A rádio Band AM 640 do Rio Grande do Sul decidiu incluir nos seus jornalísticos dicas de lazer e turismo para o final de semana. Desde sexta-feira (29/04), já estão no ar dois programetes: o Gente no Fim de Semana, do Jornal Gente, e um novo quadro do Jornal do Sábado.
Leonardo Meneghetti, Affonso Ritter e Fernando Albrecht, apresentadores do Jornal Gente (7h30) vão sugerir programas para sexta, sábado e domingo em todo o Estado gaúcho. Um entrevistado especial vai falar do seu roteiro pessoal.
No sábado (30/04), um quadro no programa Jornal do Sábado (11h) vai se dedicar a conhecer melhor as cidades do Rio Grande do Sul, opções culturais, artísticas, gastronômicas, festas e rotas turísticas. O âncora Renato Martins vai conversar com um convidado, seja prefeitos ou empresários, que vão falar de suas respectivas cidades e das atividades e programação festiva dos municípios.
Informação: Sulrádio/ Comunique-se
Novo programa da Guaíba debate dupla Gre-nal
A Rádio Guaíba estreou neste domingo (1/5) um novo programa, o Preleção. Apresentado por Ernâni Campelo, a atração irá ao ar sempre aos domingos, ao meio-dia. O programa conta com a participação de comentaristas da emissora e convidados especiais, que debatem e fazem projeções das partidas da dupla Gre-Nal, na semana que passou e na que estará se iniciando.
Conselho de Comunicação Social debate propaganda de álcool na mídia
O Conselho de Comunicação Social do Senado promove debate sobre o álcool nos meios de comunicação e a Lei de Comunicação de Massa, a partir das 14 horas. Participam, como expositores, os presidentes da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), José Inácio Pizani, e do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), Milton Seligman, e o diretor-executivo do Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar), Edney Narchi.
Informação: www.comunicadores.com.br
Prazo para padrão de TV digital acaba em dezembro
O Secretário-Executivo do Ministério das Comunicações, Paulo Lustosa, disse que expira em 10/12 o prazo para a escolha técnica do padrão de TV digital a ser adotado no Brasil. Se o prazo não for cumprido, o tema será levado à Presidência, que se encarregará de tomar uma decisão política.
"Se não cumprir o prazo, vai ser uma decisão política. Só sobra esse caminho", disse Lustosa depois de um evento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). A adoção de um padrão tecnológico para a TV digital no Brasil vem se arrastando há anos.
Inicialmente, a seleção seria entre os padrões já comerciais no mundo, o europeu, o japonês e o norte-americano. Depois, o governo brasileiro decidiu desenvolver um padrão nacional.
"Nossos vizinhos podem se antecipar à nossa escolha de modelo e isso criaria mil problemas para nossa própria indústria e para a integração latino-americana (da tecnologia)", afirmou o Secretário-Executivo do Ministério das Comunicações. Caso o comitê que discute o assunto consiga finalizar o relatório com dados técnicos, modelo de negócio, conteúdo e outros detalhes no prazo previsto, os estudos com a recomendação do modelo serão enviados à Presidência.
A partir daí, o Governo terá até 10/02 para oficializar a escolha tecnológica, informou o Secretário: "A escolha mais racional é o sistema que melhor se ajuste às nossas condições sociais e que mais use inteligência nacional".
Informação: Consumidor RS
Contra a pirataria
As estatísticas ainda são desafiadoras. O volume de produtos que ingressam no país de forma ilícita, gerando decréscimo de receita e de postos de trabalho, ainda não permite qualquer comemoração. Contudo, o resultado do trabalho desenvolvido pelo governo federal para extirpar essa célula cancerígena do nosso tecido social merece atenção pela seriedade como vem sendo conduzido.
Em outubro de 2004 foi criado o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), órgão colegiado consultivo, integrante da estrutura básica do Ministério da Justiça. Desde a sua instalação, várias reuniões ordinárias e extraordinárias se realizaram, incluindo o preparo de um plano estratégico para o biênio 2005/2006.
Sua composição é peculiar, pois, além da presença de representantes do governo federal, permitiu-se a indicação de seis representantes da sociedade civil, cujas entidades foram escolhidas pelo ministro da Justiça. É uma inovação salutar e inédita, porque o problema crucial passa a ser enfrentado pelos setores responsáveis pela fiscalização, autuação e repressão, em perfeito compasso com a iniciativa privada, que experimenta, em última análise, os prejuízos dessa desmesurada avalanche de produtos pirateados e contrafeitos.
A autonomia e a legitimidade insculpidas no decreto presidencial que criou o CNCP ficaram mais expressivas com a recente aprovação do seu Regimento Interno, prevendo a criação de comissões especiais e a estruturação de painéis de colaboradores, para melhor alcançar os objetivos originariamente traçados.
A sonegação fiscal e o combate à pirataria e outros delitos contra a propriedade intelectual, estão sendo enfrentados em todos os estados da federação, de norte a sul, com expressivos resultados nas apreensões efetuadas. Além da evolução ímpar nas medidas de fronteira, o acurado exame das denúncias recebidas, a rígida condução das investigações, a profunda verificação dos esquemas de entrada de produtos e logística de distribuição, são procedimentos que os órgãos governamentais estão adotando com maior eficácia e dinamismo, como se constata diariamente na mídia. Há necessidade, ainda, de novos investimentos.
Esse fenômeno repercute, inevitavelmente, nas economias locais havendo, inclusive, ramificações com o crime organizado, conforme apurado na CPI da Pirataria e constatado atualmente pelos trabalhos do CNCP.
Verifica-se, todavia, que é indiscutível o reconhecimento dos esforços despendidos pelo governo. E a razão é simples: antes de qualquer comprometimento externo, essas iniciativas repousam no interesse nacional, que levadas a exame nesses últimos seis meses de instalação do Conselho, pode-se diagnosticar uma melhoria do panorama crítico anterior. A preocupação com a implementação das medidas atuais também atinge os estados e municípios, destacando-se a iniciativa do governo fluminense ao criar a Codepin - Comissão Estadual de Defesa da Propriedade Intelectual.
Ainda no âmbito federal, deve ser reexaminada a situação atual do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), que acumula milhares de pedidos de marcas e de patentes sem exame e decisão final. São direitos de titulares nacionais e estrangeiros que deixam de ser reconhecidos na forma da lei. Com o atraso, dificulta-se o ingresso de medidas judiciais contra os infratores, permitindo-se a perpetuação de ilícitos. Retarda-se a difusão do conhecimento tecnológico e distancia-se do compromisso assumido em tratados internacionais. Os esforços adotados pela administração atual ainda não surtiram os efeitos desejados. Urge que também nessa área, o governo adote medidas pontuais de modo a reverter o quadro existente.
O acompanhamento e gestão das ações recomendadas no plano estratégico representam um efetivo compromisso do Conselho com a sociedade civil organizada. As avaliações do rumo traçado serão feitas periodicamente e, se necessário for, mudanças poderão ser sugeridas e implementadas, desde que obedecendo ao espírito público que norteou a criação do CNCP. Assim agindo, estaremos, todos, participando dessa árdua tarefa e colaborando para que o mal seja extirpado de forma contundente, sem recidiva.
Informação: AESP/ Jornal Do Brasil – Opinião
Entidades defendem liberdade de imprensa
A defesa de um jornalismo livre e ético marcou todas as palestras do IV Encontro Regional sobre Liberdade de Imprensa, realizado ontem no Rio de Janeiro. O tema do encontro, que visa a divulgar a Rede de Defesa da Liberdade de Imprensa em todo o país, foi "As responsabilidades e os interesses dos jornalistas e das fontes". A rede é uma iniciativa da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
Jornalismo vinculado aos interesses do cidadão
Fernando Martins, diretor executivo da ANJ, representou o presidente da entidade, Nelson Sirotsky, lendo um discurso em que este afirma que a associação "defende um jornalismo cada vez mais vinculado aos interesses objetivos do cidadão. Um jornalismo que não pretende denunciar problemas, mas apontar soluções e mobilizar a sociedade na busca destas soluções". Durante o evento, a associação divulgou nota condenando a iniciativa do governo da Venezuela de criar uma lei que controla conteúdos, horários e programas de rádio e televisão. A ANJ também condenou a prisão da jornalista Patrícia Poleo, editora do "El Nuevo País", jornal de oposição ao governo de Hugo Chávez.
— São exemplos lamentáveis, que provocam temor e justificam nossa permanente vigilância contra toda e qualquer ação que vá contra o sagrado direito do cidadão de ser informado livremente — disse Martins.
O representante da Unesco no Brasil, Jorge Werthein, adiantou a mensagem do diretor-geral da organização, Koichiro Matsuura, a propósito do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, comemorado hoje. "Os meios de comunicação independentes, livres e pluralistas têm papel fundamental no bom governo das sociedades democráticas, assegurando transparência e responsabilidade", diz a nota.
Em seu discurso, Werthein citou Rui Barbosa:
— Um país de imprensa degenerada ou degenerescente é, portanto, um país cego e um país miasmado, um país de idéias falsas e sentimentos pervertidos, um país que, explorado na sua consciência, não poderá lutar com os vícios que lhe exploram as instituições.
Jornalista do GLOBO e um dos responsáveis pela criação da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), da qual é vice-presidente, Chico Otavio alertou, em sua palestra, para o perigo que representa para a liberdade de imprensa a chamada indústria do dano moral. Se é um direito de qualquer cidadão buscar na Justiça o reparo pelo dano causado à sua imagem pela mídia, "o que está acontecendo hoje, no Brasil, é o uso abusivo deste direito".
O vice-governador do Estado do Rio, Luiz Paulo Conde, representou a governadora Rosinha Garotinho. Ele enumerou questões sobre a responsabilidade do jornalista e saudou a criação da Abraji:
— O ideal é que todos os jornalistas fossem investigativos — disse Conde.
O encontro foi realizado pela ANJ e pela Unesco, com apoio dos jornais "Folha Dirigida", "Jornal do Commercio", "O Dia" e O GLOBO. A mesa de abertura contou com as presenças de Fernando Martins; Jorge Werthein; Luiz Paulo Conde; Patrícia Mosé, secretaria extraordinária de Imprensa do governo do Espírito Santo; Afonso Faria, diretor de promoções e relações externas do Grupo Folha Dirigida; Jairo Paraguassú, diretor comercial do "Jornal do Commercio"; Alexandre Freeland, editor-chefe de "O Dia"; e José Roberto Marinho, vice-presidente das Organizações Globo.
Chico Otavio mediou um debate entre Carlos Alberto di Franco, diretor do master em jornalismo da Universidade de Navarra, na Espanha; Alexandre Freeland; o desembargador Luis Felipe Salomão, presidente da Escola Nacional de Magistratura; e Lucianne Carneiro, repórter de economia do "Jornal do Commercio". O debate contou com perguntas da platéia.
O próximo evento da Rede em Defesa da Liberdade de Imprensa será no dia 8 do mês que vem, em Brasília. O site da rede é www.liberdadedeimprensa.org.br
Informação: AESP/ O Globo
Band estréia quadros voltados para o lazer gaúcho
Desde a última sexta-feira, (29/4), a Band AM 640 passou a contar com dois programetes voltados para dicas de lazer e turismo. O quadro Gente no Fim de Semana estreou no programa Jornal Gente, que vai ao ar às 7h30min, apresentado por Leonardo Meneghetti, Affonso Ritter e Fernando Albrecht. Todas as sextas-feiras, os integrantes do programa vão dar dicas do que fazer no fim de semana e receber um entrevistado para falar do seu roteiro pessoal. Hoje o escritor, historiador e jornalista Eduardo Bueno, o Peninha, deu suas dicas. O quadro aborda desde cultura até gastronomia, passando pelas mais diversas opções da Capital e do interior.
Amanhã, estréia no programa Jornal do Sábado, veiculado a partir das 11h, um quadro que vai se dedicar às cidades do Rio Grande do Sul, suas opções culturais, artísticas e gastronômicas, festas e rotas turísticas. O jornalista Renato Martins terá sempre como convidado uma personalidade ou autoridade do município em questão. Neste sábado, dentro das comemorações dos 140 anos da cidade de São Sebastião do Caí, o assunto será a Festa da Bergamota.
Informação: Coletiva.net
Bate-papo Jornalístico recebe fotógrafo baiano
A Delegacia Regional do Vale do Sinos do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Rio Grande do Sul promove hoje, (2/5), o seu evento Bate-Papo Jornalístico. O encontro terá a presença do fotógrafo e antropólogo baiano Rogério Ferrari. Ele tem 40 anos e registrou acontecimentos históricos como a Revolução Sandinista, na Nicarágua, a queda do Muro de Berlim, na Alemanha, a crise dos balseiros, em Cuba, a Rebelião Zapatista, no México, e a crise no Oriente Médio. Neste último, trabalho realizado em 2002, ficou hospedado por quatro meses na casa de uma família palestina.
Ferrari documentou imagens com muita expressão e sensibilidade sobre a emoção e as dificuldades vividas pela população residente nos chamados territórios ocupados. O trabalho, que traduz a versão dos palestinos para o conflito, resultou no livro "Palestina - A Eloqüência do Sangue", de 168 páginas. São 78 fotografias em preto-e-branco, sendo que 30 delas estão expostas, de hoje a 22 de maio, na Casa de Cultura Mário Quintana. O livro poderá ser adquirido no Bate-papo Jornalístico, que ocorrerá no restaurante Cantina Capri (Rua Ivo Afonso, 325 - Bairro Fião - São Leopoldo), às 12h. O custo do almoço é de R$ 11. Mais informações através do site www.jornalistas-rs.org.br.
Informação: Coletiva.net
Proposta obriga TV e rádio a abordar cultura negra
Emissoras e retransmissoras de rádio e TV poderão ser obrigadas a veicular programas voltados para a valorização da cultura afro-brasileira, caso o Congresso aprove o Projeto de Lei 5042/05. A proposta, de autoria do deputado Badu Picanço (PL-AP), determina que essa programação seja transmitida a partir do ano que vem, entre 6 e 22 horas, com no mínimo 2% do tempo diário de operação. Entre 2007 e 2009, esse percentual será elevado para 3% da programação total do dia, passando a 4% a partir de 2010.
Pelo projeto, os programas obrigatórios devem enfocar as tradições, o folclore, a situação econômica e social do afrodescendente ou a divulgação de fatos jornalísticos relativos a iniciativas da população negra. Além de supervisionar o conteúdo, o Poder Executivo terá de produzir programa jornalístico diário, com no mínimo dez minutos de duração, destinado à divulgação de notícias relativas à população afro-brasileira, para veiculação em estações de radiodifusão obrigadas a cumprir a nova lei.
Discriminação
Badu Picanço espera que a veiculação desses programas contribua para a queda da discriminação contra a população negra. "Atualmente, a imagem do afrodescendente mostrada na TV se resume a enfoques de notícias degradantes", observa. Picanço acrescenta que é preciso entender a complexidade intelectual, a forte carga de tradições e de cultura próprias e a noção de dignidade pessoal presente nos negros.
Em caso de infração, a emissora ou retransmissora será punida com multa de até R$ 2 mil. Na reincidência, as transmissões podem ser suspensas por até dois dias.
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, está na Comissão de Educação e Cultura. Depois, será analisada pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Informação: Agência Câmara
"Saideira" reúne profissionais para discutir o Rádio e a profissão
O rádio como o mais acessível e popular entre os meios de comunicação; os riscos e as responsabilidades dos profissionais que nele trabalham; vantagens e prejuízos da liberdade quase absoluta que desfrutam; a conveniência ou não de algum tipo de controle ou análise dos conteúdos radiofônicos; são alguns dos temas que serão discutidos hoje (2/5), às 19 horas no bar Pacífico (Altos do Mercado) pelos jornalistas e radialistas professor Ruy Carlos Ostermann, Kátia Suman e João Carpes tendo como mediador Paulo Moreira.
A realização é da Agência Livre para Informação, Cidadania e Educação com apoio do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul e parceira de Catarse.
Lembre quem são os citados:
Ruy Carlos Ostermann - O "Professor", como é carinhosamente conhecido, já foi técnico e jogador de basquete, professor de filosofia, político e secretário estadual de Ciência e Tecnologia e da Educação. Hoje, trabalha na rádio Gaúcha, onde ingressou em 1978, como jornalista. Em 2002, no Japão e na Coréia, Ruy fez a cobertura de seu décimo mundial, completando 40 anos de trabalho no rádio.
Paulo Moreira - É radialista há quase 20 anos. Trabalhou na Rádio Gaúcha AM, Atlântida FM, Unisinos e, atualmente, apresenta um programa de jazz na rádio FM Cultura, da Fundação Cultural Piratini Rádio FM Cultura e Televisão Educativa.
João Carpes - Tem meio século de intimidade com o rádio, tendo trabalhado em 36 emissoras de rádio no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Fundou a Associação de Radiodifusão Comunitária União e Paz (Aracopama), em Viamão e agora anda empenhado em criar outra rádio comunitária na vila Santa Rosa, além de fazer parte da diretoria do Conselho Regional de Radiodifusão Comunitária Conselho das Rádios Comunitárias (Conrad ).
Kátia Suman - Socióloga de formação optou pelo rádio há 21 anos, quando começou como redatora publicitária. Identificada com o público jovem, esteve por 16 anos na rádio Ipanema FM, outros três simultaneamente na Pop Rock e FM Cultura e há dois anos integra a equipe da UNISINOSfm103.3, onde apresenta o programa Elétrica. Kátia também participou do projeto Usina do Som, produzindo shows de MPB.
Informação: ARI/ Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul
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