O presidente da Agert, Roberto Cervo “Melão”, e os presidentes das associações de emissoras de rádio e televisão de Santa Catarina, Ranieri Moacir Bertoli, e do Paraná, Ilídio Coelho Sobrinho, estiveram, nesta terça-feira (1), no Ministério das Comunicações, em Brasília.
Na ocasião, foi tratada a liberação dos processos de concessão e aumento de potência, solicitados pelas emissoras da região Sul. “O Ministério informou que os processos serão liberados em breve”, informou Melão.
Informação: Agert
Presidente da AGERT discute “Voz do Brasil” com senador Sérgio Zambiasi
Durante reunião realizada hoje (2) pela manhã entre o senador Sérgio Zambiasi e o presidente da Agert, Roberto Cervo “Melão”, foram discutidas alternativas para conseguir a flexibilização do horário do programa “Voz do Brasil”.
Segundo Zambiasi, é preciso solicitar aos ministros chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, ou da Secretaria-Geral de Relações Institucionais da Presidência da República, Tarso Genro, o encaminhamento de uma Medida Provisória (MP) para conseguir flexibilizar o programa “Voz do Brasil”, que é transmitido obrigatoriamente pelas emissoras de rádio no horário das 19h às 20h.
A reunião ocorreu no gabinete do senador Sérgio Zambiasi, em Brasília.
Informação: AGERT
Anatel pode barrar oferta da Embratel
O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Plínio de Aguiar Júnior, afirmou ontem que vê "implicações" na proposta de fechamento do capital da Embratel feita pela controladora, a mexicana Telmex, e por isso, disse que a operação "talvez não seja permitida".
Ele evitou dar certeza sobre a posição do órgão regulador porque disse que a agência "só se manifesta em cima de fatos" e que tal proposta ainda não teria sido encaminhada pela Embratel para aprovação.
Ao pedir o registro para a oferta pública com que pretendia adquirir as ações em circulação e fechar o capital da holding Embratel Participações (Embrapar), a Telmex foi aconselhada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a mudá-la para uma oferta voluntária, cuja aprovação do órgão regulador pode ser dada antes ou depois.
De qualquer forma, a CVM impôs condições para que, após a oferta, a Embrapar possa cancelar o registro de empresa aberta: que a Telmex adquira mais de dois terços dos papéis em circulação e que a Anatel aprove o negócio.
A discussão se dá porque o edital de privatização do setor previa que as concessionárias não poderiam fechar seu capital. A Embrapar, no entanto, controla a Empresa Brasileira de Telecomunicações, que detém as concessões e tem capital fechado.
Procurada para comentar as declarações do presidente da Anatel, a Embratel informou por meio de sua assessoria de imprensa que não iria se pronunciar.
Em entrevista durante o congresso da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), em São Paulo, o presidente da Anatel disse também que a agência não pretende estender o prazo para que a Telecom Italia e a Brasil Telecom (BrT) resolvam a sobreposição de licenças de telefonia móvel e longa distância. Segundo Aguiar Júnior, "até o fim de outubro não haverá mais sobreposição, de uma maneira ou de outra".
O órgão regulador pediu para que as companhias comecem a apresentar propostas para resolver a pendência a partir deste mês. "O prazo não pode ser estendido", reiterou.
Quando a Telecom Italia voltou ao bloco de controle da BrT, em 2005, a Anatel deu prazo de 18 meses para que as empresas resolvessem a sobreposição de licenças - uma delas tem de abrir mão da operação de telefonia móvel e do código de prestadora de longa distância. O prazo vence em outubro.
O presidente da BrT, Ricardo Knoepfelmacher, afirmou que "várias alternativas estão em estudo" para que a operadora resolva a sobreposição. Segundo Knoepfelmacher, "os acionistas da BrT estão se encontrando com os acionistas da Telecom Italia" e várias reuniões já foram feitas também com técnicos da Anatel.
Informação: Valor Econômico - Tecnologia & Telecomunicações – Telecomunicações
TV digital japonesa está em expansão, mas ainda atrai minoria naquele país
A TV digital ainda engatinha no Japão, pioneiro no desenvolvimento do sistema e fornecedor da tecnologia que será usada no modelo escolhido pelo Brasil. "Só a usa quem tem dinheiro, os ricos", diz a estudante Kaori Imanari, 23, da província de Yamanashi.
Até maio passado, segundo pesquisa da Associação das Indústrias de Eletrônicos e Tecnologias da Informação do Japão (Jeita), foram vendidos, ao todo, 11,22 milhões de aparelhos que recebem sinal digital. Como há 49,53 milhões de lares japoneses, segundo censo de 2005, apenas 22,65% deles, no máximo, têm a possibilidade de usufruir dessa tecnologia. De fato, em 2005, de acordo com dados da emissora estatal NHK, 20% das casas japonesas assistiam à transmissão de sua TV digital via satélite.
Avanço digital
O brasileiro Hiro Ogawa, 37, decasségui na província de Aichi, utiliza o serviço há um ano, mas diz que, no seu prédio inteiro, só ele tem TV digital.
Essa situação, porém, deve mudar, pois o preço dos aparelhos vem caindo rapidamente, chegando a uma média de 5.000 ienes por polegada -um decasségui pode conseguir, em um ano de trabalho, cerca de 1 milhão de ienes.
Além disso, ainda neste ano, praticamente todo o país deverá ter acesso ao sinal digital -até dezembro, a parte sul do Japão será beneficiada. Com isso, segundo dados do Ministério de Negócios Internos e Comunicação (Soumushoo), 37 milhões de famílias (79% do Japão) poderão receber imagens digitais. Em dezembro de 2004, eram 18 milhões de famílias.
A transmissão via satélite começou em dezembro de 2000 e atingia, em maio passado, para 13,72 milhões de domicílios. Quem deseja assistir a esse tipo de programação assina um contrato para pagar mensalmente uma pequena taxa para a NHK, além de um extra para a instalação.
Atualmente, sete canais transmitem o sinal digital, mas, no começo, só a NHK trabalhava com "hi-vision" -como é conhecida a tecnologia High Definition Television (HDTV), criada pela NHK. Até julho de 2011, todas as transmissões no país serão digitais.
Recursos
A maior diferença está na qualidade da imagem, que é comparável à do cinema. "Não tem chiadeira", conta Hiro Ogawa, referindo-se à ausência de interferência que pode ocorrer na transmissão analógica. Outros benefícios também são destacados por Hayato Fuji: "Eu vi a Copa em TV digital. Foi muito interessante, pois pude ver os dados de jogadores e de jogos passados". Também é possível acessar a programação e conhecer detalhes dos programas, como nomes dos artistas e sinopses.
Há a possibilidade de um acesso simultâneo, a qualquer momento, a informações como previsão do tempo e noticiário. O telespectador pode participar de programas ao vivo, respondendo a perguntas valendo prêmios, por exemplo. Para ter acesso ao serviço de dupla direção, é necessário haver uma conexão com a internet.
Outro caminho que começa a ser percorrido pela TV digital é a transmissão direta para celulares e outros receptores móveis, como em monitores automotivos.
Informação: Folha de São Paulo - Informática – TV Digital
Balanço Social 2005 da AGERT
A Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão apresentou no dia 13 de julho último o resultado das realizações das emissoras associadas no que tange à responsabilidade social.
A publicação “Balanço Social 2005”, fruto de uma pesquisa anual realizada com os associados, foi oficialmente lançada em evento que contou com a presença de autoridades e da imprensa, além de diversas personalidades da radiodifusão do Estado.
É importante que se compreenda o que representa esta publicação, iniciativa pioneira da AGERT em âmbito nacional. Durante todo o ano, as emissoras associadas reúnem dados sobre sua atuação em áreas como a ética e a transparência da empresa, suas políticas de recursos humanos, ações que realiza com foco no público consumidor, campanhas sociais e ambientais, participação ou mesmo protagonismo em movimentos que envidaram mudanças em suas comunidades, gerando desenvolvimento e qualidade de vida.
Sabemos que é relevante a atuação das emissoras como promotores de mudanças e desenvolvimento, principalmente naqueles municípios de menor porte ou mais afastados de centros urbanos. Sua função social – informar com isenção, honestidade e clareza – amplia-se bastante nestes casos, tornando ainda mais relevante o envolvimento da empresa em causas que estão muito além do foco do negócio.
O valor doado pelas emissoras para ações de responsabilidade social comunitária em 2005 totalizou R$ 38,4 milhões, um acréscimo impressionante sobre o primeiro levantamento, realizado em 2004. Ampliou-se o número de ações e, resultado da mobilização realizada pela entidade, melhorou substancialmente a coleta de informações por parte das próprias empresas participantes. Por outro lado, a valorização destes aspectos por parte da entidade e da sociedade leva a uma maior atenção e desejo de envolvimento também por parte dos colaboradores, gerando um círculo virtuoso extremamente positivo para todos, emissoras e comunidades.
A iniciativa da entidade em pesquisar e informar as ações realizadas pelos associados revela engajamento e compromisso com a mudança de paradigma que representa o movimento da responsabilidade social empresarial. A AGERT, assim, coloca-se numa posição de vanguarda no Brasil e assume, sem dúvida, importante papel entre seus pares e em relação com a sociedade, de forma mais ampla.
Planalto tira verba de agências reguladoras
A decisão do governo de conceder autonomia apenas relativa às agências reguladoras - e, em alguns casos, reter as receitas obtidas com taxas de fiscalização e multas - acabou com as verbas de publicidade dessas autarquias. No documento sobre publicidade oficial enviado pelo Palácio do Planalto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na semana passada, as verbas não aparecem. Em 2005 e 2006, as Agências Nacionais de Telecomunicações (Anatel), de Energia Elétrica (Aneel) e de Transportes Terrestres (ANTT) não aplicaram sequer um centavo em campanhas publicitárias.
Informação: Abert/O Estado de São Paulo - Nacional – Agências Reguladoras
Subcomissão de radiodifusão se reúne na quarta
A subcomissão que analisa mudanças nas normas de outorga e renovação de concessões de serviço de radiodifusão se reúne nesta quarta-feira (2), às 14h30, na sala da presidência da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, à qual está vinculada. Serão discutidos assuntos internos da subcomissão.
Informação: Abert/Jornal da Câmara - Radiodifusão
TSE já pode solicitar horário em rádio e TV
O calendário para as eleições deste ano estipula o dia de hoje, 31 de julho, como a data a partir da qual, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderá requisitar, das emissoras de rádio e televisão, até dez minutos diários, contínuos ou não, para a divulgação de comunicados, boletins e instruções ao eleitorado.
São 32 filmes e 32 gravações para rádio, que mantêm o slogan "Vota, Brasil" usado desde 2002.
As propagandas duram 30 ou 60 segundos e vão ocupar dez minutos diários ao longo da programação das rádios e TVs. Uma das atribuições do Tribunal Superior Eleitoral é orientar o cidadão, que no Brasil tem o dever e o direito e votar. A lei que regulamenta a propaganda institucional do TSE é de 1997.
O TSE também está imprimindo cartazes com o mesmo conteúdo da campanha, e panfletos em que os eleitores poderão escrever o número dos candidatos em que querem votar para usar como "cola" na hora da eleição. Esse material será distribuído aos tribunais regionais eleitorais em meados de agosto. As propagandas de rádio e TV ficam no ar até a véspera da eleição. Com Campo Grande News.
Informação: Abert/Corumbá On Line - Corumbá,MS,Brazil
Ruy Carlos Ostermann e Haroldo de Souza também estarão no Seminário da ARI
Os jornalistas Ruy Carlos Ostermann e Haroldo de Souza também estarão no seminário "A Imprensa Gaúcha – Apresentadores do Sul", que a ARI realiza nos dias 3, 4 e 5 de agosto de 2006, no Salão Nobre da entidade. O grupo já tem nomes de expresão como Amir Domingues, Regina Lima e Túlio Milman, Joabel Pereira , Jurandir Soares, João Garcia, Lasier Martins, Kenny Braga, Armindo Antonio Ranzolin, Luís Dill da FM Cultura, Milena Schoeller da Rádio Bandeirantes e Vera Armando da TV Pampa.
Na abertura, no dia 3, às 18 horas, a pré-estréia do documentário “A maldição da Pedra” produzido e filmado no RS, com depoimentos verdadeiros das conseqüências do vício da drogas..
O Seminário é dirigido a jornalistas, estudantes de comunicação e sócios da ARI, sendo aberto, no entanto, ao público em geral. O formato dos painéis será semelhante aos eventos anteriores, com 20 minutos iniciais para cada apresentador de rádio e tv convidado, passando depois ao diálogo entre os componentes da mesa e perguntas, ao final, dos participantes. Os painéis iniciam às 18 horas na quinta e sexta, e às 9h da manhã do sábado.
Para o presidente da ARI, Ercy Pereira Torma, seminários como este são uma forma concreta de aproximar os estudantes dos profissionais em atividade, mostrando sua forma de trabalho. Ao mesmo tempo aos demais colegas, se constituirá em uma oportunidade de discutir temas importantes e questionar os atuais apresentadores sobre assuntos atuais.
O tema inicial sugerido é: “Responsabilidade Social de quem Comunica e Apresenta – Aquele que esta à frente do microfone ou da câmera deve apenas informar e divertir ou tem a responsabilidade de tentar construir algo socialmente melhor?".
Entre os convidados estão integrantes das rádios e Tvs Guaíba, Gaúcha, Bandeirantes, Pampa, SBT, TV COM, RBS TV, TVE e FM Cultura.
Informação: ARI
AGERT reúne radiodifusores em Encontro Internacional de Rádio e TV
A Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (Agert) reuniu mais de cem empresários da radiodifusão e profissionais da imprensa, na 3ª edição do Seminário Internacional de Rádio e Televisão, em Santana do Livramento. A abertura do evento aconteceu, nesta sexta-feira, (28), com a presença de autoridades do município e da cidade de Rivera, no Teatro Municipal da cidade.
Na abertura do evento, o presidente da Agert, Roberto Cervo “Melão”, destacou as ações feitas pela entidade no combate à ilegalidade no rádio, como a associação ao Instituto Nacional de Combate Estratégico a Fraude e Defesa da Concorrência e uma carta de alerta aos empresários para que não comercializem em rádios comunitários. Melão também ressaltou a mobilização feita pela Associação para o veto do Projeto de Lei, que regulariza a profissão de jornalista.
“O ministro do Trabalho, Luiz Marins, me comunicou sobre o veto do projeto e solicitou apóio da Agert, para que o cargo de assessor de imprensa fosse exercido pelo profissional de jornalismo.
Entre as autoridades presentes, estavam os presidentes da Rami (Asociación de Radios del Interior), Jorge Urselay, da Andebú, (Asociación Nacional de Broadcasters Uruguayos), Rafael Inchaustio, o diretor-executivo da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Oscar Piconez.
Foi homenageado com o Troféu Microfone da Agert, as emissoras de rádio e televisão, com mais de 35 anos de atuação nas cidades de Rivera e Santana do Livramento.
A palestra “O Ministério das Comunicações e a Radiodifusão Hoje”, com a diretora do Departamento de Acompanhamento e Avaliação de Serviços de Comunicação Eletrônica, Ângela Monteiro, do Minicom, iniciou o evento no sábado, (29). Ângela destacou o trabalho feito pela Agert, alertando os empresários a não anunciarem em emissoras comunitárias. Segundo Ângela, 90% de irregularidades no meio rádio são oriundas de comunitárias. “A maior parte das denúncias de rádios comunitárias é em relação ao aumento de potência e a interferência causada em aeroportos, principalmente, em São Paulo e no Rio de Janeiro”, complementou.
No painel seguinte “Legislação de Fronteiras, Rádios Piratas e Rádios Comunitárias”, o presidente Regional da Anatel, João Jacob Betoni, também comentou sobre a interferência causada pelas comunitárias no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. “Os pilotos das empresas aéreas da capital não conseguem se comunicar com a torre por causa da interferência das estações clandestinas”, complementou. Participou desta palestra, o presidente da Universidad Reguladora de Servicios de Comunicaciones (URSEC), Léon Lev.
A palestra “Por que sou apaixonado por Rádio”, com o vice-presidente Jurídico da AGERT e comunicador da RBS TV, Cláudio Brito, os aplausos contagiaram os participantes. “Fale ao coração do seu cliente. Cada vez mais que falar para o seu meio, alcançará os melhores resultados. Faço um rádio dinâmico e criativo”, aconselhou. A palestra foi coordenada pelo vice-presidente de Eventos da Agert, Cláudio Zappe.
O painel “A Mídia Rádio e a Visão do Empresário – Marketing”, coordenado pelo ex-presidente da Agert e vice-presidente da Rede Pampa de Comunicação, Paulo Sérgio Pinto, encerrou o Seminário Internacional. Segundo Paulo Sérgio, o maior número de ouvintes de rádio está no Rio Grande do Sul, chegando a 96.5% .
Para o presidente das Mudanças Giulian, Aldo Giulian, a publicidade da empresa está no meio rádio. “Passamos a divulgar propaganda da empresa nas emissoras de rádio e desde então só conseguimos o sucesso dos nossos negócios”, disse.
Segundo Giulian, cada vez mais o rádio é o departamento de vendas da empresa.
O presidente da Daisul (concessionária Hyundai), Felipe Laitano, também acredita na força e na credibilidade do rádio. “Nós empresários, devemos sempre investir na mídia rádio. Os resultados serão os melhores”, enfatizou. O painel também teve como painelista, o diretor das Empresas Free Shop Siñeriz e Super 300, Gazi Abdullah.
Durante o Seminário Internacional de Rádio e Televisão ocorreu uma Sessão de Autógrafos do livro “Diário de Notícias – O Romance de um Jornal”, do jornalista Celito De Grandi.
Informação: AGERT
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