O Ministério das Comunicações e a Casa Civil enviam esta semana representantes para a Guatemala, onde acontece um encontro internacional de reguladores da América Latina patrocinado pela UIT (União Internacional de Telecomunicações).
No "Fórum sobre Convergência de Redes" serão discutidos vários pontos de interesse dos órgãos reguladores da região, incluindo convidados dos EUA e Canadá. Serão apresentados os três padrões mundiais de TV digital aberta (ISDB, DVB e ATSC) e o México (que optou pelo ATSC) e o Brasil (que optou pelo ISDB "nacionalizado") apresentarão suas experiências. O Brasil pretende mostrar como foi possível chegar a um sistema híbrido e de que forma ele pode ser adotado por outros países.
A idéia do governo brasileiro é promover a adoção do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD, que mudará de nome futuramente) entre os países da região. Já foram realizadas conversas com Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela e em breve o padrão será apresentado também aos governos do Chile, Peru e Colômbia. São, naturalmente, conversas iniciais, já que o "padrão" SBTVD ainda não foi sequer especificado. É, por enquanto, apenas um projeto no papel. Samuel Possebon
Informação: Tela Viva News
Rádio Cachoeira completa 60 anos
Nas comemorações dos 60 anos da Rádio Cachoeira AM, pioneira na cidade, a AGERT, representada pelo seu presidente Roberto Cervo “Melão”, entregou uma placa alusiva à aniversariante.
Durante solenidade, realizada na Câmara Municipal da cidade, Melão recebeu uma placa, homenageando o seu trabalho frente à Associação. A emissora nascida em 1946 foi a terceira a ser fundada por Arnaldo Balvê, que na época conseguiu 15 concessões e instalou pelo interior do Estado as chamadas Emissoras Reunidas.
Em 1987 é adquirido por um grupo de Cachoeira do Sul. A programação hoje é voltada para o jornalismo e esportes e pode ser ouvida online pelo endereço eletrônico www.radiocachoeira.com.br.
Denominada A Escola do Rádio por ter formado grandes profissionais como: Adroaldo Streck, Lauro Schirmer (Zero Hora), Emilio Breyer (BBC de Londres), Antonio Carlos Resende (Gaúcha), Alexandre Garcia (Globo em Brasília), Edgar Schmidt (Rádio Guaíba), Laerte de Franceschi (Rádio Guaíba), Fernando Ferreira, Flávio Jardim (SC), Dalberto Freitas, Isaias Porto (Unisinos), Oraceli Moreira Reis, Regis Roesing (Globo no Rio de Janeiro), Rafik Germano, Nilton Fernando, Pedro Germano, Fábio Lacerda, Geraldo Germano, Ronaldo Tonet, Luis Gustavo, Pedro Lopes (Foi vice-presidente da CBF), Mauro Borba (hoje gerente da Rádio 107.1 FM da Ulbra de Canoas), Itaboraí Ciroloni (Narrador da Rede Pampa de Poa), Rodrigo Reis (hoje diretor de programação da Rádio Atlântida Caxias do Sul), Miguel Dias (Cascavel-PR) entre outros.
A Rádio Cachoeira AM opera na freqüência 1090 e pode ser ouvida em quase toda a região central do Estado.
Informação: AGERT
Em liminar, juiz ordena que TV cumpra grade de inserções
O juiz Zacarias Leonardo, do TRE do Tocantins, concedeu anteontem liminar, a pedido da coligação que apóia o candidato ao governo José Wilson Siqueira Campos (PSDB), para que a TV Anhangüera - afiliada da Rede Globo- cumpra a grade de inserções na TV a que os candidatos têm direito. Segundo a representação dos aliados de Siqueira Campos, a emissora deixou de exibir 14 inserções a que coligação tinha direito. A decisão parcial do juiz não confirma se houve o suposto "tratamento privilegiado" aos demais candidatos. A TV Anhangüera nega que tenha havido erro e diz que a suposta diferença calculada está relacionada a decisões da Justiça, que desde o dia10 notifica as emissoras sobre as inserções que devem ser tiradas do ar. A representação ainda pede que a emissora exiba as inserções "devidas", seja multada e suspensa por 24 horas, o que ainda não foi julgado. Pelos mesmos motivos, a coligação questionou a Redesat, TV estatal. Não houve liminar até o fechamento da edição.
Informação: ABERT / Redação - Folha de São Paulo
Mercado de TV digital da China deverá movimentar US$ 62,5 bi em 2015
O governo chinês, avesso ao pagamento de royalties aos Estados Unidos, Europa e Japão, anunciou no dia 30 de agosto que adotará o padrão GB 20600- 2006, obrigatório a partir de primeiro de agosto de 2007. "Os fabricantes de televisores e de decodificadores aguardaram ansiosamente este anúncio", afirmou ao Diário do Povo o engenheiro Hong Chengshao.
Os sinais digitais estão sendo transmitidos experimentalmente em cidades como Pequim, Qingdao, Shanghai e Guangdong. Os serviços, de acordo com a Agência de Notícias Xinhua, contam atualmente com 650 mil assinantes, contra os 115 milhões de assinantes de TV a Cabo.
O subdiretor da Administração Estatal de Radiodifusão, Cinema e Televisão, Zhang Haitao, no entanto, adiantou que os 900 milhões de camponeses chineses não terão acesso num futuro imediato aos sinais digitais.
Além disso, mais de 50 milhões de chineses permaneciam sem acesso à televisão em 2005, apesar dos US$ 430 milhões investidos em projetos voltados para ampliação das transmissões de Rádio e TV nas áreas mais remotas do país.
Informação: ABERT / Agência Estado
Incentivo à tecnologia é um passo importante
Depois de 20 meses de espera, lei que prorroga incentivos fiscais para o setor de tecnologia até 2019 foi regulamentada ontem pelo governo federal, por meio de decreto assinado pelo presidente da República. A Lei de Informática (11.077), aprovada no Congresso Nacional em 2004, teve a participação dos setores empresarial e acadêmico. Pela legislação, receberão incentivos fiscais as empresas de desenvolvimento ou produção de bens e serviços de informática e automação que investirem no mínimo 5% do seu faturamento bruto anual no mercado interno em atividades de pesquisa e tecnologia da informação. A Lei de Informática, cuja primeira versão é de 1991, prorrogou os incentivos para o setor - que terminariam em 2009 - por mais 10 anos. Atualmente, cerca de 300 empresas são beneficiadas pela legislação, tendo investido, no período de 1993 a 2003, R$ 4,7 bilhões, o que significa um total de R$ 500 milhões de investimento por ano nas atividades do setor. A regulamentação da Lei 11.077 - que altera as leis 8.248/1991, 8.387/1991 e 10.176/2001 - chega em muito boa hora, pois abre perspectivas novas de negócios para um sem-número de empresas que já se encontram no ramo e querem ampliar sua participação ou de outras que pretendem entrar no segmento. Segundo o diretor de Informática da Associação Brasileira das Indústrias Elétrica e Eletrônica (Abinee), Hugo Valério, "a oficialização dá maior tranqüilidade para quem está fazendo os investimentos, justamente porque estabelece, sobretudo, o que é entendido como pesquisa e desenvolvimento,além de dar um tratamento apropriado sobre as questões de propriedade intelectual". Sabe-se hoje, o setor de informática é um dos que mais absorvem terceirização na área de tecnologia, uma tendência mundial que se manterá nos próximos três anos, como prevê a empresa de pesquisas Gartner.Segundo um estudo recente, a receita com o chamado outsourcing (fornecimento) em tecnologia da informação (TI) saltará para cerca de US$ 760 bilhões até 2009, apresentando uma taxa de crescimento anual de 7,3% na comparação com os valores de 2004. E, segundo a empresa, a tendência é que osgrandes clientes dispersem seus contratos entre vários fornecedores, em vez de concentrar tudo em um único provedor de serviços. Ainda segundo a Gartner, os grandes contratos representam 52% do total de acordos envolvendo fornecimentos em TI. Além disso, a duração média dos contratos tambémvai diminuir, seguindo a queda registrada entre 2003 e o ano passado: de 6,2 para 5,3 anos. Como se vê, as oportunidades são muitas num mercado extremamente disputado e promissor. Com a Lei de Informática regulamentada, o Brasil dá um importante passo para ampliar sua competitividade em tecnologia da informação. O avanço do conhecimento na área de informática dá saltos sucessivos, ano após ano. A partir da regulamentação da Lei 11.077, empresas do setor e governo precisam efetivamente somar esforços para promover a inovação tecnológica da qual o país depende para chegar ao esperado desenvolvimento sustentável. A nação tem pressa para que isso ocorra, de forma clara e objetiva.
Informação: ABERT / Redação - Estado de Minas
AGERT comemora o Dia da Radiodifusão
No dia em que é comemorado o Dia da Radiodifusão, a AGERT promoveu uma série de eventos para festejar a data. Às 9h30min começou as festividades com o debate entre os candidatos ao Governo do Estado. Com a presença de nove dos 10 candidatos (apenas o governador Germano Rigotto não compareceu), o Debate Eleições 2006 foi transmitido com sucesso por 124 rádios de todas as partes do Estado.
Logo no começo da tarde, às 14h30min, foi lançada a Campanha de Combate à Ilegalidade, com uma coletiva para a imprensa. Em seguida, às 14h45min, começou a reunião de diretoria, com uma palestra do engenheiro do Grupo RBS Fernando Ferreira sobre o atual momento do rádio e da TV digital no País, na abertura.
No fim do dia, o presidente da AGERT, Roberto Cervo “Melão”, compareceu a uma solenidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica (CEITEC). Melão aproveitou a oportunidade para pedir a Lula uma medida provisória para flexibilizar o horário da Voz do Brasil.
Informação: AGERT
Melão pede a Lula MP para Voz do Brasil
O último compromisso do presidente da AGERT Roberto Cervo “Melão” no Dia da Radiodifusão foi uma visita ao Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica (CEITEC), onde estava o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Melão aproveitou a oportunidade para solicitar ao presidente da República uma medida provisória para flexibilizar a “Voz do Brasil”. Lula prometeu analisar o pedido.
Informação: AGERT
Fernando Ferreira fala sobre TV e rádio digital na AGERT
Em mais um dos eventos promovidos pela AGERT para comemorar o Dia da Radiodifusão, o engenheiro do Grupo RBS Fernando Ferreira falou à diretoria da Associação sobre o atual momento do rádio e da TV digital. Um dos maiores especialistas sobre o assunto no País, Ferreira explicou que apesar de o rádio digital ter surgido antes no Brasil, a TV está em um estágio muito mais avançado. Segundo o engenheiro, é preciso trabalhar muito ainda para a implantação do rádio digital no País. O encontro ocorreu na nessa segunda-feira na sede da AGERT.
Informação: AGERT
No dia do Rádio, candidatos ao Governo do Estado participam de debate na AGERT
Na data de comemoração dos 84 anos do Rádio no Brasil, dia 25 de setembro, a AGERT promoveu o Debate Eleições 2006, com os candidatos ao governo do Estado, na sede da Associação. O debate foi transmitido em cadeia por 124 emissoras de rádio e 51 transmitiram o evento pela internet. Participaram nove dos 10 candidatos ao Piratini, que falaram sobre agricultura, desenvolvimento, educação, gestão pública, habitação, impostos, saúde e segurança. Alceu Collares (PDT), Beto Grill (PSB), Edison Pereira (PV), Francisco Turra (PP), Guilherme Giordano (PCO), Olívio Dutra (PT-PCdoB), Pedro Couto (PSDC), Roberto Robaina (P-Sol-PCB-PSTU) e Yeda Crusius (PSDB-PFL-PPS-PL-PSC-PHS-PTdoB-PRTB-PAN-PRONA-PTC). O candidato ao governo Germano Rigotto (PMDB, PTB, PMN), agradeceu ao convite, informando que não pode participar do debate por estar no exercício do cargo de governador, estando impossibilitado de comparecer.
Na abertura do debate, Giordano informou, que está sendo feito uma mobilização contra a cassação da candidatura de Ruy Costa Pimenta para presidente da República. Robaina acredita que a crise do Rio Grande do Sul é grave. “E parte fundamental disso é que 20% dos recursos arrecadados pelo Estado são roubados pelo sistema financeiro e por Brasília, faltando para a saúde, educação, segurança pública e agricultura”, disse. Couto enfatizou que o rádio é o principal instrumento da liberdade de opinião e sua candidatura propõe “tirar o Rio Grande da situação que está. Não serão os partidos tradicionais que terão condições de executar essa tarefa”, acredita.
Segundo Collares, o Rio Grande do Sul está vivendo a pior de todas as crises. “O PDT é o único partido que não está envolvido em nenhum caso de corrupção, e todos os outros partidos estão com as mãos sujas”, disse ele. “Estamos indignados com o crescimento da nossa produção industrial entre 2000 e 2005 que foi de 16,5% enquanto no Rio Grande do Sul mal chegou a 2,6¨%. Na agricultura queda de produtividade em relação ao Brasil”, complementou Turra. “Nós estamos oferecendo um conjunto de propostas para a superação da crise no Estado, estruturando as finanças do Estado, com políticas de desenvolvimento econômico, que possam fazer a transformação do Rio Grande do Sul”, assegurou Grill.
“Vivemos uma imensa crise motivada pela corrupção. Aqui no Rio Grande do Sul é à hora de mudar com a Coligação Rio Grande Afirmativo, trazendo para o Estado um ciclo novo com condições para o desenvolvimento”, argumentou Yeda Crusius. “A nossa proposta é desenvolvimento com dialogo e inclusão social, tendo o povo gaúcho protagonista, sintonizando o Brasil com o Rio Grande do Sul”, disse Dutra. “O Partido Verde não se envolveu com nenhuma corrupção, derrubando no Congresso Nacional um presidente que queria tapear os corruptos”, diz Pereira ao fazer um apelo que o PV continue e eleja um deputado federal no Rio Grande do Sul.
AGERT lança Campanha de Combate à Ilegalidade no Rádio
“Quando você anuncia em uma rádio ilegal. É isso que você faz: diz para todo mundo que está cometendo um crime. Anunciar nessas rádios é contra lei”. Com este alerta, a AGERT lançou no dia 25 de setembro, a “Campanha de Combate à Ilegalidade no Rádio”, em coletiva de imprensa, na sede da Associação. A iniciativa contou com a parceria da Agência de Publicidade SLM Ogilvy, que produziu quatro spots para emissoras de rádio e três peças publicitária para jornal, além de campanhas para televisão que estão em fase de produção. O diretor da Agência, Gilson Stork, explica que é muito difícil conscientizar a população sobre as emissoras ilegais, já que as rádios estão no ar em plena operação. “Resolvemos então utilizar uma linguagem criativa para conscientizar os anunciantes sobre os riscos de anunciar propaganda em uma rádio ilegal. Muitos nem sabem se a rádio em que anunciam é legal ou não”, enfatizou.
Na abertura do evento, o presidente da AGERT, Roberto Cervo “Melão”, destacou a importância de lançar a campanha nas comemorações dos 84 anos de Rádio no Brasil. O dia 25 de setembro se refere à data de nascimento de Roquette Pinto, pioneiro e fundador da primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. “No dia da radiodifusão nada mais justo que a nossa entidade fazer o debate entre os candidatos ao Estado e o lançamento do combate às rádios clandestinas”, destacou.
O presidente da Comissão de Combate à Pirataria no Rádio, Jerônimo Fragomeni, explicou o objetivo da campanha que visa conscientizar as comunidades, sobre as emissoras que operam de forma ilegal. “Anunciar em rádio clandestina tem várias penalidades, passíveis até de prisão. Queremos conscientizar não só as comunidades do Rio Grande do Sul, como em nível de Brasil, contando com a apóio das nossa quase 300 emissoras associadas à AGERT”, concluiu.
Segundo Melão, o Rio Grande do Sul é o estado com menor índice de rádios ilegais, calculando-se cerca de cem emissoras na clandestinidade. “Em algumas cidades do interior, algumas só entram em operação aos finais de semana e para fraudar a fiscalização da Anatel, utilizam kombis e galpões em fundos de quintais”, disse.
No lançamento da “Campanha de Combate à Ilegalidade no Rádio”, a AGERT prestou uma homenagem ao diretor geral da Agência de Publicidade SLM Ogilvy, Gilson Stork, entregando uma placa de homenagem ao publicitário. “Foi uma honra poder contribuir nesse processo contra a pirataria e a ilegalidade”, destacou Stork. Os spots e as peças publicitárias para jornal estão disponíveis no site da AGERT (www.agert.org.br), no link DOWNLOADS.
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