, gerente Administrativo da Rádio Vale Feliz FM, foi eleito vice-prefeito. Kunranth é vice de Cesar Assmann e ambos foram eleitos com 4.877 votos válidos, 60,82% da preferência.

Informação: AGERT

Café com o Presidente

Nesta segunda, dia 18/10/04, irá ao ar o programa Café com Presidente, uma conversa quinzenal do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os ouvintes de todo o Brasil. O programa será distribuído em quatro horários: às 6h, às 7h(local - DF), 7h20 (rede) às 8h30 e 13h pelo sistema de satélite Radiobrás, o mesmo da Voz do Brasil.

O Café com o Presidente também estará disponível no formato MP3, na Internet, a partir das 6h da segunda-feira, dia 18. Basta acessar a página da Agência Brasil no endereço www.radiobras.gov.br e fazer o download.

O programa tem o formato de entrevista e pode ser utilizado pelas emissoras tanto no horário dos programas jornalísticos quanto na grade de programação. A produção do Café com o Presidente é da Radiobrás. A apresentação é feita pelo jornalista Luiz Fara Monteiro.

PROGRAMA CAFÉ COM O PRESIDENTE

DIA 18/10/04, às 6h, 7h (local-DF), 7h20 (rede) 8h30min e 13h
DURAÇÃO: 06 minutos
DOWNLOAD MP3: www.radiobras.gov.br

Informação: Radiobrás