AGERT PARTICIPA DO LANÇAMENTO DO PROGRAMA DE PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DO GOVERNO DO ESTADO

O Comitê de Prevenção à Violência, o qual Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT) integra, se reúne na terça-feira, dia 27/02 às 14h, para o lançamento do Programa de Prevenção a Violência, que faz parte de uma série de ações do governo do Estado para a segurança pública.

O Presidente da AGERT, Roberto Cervo “Melão”, declara apoio incondicional ao projeto. “A AGERT divulgará este grande projeto, das pequenas emissoras do interior até as grandes”. O evento será realizado no Salão Negrinho do Pastoreio do Palácio Piratini.

CHIP BRASILEIRO PARA TV DIGITAL

Agência FAPESP - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou na semana passada programa de financiamento para a implantação da TV digital no país, com recursos da ordem de R$ 1 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), na cerimônia em Brasília foi assinado contrato de financiamento para a produção do primeiro chip feito no Brasil para equipamentos de transmissão de sinais de TV digital.

O desenvolvimento do chip foi feito em parceria pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS), a empresa Telavo Digital e o Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec). O Instituto Ábaco, de Campinas (SP), é responsável pelo hardware do projeto.

Além dos recursos do BNDES de R$ 14,6 milhões, que representam 85,4% do investimento do projeto, a Telavo Digital entrou com R$ 2,4 milhões, sendo responsável pela integração das partes do projeto e pelo equipamento das transmissões digitais.

O chip faz modulação com três sistemas, atendendo aos padrões de TV digital europeu, norte-americano e o japonês. “A produção desse equipamento é um marco para a indústria brasileira e, por sua adaptabilidade, o chip nacional poderá ser exportado para diversos países”, disse Jakson Sosa, presidente da Telavo Digital e conselheiro do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD-T).

A cerimônia contou ainda com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, do ministro das Comunicações, Hélio Costa, e do representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Jairo Klepacz, além de parlamentares e outras autoridades.


FONTE: ABERT/ REVISTA PESQUISA

VENDAS DAS RÁDIOS E TV GUAÍBA REPERCUTE NO MERCADO

Caiu como uma bomba no mercado a notícia publicada ontem com exclusividade por Coletiva.net detalhando a venda das rádios Guaíba AM e Guaíba FM e da Televisão Gaúcha para a Rede Record, de São Paulo.

Foi o comentário dominante nos meios político e empresarial do Rio Grande o Sul no final da tarde, todos surpreendidos com a rapidez com que foi concretizado o negócio. À noite, sem acrescentar maiores detalhes, o diretor da Empresa Jornalística Caldas Jr., Carlos Ribeiro, confirmou para Zero Hora a operação realizada com a organização paulista, de propriedade da Igreja Universal do Reino de Deus, do bispo Edir Macedo.

A edição de hoje do Correio do Povo silencia sobre o assunto.


O vice-presidente da Rede Pampa, Paulo Sérgio Pinto, informou que há alguns meses a Record, cuja programação a Pampa retransmite no Rio Grande do Sul, entrara em contato para adquirir o controle da empresa gaúcha. “Mas o Gadret respondeu que não vende por dinheiro nenhum”, disse Paulo Sérgio, referindo-se ao presidente Otávio Gadret. “Ainda vai rolar muita água debaixo desta ponte”, respondeu ele, quando questionado sobre os passos da Rede Pampa em relação ao futuro, já que o contrato com a Record encerra-se em meados de 2008 para as transmissões conjuntas na emissora de Porto Alegre.



O presidente do Sindicato dos Jornalistas no Estado, José Carlos Torves, está em Brasília, onde soube da notícia através de Coletiva.net. Prometeu manifestar-se hoje sobre o assunto.

FONTE: COLETIVA.NET

MINISTÉRIO PÚBLICO SE PREPARA PARA COBRAR TVS

O Ministério Público Federal prepara-se para cobrar das TVs que exibam seus programas nos horários determinados pelo governo e respeitem os diferentes fusos horários do país.

A partir de 13 de maio, uma novela classificada para as 21h, por exemplo, não mais poderá ir ao ar às 18h no Estado do Acre, como ocorre atualmente. A regra foi determinada pela nova portaria de classificação de programas de TV do Ministério da Justiça (MJ), publicada na última segunda-feira, no "Diário Oficial" da União.

Anteontem, representantes do MJ se reuniram em Brasília com um grupo de procuradores do Ministério Público Federal para debater o assunto. Procurador da República do Estado do Acre, Marcus Vinícius Aguiar Macedo afirmou à Folha que, no encontro, ficou acertado que o MP não acionará as TVs somente quando perceber abusos em determinados programas, como ocorre hoje.

"Agora não teremos mais que gravar programas para encaminhar ao juiz e discutir conteúdos pontuais. Vamos cobrar que toda a programação seja transmitida, nos diferentes fusos, de acordo com a classificação etária", diz o procurador.

Para ele, a nova portaria "evolui, por tratar todas as crianças e adolescentes do país de forma igual". "Foi realizada uma consulta pública no Acre, e essa foi uma exigência da sociedade acreana", afirma Macedo.

A portaria dita normas para que os programas sejam classificados pelo governo por faixas etárias (não recomendados a menores de 10, 12, 14, 16 e 18 anos) e exibidos nos horários adequados a cada idade (20h para 12 anos, 21h para 14 etc).
A obrigação de respeitar a classificação nos diferentes fusos é uma novidade desta portaria.

O Brasil possui quatro diferentes fusos, e, durante todo o ano, serão afetados Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Na vigência do horário de verão (quatro meses), entram também na lista todos os Estados do Nordeste, que passam a marcar uma hora a menos do que a de Brasília.

Esse é o ponto que mais preocupa as redes de TV, visto que complicará a venda de anúncios para o território nacional. Elas defendem que a portaria retoma a censura e que os pais devem decidir o que os filhos podem ver. As emissoras tentam derrubar a obrigatoriedade e esperam uma vitória no Supremo Tribunal de Justiça.

O órgão julgará nas próximas semanas uma ação de inconstitucionalidade movida pela OAB contra a antiga portaria de classificação. Na prática, se a OAB vencer, a nova portaria perde força para exigir que as TVs cumpram os horários determinados pelo governo.
Ontem, José Elias Romão, diretor do departamento de classificação do MJ, falou em bate-papo na internet sobre as novas regras e a pressão exercida pelas TVs.

"Historicamente, as emissoras atuam em vários planos de pressão: Congresso, Judiciário e diretamente sobre a Presidência da República".


FONTE: ABERT/ FOLHA DE SÃO PAULO

MINISTRO DIZ QUE SÃO PAULO EXPERIMENTA TV DIGITAL EM JULHO

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse nesta quinta-feira que, em julho, as emissoras de televisão de São Paulo começam a operar experimentalmente o sinal digital de TV.

Costa confirmou, no Palácio do Planalto, durante o anúncio de um programa de financiamento de R$ 1 bilhão do BNDES para a TV digital, que a estimativa do governo é a de iniciar a operação comercial da TV digital no Brasil em dezembro próximo.

O ministro informou que uma equipe do governo brasileiro está visitando cinco países da América do Sul e apresentando o modelo brasileiro de TV digital, que utiliza o padrão japonês como base mas com inovações tecnológicas brasileiras.

"A partir de agora, teremos o primeiro "chip" brasileiro, que coloca o Brasil competitivamente próximo de todos os países do primeiro mundo que já estão usando a TV digital em todos os setores da sociedade", disse o ministro, referindo-se a uma outra linha de financiamento, também anunciada hoje, de R$ 14,6 milhões para a produção do "chip" que será usado no sistema de transmissão dos sinais de televisão.

Hélio Costa disse que a TV digital será um instrumento de inclusão social no País. (AE)


FONTE: ABERT/ CRUZEIRONET/ NOTÍCIAS/ TV DIGITAL

TV MÓVEL EXIGE FREQÜÊNCIAS DE RÁDIO MAIS CARAS

Alto custo pode prejudicar o desenvolvimento dessa alternativa. Preço está ligado à necessidade de uso de freqüências mais altas.

O setor europeu de telecomunicações está procurando novas freqüências, mais altas, para compensar a escassez de espectro reservado ao uso em serviços de TV móvel. É provável que isso resulte em uma alta de custos para os fabricantes de celulares e também para as operadoras de telefonia móvel, o que, por sua vez, representará preços mais altos para os consumidores.
Esse cenário pode prejudicar o desenvolvimento do incipiente setor de TV móvel. Os maiores protagonistas desse setor, liderados pela Nokia, a maior fabricante mundial de celulares, estão apoiando a adoção do padrão DVB-H, que usaria espectro reservado à mídia eletrônica convencional, como por exemplo a banda UHF de televisão, para a televisão móvel.

Mas essas freqüências não estarão disponíveis na Europa até que as transmissões de TV analógicas sejam descontinuadas, o que deve acontecer no continente só em 2012.

Os fabricantes de celulares e as operadoras de telefonia móvel estão ávidos por explorar o mercado de TV móvel, mas até agora apenas alguns países reservaram porções do espectro para essa alternativa. "O espectro é um desastre. Pode demorar anos para que haja freqüências disponíveis para o DVB-H", disse Ben Wood, consultor na CCS Insights.

Apesar disso, os pesquisadores da Strategy Analytics projetam para este ano a venda de 20 milhões de celulares capazes de sintonizar transmissões de TV móvel. As operadoras de telefonia celular esperam que a receita adicional gerada pelos serviços de TV móvel, que poderia representar entre cinco e 10 euros em faturamento mensal por usuário, compensem a queda nas receitas com chamadas de voz.

Muitas operadoras já vendem serviços de TV móvel por meio de suas redes de terceira geração (3G), mas a qualidade de imagem e o número de canais oferecidos são limitados. "Chegará um ponto em que a rede enfrentará limites de capacidade, e então será mais sensato adotar um sistema de transmissão separado para a TV móvel", disse Ham Mannisto, diretor da unidade multimídia da Nokia.

Fusão?
O grupo DVB Project informou em entrevista coletiva organizada na feira 3GSM que aprovou as especificações técnicas para a chamada "banda S", baseada em espectro disponível de alta freqüência, para uso na Europa por transmissões de TV móvel.

Esse novo padrão, DVB-SH, competirá com a tecnologia MediaFLO, da norte-americana Qualcomm; com o MBMS, da sueca Ericsson e que é uma evolução da tecnologia 3G; e com vários outros sistemas. "Fragmentação é um dos problemas para a indústria", disse o analista Neil Mawston da Strategy Analytics.

O padrão DVB-SH usará freqüências de rádio acima das atualmente utilizadas pelas redes 3G, o que permitiria o uso das atuais redes e antenas de terceira geração para o recebimento de transmissões de TV móvel com até 90 canais, informou um representante da Alcatel-Lucent, a maior incentivadora desse formato.

Enquanto isso, a Comissão Européia avalia a possibilidade de abrir parte da banda L para transmissões de TV móvel pela Europa. A comissária européia para Sociedade da Informação, Viviane Reding, deve revelar a decisão da Comissão em março, durante pronunciamento na feira de tecnologia CeBIT, na Alemanha.

A construção de uma rede para a banda L, entretanto, custaria duas a três vezes mais do que uma rede que usasse a banda UHF e aumentaria os custos dos fabricantes de celulares, afirma a indústria.


FONTE: ABERT/ G1/ GLOBO NOTÍCIAS/ TECNOLOGIA/ CONVERGÊNCIA

CRÉDITO PARA TV DIGITAL É DE R$ 1 BI

Presidente Lula anunciou ontem programa de financiamento ao setor que vai até dezembro de 2013

Gerusa Marques

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou ontem um programa de financiamento de R$ 1 bilhão, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para a implantação da TV digital no País.

O programa, cujo prazo se estenderá por sete anos, até dezembro de 2013, beneficiará a indústria de televisores e de transmissores de sinais de televisão, as emissoras de televisão e o setor de produção de conteúdo nacional.

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, previu que as emissoras de televisão de São Paulo começarão a operar experimentalmente, em julho, o sinal digital de TV.

A estimativa do governo é de que, em dezembro, sejam transmitidos comercialmente os primeiros sinais de televisão com qualidade digital de sons e imagens.

FINANCIAMENTO
A definição das regras de financiamento é importante para toda a cadeia produtiva da TV digital e afeta principalmente a indústria de televisores e conversores (set top boxes) na definição do preço que os aparelhos poderão chegar ao mercado consumidor.

A idéia, já manifestada pela indústria, é de que os primeiros conversores cheguem às lojas no fim deste ano. Já a oferta de televisores está prevista para meados de 2008.

O programa do BNDES prevê uma redução do valor mínimo por projeto para financiamento direto do banco, que normalmente é de R$ 10 milhões. Esse valor mínimo será diferente para cada segmento da TV digital. A quantia será de R$ 5 milhões para as emissoras de TV.

Para a produção de conteúdo, o valor mínimo estabelecido no programa foi de R$ 3 milhões. Já para a indústria de equipamentos, a quantia definida varia de R$ 400 mil a R$ 1 milhão, dependendo do tipo de investimento.

INDÚSTRIA
No caso da indústria, os investimentos deverão ser aplicados em empresas produtoras de software, componentes eletrônicos e equipamentos do Sistema Brasileiro de TV Digital.

Os investimentos em inovação tecnológica terão, segundo o BNDES, as melhores condições de financeiras, como taxa fixa de 6% ao ano e participação do Banco em até 100% do valor total do projeto.
Nos outros projetos, será cobrada a Taxa de Juro de Longo Prazo (TJLP) mais uma taxa de juros que varia de 1% ao ano a 3% ao ano.

EMISSORAS
Outra frente do programa do BNDES divulgado ontem será o financiamento para que as emissoras ampliem e modernizem a rede de transmissão digital.

A previsão do presidente da instituição, Damian Fiocca, é de que a liberação de recursos para esses projetos se concentrará entre 2007 e 2009, já que a mudança na estrutura das emissoras é o primeiro passo para a transmissão digital.

Ele disse que por ora não há como prever o volume de recursos que será destinado a cada segmento, uma vez o valor vai depender da demanda. "Não há razão para uma corrida atrás do crédito, imaginamos que os recursos serão suficientes", assegurou Fiocca.

PRODUÇÃO DE CONTEÚDO
A terceira linha de financiamento do BNDES será para incentivar o segmento de produção de conteúdo nacional.
"O objetivo da instituição é aumentar a participação do conteúdo nacional na grade de programação da televisão aberta", diz documento distribuído pela entidade, lembrando que a tecnologia digital vai aumentar o número de canais.

Além desses três programas de crédito à TV digital, o BNDES criou uma outra linha de financiamento, de R$ 14,6 milhões, para o desenvolvimento do primeiro chip nacional que será usado no sistema de transmissão.

Esse chip será produzido pelo Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

A empresa paulista RF Telavo, que receberá parte do crédito, será responsável pela fabricação e comercialização dos moduladores que utilizarão esses chips - os moduladores são equipamentos usados para a conversão dos dados digitais (bits e bytes) em ondas de rádio e televisão.


FONTE: ABERT/ O ESTADO DE SÃO PAULO/ ECONOMIA/ TV DIGITAL

MG: EMENDA PELA ABERTURA DA PRODUÇÃO DOS CONVERSORES

O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) apresentou uma emenda à Medida Provisória 352 (semicondutores e TV Digital), que propõe a abertura da fabricação dos conversores (setup-boxes) para todo o País.

Na MP do governo, prevalesceu o princípio de não conceder incentivos fiscais para produção dos setup-boxes fora do Pólo Industrial de Manaus.

Azeredo reformulou todo o artigo 13 da MP 352. Pela sua proposta, serão beneficiárias do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Equipamentos para a TV digital (PATVD), todas as empresas que investirem em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e fabriquem conversores de sinais digitais e trasmissores classificados na posição NCM 8525.50.2.

Desta forma, o senador mineiro contempla todos os fabricantes no país ao usufruto dos incentivos fiscais previstos no PATVD (isenções de PIS/Cofins, IPI), até mesmo, nas vendas dos conversores.

Na proposta do governo o benefício era alcançado apenas na venda dos transmissores.

Azeredo quer isentar os fabricantes dos seguintes impostos:
I - da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre as receitas auferidas; e
II - do IPI incidente sobre a saída do estabelecimento industrial

Ainda na proposta do senador mineiro como contrapartida para o incentivo, as empresas terão que destinar anualmente 1% do seu faturamento bruto no mercado interno, "deduzidos impostos incidentes na comercialização dos equipamentos previsto no artigo 13".

É menos do que as empresas beneficiárias da da Lei de Inormática são obrigadas a investir atualmente no país em pesquisa e desenvolvimento. Na justificativa da emenda, o senador Eduardo Azeredo explicou que a proposta de abrir a fabricação dos conversores para todo o Brasil, se deve ao fato de que a produção terá que ser feita em larga escala, para que a população mais carente possa comprar o equipamento e, assim, permitir que a migração em todas as camadas sociais transcorra no menor espaço de tempo possível.

FONTE: ABERT /CONVERGÊNCIA DIGITAL/ NOTÍCIAS/ TV DIGITAL