A TV Cultura assinou nesta terça-feira (dia 18) parceria com o Mackenzie, a USP e a Universidade Federal da Paraíba para desenvolvimento de tecnologias, conteúdo audiovisual e interatividade, além de programas de TV, para o sistema brasileiro de televisão digital.
Participaram da assinatura do protocolo de cooperação o presidente da Fundação Padre Anchieta, Marcos Mendonça; o Coordenador Geral do Laboratório de Sistemas Integráveis da USP, João Antonio Zuffo; o reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Manassés C. Fonteles; e o reitor da Universidade Federal da Paraíba, Rômulo Soares Polari.
Neste convênio, as universidades participam com o suporte técnico e desenvolvimento de aplicativos de interatividade. Já a TV Cultura será a provedora de conteúdos. Mais instituições devem em breve se juntar a este processo.
Informação: TELA VIVA News
Europeus prometem briga pelo padrão de TV digital
A Coalizão DVB e a União Européia querem uma visita do governo brasileiro à Europa para serem discutidas as vantagens de ser escolhido o padrão europeu para a TV digital no País.
A reunião servirá para, segundo nota da coalizão, "discutir pessoalmente as ofertas européias relacionadas a essa decisão. O convite reflete a firme intenção do grupo e da UE de aprofundar as ofertas encaminhadas em março, respondendo ao propósito do governo de negociar as melhores contrapartidas para o Brasil no âmbito do processo decisório sobre a TV digital".
A coalizão é formada por empresas que apóiam a adoção do padrão europeu, como Philips, Nokia e Rode&Schwartz.
O convite, na verdade, serve como resposta para a pré-escolha do padrão japonês. Na semana passada, o governo brasileiro, através do Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, assinou um memorando com o governo do Japão.
De acordo com o documento assinado em Tóquio, o País se comprometeu a ajudar o Brasil a definir um plano estratégico para o setor e a apoiar as empresas japonesas que queiram instalar fábricas. Também está previsto que o JBIC (Japan Bank for International Cooperation) ofereça linha de crédito para as emissoras brasileiras migrarem para a nova tecnologia digital.
Porém, segundo o ministro, "o memorando mostra o engajamento efetivo do governo japonês, mas não se trata de uma decisão definitiva. Tudo poderá ser negociado".
Segundo ele, em informações dadas ao jornal Folha de S. Paulo, um grupo de especialistas da Toshiba virá ao Brasil em 15 dias para iniciar estudos de viabilidade de investimentos em fábricas de semicondutores no país.
Informação: Meio & Mensagem
Ministros apresentarão relatório sobre TV digital a Lula nesta semana
Os ministros envolvidos nas negociações sobre a TV digital deverão apresentar um relatório final ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda nesta semana, segundo informou ontem o ministro das Comunicações, Hélio Costa.
O próprio presidente teria solicitado, segundo Costa, uma reunião com os ministros que foram ao Japão na semana passada (Celso Amorim, das Relações Exteriores, Luiz Fernando Furlan, do Desenvolvimento, e o próprio Hélio Costa) para ouvir um relato sobre os entendimentos com os japoneses.
“Nós evidentemente estamos preparados para a apresentação do relatório, e partir daí é uma decisão do presidente da República”, disse Costa, ao informar que a viagem ao Japão serviu para “colocar no papel” os entendimentos que já estavam sendo conduzidos pela Casa Civil.
“Nós vencemos uma etapa”, disse Costa, referindo-se ao trabalho dos ministros de avaliação das propostas.
“A partir daí, acho que a decisão toda compete exclusivamente ao presidente”, completou.
Ele justificou a viagem ao Japão como uma conseqüência de negociações encaminhadas no Brasil, e disse não ter conhecimento sobre o encaminhamento das conversas com os europeus, que reiteraram ontem o convite ao governo brasileiro para que visite a Europa a fim de que a proposta feita sobre a TV digital ao Brasil em março possa ser melhorada.
“Nós só fomos ao Japão porque realmente tínhamos um procedimento em andamento nos últimos quatro meses, conversações que foram sendo encaminhadas para uma posição muito consolidada. Nós chegamos ao Japão já com muitas conversas, muitas reuniões e eu não sei em que ponto estão essas conversações ou esses entendimentos com os europeus. Mas evidentemente, se o presidente decidir [que deve haver uma missão à Europa], nós cumprimos toda e qualquer orientação que parte de presidente da República”, afirmou.
Informação: Abert/Telecomunicações - A Tribuna do Povo - Umuarama - Geral
País poderá ter fábrica de US$ 700 milhões
Daniel Rittner, Sergio Leo e Ricardo Cesar
O governo brasileiro e a empresa de tecnologia japonesa Toshiba iniciam, nos próximos 15 dias, as negociações técnicas para a implantação de uma fábrica de semicondutores no país. A decisão de adotar o sistema japonês de TV digital é dada como certa por ministros e altos funcionários do governo que participam das discussões, mas todos frisam que a palavra final caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Os assessores de Lula têm demonstrado cautela para não atropelar o anúncio do presidente nem dar a entender que a escolha já foi 100% tomada. Eles avaliam que isso pode reduzir o poder de barganha nesta reta final da definição do padrão tecnológico, mas voltaram de Tóquio convencidos de que o consórcio ISDB oferece o melhor sistema e as melhores contrapartidas.
Amorim: memorando firma compromisso dos japoneses em treinar técnicos brasileiros e repartir conhecimentos
Os contatos com empresários e com a cúpula do governo japonês foram capazes até mesmo de baixar a resistência do ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, simpático ao padrão europeu. Furlan e seus colegas saíram satisfeitos com o compromisso da Toshiba de enviar, em 15 dias, representantes para começar a estudar o projeto de uma fábrica no país.
Diferentemente do que imaginava o governo
no início das negociações, o investimento dificilmente alcançará bilhões de dólares. Deverá ser algo mais modesto, até US$ 700 milhões, voltado para a fabricação de semicondutores "dedicados", designação técnica para os chips utilizados na produção de aparelhos eletrônicos como televisores, geladeiras e DVDs - e não computadores.
Há três tipos de empreendimentos que poderiam ser montados no Brasil, segundo Rogério Nunes, diretor de marketing da Smart Modular Technologies, que atua na área de semicondutores. O mais simples é uma "design house", que desenha os chips e encomenda sua fabricação. Esse tipo de negócio não requer investimentos vultosos.
A segunda categoria compreende a montagem dos chips utilizando lâminas de silício denominadas "wafers", que são compradas no exterior. Esse processo é chamado de "back end". É isso que a Smart faz no Brasil. Segundo Nunes, um empreendimento desse tipo requer investimentos de US$ 20 milhões a US$ 50 milhões. A terceira - e mais complexa - fábrica de semicondutores é a que faz o "front end", como é denominada a produção dos wafers, e requer investimentos que geralmente passam de US$ 1 bilhão. As técnicas produtivas mais modernas exigem gastos que podem ultrapassar US$ 3 bilhões.
Se o valor de US$ 700 milhões for confirmado, resta saber que tipo de unidade produtiva será montada. O valor é muito acima do necessário para uma fábrica de back end, mas fica abaixo do que seria de se esperar para produzir wafers com tecnologia de ponta.
Segundo uma fonte envolvida nas negociações, é preciso de uma infra-estrutura industrial para dar suporte aos chips mais avançados, algo que o Brasil ainda não tem. A fonte relatou que, além de ofertas "mais firmes" do lado japonês, os europeus da ST Microelectronics enfatizaram, em reuniões no Palácio do Planalto, que a eventual decisão de instalar uma unidade de fabricação de semicondutores no Brasil não depende da escolha do sistema DVB. Técnicos e ministros não descartam uma ida também à Europa, caso Lula determine a viagem, mas acreditam que ela terá pouca influência.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, comemorou a decisão da Toshiba de enviar uma missão técnica ao Brasil. "Vejo esse anúncio como um encaminhamento positivo para que se possa avançar na adoção de um padrão de TV digital com tecnologia produzida no Brasil", comentou Amorim, que coordenou a delegação brasileira. "Não é só transferência de tecnologia de lá para cá; haverá uma troca."
Embora o memorando de entendimento assinado na semana passada entre autoridades brasileiras e japonesas tenha sido entendido no mercado, no Brasil e no japão, como um sinal definitivo da adoção do padrão japonês pelo governo brasileiro, Amorim fez questão de tratar o assunto em termos condicionais. Ele lembrou que os japoneses queriam, já no memorando, uma declaração de que o Brasil adotará o padrão ISDB-T, adotado naquele país. Os brasileiros negociaram para que o texto falasse em "forte desejo" de adotar o padrão do Japão para a TV digital no Brasil.
Amorim comentou que o governo brasileiro espera aproveitar o avanço desenvolvido no país nos últimos três anos em matéria de programas de computador, em setores como a interatividade, para usar, com os japoneses, na futura TV digital. O memorando firma compromissos dos japoneses em treinar técnicos brasileiros e repartir conhecimentos na área, além de abdicar do recebimento de royalties pela tecnologia. Amorim foi evasivo ao responder se o memorando significa o fim das chances de adoção da tecnologia européia.
Informação: Abert/ Valor Econômico - Tecnologia & Telecomunicações
União Européia quer missão brasileira na Europa
A União Européia e a Coalizão DVB enviaram uma carta à ministra Dilma Rousseff para reiterar o convite feito em 24 de março aos integrantes dos ministérios envolvidos no processo de decisão do sistema brasileiro de TV digital para visitar a Europa.
O objetivo é discutir pessoalmente as ofertas européias relacionadas à escolha do padrão a ser adotado no Brasil. No convite, está previsto um encontro da delegação brasileira com representantes da Comissão Européia, de Governos da União Européia e da Coalizão DVB para assinar um acordo de implantação de uma fábrica de semicondutores e centros de pesquisa e desenvolvimento nessa área no Brasil.
Além disso, a alta cúpula do DVB irá apresentar durante o encontro uma proposta envolvendo a participação do Brasil no desenvolvimento do DVB-T2, a segunda fase do sistema DVB, que já está em curso na Europa. Entre as inovações do DVB-T2 está a tecnologia IP no sinal de TV digital.
Informação: TELA VIVA News
SindiRádio promove seminário em Bagé
Nesta quarta-feira, dia 19 de abril, o SindiRádio (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado do Rio Grande do Sul) promove mais uma edição do "Seminário Regional", em Bagé (RS), na Galeria Eventos City Hotel, a partir das 14h30.
Com inscrições gratuitas, o evento contará abordará temas como: prática da regulamentação da profissão de radialista; porque utilizo o Rádio, Jornal e Televisão como mídia; e O melhor vendedor do mundo. Entre os palestrantes do seminário estão Clóvia Hoffmeister e Paulo Boa Nova (BN Criatividade & Propaganda).
Mais informações pelo telefone (51) 3231-4260.
Por: Moacir Drska
Informação: Rádio Agência
Europeus ainda não desistiram da disputa pela TV digital
Gerusa Marques
A União Européia (UE) e a Coalizão DVB, formada por empresas que apóiam a adoção do padrão europeu de TV digital, formalizaram ontem convite ao governo brasileiro para visitar a Europa, a exemplo da viagem feita por ministros ao Japão.
Em carta encaminhada à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, a União Européia se compromete a assinar com o governo um acordo para a instalação no Brasil de uma fábrica de semicondutores.
A intenção dos europeus de assinar esse acordo já fôra manifestada pelo diretor-executivo da Philips na América Latina, Walter Duran.
A Philips integra a Coalizão DVB juntamente com Nokia, ST Microlectronics, Thales, Siemens e Rhode&Schwartz. Na carta, os europeus convidam também o Brasil a participar do núcleo de desenvolvimento da segunda fase do sistema DVB.
NO PÁREO
Os europeus ainda não deram por perdida a disputa com os japoneses para a implantação da TV digital no Brasil, mesmo com a assinatura, na semana passada, de um memorando entre os governos do Brasil e do Japão. Apesar de o presidente Luiz Inácio Lula não ter feito o anúncio formalmente, o compromisso assumido pela delegação brasileira com as autoridades japonesas mostra que a escolha do padrão japonês é praticamente certa.
Integraram a comitiva brasileira na viagem ao Japão os ministros das Relações Exteriores, Celso Amorim; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan;e das Comunicações, Hélio Costa, que só retorna hoje a Brasília. Os ministros deverão fazer um relatório sobre a viagem ao presidente Lula.
De acordo com a carta, assinada pelo embaixador da União Européia no Brasil, João Pacheco, a comitiva brasileira seria recebida na viagem por representantes "de alto nível" da Comissão Européia, de governos da União Européia e da Coalizão DVB.
"Esse convite reflete a firme intenção da Coalizão e da União Européia de aprofundar as ofertas encaminhadas em março, respondendo ao propósito do governo de negociar as melhores contrapartidas para o Brasil no âmbito do processo decisório sobre a TV digital", diz nota distribuída à imprensa.
Informação: Aesp/ O Estado de S.Paulo Economia
Acordo com japoneses avançou, diz Amorim
CLÁUDIA DIANNI
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
A comitiva de ministros que foram ao Japão na semana passada negociar a definição do padrão de TV digital a ser adotado pelo Brasil deu "celeridade" ao processo de escolha, que será baseado em "trocas concretas", disse ontem o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Segundo ele, um grupo de especialistas da Toshiba virá ao Brasil em 15 dias para iniciar estudos de viabilidade de investimentos em fábricas de semicondutores no país.
"O Ministério das Relações Exteriores entrou na discussão para dar uma visão de Estado às negociações. O governo trabalha com um sentido de urgência para engajar o governo japonês", disse Amorim. No entanto, disse ele, não foram definidos prazos nem para as indústrias japonesas concluírem seus estudos nem para o governo brasileiro definir qual tecnologia será adotada.
Em março, a Folha publicou que o governo já se decidiu pelo padrão japonês. Falta o anúncio oficial.
Além de Amorim, integraram a comitiva os ministros do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, e das Comunicações, Hélio Costa. Amorim e o chanceler japonês, Taro Aso, assinaram um memorando que estabelece compromissos, caso o padrão japonês, conhecido como ISDB, seja adotado.
"O memorando mostra o engajamento efetivo do governo japonês, mas não se trata de uma decisão definitiva. Tudo será negociado", disse Amorim.
De acordo com o documento assinado em Tóquio, o Japão se compromete a ajudar o Brasil a definir um plano estratégico para o setor e a apoiar as empresas japonesas que queiram instalar fábricas. Na avaliação de Amorim, essa sinalização vai facilitar as decisões das empresas. "Em todo mundo, as indústrias olham o que os governos estão fazendo para tomar suas decisões de negócios." Tradicionalmente, os conglomerados japoneses tomam suas decisões de investimentos em conformidade com a estratégia da política industrial do governo.
O memorando também prevê que, uma vez adotado o sistema japonês, as inovações brasileiras serão absorvidas e o Brasil não terá que pagar royalties pelo uso da tecnologia japonesa. Também está previsto que o JBIC (Japan Bank for International Cooperation) ofereça linha de crédito para as emissoras brasileiras migrarem para a nova tecnologia digital.
Padrão europeu
A União Européia convidou, novamente, os ministros brasileiros envolvidos no processo de decisão do sistema de TV digital para visitar a Europa e "discutir pessoalmente as ofertas européias relacionadas a essa decisão".
De acordo com nota divulgada ontem pela assessoria de imprensa da "Coalizão DVB" (grupo de empresas que defende o padrão europeu), o convite "reflete a firme intenção do grupo e da UE de aprofundar as ofertas encaminhadas em março, respondendo ao propósito do governo de negociar as melhores contrapartidas para o Brasil no âmbito do processo decisório sobre a TV digital.
Informação: Aesp/ Folha de São Paulo Dinheiro
Coordenador quer regulamentação abrangente da comunicação
Laycer Tomaz
Paulo Tonet Camargo disse que a principal dificuldade é consolidar todas as propostas em um texto único. O coordenador da Comissão do Marco Regulatório do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional, Roberto Wagner, defendeu hoje que o setor passe por um processo de regulamentação o "mais abrangente possível". Em reunião nesta tarde, Wagner disse ser favorável a um processo que consiga reunir as maiores características de cada veículo. Ele defende, por exemplo, que o setor de televisão tenha um único arcabouço legal, e não seja subdividido entre TV aberta, TV a cabo e TV por satélite, por exemplo. "Devemos ter uma regulamentação rígida, porém abrangente, para que o sistema seja simplificado", afirmou.
Consolidação das propostas
O relator da comissão, Paulo Tonet Camargo, que também representa a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) no conselho, declarou que a principal dificuldade em seu trabalho tem sido consolidar as propostas apresentadas pelas diversas entidades representativas do setor (12 no debate de hoje) em um texto final, que servirá de subsídio para o Congresso Nacional elaborar a nova legislação sobre o assunto.
"Nosso trabalho é bastante amplo e passa pela definição do que é comunicação social, o que é conteúdo, quem pode ser considerado produtor de conteúdo. Mas podemos dizer que o objetivo final é fazer essa produção chegar ao público com o menor custo", resumiu. "Com o advento da internet, tudo o que valia para os veículos ficou defasado, porque a rede de computadores misturou todas as mídias em uma plataforma", acrescentou.
Divulgação de audiovisuais
O representante da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) Luiz Carlos Balieiro, também presente no evento, alertou para a necessidade de os projetos relativos à divulgação de audiovisuais tratarem com mais clareza a relação entre os produtores dessa modalidade de conteúdo e os outros setores afins, como os autores de músicas.
Ele lembrou que ainda não há entendimento preciso sobre o assunto e que, a cada exibição pública de um filme, por exemplo, sempre há polêmica sobre a suposta obrigação de os responsáveis pela exibição pagarem direitos autorais aos autores das músicas inseridas.
A próxima reunião da Comissão de Marco Regulatório do Conselho de Comunicação Social do Congresso será realizada no dia 15 de maio.
Informação: Jornal da Câmara
Clipping Abert da Radiodifusão
PORTARIA Nº 114, DE 31 DE MARÇO DE 2006 O SECRETÁRIO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o que consta do Processo n° 53000.054268/2005, resolve: Aprovar o local de instalação da estação e a utilização dos equipamentos da TVSBT CANAL 5 DE PORTO ALEGRE S/A, autorizada a executar o Serviço de Retransmissão de Televisão, ancilar ao Serviço de Radiodifusão de Sons e Imagens, em caráter secundário, no município de Capão da Canoa, Estado do Rio Grande do Sul, utilizando o canal 25 (vinte e cinco).
JOANILSON LAÉRCIO BARBOSA FERREIRA
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