Votação da MP dos Tributos é adiada novamente

A Base Aliada ao Governo manteve a estratégia de obstruir a votação da Medida Provisória 232/04 (MP dos Tributos) em Plenário, a fim de ganhar tempo para elaborar um projeto de lei que vai propor a correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física e as formas de compensar as perdas na arrecadação.
Com falta de quorum, a votação da MP foi adiada para esta quinta-feira, quando passa a trancar a pauta de votações.
Existe a possibilidade de o projeto ser apresentado na terça-feira (5) que vem. Entretanto, o líder do Governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), não quis se comprometer com essa data, preferindo manter o prazo de 15 dias anunciado na terça-feira. "Quanto à MP 232, nós estamos orientando a Base Aliada e vamos derrotá-la. O compromisso já assumido é que a correção da tabela do Imposto de Renda não sofrerá nenhum abalo, ou seja, como o projeto de lei terá efeito retroativo, não haverá perda de um centavo para nenhum assalariado brasileiro", disse.
Nesta sexta-feira (1º), passarão a ter vigência os artigos da MP que tratam do aumento de tributos para diversos setores da economia.
O Plenário começou a analisar a MP 232/04 ontem, mas uma divergência entre a base do Governo e a Oposição quanto à manutenção no texto do reajuste da tabela do Imposto de Renda inviabilizou o processo de votação.

Acordos sobre o projeto
Para discutir o que pode constar do projeto de lei que vai substituir a MP 232, os líderes da Base Aliada; o relator da medida provisória, deputado Carlito Merss (PT-SC); e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, reuniram-se durante mais de duas horas na tarde desta quarta-feira no gabinete da Liderança do Governo. Um dos pontos em que os governistas devem insistir é quanto à alíquota do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) a ser cobrada das empresas prestadoras de serviço tributadas pelo lucro presumido. Aquelas que gastam até 20% da receita bruta com pessoal devem pagar menos.
O presidente da Comissão de Finanças, Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), afirmou que é preciso desvincular a correção da tabela do Imposto de Renda da necessidade de uma compensação orçamentária. "A não-correção da tabela é que significa um aumento da carga tributária", disse Geddel.
Na opinião de Rachid, a MP não aumenta a carga tributária, mas corrige distorções, aumentando a carga "sobre quem paga menos imposto".
Dados do Ministério do Planejamento indicam que a rejeição da MP 232/04 fará com que o Governo deixe de arrecadar cerca de R$ 300 milhões em Contribuição Social sobre Lucro Líquido em 2005 e R$ 1,2 bilhão de Imposto de Renda no ano que vem.







Informação: Agência Câmara

Ministério das Comunicações promove Mostra de Tecnologia em TV Digital

A Mostra de Tecnologia Nacional em TV Digital será realizada hoje durante todo o dia no Ministério das Comunicações. Treze grupos de pesquisa em TV digital participam do evento, a partir das 14 horas. Em debate, propostas para um modelo nacional de TV digital. Às 10 horas, como parte da programação, ocorrerá o 5º Fórum sobre Políticas Públicas de Telecomunicações, que terá como tema central "Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD)". O secretário de Telecomunicações, Mauro Oliveira, será um dos expositores do encontro. O SBTVD foi criado pelo governo em 26 de novembro de 2003 com o objetivo de buscar um modelo de TV Digital nacional.







Informação: Sulrádio/Agência Brasil

Heloísa Helena quer esclarecimentos sobre demissões na Radiobrás

A Radiobrás vai ter de prestar informações sobre a sua política de comunicação e os critérios que vem utilizando para demitir antigos funcionários da empresa. Requerimento neste sentido, endereçado ao ministro das Comunicações Luiz Gushikem, foi apresentado nesta quarta-feira (30), em Plenário, pela senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), que também fez constar nos Anais do Senado documento de funcionários denunciando o uso da instituição com fins políticos e a prática de empreguismo.
Em discurso, a senadora disse que muitos trabalhadores, às vésperas de obter a aposentadoria, estão sendo sumariamente demitidos sem nenhuma razão objetiva. Entre os demitidos estariam, inclusive, funcionários com até 80 anos de idade, que dificilmente conseguiram disputar vagas no mercado de trabalho.
Na última semana, ainda de acordo com a senadora, oito fotógrafos foram destituídos de suas funções, "nenhum deles com menos de 15 anos de Casa".
Heloísa Helena disse que a postura da direção provocou um clima de grande ansiedade na empresa, agravado com o enfarto sofrido na última sexta-feira pelo fotógrafo Hermínio Oliveira, demitido após 22 anos de trabalho.
A senadora denunciou ainda o fato de a Radiobrás estar ampliando a terceirização de serviços jornalísticos, mesmo contando com profissionais competentes e experientes em seus quadros.
- Encontrou-se uma forma de legalizar os protegidos - disse a senadora.







Informação: AESP/Jornal do Senado

Conselho de Comunicação discute publicidade de bebidas e inclusão digital

Os integrantes do Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional, reúnem-se às 14h da próxima segunda-feira (4) para debater três diferentes temas, entre eles, a questão da publicidade de produtos que contêm álcool, em especial, as bebidas alcoólicas, nos meios de comunicação.
O segundo assunto da pauta refere-se à chamada inclusão digital - expressão utilizada para identificar o processo pelo qual um número cada vez maior de pessoas passa a usufruir dos benefícios dos avanços tecnológicos. Os conselheiros devem analisar as aplicações do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), criado em 2000, com o objetivo de promover a popularização das tecnologias de comunicação no país. Os recursos do fundo, de acordo com a Lei 9.998/00, são resultantes da arrecadação de 1% sobre o faturamento mensal das empresas prestadoras de serviços de telecomunicações.
Durante a reunião, ainda será discutida a Lei de Comunicação de Massa, também conhecida com Lei Geral do Audiovisual, que consiste em uma proposta da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura para 2005. Além de sua discussão, deverão ser revistas a Lei das Telecomunicações e a Lei da TV a Cabo.
O Conselho de Comunicação Social é formado por 13 membros efetivos e igual número de suplentes da sociedade civil, que representam os diversos setores da área.









Informação: AESP/Jornal do Senado

Lista de propriedade pode se tornar pública por lei

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou nesta quarta, 30, o parecer favorável do deputado Nelson Proença (PPS/RS) para o projeto do deputado Edson Duarte (PV/BA) obrigando a divulgação na Internet da relação dos proprietários e diretores das empresas de radiodifusão. Emenda proposta pelo próprio relator acrescentou ao projeto a extensão da obrigatoriedade para as entidades mantenedoras de emissoras de rádio comunitária.








Informação: AESP/Tela Viva News

Deputados querem mais discussão sobre Fust

Em relação à proposta apresentada na terça pelo Ministério das Comunicações, e que prevê a utilização dos recursos do Fust diretamente pelos interessados (ministérios, estados e municípios), o deputado Walter Pinheiro (PT/BA), lamenta que seja mais uma proposta criada sem discussão ampla. Segundo o deputado, é como o que "aconteceu na época do decreto sobre política de telecomunicações, elaborado pela equipe do ministro Miro Teixeira". Para ele, o Congresso tem alguma experiência em relação ao assunto: "podemos contribuir muito para evitar perda de tempo. Não adianta chamar a gente para discutir com o decreto pronto, porque assim não funciona", reclama o deputado baiano. Especificamente em relação à proposta de interpretação da Lei Geral de Telecomunicações que está respaldando a proposta do Minicom, Pinheiro diz que ainda não é possível fazer uma avaliação apenas com os elementos oferecidos pelo ministério: “eu tenho o maior interesse em que os recursos do Fust comecem a ser aplicados, mas que sejam aplicados de forma correta, e não de qualquer jeito, só para dizer que usou o dinheiro". Mesmo ainda não possuindo informações mais concretas, o deputado do PT baiano avalia que, se implementada desta forma, a proposta é dispersiva.

TCU disse que não
Para o ex-ministro das Comunicações e deputado federal Miro Teixeira (PT/RJ) não aprovou a idéia do Ministério das Comunicações de permitir o uso dos recursos do Fust diretamente por estados, municípios e ministérios. A idéia, segundo ele, já havia sido levantada durante a sua gestão no Minicom: “tanto é que nós incluímos este ponto na consulta que fizemos ao Tribunal de Contas sobre o assunto e a resposta do TCU foi negativa, como todos já sabemos. Isso é que nos levou a propor a criação de um serviço a ser prestado em regime público, o SCD”, explica o deputado.
De fato, entre as perguntas realizadas pelo Minicom na gestão Miro Teixeira ao TCU está justamente a interpretação que agora o ministério quer dar à Lei Geral de Telecomunicações para permitir o repasse direto. O questionamento disponível no site do Minicom é: "5.1 A legislação vigente permite a transferência dos recursos do Fust de forma descentralizada mediante convênios firmados entre o Ministério das Comunicações/ANATEL e as unidades da federação para que estas implementem seus próprios projetos de acordo com suas realidades? 5.2 Este procedimento poderia ser estendido à esfera municipal e aos entes públicos da administração direta e indireta?". A resposta do TCU foi negativa.
Miro Teixeira insiste que a melhor opção para o Fust seria a criação o mais rápido possível do SCD, e que a Anatel já encaminhou ao ministério toda a documentação necessária para que o decreto de criação do serviço possa ser publicado: "a bola está com o ministério há uns quatro meses", afirmou o ex-ministro.

Empurra
Para o assessor especial do ministério das Comunicações, Márcio Wohlers, a Anatel ficou devendo a elaboração do Plano Geral de Outorgas e do Plano Geral de Metas de Universalização para que o ministério pudesse encaminhar à presidência da República a proposta de decreto criando o SCD: “Observe que a Anatel não fechou a consulta pública sobre o SCD. Ou seja, não há na agência uma opinião conclusiva sobre o assunto".
Realmente, há meses o ministério solicitou à Anatel que enviasse toda a documentação sobre a consulta pública em relação ao SCD. Na ocasião, considerou-se que a atitude do ministério era uma forma de protelar a criação do novo serviço, uma vez que o ministro Eunício de Oliveira estava aparentemente convencido da inviabilidade da criação do novo serviço. Uma semana após a solicitação, a Anatel divulgou a informação de que toda a documentação pedida havia sido encaminhada, e o assunto permaneceu esquecido até esta semana.








Informação: AESP/Pay TV News - Telecomunicações

Comissão aprova publicação de gastos com publicidade

Para garantir o amplo acesso dos cidadãos às despesas dos três Poderes com publicidade, apoios culturais e patrocínios, foi aprovado ontem pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público o Projeto de Lei 4119/04, de autoria do deputado Carlos Nader (PL-RJ). A proposta define que o Executivo, o Legislativo e o Judiciário manterão um banco de dados sobre esses gastos e publicarão semestralmente, no Diário Oficial da União, relatório detalhado separado pelo tipo de mídia utilizada.



Entre os dados que deverão ser publicados, no máximo 60 dias após o fim do semestre, estão: nome da empresa, do veículo de comunicação, da localidade da veiculação e valor nominal da despesa; nome da empresa produtora e do agente publicitário; e, no caso de produção gráfica, valor, nome da gráfica, quantidade impressa e forma de distribuição.



O relator do projeto, deputado Isaías Silvestre (PSB-MG), destacou que "o cidadão-contribuinte deve ter amplo acesso aos dados que informam os dispêndios estatais, fazendo um verdadeiro acompanhamento sobre os gastos do Estado".



Ele citou o artigo 37 da Constituição Federal, que instituiu o princípio da publicidade para preservar a transparência na ação do Estado. O mesmo argumento foi usado pelo deputado Carlos Nader.



Tramitação



O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.






Informação: ABERT/ Agência Câmara


Senado aprova criação do programa Nacional do Microcrédito Orientado

O Senado aprovou ontem a Medida Provisória 226/04, que cria o programa Nacional do Microcrédito Orientado para atender micro e pequenos empreendedores com faturamento bruto inferior a R$ 60 mil ao ano. O programa segue os moldes do crédito concedido pelo Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) e poderá beneficiar os pequenos empresários com empréstimos de até R$ 5 mil. Os recursos serão provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador e de uma parcela (2%) dos depósitos compulsórios dos bancos públicos e privados, retidos no Banco Central.

A MP trancou a pauta de votações do Senado por mais de duas semanas. Como sofreu alterações, retornará para nova votação na Câmara dos Deputados. A matéria dividiu os senadores, especialmente no que diz respeito à limitação das instituições que terão acesso à renda. O senador Pedro Simon (PMDB-RS) criticou duramente o governo por ter decidido sobre a criação do programa de microcrédito por meio de Medida Provisória. "Essa é uma matéria para se discutir, se pôr na mesa. Por mim, a pauta ficaria trancada por um bom tempo para analisarmos o projeto", ressaltou o senador.

A oposição também criticou a política de microcrédito em curso pelo governo federal. O líder do PFL no Senado, Agripio Maia (RN), caracterizou como "desastrosa" a atuação do Banco Popular do Brasil – atende a população de baixa renda sem que o cidadão tenha necessidade de apresentar comprovante de renda ou residência para abrir conta. Agripino acusou o banco de ter gasto em publicidade R$ 25 milhões dos R$ 92 milhões da receita total do órgão.

O líder do governo no Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu a atuação do Banco Popular e disse que se forem registrados excessos nos gastos com publicidade, isso será corrigido. "Mas não vamos invalidar esse esforço, que é fundamental. Trinta por cento da população brasileira têm renda, mas não têm crédito. O sujeito poderá ter uma caderneta de popança, não guardar o dinheiro embaixo do colchão", defendeu.

Na avaliação de Mercadante, a "bancarização" da população de baixa renda é fundamental ao país. O líder também defendeu a criação do Programa Nacional de Microcrédito, e ressaltou que a medida será fundamental para a geração de renda no país. "O microcrédito produtivo orientado é o grande desafio, porque é ele que vai ajudar a fomentar o investimento e a geração de renda. É mais importante que o crédito para consumo ou de subsistência", afirmou.

O Programa Nacional de Microcrédito prevê taxas de juros de 2% ao mês, enquanto as taxas de administração devem ser reduzidas em relação ao sistema financeiro tradicional: os bancos terão como agenciadoras das operações as cerca de 1.700 instituições ligadas à democratização do crédito e à prática das finanças com caráter solidário. Entre as instituições, estão cooperativas de crédito e microempreendimentos.







Informação: Agência Brasil

Isenção fiscal e crédito barato para o programa PC Conectado

O governo dará isenção tributária de PIS/Cofins, correspondente a 9,25%, na venda de hardware do PC Conectado, para um configuração mínima e um valor máximo que ainda serão definidos. Esse programa visa facilitar a compra de microcomputadores pela população de baixa renda (classe C), micro e pequenas empresas. Além disso, o governo concederá crédito dirigido por meio de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e empréstimos, com juros de até 2%, no formato microcrédito, pelos bancos do Brasil, Postal e Caixa Econômica Federal. Essas informações são resultado da reunião de ontem à noite, no Palácio do Planalto, do grupo de trabalho interministerial, criado para o PC Conectado.
O assessor especial do Ministério das Comunicações, Jean Claude Frajmund, destaca, ainda, o acordo entre o as operadoras e os provedores que, no momento, fazem testes técnicos de reconhecimento do internauta PC Conectado, que terá tarifa diferenciada. Com a adesão da Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet (Abranet), a Associação de Internet do Brasil e a Associação Brasileira de Pequenos Provedores de Internet (ABRAPPIT), o programa de inclusão digital conta com a participação de todos os provedores, pagos, gratuitos, pequenos e grandes. “Esse é um sinal positivo. Conseguimos baixar o preço e crédito com juros menores. Esses dois fatores ajudam a inclusão”, explica Jean Claude. A conexão dial-up, por 15h mensais, independente do horário, custará R$ 5, sem impostos estaduais, e cerca de R$ 7,5 com impostos, pagos mensalmente, por um ano. O governo visa prorrogá-la por mais um ano.
O lançamento do PC Conectado está previsto para segunda quinzena de abril. A meta é a de atender sete milhões de domicílios das classes C e 1,8 milhão de micro e pequenas empresas com microcomputador e acesso discado à Internet. Os computadores, avaliados em até 1,4 mil reais, serão vendidos em 24 parcelas, que podem variar de R$ 50 a R$ 60, e entrada de 10% do valor do produto.








Informação: Ministério das Comunicações

Derrota da MP 232 ameaça reformas do governo Lula, diz "FT"

A derrota que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sofreu ao desisitir da aprovação da MP 232 (que elevou a carga tributária dos prestadores de serviços) é o destaque desta quinta-feira no jornal britânico "Financial Times".

A derrota, segundo o jornal britânico, reflete ainda o "crescente descontentamento com os impostos que dispararam para financiar um setor público inchado, considerado ineficaz".

Da parte dos líderes empresariais, houve marchas de protesto nas últimas semanas e lobbies junto a congressistas contra a proposta de lei, lembra o "FT". A queixa da classe empresarial é que novos aumentos de impostos vão "sufocar o crescimento econômico e desgastar a competitividade internacional do Brasil".

"A carga fiscal total do Brasil já aumentou para cerca de 37% do PIB --uma das mais altas entre os países em desenvolvimento", diz o diário.

Fortalecidos pela derrota da MP devido ao esforço conjunto de protesto, grupos de empresas e direitos do consumidor podem agora "forçar o governo a enxugar a máquina pública e cortar gastos de maneira mais agressiva".

Já sem a liderança na Câmara dos Deputados e tendo "abandonado" a reforma ministerial que iria ajudar a consolidar a "frágil" maioria que o governo tem no Congresso, o "FT" diz ainda que a falta de poder de fogo do Executivo pode ainda comprometer a aprovação de outros dois projetos caros à administração Lula: a autonomia para o BC e a reforma sindical.

"Alguns investidores estão preocupados que o governo enfrente problemas com outras questões polêmicas em sua agenda legislativa, incluindo a proposta de autonomia para o Banco Central, ou a reforma de sindicatos não representativos."

Com agências internacionais








Informação: Folha de São Paulo