A valorização do trabalho de repórteres especiais, e o conseqüente interesse de jornalistas pela função, impulsionaram o Comunique-se a lançar o curso de Jornalismo Investigativo em Porto Alegre, nos dias 20 e 21 de agosto.
As aulas, voltadas para jornalistas e estudantes de Comunicação Social, serão ministradas pelo jornalista Cal Francisco, ex-repórter especial das rádios CBN, Bandeirantes e Eldorado, todas de São Paulo. Com matérias investigativas, ganhou três prêmios: Vladimir Herzog de Cidadania e Direitos Humanos (São Paulo), Imprensa Embratel (Rio de Janeiro) e Líbero Badaró (Brasília). Atualmente, é professor da faculdade de Jornalismo da Universidade Metodista (SP) e mestrando em Comunicação pela Puc-SP.
Reportagens desse teor têm obtido destaque na mídia nacional. Em 2004, cinco das 15 categorias do Prêmio Esso foram vencidas por autores de trabalhos investigativos. Ao mesmo tempo, esse tipo de atuação gera riscos. No ano passado, 15 jornalistas foram assassinados na América Latina no exercício da profissão, sendo três deles no Brasil. Os limites da atuação do repórter especial, técnicas de investigação, administração dos riscos, ética e legislação são abordados durante o curso, que tem teor prático.
As aulas são ministradas em um fim de semana, de 9h a 18h, tanto no sábado como no domingo. Ao final o participante recebe certificado de conclusão emitido pelo Comunique-se. É o segundo curso realizado neste ano em Porto Alegre. O anterior foi o de Assessoria em Órgãos Públicos – Administração de Crises.
A inscrição, que pode ser paga em três parcelas de R$ 65,00 (ou R$ 180,00 à vista), é feita ://www.comunique-se.com.br/cursos/list.asp?
Mais informações também podem ser obtidas pelo e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. ou pelo telefone (11) 3897-0860.
Informação: ARI/ Comunique-se
Prêmio Esso de Telejornalismo: inscrições até 31/08
Pelo Regulamento do Prêmio Esso de Telejornalismo, só serão admitidas inscrições de reportagens produzidas por profissionais a serviço de emissoras que disponham de estrutura de Jornalismo. Não serão aceitos trabalhos de cinegrafistas amadores, ainda que de repercussão, nem de reportagens que não tenham sido exibidas como produto exclusivamente jornalístico.
Para inscrição as emissoras de TV e as redes enviarão para o endereço abaixo os trabalhos concorrentes reproduzidos em fitas VHS, num total de seis cópias para cada trabalho, devidamente identificadas por etiquetas onde constem o(s) nome(s) do(s) autor(es), o nome da emissora/rede, o título da reportagem, o nome do programa e a data da primeira exibição, o responsável pela inscrição e o tempo de duração da fita.
PRÊMIO ESSO DE JORNALISMO
A/C RP Consultoria
Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 928 – Cj. 1001 – Copacabana
Rio de Janeiro – RJ – CEP 22060-002
O Prêmio Esso de Telejornalismo é uma categoria especial do Prêmio Esso de Jornalismo, que conta com 13 categorias.
Mais informações sobre o Prêmio Esso de Jornalismo no site www.esso.com.br
Informação: ARI/ Comunique-se
Evolução histórica da publicidade radiofônica no Brasil (1922-1990)
O período entre 1935 e 1955 se caracteriza pela consolidação e os anos dourados do rádio, enquanto a etapa compreendida entre 1955 e 1976 reflete a perda de espaço do rádio frente à televisão.
A descrição que propõe o presente trabalho é uma adaptação e um desenvolvimento de referida proposta. Entretanto, no estabelecimento de tais etapas, o estudo se detém mais especificamente no papel que ocupa a publicidade radiofônica em cada um dos períodos, o que explica as mudanças ou ajustes cronológicos em algumas das datas, com respeito às investigações precedentes. O trabalho também desenvolve a fase posterior à década de 70, que outros autores não tiveram a oportunidade de examinar na época em que publicaram seus estudos.
A partir destas premissas, se pode dividir a história da publicidade radiofônica no Brasil nos seguintes períodos: a) a descoberta dos formatos de anúncio, de 1922 a 1930; b) a expansão e consolidação dos investimentos, de 1930 a 1960; c) as mudanças ante a presença da televisão, de 1960 a 1980; d) a transição para um novo modelo de mercado, a partir de 1980. Estas etapas e suas transformações estão vinculadas a aspectos tecnológicos, jurídicos e econômicos que protagonizam o rádio, a publicidade e o próprio país.
A reconstrução deste percurso histórico supõe grandes dificuldades em razão, por um lado, da falta de bibliografia sobre a publicidade radiofônica e, por outro, das particularidades que caracterizam a organização do negócio radiofônico no Brasil. A atuação do rádio é basicamente local e a participação dos grandes grupos de comunicação na gestão das emissoras se subordina a um marco legal que, na prática, reduz a atuação das cadeias a determinadas zonas geográficas do país. Tal condição provoca o isolamento das emissoras do interior e produz a atomização da estrutura empresarial do setor.
Por Clóvis Reis
Informação: wwww.carosouvintes.com.br
Sob o Cerco da Lei
No Brasil, os "piratas" – leia-se aqueles que falsificam marcas e produtos sem o mínimo respeito pela propriedade intelectual - são os terroristas modernos.
Especialistas em idéias já concebidas, produzem todo tipo de danos: inibem investimentos, causam grandes prejuízos aos cofres públicos por meio da sonegação de impostos, alimentam o crime organizado, banem de cena milhares e milhares de empregos formais, golpeiam duramente a competitividade.
Agora, os "piratas" estão sentindo o peso do braço forte da lei. Daqui para frente não haverá mais tréguas. O cerco que vinha se apertando agora ganha contornos de um estado de sítio definitivo. À frente da ofensiva encontra-se o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual. Em fevereiro, foram definidas 98 ações para reforçar o arsenal anti-pirataria.
São medidas de curto, médio e longo prazo. Na primeira rubrica, pode-se alinhar a criação de Divisões especializadas na Receita e na Polícia Federal , além de recomendação ao Poder Judiciário para criar Varas, também especializadas, para julgar crimes no campo da Propriedade Intelectual. Também haverá um seminário, no âmbito dos países do Mercosul, para discutir o tema da Pirataria.
Entre as ações de médio prazo, encontram-se a capacitação e treinamento de pessoal com o apoio de organizações e entidades internacionais, mais a cooperação com paises membros do Mercosul e fronteiriços. Haverá também o incentivo à produção de artigos populares, a preços mais baixos, de modo a inibir o consumo de produtos pirateados.
As ações de longo prazo começam com políticas comuns no campo educacional visando o esclarecimento da população quantos aos malefícios da pirataria. Desdobram-se em treinamento para agentes da Receita Federal e secretarias de fazenda estaduais, reforço constante da fiscalização, organização de banco de dados integrado em todo o País e em conexão com bancos de dados internacionais, campanhas de marketing e parcerias cada vez mais sólidas com o setor privado.
Na verdade, o cerco aos "piratas" já começou. Está ficando distante o tempo em que se "pirateava" gasolina, cigarros, bebidas, brinquedos, remédios, CDS, equipamentos de informática, enfim, um sem número de produtos, sem que nada ou quase nada acontecesse. "Pirataria" passou a ser crime de verdade. Os responsáveis por tal prática estão sendo presos, as mercadorias destruídas. É um momento singular na história das últimas quatro décadas.
O Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual testemunha esta mudança de perspectiva. Ao reunir representantes da sociedade civil, em número de seis, ministérios e autarquias, em número de dez, ao lado de representantes do Congresso Nacional, em número de dois, assinala um novo posicionamento. Favorece ao diálogo governo-sociedade. Transforma o enfrentamento do tema "pirataria" em prioridade estratégica. Acaba com a impunidade. Afirma o conceito moderno de que a propriedade intelectual, as marcas e os produtos de empresas éticas, aquelas que cumprem com os compromissos legais, existem para serem respeitados.
Com isso, uma evidência se impõe: o Brasil não é mais o paraíso do desrespeito à propriedade intelectual, como possam imaginar alguns países vítimas da "pirataria" em escala universal, a exemplo dos Estados Unidos que ameaça retirar as nossas exportações do Sistema Geral de Preferências. Punições desta natureza estão fora de época e de lugar. Pois o Brasil está transitando para ser, sim, uma referência internacional em atitudes práticas que não deixam dúvidas quanto à sua seriedade e determinação para se inserir, de formar saudável e competitiva, na moderna comunidade internacional.
Artigo publicado no site da ETCO - Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial
CPMI vai convocar Gushiken, Flora e Barsotti
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correios aprovou no final da tarde dessa terça-feira, dia 9, a convocação do ex-ministro da Secretaria de Comunicação de Governo e atual chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Luiz Gushiken.
Além dele, os parlamentares também aprovaram a convocação do ex-sub-secretário de Comunicação Institucional da Secom, Marcus Flora, e do sub-secretário de publicidade da Secom, Caio Barsotti. A data do depoimento dos executivos ainda será marcada.
Por André Silveira, de Brasília
Câmara aprova 20 concessões de radiodifusão
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta terça-feira (9/8), 20 projetos de decreto legislativo que autorizam ou renovam concessões de serviços de radiodifusão em vários estados.
As propostas, de autoria da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, serão agora analisadas pelo Senado Federal. As concessões são as seguintes:
BAHIA
Associação Comunitária Transviçosa de Radiodifusão - Nova Viçosa
Associação Comunitária e Agropastoril de Tuiutiba - Campo Formoso
Associação Comunitária de Pojuca - Pojuca
Rádio Comunitária de Amparo Social - Anagé
CEARÁ
Associação Beneficente Frei Diogo de Paramoti - Paramoti
Associação Comunitária Sambeneditense - São Benedito
GOIÁS
Associação Cultural dos Moradores de Faina - Faina
MATO GROSSO
Associação Comunitária da Cidade de Denise - Denise
MINAS GERAIS
Associação Cultural, Educacional e Ambiental do Município de Paulistas - Paulistas
PARAÍBA
Associação Beneficente de Cubati - Cubati
PARANÁ
Associação Cultural e Comunitária de Santo Inácio - Santo Inácio
PERNAMBUCO
Associação Comunitária Beneficente de Lagoa dos Gatos - Lagoa dos Gatos
PIAUÍ
Fundação Dom Edilberto Dinkelborg - Oeiras
RIO GRANDE DO NORTE
Associação Comunitária Princesa do Trairí - São Bento do Trairí
RIO GRANDE DO SUL
Associação Pró Desenvolvimento de Cerro Branco - Cerro Branco
SANTA CATARINA
Associação Rádio Comunitária Guaraciaba - Guaraciaba
Associação de Radiodifusão Comunitária de Jaguaruna - Jaguaruna
SÃO PAULO
Associação Beneficente e Cultural Comunitária de Pereira Barreto - Pereira Barreto
Associação Comunitária Novos Rumos para o Desenvolvimento Social, Cultural e Artístico - Barbosa
Fundação Nossa Senhora Aparecida - Fernandópolis
Înformação: Agência Câmara
Comissão aprova isenção total de ICMS para livro e jornal
A Comissão de Finanças e Tributação aprovou ontem (10/8), a isenção total do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na compra de papel, máquinas e equipamentos destinados à produção de livros, jornais e periódicos. A proposta do Senado (Projeto de Lei Complementar 244/05), aprovada na forma de substitutivo do relator, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), também elimina o ICMS cobrado sobre a energia elétrica usada para a produção dos mesmos artigos.
Desenvolvimento x educação
O relator lembra que o desenvolvimento sócio-econômico do País está diretamente vinculado ao grau de educação da população, cuja elevação depende principalmente da leitura. Ao defender a desoneração proposta no projeto, ele afirmou que a medida vai tornar os livros e outros impressos mais acessíveis às famílias de menor poder aquisitivo.
Luiz Carlos Hauly ressaltou ainda que, sendo a educação uma das responsabilidades do Estado, a redução de custos do setor acabará se revertendo em prol das finanças públicas, pela redução dos gastos governamentais com a compra de livros didáticos para as escolas e bibliotecas públicas.
Tramitação
Sujeita à análise do Plenário, a proposta tramita em regime de urgência e será analisada ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Informação: Agência Câmara
Anatel cria seis novas geradoras de televisão educativas
Após a análise dos resultados de consulta pública, a Anatel publicou no Diário Oficial da União desta quarta, 10, a exclusão do Plano Básico de Retransmissão de TV – PBRTV, de cinco canais educativos e um canal comercial, e a sua inclusão no Plano Básico de Televisão – PBTV. Os canais transferidos são os seguintes: canal 16E de Araguari/MG (reservado para TV digital), canal 4-E de Guaxupé/MG, canal 31 de Ouro Preto (localidade de Timbopeba) MG, canal 40+E de Londrina/PR, canal 50E de Franca/SP, e canal 4+ de Jataí/GO, sendo que este último também foi transformado em canal educativo. Alguns canais tiveram suas características técnicas alteradas.
Informação: Abert/ Tela Viva - News
Projetos setoriais ainda vivem em limbo ministerial
Ficou para a próxima semana, provavelmente na quarta-feira, dia 17, a reunião entre vários ministros, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o presidente Lula para discutir o futuro de diversos projetos que estão hoje vinculados à Casa Civil e que passam pelo setor de comunicações e inclusão digital. Os dois pontos mais relevantes para o setor são o projeto PC Conectado e a Lei de Comunicação Social. Não existe uma definição clara sobre o que acontecerá.
A ministra Dilma Rousseff deve ouvir os argumentos que sustentam a manutenção dos projetos na Casa Civil antes da reunião ministerial para formar uma posição. Isso pode acontecer até a próxima segunda, 15. Do outro lado, está a vontade de Hélio Costa, ministro das Comunicações, de passar a coordenar os dois temas. De um lado, pesa o argumento de que são assuntos de caráter interministerial, que afetam diferentes áreas do governo. De outro, está a defesa de um Minicom forte e que possa efetivamente definir as políticas que afetarão a sua área. Hélio Costa voltou a reafirmar nesta quarta, 10, o desejo de trazer para sua pasta projetos governamentais de inclusão digital e da legislação ampla do setor de comunicações.
A questão do PC Conectado é ainda mais complicada porque há quem defenda que o projeto fique sob a batuta do Ministério de Ciência e Tecnologia. Há ainda argumentos de que politicamente seria melhor afastar temas polêmicos (e a Lei de Comunicação Social é um deles) de perto do presidente da República. Por outro lado, o próprio presidente Lula preferiu tirar a Lei de Comunicação dos ministérios para blindá-los de pressões e evitar atropelos como os ocorridos no projeto de criação da Ancinav, que era coordenado pelo Ministério da Cultura.
Temas paralelos
Outros assuntos complexos que ainda dependem de definição dizem respeito aos projetos do Sistema Brasileiro de TV Digital e, principalmente, em relação ao rádio digital. No caso do tema TV digital, o principal desafio imediato é acertar o substituto de Augusto Gadelha no comando do Grupo Gestor. Esse nome dará o perfil dos trabalhos daqui por diante. Se for alguém alinhado com o projeto atual, mantém-se a tendência de tratar a TV digital como uma política de governo voltada para o desenvolvimento de tecnologia nacional e inclusão digital. Mas não se exclui a possibilidade de um gestor que conduza as pesquisas para um fim ou para uma simplificação, de modo a que fiquem restritas apenas a aplicações. Hélio Costa, logo que assumiu, mostrou-se receoso em relação ao desenvolvimento de uma tecnologia nacional. Depois refez suas declarações e defendeu o desenvolvimento de tecnologia nacional, mas com racionalidade no uso de tecnologias já desenvolvidas no mundo.
Na área do rádio digital, o desafio é grande e o potencial de problemas maior ainda. Isso porque Hélio Costa entende os argumentos dos radiodifusores de que a digitalização do rádio é uma simples evolução tecnológica, como foi a digitalização dos telefones celulares. Com base nessa leitura, emissoras de rádio preparam já para setembro o início de testes com o padrão IBOC, que não prevê remanejamento de freqüências nem interfere nas transmissões analógicas. As emissoras, naturalmente, querem firmar uma posição em defesa deste padrão. Mas setores do governo querem calma na definição do rádio digital e defendem o estudo de outros padrões e o início das transmissões de rádio digital por segmentos marginalizados da radiodifusão, como as ondas curtas, buscando não a simples evolução tecnológica, mas um novo modelo que permita a entrada de novos players e a revitalização de setores enfraquecidos.
Como não existe nenhum decreto nem diretriz política sobre o que fazer com o rádio digital, os personagens desse mercado estão tentando ganhar rapidamente espaço e demarcar posições, tanto entre radiodifusores quanto dentro do próprio governo.
Software livre
Outro ponto relevante que envolve as políticas traçadas sob a Casa Civil mas que afetam questões de comunicação e inclusão digital é a adoção do software livre, até aqui tida como uma das bandeiras do governo na questão da tecnologia da informação. Sérgio Amadeu, maior defensor do tema e que presidia o Instituto de Tecnologia de Informação (ITI), vinculado à Casa Civil, deixou o cargo. Especula-se que Amadeu tenha se desgastado com setores do governo que não encampam a tese do software livre. Mas fontes próximas ao ITI dizem que a política do software livre será mantida como uma diretriz governamental. Deve assumir no lugar de Amadeu o atual diretor de infra-estrutura de chaves públicas, Renato da Silveira Martini.
Por Samuel Possebon
Informação: Aesp/ Tela Viva News
Informação: Aesp/ Tela Viva News
Muda comando do projeto do SBTVD no Minicom
O atual responsável direto pelo projeto do Sistema Brasileiro de TV Digital do Ministério das Comunicações, Augusto Gadelha, está deixando o cargo. Ele foi convidado para assumir a Secretaria de Tecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia. Gadelha, que está no comando do Grupo de Trabalho do SBTVD, diz que seu substituto no cargo ainda não está definido nem está certo que será alguém de sua equipe, "mas tenho certeza de que não haverá ruptura, pois o projeto do SBTVD está maduro, tem uma inércia positiva, os recursos estão liberados e tem apoio do ministro para o projeto", diz. Gadelha diz sentir deixar o processo, mas espera poder contribuir através do MCT. "Não estarei na secretaria diretamente envolvida, mas tenho ótimo relacionamento com todos e vou continuar atuando no que for possível".
Informação: Abert/ Tela Viva - News
-
2005-08-09 21:00Biblioteca do Senado promove debate sobre direito autoral
-
2005-08-09 21:00TV Educativa na Serra gaúcha depende do ministro Hélio Costa
-
2005-08-08 21:00São Paulo legaliza rádios comunitárias
-
2005-08-08 21:00Crise política afeta faturamento das emissoras de TV
-
2005-08-08 21:00Rádios e TVs são proibidas de apoiar frentes
-
2005-08-08 21:00Os próximos 20 anos
-
2005-08-08 21:00Futuro dos temas de comunicação deve ser discutido dia 11
-
2005-08-08 21:00Tito de Oliveira é novo secretário executivo do Minicom
-
2005-08-08 21:00Principais pontos da MP 252/05
-
2005-08-08 21:00O Combate à Pirataria no Brasil
