É com profundo pesar que informamos aos nossos colegas radiodifusores, o falecimento de Tiago Farias, filho do nosso querido colega Pedro Edir Farias, vice-presidente Regional da AGERT.
Nesta hora de dor, a radiodifusão gaúcha se solidariza com a família deste grande companheiro.
O corpo do jovem de 27 anos está sendo velado na Capela São José, localizada na rua Professora Leda Leal, fundos do Hospital São Vicente de Paula, da cidade de Osório.
O sepultamento será às 16h no Cemitério Nossa Senhora da Conceição na mesma cidade.
Informação: AGERT
Reuniões abrem crise entre entidades e Hélio Costa
Estão deterioradas as relações entre o Ministério das Comunicações e algumas entidades representadas no Comitê Consultivo da TV digital.
Tudo porque o ministro Hélio Costa passou a promover reuniões com radiodifusores de forma paralela, o que tem criado a sensação de que os demais setores envolvidos no processo estão sendo preteridos. Algumas fontes argumentam que os radiodifusores estão representados no Comitê Consultivo e que, portanto, a liturgia deveria ser respeitada, até para valorizar o trabalho que já foi feito e evitar desequilíbrios de posição.
Outro ponto que tem causado incômodo a alguns setores do Comitê Consultivo é a falta de providências para que o grupo tenha a estrutura logística necessária, o que tem impedido que algumas entidades sem recursos ao menos participem com um representante as reuniões regulares.
O Minicom diz não ter recursos. Em carta aberta aos membros do Comitê Consultivo, Gustavo Gindre, da articulação CRIS-Brasil, diz que "a alegada falta de recursos nos faz questionar sobre a real importância, para o governo, da existência de um conselho que reúna representantes da sociedade civil".
Ouvindo quem investe
O ministro Hélio Costa, em entrevista a este noticiário, disse que não ouviu apenas as emissoras em separado. "Eu comecei ouvindo todas as pessoas e entidades envolvidas. Falei também com o pessoal do rádio. Estive no CPqD em São Paulo, participei de uma reunião com todos os participantes dos consórcios", afirma.
O ministro diz ter chamado as emissoras de televisão porque sentiu que, "embora houvesse uma relação do ponto de vista técnico, do ponto de vista empresarial, as emissoras estão totalmente afastadas do processo". De acordo com Costa, "os dirigentes das empresas afirmaram para mim que nunca participaram das reuniões de TV digital, que se dão no nível técnico, e que ninguém os havia chamado para este tipo de discussão. Quem vai às reuniões dos conselhos é o pessoal técnico, mas o dono da empresa não foi chamado".
Hélio Costa diz que é o empresário quem vai investir "dois ou três milhões de dólares para digitalizar sua empresa" e que ninguém ouviu o que esse empresário teria a dizer. "É isso que estou tentando fazer.
Chamar e discutir do ponto de vista empresarial e dizer: nós estamos num procedimento que vai levar sua empresa a investir milhões de dólares até junho do ano que vem. Você concorda com isso?". Queremos saber se o prazo está certo ou nós vamos pegar o empresário no meio de uma crise, diz Costa. "Quem é que vai colocar a TV digital no ar? São as empresas. São elas que vão realmente fazer o trabalho. Se elas não quiserem, não vai haver TV digital. Cada uma das redes de TV do país tem centenas de retransmissoras em todo o país e cada uma delas terá que ser digital. Como é que vamos conversar sobre isso sem conversar com as empresas?".
O ministro das Comunicações diz que "todos os representantes que estiveram aqui comigo, me disseram que nunca foram chamados a discutir com o governo nenhuma proposta neste sentido".
Ouvindo todos
Sobre o fato de as emissoras já estarem representadas no Comitê Consultivo, Costa diz que "é uma participação técnica e não empresarial" e que o conselho está preocupado em verificar os caminhos técnicos. "Como é que nós vamos ter que desenvolver estes softwares, que tipo de equipamento nós vamos ter que comprar, os aplicativos? Isso é o que perguntamos no comitê consultivo", diz Costa. "Alguém virou para as TVs e perguntou: esse negócio é bom para você? Ou esse negócio vai te dar um baita prejuízo no ano que vem? Sua empresa está preparada para investir? Ninguém perguntou. Este foi o objetivo da minha conversa. Mas nunca no sentido de falar em separado. Vou fazer a mesma coisa com todos os grupos. E estamos fazendo com todos os grupos", afirma o ministro.
Informação: Aesp/ Tela Viva News
Consulta pública propõe alteração nos PBTV e PBRTV para o uso de canais por rádios comunitárias
Brasília, 01.09.2005 – A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está submetendo a comentários públicos proposta de alteração dos Planos Básicos de Distribuição de Canais de Televisão em VHF e UHF – PBTV e de Retransmissão de Televisão em VHF e UHF – PBRTV, com o remanejamento da faixa de freqüências de 82 a 88 MHz (canal 06), para permitir a utilização dos canais 198, 199 e 200 pelo Serviço de Radiodifusão Comunitária nos Estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Manifestações sobre as alterações pretendidas poderão ser encaminhadas à ANATEL até o dia 03 de outubro próximo e a íntegra da Consulta Pública pode ser solicitada pelo endereço This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..
Informação: Abert/Rodolfo Machado Moura
Convergência tecnológica dos meios de comunicação é tema de debate
Audiência pública com a finalidade de debater o tema "Convergência Tecnológica dos Meios de Comunicação" está prevista para a próxima segunda-feira (12), às 10h30. Convergência tecnológica é uma expressão que define a utilização de uma mesma plataforma de telecomunicações para transporte de diferentes serviços, como telefonia, vídeo, música e internet. O evento é promovido pelo Conselho de Comunicação Social (CCS) - órgão auxiliar do Congresso Nacional.
Os expositores convidados para abordar o assunto são o presidente da Tim-Brasil, Mário César Pereira de Araújo; o diretor de tecnologia da Rede Brasil Sul de Comunicação (RBS), Fernando Ferreira; o vice-presidente executivo da Rede Bandeirantes de rádio e televisão, Antônio de Pádua Telles de Carvalho; e o representante do conselho técnico da Sygnus e consultor da Rede Fácil-Unibanco, Claudionor Coelho.
Informação: Jornal do Senado
Senado assina convênio com rádio comunitária
O Senado Federal assinou, nesta segunda-feira (5), um convênio com a Rádio Comunitária Lago Sul, da Sociedade Sol e Vida, vinculada à Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro daquele bairro. Pelo acordo, a rádio comunitária poderá retransmitir a programação da Rádio Senado, além de contar com seu suporte técnico.
Segundo o diretor-geral do Senado Federal, Agaciel Maia, o objetivo do convênio é divulgar as atividades da instituição.
- A população deve tomar conhecimento de tudo o que se faz dentro do Senado para se dar conta de como essa instituição é importante para a democracia brasileira. Todo o nosso projeto de comunicação social busca o reconhecimento dessa importância - justificou.
Para o secretário de Comunicação Social, Armando Rollemberg, a experiência do Lago Sul será um projeto piloto.
- Estamos reformulando a programação para facilitar seu aproveitamento, com programas mais didáticos. Essa será só a primeira tentativa. Queremos disseminar essa idéia pelo Brasil afora. Será uma excelente oportunidade de multiplicar o alcance dos nossos conteúdos - avaliou.
O Padre Abdon Dias Guimarães, pároco da Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e conselheiro da Rádio Comunitária Lago Sul, diz que a programação da Rádio Senado é uma demanda antiga.
- Por sermos uma rádio comunitária, precisamos estar em sintonia com todos os poderes, saber o que está acontecendo no país. As pessoas querem essa informação - observou.
Informação: Jornal do Senado
Anatel dispensa licitação e paga mais para reativar serviço de telefonia
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) fez um contrato emergencial, sem licitação, para reativar o "call center" (0800 332001) -serviço gratuito para recebimento de reclamações, denúncias e pedidos de informação.
A agência reguladora informou que o serviço, que havia sido suspenso no último dia 26, poderia ser reativado hoje. Quando suspendeu o atendimento, a Anatel alegou falta de recursos. O novo contrato encarece em quase R$ 1 milhão a prestação do serviço.
O contrato emergencial foi fechado com a Call Tecnologia, que poderá receber até R$ 928,7 mil para prestar o serviço em caráter emergencial e precário (sem as mesmas exigências de qualidade no atendimento) por até 90 dias. A empresa é a mesma que venceu o pregão que a agência fez, no final de junho, para definir quem iria operar o "call center" de forma definitiva, por um ano.
Em junho, a Call Tecnologia ganhou o contrato de R$ 4,9 milhões para operar o "call center" por 12 meses. O valor não inclui os custos com as ligações, estimados em R$ 5,6 milhões, que ficam a cargo da Anatel. Ou seja, com a decisão de fazer um contrato emergencial, o serviço de "call center" acabou ficando R$ 928,7 mil mais caro.
A decisão da agência aconteceu depois que o ministro Hélio Costa (Comunicações) fez críticas em relação à forma como os recursos são geridos na Anatel. Ele disse que a agência tinha em caixa R$ 4,9 milhões no dia em que decidiu suspender o "call center". A Anatel não contestou o ministro.
A agência reguladora justificou a contratação emergencial com o argumento de que, se não fosse feito dessa forma, o consumidor poderia ficar mais 90 dias sem atendimento.
(HUMBERTO MEDINA)
Informação: Abert/ Folha de São Paulo
Anatel: volta do call center
BRASÍLIA. O call center da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deverá voltar a funcionar hoje, em caráter precário. Ontem, a central (0800 332001) estava em testes. Desde 26 de agosto, o consumidor não tem a quem recorrer no caso de problemas com operadoras de telecomunicações. Diante da situação, a Anatel contratou sem licitação, em caráter emergencial, a Call Tecnologia e Serviços Ltda, para prestar o serviço por prazo máximo de 90 dias.
A Call Tecnologia receberá R$ 5,927 milhões por dois contratos, pois é a mesma empresa que venceu em 29 de junho a licitação para operar por 12 meses a central de atendimento. A segunda colocada na licitação foi a TMKT (valor de R$ 5,090 milhões) e a terceira, a Teletech (R$ 7,731 milhões). O valor do contrato, assinado dia 1º, é de R$ 928.695,30. A Anatel terá ainda de gastar até dezembro com o call center R$ 3 milhões, referentes a ligações telefônicas. (Mônica Tavares)
Informação: Abert/ O Globo
Rádio comunitária no Rio Grande do Sul é denunciada por veicular propaganda comercial
Brasília, 02.09.2005 – A ABERT ecaminhou, na última sexta-feira, (2), ofício ao Ministério das Comunicações, acompanhado de fita cassete, demonstrando que a Rádio Comunitária Raul Bopp, de Tupanciretã, Estado do Rio Grande do Sul, infringe diversos dispositivos legais, em especial o inciso XV do artigo 40 do Decreto nº 2.615 (por veicular propaganda ou publicidade comercial) e o § 1º do artigo 30 da mesma norma legal (por realizar proselitismo religioso).
A denúncia foi registrada sob o nº 53000.043837/2005-22 e, dessa forma, a ABERT ressalta que não pactua com o desrespeito à lei, além de destacar que atitudes como a dessa emissora comunitária estão a deturpar a finalidade do serviço de radiodifusão comunitária e a inviabilizar as emissoras comerciais que operam na legalidade.
Informação: Abert/ Rodolfo Machado Moura
Nos EUA, TVs abertas querem 100% dos canais digitais no cabo
O noticiário norte-americano Mediaweek publicou nesta quarta, 31, que os radiodifusores dos Estados Unidos pressionarão o Congresso daquele país para que todo o sinal aberto das emissoras digitais seja transmitido pelo cabo. Segundo o noticiário, executivos de várias emissoras filiadas à NAB (National Association of Broadcasters) irão a Washington no próximo dia 8 para pressionar os congressistas, que devem votar resoluções sobre TV digital até o meio de setembro. Por enquanto, vale ressaltar, as operadoras de TV a cabo precisam carregar apenas o sinal principal de cada emissora regional, não estando obrigadas a levar o sinal dos outros canais transmitidos através de multicast.
Brian Dietz, porta-voz da NCTA (associação que reúne os operadores de cabo dos Estados Unidos), afirmou que os radiodifusores "estão pedindo ao governo algo que já foi rejeitado duas vezes pela FCC e que prejudicaria e diversidade de programação e não ajudaria em nada a agilizar a transição para a TV digital".
Problemas no padrão
Essa briga acaba tocando em um assunto que já parecia ultrapassado, a própria escolha pelo padrão de transmissão de TV digital terrestre nos Estados Unidos. Em artigo publicado recentemente no semanário Broadcasting & Cable, o vice-presidente de novas tecnologias do Sinclair Broadcast Group, Nat Ostroff, afirmou que a NAB errou ao apoiar a escolha do padrão de transmissão do ATSC, o 8-VSB. Segundo ele, o 8-VSB não é capaz de garantir que o sinal terrestre seja recebido com a mesma qualidade oferecida pela transmissão analógica, deixando os radiodifusores nas mãos dos operadores de cabo.
Informação: Abert/ Tela Viva News
Rio caminha para se tornar um estado digital
Erica Ribeiro
Enviada especial
RIO DAS FLORES e PIRAÍ. Com apenas oito mil habitantes, Rio das Flores, município da região do Médio Paraíba, passou a ser esta semana a segunda cidade digital do Estado do Rio, depois de Piraí, pioneira no projeto Cidade Digital, um programa que oferece aos moradores acesso gratuito à internet e à informação. Outras dez cidades já estão em fase de implantação do projeto, entre elas Angra dos Reis, Nova Friburgo e Quissamã. A próxima Cidade Digital será Mangaratiba, com inauguração prevista para 20 de setembro.
O acesso à internet com o uso da tecnologia wireless (sem fio), até então distante da realidade, e mais ainda do vocabulário das pessoas simples que vivem na pequena Rio das Flores, aos poucos começa a deixar de ser tão espantoso. A instalação de terminais de computador, torres, fios e cabos mudou a rotina da cidade, que já viveu seus tempos de glória no ciclo do café e hoje tem como principal fonte de emprego e renda o turismo rural.
— Toda a iniciativa de inclusão digital até então tinha sido feita pontualmente. Nós pensamos na idéia de oferecer acesso digital de forma gratuita e mais ampla.
O trabalho iniciado em Piraí, em 2004, começa a dar frutos. Assim como qualquer cidadão tem direito à infra-estrutura que garanta água e energia, a informação também deve ser um direito — defende Franklin Coelho, professor da UFF e coordenador do projeto Cidade Digital.
A implantação da tecnologia híbrida — que utiliza cabo e rádio para acesso à internet em banda larga — custou R$ 300 mil e teve o apoio da prefeitura local, dos governos estadual e federal, além de uma empresa da região, a Montreal Engenharia. O governo federal cedeu a primeira unidade digital itinerante, um microônibus com oito terminais de computador, que vai percorrer os distritos mais distantes do município oferecendo cursos e a possibilidade de acesso gratuito à internet.
Em Rio das Flores, os moradores já têm à disposição um telecentro, instalado na Agência de Desenvolvimento Municipal, com dez terminais, além de três quiosques, um no Centro de Informações Turísticas, outro no Centro Cultural da cidade e, em breve, um na rodoviária. Também foi instalado um centro de capacitação no bairro Sossego, área industrial onde estão instaladas confecções.
Os alunos aprenderão corte e costura industrial e terão uma hora de aula de informática.
Recursos do FUST ajudariam a ampliar o projeto
Três escolas municipais já estão com os laboratórios de capacitação em funcionamento. Na Escola Municipal Manoel Duarte, no centro, os 12 terminais de computador encantam os pequenos alunos, ansiosos por descobrir os segredos da máquina.
— As secretarias da prefeitura também foram interligadas, o que facilita a comunicação e dá mais transparência aos processos, que poderão ser acompanhados pela população — afirma Franklin Coelho.
Para o prefeito de Rio das Flores, Vicente Guedes, o projeto é uma oportunidade única para a população, com a oferta de melhores condições de emprego e renda no futuro.
Para Franklin Coelho, se os recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) não estivessem contingenciados, o projeto já teria chegado a várias cidades do país.
Inclusão na adversidade
PIRAÍ. A transformação de Piraí em cidade digital teve seus primeiros passos na década de 90, quando a cidade sofreu o impacto econômico da privatização da Light. Cerca de 1.200 pessoas foram demitidas e o distrito onde moravam praticamente deixou de existir.
A volta por cima aconteceu quatro anos depois, com iniciativas de desenvolvimento da prefeitura local que devolveram os postos de trabalho.
O programa foi contemplado com o prêmio Gestão Pública e Cidadania da Fundação Ford e FGV-São Paulo, e abriu uma linha de financiamento a fundo perdido no BNDES, o que possibilitou a criação do projeto de inclusão digital.
Assim nasceu o projeto Piraí Digital, com a promessa de oferta democrática a informação e educação a todos os moradores da cidade, com o uso de tecnologia sem fio. Inaugurada em fevereiro de 2004, a cidade digital de Piraí tem três telecentros e sete quiosques espalhados pela cidade. Das 19 escolas municipais, 12 estão com laboratórios digitais prontos e em uso, inclusive na área rural.
— A vida da população mudou. Ninguém mais imagina viver sem essa ferramenta para trabalhar e estudar. O projeto abriu mais espaço no mercado de trabalho e as empresas da região absorvem a mão-de-obra local — afirma Leonardo Rosa, um dos coordenadores de projeto de capacitação em Piraí, que hoje vive e trabalha na cidade. ( E.R. )
Iniciativa brasileira é reconhecida no mundo
PIRAÍ. O trabalho desenvolvido na cidade de Piraí colocou o Brasil entre os países com os melhores projetos de inclusão digital do mundo. Segundo Maria Helena Cautiero Horta Jardim, coordenadora Executiva e Educacional do projeto Cidade Digital, a chancela da Unesco, no ano passado, foi um importante reconhecimento.
— Conquistamos a chancela da Unesco pelo mérito na promoção de ações de grande relevância em políticas públicas de inclusão digital — diz ela.
O projeto recebeu em junho de 2004 o prêmio de melhor cidade digital de pequeno porte pelo Instituto de Conectividade das Américas e pela Associação Hispano-Americana das Empresas de Telecomunicações. Também está entre os sete melhores do mundo, de acordo com o Top Seven Intelligent Communities, de Nova York, junto com Mitaka (Japão), Cingapura (Cingapura) Toronto (Canadá), Taijin (China), Sunderland (Reino Unido) e Issy De Moulineaux (França). Em novembro, o projeto de Piraí vai representar o Brasil no 2 Encontro Mundial da Sociedade de Informação, na Tunísia.
( E.R. )
Informação: Aesp/ O Globo Economia
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