A confiança do público em jornais e noticiários de TV continua a cair na pesquisa Gallup feita todo ano nos Estados Unidos sobre o assunto. O total de americanos que têm muita ou alguma confiança em jornais caiu de 30% para 28% em um ano, o mesmo total registrado para TV. Desde 2000, os índices de credibilidade têm diminuído.
Outras instituições, no entanto, este ano também tiveram sua confiança abalada no país. Os índices de confiabilidade na presidência passaram de 52% para 44%; o Congresso teve a menor taxa em oito anos (22%). A credibilidade na Justiça também caiu.
Os militares lideram o ranking de confiança, com 74%, seguidos pela polícia (63%) e por organizações religiosas (53%).
No ano 2000, os jornais tinham a confiança de 37% dos americanos, segundo o Gallup. Os noticiários de TV tinham 36%. Hoje, 24% disseram ter muito pouca confiança nos jornais e 1% disse não ter nenhuma.
Informação: Aesp/ O Estado de S.Paulo Vida & - Mídia
Deputado reclama da demora nas outorgas de rádios comunitárias
A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara vai promover nova audiência pública com o grupo de trabalho interministerial de Radiodifusão Comunitária. Representantes do grupo compareceram à comissão em 24 de maio, mas o autor do requerimento para a nova reunião, deputado João Mendes de Jesus (PSL-RJ), alega que naquele dia a maioria dos integrantes da comissão estava ausente, por não ter recebido em tempo a comunicação sobre a audiência. Os integrantes do grupo vão informar aos parlamentares a situação da radiodifusão comunitária no País. Segundo Mendes de Jesus, as emissoras são muito úteis à população, pois veiculam entretenimento e notícias específicas sobre o que acontece nas localidades.
O deputado defende que se discuta reclamação dos radialistas e das comunidades sobre a demora no processo de outorga de rádios. De acordo com ele, o tempo de espera causa prejuízos a quem quer trabalhar no segmento e à população, que muitas vezes tem a emissora comunitária como único veículo de comunicação e informação.
O grupo de trabalho é integrado por representantes dos ministérios das Comunicações, da Justiça, da Educação e da Cultura, além da Casa Civil, da Secom (Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica), da Secretaria-Geral e da Assessoria Especial da Presidência da República. A data da audiência pública ainda será marcada.
Informação: Coletiva.net
Ciência e Tecnologia debaterá novamente rádio comunitária
A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática vai promover nova audiência pública com o grupo de trabalho interministerial de Radiodifusão Comunitária. Representantes do grupo compareceram à comissão no último dia 24, mas o autor do requerimento para a nova reunião, deputado João Mendes de Jesus (PSL-RJ), alega que naquele dia a maioria dos integrantes da comissão estava ausente por não ter recebido em tempo a comunicação sobre a audiência.
Os integrantes do grupo vão informar aos parlamentares a situação da radiodifusão comunitária no País. Segundo João Mendes de Jesus, essas emissoras são muito úteis à população, pois veiculam entretenimento e notícias específicas sobre o que acontece nas localidades.
Reclamação dos radialistas
O deputado defende que se discuta na audiência reclamação dos radialistas e das comunidades sobre a demora no processo de outorga de rádios. De acordo com o parlamentar, o tempo de espera causa prejuízos a quem quer trabalhar no segmento e à população, que muitas vezes tem a emissora comunitária como único veículo de comunicação e informação.
Grupo interministerial
O grupo de trabalho é integrado por representantes dos ministérios das Comunicações, da Justiça, da Educação e da Cultura; e da Casa Civil, da Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica, da Secretaria-Geral e da Assessoria Especial da Presidência da República.
A data da audiência pública ainda será marcada.
Informação: Aesp/ Jornal da Câmara
Sávio Pinheiro é indicado para o Conselho Consultivo da Anatel
Pela segunda vez, o consultor Sávio Pinheiro fará parte do Conselho Consultivo da Anatel. Na primeira composição do Conselho Consultivo, logo que foi criado, Pinheiro foi indicado como representante das prestadoras de serviço de telecomunicações. Também foi presidente do Conselho em dois mandatos sucessivos. Agora, Sávio Pinheiro foi indicado como representante do Senado Federal, com mandato até 16 de fevereiro de 2007. Curiosamente, a indicação do Senado foi feita em 4 de março, mas somente agora o Ministério das Comunicações encaminhou à Casa Civil a nomeação do novo conselheiro, que foi publicada nesta quinta, 9, no Diário Oficial da União.
Informação: Aesp/ Tela Viva News
Defesa do Consumidor quer explicação sobre taxa da Anatel
A Comissão de Defesa do Consumidor vai pedir explicações ao Ministério das Comunicações sobre a aplicação dos recursos arrecadados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com a cobrança da taxa de fiscalização. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, pelo presidente da comissão, deputado Luiz Antonio Fleury (PTB-SP). O parlamentar quer saber como são aplicados os recursos recolhidos com o pagamento da taxa de fiscalização, uma espécie de imposto criado durante o processo de privatização das empresas de telecomunicações e que deveria ser aplicado na fiscalização dos serviços prestados pelas companhias privadas. Em 2004, o imposto representou uma receita de cerca de R$ 1,5 bilhão. Para 2005 a previsão é que esse número chegue a R$ 2 bilhões.
Para o deputado Eduardo Seabra (PTB-AP), desde que o sistema foi privatizado, as operadoras têm se preocupado apenas com a ampliação do número de clientes e não com a qualidade dos serviços prestados. “Então, agora que já ampliou a oferta é preciso melhorar a qualidade. É nesse sentido que ainda é preciso fazer um grande trabalho.”
Audiência com a Claro
Nesta quinta-feira, a Comissão de Defesa do Consumidor realizou audiência pública com a operadora de telefonia Claro para debater os problemas enfrentados pelos consumidores. Todos os dias milhares de queixas são apresentadas nos Procons espalhados pelo País. As operadoras de telefonia fixa e móvel figuram entre as primeiras colocadas nas listas dos piores serviços. E a tendência é que a situação fique ainda pior. Segundo dados apresentados pela Anatel durante a audiência, a Agência também foi atingida pelo contingenciamento anunciado pelo governo federal no início do ano. Do total de recursos arrecadados junto às operadoras, apenas 5% poderão ser aplicados em fiscalização. Segundo Eduardo Seabra, com o corte o monitoramento fica comprometido e a qualidade dos serviços pode cair ainda mais.
Outras agências reguladoras também sofreram com os cortes, entre elas a Agência de Energia Elétrica (Aneel) e a Agência Nacional de Petróleo (ANP).
Informação: Aesp/ Jornal da Câmara
Comissões vão analisar pesquisa sobre mídia e educação
As comissão de Educação e Cultura; e de Direitos Humanos e Minorias vão realizar seminário para discutir os resultados da pesquisa "A Educação na Imprensa Brasileira - Responsabilidade e Qualidade".
Serão convidados representantes do MEC, da Confederação Nacional de Trabalhadores da Educação, da Agência Nacional de Notícias dos Direitos da Infância (Andi), do Instituto Paulo Freire e do Departamento de Comunicação e Jornalismo da UnB.
Segundo o autor do requerimento, deputado Carlos Abicalil (PT-MT), o MEC, a Unesco e a Andi, que encomendaram a pesquisa, buscam tornar mais visível a abordagem que os meios de comunicação têm sobre a educação no País. "As instituições de ensino e os meios de comunicação de massa estão interligados no processo de desenvolvimento da cidadania, porque a essência da educação é a comunicação", comentou.
A data e o local da audiência não foram definidos.
Informação: Aesp/ Jornal da Câmara
Câmara deverá instalar comissão sobre bebidas alcoólicas
A Câmara dos Deputados deverá, instalar na próxima semana comissão especial destinada a analisar o Projeto de Lei 4846/94, que estabelece medidas de restrição ao consumo de bebidas alcóolicas.
Na reunião marcada para hoje 09.06, não houve quorum suficiente para sua instalação, onde seriam eleitos o presidente e os vice-presidentes da comissão.
O projeto, do ex-deputado Francisco Silva, estabelece restrições à publicidade de bebidas alcóolicas e proíbe a comercialização desses produtos em estabelecimentos localizados às margens das rodovias federais.
Pela proposta, os anúncios publicitários de bebidas alcóolicas estarão sujeitos às seguintes regras:
- não poderão associar o consumo de álcool a práticas desportivas,
- deverão conter a advertência "O consumo de bebidas alcóolicas é prejudicial à saúde",
- serão divulgados em rádio e televisão apenas depois das 22 horas e
- não poderão ser divulgados em estádios de futebol e ginásio de esportes.
Propostas relacionadas
Além do PL 4846-A/94, a comissão analisará mais de 120 propostas sobre o assunto, que tramitam em conjunto. Entre elas, o PL 4549/04, do deputado Carlos Nader (PL/RJ), que determina a inscrição, nos rótulos das garrafas de bebidas alcoólicas, de advertência às gestantes; e o PL 3321/04, do deputado Jefferson Campos (PMDB/SP), que obriga os fabricantes e importadores de bebidas alcoólicas a fixarem nos produtos rótulos com informações sobre os males causados pelo consumo do álcool.
Composição da Comissão
Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei nº 4846, de 1994, que "estabelece medidas destinadas a restringir o consumo de bebidas alcoólicas
Informação: Abert/ Agência Câmara
Comissão aprova avaliação de produtos que emitem radiação
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou ontem o substitutivo ao Projeto de Lei 923/03, que obriga as empresas produtoras de aparelhos que emitem radiação eletromagnética a submeter seus produtos à avaliação do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro). O projeto, do deputado Mário Assad Júnior (PL/MG), exige a afixação de etiqueta do Inmetro nesses produtos, identificando o nível de radiação emitida – na unidade miliwatt por centímetro quadrado – por produtos como antenas de rádio e televisão, linhas de alta voltagem e barreiras de segurança.
Substitutivo
O relator, deputado Edson Ezequiel (PMDB-RJ), apresentou substitutivo. Pelo texto do relator, as empresas fabricantes de aparelhos que emitam radiação eletromagnética serão obrigadas a submeter-se à avaliação do Inmetro ou por empresa credenciada pelo instituto, mas exclui da lista equipamentos de telecomunicações, que são avaliados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O relator acrescenta também que as regulamentações técnicas estabelecerão limites de segurança para a exposição a campos eletromagnéticos.
Punições
O texto substitutivo estabelece ainda as punições em caso de não-cumprimento da lei, que poderão ser:
- multa,
- apreensão do produto,
- inutilização do produto,
- cassação do registro do produto junto ao órgão competente,
- proibição de fabricação do produto,
- suspensão de fornecimento de produtos ou serviço,
- suspensão temporária de atividade,
- revogação de concessão ou permissão de uso,
- cassação de licença do estabelecimento ou de atividade,
- interdição total ou parcial de estabelecimento, obra ou atividade,
- intervenção administrativa e
- imposição de contrapropaganda.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, já foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família. Agora será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Informação: Abert/ Agência Câmara
Projeto que cria Ordem dos Jornalistas é representado
A Câmara voltará a analisar a criação da Ordem dos Jornalistas do Brasil (OJB). A proposta foi reapresentada à Casa pelo deputado Celso Russomanno (PP-SP) por meio do Projeto de Lei 5253/05. Em 2002, projeto com o mesmo teor (PL 6817/02) foi apresentado pelo parlamentar, mas foi recusado pelo Plenário junto com proposta do Executivo que criava o Conselho Federal de Jornalismo (PL 3985/04).
O novo projeto de Russomanno, além de criar a OJB, prevê alterações no exercício da profissão de jornalista, com o objetivo de "disciplinar os excessos em que incorrem certos profissionais inescrupulosos e indiferentes à ética".
Exercício profissional
De acordo com o texto, serão reconhecidos como jornalistas apenas os profissionais inscritos na OJB, que será presidida por um conselho federal e agirá como órgão de seleção, representação, disciplina e defesa da profissão. Ao atuar como serviço público não-governamental, a instituição deverá garantir o direito à livre informação e zelar pelo aperfeiçoamento da imprensa.
Para inscrever-se na Ordem, o profissional deverá preencher os seguintes requisitos:
- ser aprovado em exame aplicado pela entidade,
- apresentar diploma de graduação ou pós-graduação em jornalismo expedido por instituição de ensino superior oficial ou reconhecida,
- comprovar idoneidade moral,
- não exercer atividade incompatível com a profissão e
- realizar estágio profissional.
Função social
Pela proposta, o jornalista exerce função social e presta serviço público, o que o torna um profissional indispensável à livre circulação de informações na sociedade. No exercício da profissão, deve manter independência em qualquer circunstância.
O projeto permite ao jornalista recusar-se a realizar trabalho que afronte a lei, a ética profissional ou suas convicções pessoais. Ele também não será obrigado a depor como testemunha sobre fato que constitua sigilo profissional e só poderá ser preso em flagrante, no exercício de seu trabalho, em caso de crime inafiançável.
Tramitação
O projeto será analisado inicialmente pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. De lá, seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Informação: Abert/ Agência Câmara
O Rádio faz a sua estréia em Cannes
Junho é o mês de Cannes para os publicitários do mundo todo. Cannes Tem a mesma importância do Oscar para todos que gostam de cinema. Mas o Festival de Cannes de 2005 traz uma novidade: pela primeira vez o Rádio fará parte do Festival e o jurado brasileiro nessa categoria é o nosso Lula - Lula Vieira, Sócio Diretor da VS Comunicação, apaixonado pelo Rádio desde a juventude.
Chico Socorro
Em função de sua paixão pelo Rádio, Lula reuniu um acervo com mais de cinco mil jingles e peças de rádio e que estão disponibilizados na ESPM de São Paulo.
Essa presença do Rádio no Cannes Lions coincide com uma série de fatos que apontam para uma valorização do Rádio como mídia entre nós. É o Lula quem afirma: "depois de muito tempo no ostracismo, o meio Rádio voltou a ter peso no mercado brasileiro. Houve uma modernização fenomenal das emissoras que investiram muito na digitalização e na qualidade das transmissões. A programação também evoluiu verticalmente. Tem rádio AM que está ganhando em volume de audiência de alguns programas de televisão". E Lula cita o programa do padre Marcelo Rossi no Sistema Globo de Rádio.
Coincidentemente, foi encerrado no dia 20 de maio o 23º. Congresso Brasileiro de Radiodifusão em Brasília em que o Rádio foi alvo especial de atenções. Discutida a questão da escolha do modelo de Rádio e TV digital que será utilizado no Brasil, ficou claro que o modelo para o meio Rádio poderá ser decidido ainda este ano.
Um outro aspecto da evolução do Rádio está na forma do uso publicitário do meio.
Além da idéia de criar e produzir peças menores, de 5, 10 segundos de duração, Lula ensina que: "ninguém está mais restrito aos spots e ao jingles. As fórmulas são múltiplas, mais audaciosas e focadas na segmentação que é a essência do rádio. O jingle e spot ganharam primos e essa diversidade precisa ser contemplada pelos criativos. Podemos fazer promoções, merchandising, usar o comunicador, criar novelinhas, etc "".
O Rádio, de cujas entranhas nasceu a própria Televisão (os primeiros artistas da TV vieram do Rádio) foi, de certa forma "esmagado" pelo meio que aliou a imagem ao áudio. Por outro lado, o surgimento, há 40 anos, dos vários prêmios de publicidade em que a Televisão acabou assumindo o papel de estrela maior, colaborou para que o Rádio fosse gradualmente marginalizado nas agências de publicidade. Noutras palavras, verificou-se a ascensão vertiginosa da TV de um lado e o ostracismo gradual do Rádio do outro.
Acreditamos firmemente que o processo de revalorização do Rádio depende muito de como esse meio é percebido pelos publicitários, em especial pelos profissionais de Criação. Dito de outra forma, é preciso reconstruir o "Glamour" do Rádio como meio publicitário eficaz, ressaltando as suas virtudes intrínsecas: o Rádio como companheiro e como o único meio que desperta a imaginação. Que venha Cannes e que o Rádio mostre, de vez, que é uma Mídia perene e charmosa.
Informação: Sulrádio/ Caros Ouvintes
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