Em palestra no Conselho de Comunicação Social nesta segunda-feira, o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slaviero, destacou que 90% da população brasileira ouvem rádio; isso, segundo ele, mostra que o veículo tem preservado o seu espaço mesmo diante das chegada de novas tecnologias, como a internet. De acordo com Slaviero, esse cenário deve manter-se devido a características próprias do rádio, como a facilidade de acesso - ele pode ser ouvido em diversas situações, como no trabalho e no carro - e o foco local do veículo. "O rádio tem uma grande velocidade para gerar informações locais sobre trânsito e clima, por exemplo", afirmou.
Apesar de sua versatilidade, o setor precisa ser desenvolvido, disse Slaviero. Um dos caminhos apontados por ele é o combate à radiodifusão ilegal por meio da fiscalização e do controle. Ele sugeriu, também, a elaboração de um novo marco regulatório que diferencie o serviço de radiodifusão do de telecomunicação e a transição da tecnologia analógica para a digital. "Essa é a única forma de o rádio se manter competitivo em um ambiente em que todos os outros meios já são", afirmou.
Tecnologia digital
Com a tecnologia digital, explicou Daniel Slaviero, as rádios AM terão o som de FM, e as FM ficarão com a qualidade de um CD. Estimativas da Abert indicam que emissoras de médio porte gastariam entre 100 mil e 125 mil dólares (de R$ 216 mil a R$ 270 mil na cotação de hoje) para fazer essa transição.
Diante do alerta de conselheiros sobre as dificuldades de as pequenas emissoras arcarem com esse custo, Slaviero afirmou que a transição será gradual, ao longo dos anos, e começará pelos grandes centros, para depois alcançar o interior.
"Haverá uma tendência natural de migração porque, em médio prazo, o receptor analógico vai ser mais caro do que o digital", avaliou Daniel Slaviero. De acordo com ele, sem a transição para o meio digital as rádios dificilmente vão manter o atual faturamento.
Por outro lado, o presidente da Abert defendeu o financiamento da transição em condições de mercado, por meio de bancos privados ou públicos.
Reportagem - Luciana Mariz
Edição - Noéli Nobre
Informação: Agência Câmara
2º Turno - Eleição para governador
Em alguns estados a Propaganda Eleitoral Gratuita para eleição em 2º Turno ao cargo de Governador começou hoje. Os Tribunais Regionais Eleitorais determinaram a veiculação da propaganda para governador na primeira metade do bloco das 7h às 7h20 e das 12h às 12h20 no rádio, e das 13h às 13h20 e das 20h30 às 20h50 na televisão.
Outros estados determinaram que a divulgação deve ser feita na última metade do bloco: das 7h20 às 7h40 e das 12h20 às 12h40 no rádio, e das 13h20 às 13h40 e das 20h50 às 21h10 na televisão. A decisão acarreta, além da confusão, um grave transtorno para emissoras que transmitem em rede.
Para clarear as dúvidas e resolver a questão, a ABERT apresentou petição, neste final de semana, ao TSE - Tribunal Superior Eleitoral, solicitando o esclarecimento e a comunicação aos TREs sobre, exatamente, em qual horário deve ser veiculada a propaganda para governador. enquanto não tem início a propaganda para Presidente da República.
O Ministro Marco Aurélio, presidente do TSE, respondeu esclarecendo que: propaganda para governador deve ser veiculada começando às 7h e 12h no rádio, e às 13h e às 20h30 na televisão. A partir do dia 13/10, sexta-feira, quando terá início a propaganda para Presidente da República, a propaganda para Governador será transmitida após o término dessa.
Os TREs já foram informados da decisão.
Informação: Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão - Abert
Abert pede crédito para emissoras adotarem rádio digital
No encerramento da audiência pública do Conselho de Comunicação Social, o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slaviero, defendeu um financiamento para a transição do sistema de rádio analógico para o digital. O crédito, sugeriu, poderia ser oferecido por bancos privados ou públicos, com condições de mercado.
A Abert estima que as emissoras de médio porte gastarão com a transição entre 100 mil e 125 mil dólares (de R$ 216 mil a R$ 270 mil na cotação de hoje). Os próprios conselheiros alertaram para as dificuldades das pequenas emissoras em arcar com o custo.
Faturamento
Slaviero lembrou que, sem a transição para o meio digital, as rádios terão dificuldades para manter o faturamento atual. Para ele, a transição vai ser um processo gradual. De início, deve ser fomentada nas grandes cidades, onde as rádios e ouvintes têm capacidade de investir em equipamentos e receptores, para depois alcançar o interior.
Direitos autorais
O Conselho de Comunicação Social realizará outra audiência pública às 14h30, sobre a legislação de direitos autorais. Às 15h30, o ministro da Cultura, Gilberto Gil, falará sobre formas de preservar a identidade nacional.
Informação: Agência Câmara
Gil defende mobilização social para mudar TVs públicas
O ministro da Cultura, Gilberto Gil, defendeu ontem a mobilização da sociedade brasileira para atualizar as leis referentes à comunicação pública. Ele não apontou os dispositivos que estariam defasados, mas afirmou que muitos problemas poderão ser debatidos em um fórum nacional de TVs públicas previsto para ser realizado no fim deste ano.
“Temos de garantir uma política de fortalecimento do conteúdo brasileiro nas TVs públicas; atualizar a tecnologia dessas televisões; tratar do financiamento das operações; revisar o arcabouço jurídico que orienta o segmento; e racionalizar a relação do governo federal com as TVs”, enumerou.
Gil, que participou de audiência pública no Conselho de Comunicação Social, disse que oito ministérios dividem os procedimentos relativos à produção das TVs públicas brasileiras, além das agências reguladoras. “É necessário haver uma nova conceituação sobre a TV pública”, declarou.
O secretário-executivo do Ministério da Cultura, Juca Ferreira, que também participou da audiência, acusou alguns setores de resistirem à regulação, sem levar em conta que isso é para proteger a produção nacional e garantir diversidade nos trabalhos realizados pelas empresas de comunicação independentes e comunitárias. “Parte da nossa legislação é do tempo do videoteipe, quando tudo era feito ao vivo”.
Direitos autorais
Antes da audiência com o ministro, o Conselho de Comunicação Social debateu as regras de direito autoral. Na ocasião, a superintendente-executiva do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), Glória Cristina Rocha Braga, fez “um apelo” para que o Congresso Nacional analise “com extrema cautela” todas as propostas que pretendem mudar a lei dos direitos autorais (9.610/98). “É uma irresponsabilidade mexer em uma legislação que há dez anos atende à obrigação de respeitar os direitos autorais nacionais e estrangeiros”, afirmou Rocha Braga. A lei atual, segundo a superintendente, atende a todas as exigências dos acordos firmados pelo Brasil com o resto do mundo.
A superintendente do Ecad apresentou números da arrecadação do órgão em 2003. Segundo ela, foram arrecadados R$ 209,4 milhões, sendo que foram distribuídos R$ 156,6 milhões para seus quase 200 mil representados. “O Ecad agrega 12 associações de compositores e funciona como um vetor de distribuição de renda, ou seja, coleta direitos autorais em todo o País e os repassa aos responsáveis”, explicou a superintendente.
A lei atual dos direitos autorais também foi defendida pelo presidente da Comissão Permanente de Direito de Propriedade Intelectual do Instituto dos Advogados do Brasil (IAB) e assessor jurídico da Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais (Socinpro), João Carlos de Camargo Éboli. “A legislação está atualizada em relação à informática e à internet tanto em termos civis quanto penais”, garantiu ele.
O tema voltará a ser discutido na próxima reunião do conselho, marcada para o dia 6 de novembro.
(Por Rodrigo Bittar)
Informação: Jornal da Câmara
Começa primeira rodada de acertos entre Brasil e Japão
Começa nesta terça, dia 10, uma importante rodada de negociações entre os governos e indústrias do Brasil e Japão com o objetivo de estabelecer os parâmetros finais do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), que utiliza em sua base o padrão japonês ISDB-T. Estão no Brasil representantes de grandes fabricantes japoneses como Sony, Panasonic, NEC e Toshiba, além de representantes do consórcio Arib, que administra o ISDB-T. Por parte do Brasil, estão o governo e a Câmara de TV Digital, com representantes da indústria. O que será afinado, basicamente, são os itens do Termo de Implementação do SBTVD. Os brasileiros esperam chegar ao final da rodada de negociação com a liberação de um conjunto de normas técnicas ainda pendentes por parte dos japoneses, a definição dos prazos conjuntos de trabalho, a especificação dos royalties e esforços conjuntos de promoção do padrão. Ainda não serão colocadas as especificações brasileiras ao SBTVD. As reuniões de trabalho vão até quinta, 12.
Cronograma
O cronograma de transição que deverá ser seguido pelas emissoras para a implementação do Sistema Brasileiro de TV Digital não saiu nesta segunda, 9, conforme era aguardado. A explicação é que o ministro decidiu convocar uma entrevista coletiva com a imprensa para esta terça, 10, onde explicará detalhes do documento e dará publicidade ao texto.
Informação: Tela Viva News
Ecad pede cautela na análise da Lei dos Direitos Autorais
Antes da audiência com o ministro da Cultura, Gilberto Gil, o Conselho de Comunicação Social debateu as regras de direito autoral. Na ocasião, a superintendente-executiva do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), Glória Cristina Rocha Braga, fez "um apelo" para que o Congresso Nacional analise "com extrema cautela" todas as propostas que pretendem mudar a Lei dos Direitos Autorais (9610/98).
"É uma irresponsabilidade mexer em uma legislação que há dez anos atende à obrigação de respeitar os direitos autorais nacionais e estrangeiros", afirmou Rocha Braga. A lei atual, segundo a superintendente, atende a todas as exigências dos acordos firmados pelo Brasil com o resto do mundo.
Arrecadação
A superintendente do Ecad apresentou números da arrecadação do órgão em 2003. Segundo ela, foram arrecadados R$ 209,4 milhões e distribuídos R$ 156,6 milhões para seus quase 200 mil representados. "O Ecad agrega 12 associações de compositores e funciona como um vetor de distribuição de renda, ou seja, coleta direitos autorais em todo o País e os repassa aos responsáveis", explicou a superintendente.
A lei atual dos direitos autorais também foi defendida pelo presidente da Comissão Permanente de Direito de Propriedade Intelectual do Instituto dos Advogados do Brasil (IAB) e assessor jurídico da Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais (Socinpro), João Carlos de Camargo Éboli. "A legislação está atualizada em relação à informática e à internet tanto em termos civis quanto penais", garantiu ele.
O tema voltará a ser discutido na próxima reunião do conselho, marcada para o dia 6 de novembro.
Informação: Jornal da Câmara
Pirataria tira 1,5 milhão de empregos no Brasil
O Brasil está sendo pressionado pela União Européia a combater fortemente a pirataria. O País perde 1,5 milhão de empregos e deixa de arrecadar R$ 30 bilhões em impostos por ano com a pirataria, via produção clandestina, nacional ou estrangeira.
Da China chegam milhares de contêineres onde estão brinquedos, têxteis, relógios, tênis e outras mercadorias que, rapidamente, estarão nas ruas das capitais e principais cidades brasileiras. Pelas fronteiras secas entram produtos falsificados, contrabandeados e roubados. Há uma indústria clandestina paralela funcionando noite e dia para abastecer os consumidores que olham apenas o preço.
Existe quem defenda tais compradores, pois, ou eles se abastecem no comércio informal, nos camelôs, ou não terão acesso àquilo com que sonham consumidor. No caso dos CDs, de fato, o preço do comércio legal e do informal tem uma diferença gritante. No entanto, as lojas pagam impostos e seus empregados. Hoje em dia, o download, o programa feito diretamente da internet, permite a milhões de pessoas no mundo terem acesso às músicas que desejam. Os jovens são os maiores consumidores de quase 20% da produção fonográfica, mas estão trocando as lojas especializadas pelo computador, o CD pelo iPod. Em 2005, as vendas da indústria fonográfica caíram 7,8%, enquanto o download legalizado de músicas aumentou 150%, informou a Nielsen SoundScan. Chegou a vez das lojas virtuais, como a iTunes, da Apple, ou o My Space, que estão ameaçando os considerados dinossauros do século passado, o 20. É o mesmo fenômeno que ocorreu quando as grandes redes de varejo, como a Tower e Virgin, no exterior, liquidaram com as lojinhas de bairro.
Nos Estados Unidos, das 50 a 70 grandes lojas, inclusive redes, de discos do início dos anos 90, apenas umas 10 devem ter resistido e continuam abertas. O prejuízo calculado por especialistas é de US$ 700 milhões na perda anual da indústria fonográfica, desde que começou a febre de "baixar" músicas diretamente da internet, legal ou ilegalmente, com o programa Napster. Desde 2003, foram 900 lojas de discos independentes que fecharam, restando 2.700, divulgou o Instituto Almighty de Vendedores de Discos. É a prova cabal de que o mundo se transforma rapidamente, com as pessoas não conseguindo assimilar uma novidade porque outra, depois outra e mais outra logo ocupa o espaço da anterior. Então, se isso ocorre no mundo real, virtual e no comércio de apenas um setor da economia, imagine-se o que não se passa nos subterrâneos da ilegalidade.
Para estancar a sangria, primeiro temos de fiscalizar mais e mais as fronteiras, utilizando toda a tecnologia disponível, através da cada vez mais respeitada Polícia Federal. Logo em seguida, combater também internamente, pois aqui há organizações fortes, com estrutura para produzir de discos a tênis falsificados. O crime organizado rouba ou furta um veículo com facilidade porque sabe que tem quem compre o automóvel, seja para revendê-lo ou desmanchá-lo. Aí, nas feiras populares, tem mercado, pessoas compram sem fazer perguntas, sem nota fiscal, fechando o ciclo que corrói empregos e desvia os bilhões em impostos que tanta falta nos fazem.
Campanha de esclarecimento deveria ser feita por entidades de classe e pelo governo, alertando para os malefícios que a pirataria provoca no País, afetando a todos nós, sejamos ou não clientes de camelôs. E quanto mais legal o produto, quanto menos falsificações, contrabando e furtos de produtos, mais baratos eles chegarão aos consumidores legais.
Informação: Jornal do Comércio
Furlan assina MP de incentivo a fábricas de semicondutores
Denise Chrispim Marin
BRASÍLIA - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, informou nesta sexta-feira que assinou, pela manhã, o texto da medida provisória (MP) que prevê incentivos fiscais para a instalação de indústrias de semicondutores no País.
O texto foi encaminhado à Casa Civil da Presidência da República. Segundo Furlan, não há nenhum dado concreto sobre a publicação dessa MP antes do segundo turno da eleição presidencial.
"Não depende de mim", disse o ministro. Ele evitou fornecer detalhes sobre o conteúdo da medida provisória. A expectativa, no entanto, é que a MP traga incentivos à instalação e ampliação da fabricação de componentes eletrônicos no Brasil.
Informação: Agência Estado
Anatel inicia licitação de posições orbitais
A Anatel abriu processo de licitação para o direito de exploração de satélite brasileiro. Concluído o processo, até três novos satélites poderão entrar em operação nos próximos quatro anos. Ocuparão posições orbitais notificadas pelo Brasil junto à União Internacional de Telecomunicações (UIT), localizadas entre as longitudes 94°W e 10°W.
O valor do lance mínimo é de R$ 1,570 milhão. Os vencedores terão direito de exploração assegurado por 15 anos, prorrogáveis uma única vez. Segundo as regras do edital, cada empresa ou grupo poderá obter até dois dos três direitos licitados. Quem já os detém poderá adquirir novos direitos de exploração.
As posições orbitais notificadas pela Brasil poderão receber satélites geoestacionários capazes de atender a América do Sul, e, em alguns casos, cobrir também a América do Norte. As entidades participantes da licitação poderão pleitear outras posições além das citadas, mas esse pedido ficará sujeito à análise da agência e notificação do Brasil junto à UIT.
Outra exigência é que os satélites de telecomunicações deverão cobrir permanentemente 100% do território brasileiro. Os vencedores da licitação terão de demonstrar, a partir de seis meses após a obtenção do direito, que possuem centros de deliberação e implementação das decisões estratégicas, gerenciais e técnicas relativas à exploração de satélites no Brasil. Além disso, deverão implantar estação de controle em território brasileiro e manter brasileiros em quantidade suficiente nos seus quadros para a sua completa operação.
Na documentação a ser entregue para participação na licitação, entre outros requisitos, as empresas deverão indicar o início e término da fabricação do satélite, lançamento e início da operação comercial, que deverá acontecer num prazo de quatro anos contados da assinatura do termo de exploração.
O edital começará a ser vendido na próxima terça-feira, 10, ao custo de R$ 200,00. Os documentos de identificação, as propostas de preços e a documentação de habilitação deverão ser entregues no dia 8 de novembro, no auditório da Anatel, em Brasília, à Comissão Especial de Licitação. A abertura das propostas da primeira etapa está prevista para o dia 16 de novembro.
Informação: Tela Viva News
ELEIÇÃO PARA GOVERNADOR
Em alguns estados a Propaganda Eleitoral Gratuita para eleição em 2º Turno ao cargo de Governador começou hoje. Os Tribunais Regionais Eleitorais determinaram a veiculação da propaganda para governador na primeira metade do bloco das 7h às 7h20 e das 12h às 12h20 no rádio, e das 13h às 13h20 e das 20h30 às 20h50 na televisão.
Outros estados determinaram que a divulgação deve ser feita na última metade do bloco: das 7h20 às 7h40 e das 12h20 às 12h40 no rádio, e das 13h20 às 13h40 e das 20h50 às 21h10 na televisão. A decisão acarreta, além da confusão, um grave transtorno para emissoras que transmitem em rede.
Para clarear as dúvidas e resolver a questão, a ABERT apresentou petição, neste final de semana, ao TSE - Tribunal Superior Eleitoral, solicitando o esclarecimento e a comunicação aos TREs sobre, exatamente, em qual horário deve ser veiculada a propaganda para governador. Enquanto não tem início a propaganda para Presidente da República.
O Ministro Marco Aurélio, presidente do TSE, respondeu esclarecendo que: propaganda para governador deve ser veiculada começando às 7h e 12h no rádio, e às 13h e às 20h30 na televisão. A partir do dia 13/10, sexta-feira, quando terá início a propaganda para Presidente da República, a propaganda para Governador será transmitida após o término dessa.
Os TREs já foram informados da decisão.
Informação: ABERT
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